Notas do esporte

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Acompanhe aqui o resumo do Brasileirão nesse fim de semana. Também a decepção na Fórmula Um.

Primeira leitura

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Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo (1 Coríntios 15:57).

Bom dia… Ótima semana!

As revistas da semana

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VEJA: O cérebro do gênio. Equipamentos modernos revelam detalhes do cérebro de Albert Einstein, explicam sua genialidade e ajudam a mostrar como a mente humana funciona, se aprimora e se cura de traumas. Ainda na edição, por que fracassou a tentativa de reestatizar a Vale do Rio Doce; drogas: os médicos alertam sobre os perigos dos coquetéis químicos das baladas. A manipulação de imagens em discussão. Diante da popularização da manipulação de imagens, os franceses querem devolver à fotografia o seu valor fundamental: a utópica fidelidade da representação.

ÉPOCA: O melhor conselho que recebi. Vinte uma personalidades revelam as ideias que norteiam sua vida. Entre os entrevistados pela revista: Gisele Bündchen, Dilma Rousseff, José Serra, Felipe Massa, Juliana Paes, Lázaro Ramos, Ivete Sangalo. Também na Época, por que tantos querem as cotas. Está na hora de os adversários das cotas se perguntarem por que têm sido tão ineficazes. O poder de olho na mídia. A perseguição do casal Kirchner ao maior grupo de comunicação da Argentina é um símbolo da crescente pressão sobre a imprensa nas Américas. A revista tenta responder por que as mulheres são tão tristes? Um estudo americano de 37 anos ilumina um terrível paradoxo: objetivamente, a vida das mulheres jamais foi tão boa. Subjetivamente, nunca foi pior.

ISTO É: 13 anos. Eles querem ser gente grande. Como pensam, agem, sentem e consomem os adolescentes que começam a travessia para a vida adulta cada vez mais cedo. O que os pais podem fazer para ajudar nessa difícil transição. A Isto É mostra o que o presidente Lula conseguiu ao levar três presidenciáveis à beira do Rio São Francisco. O lado b dos ecológicos. Pesquisa revela que os defensores da causa ambiental são mais egoístas e se sentem superiores.

CARTA CAPITAL: Obama em dificuldades. A herança maldita de Bush, cobranças de minorias que o apoiam… Não anda nada fácil a vida do Nobel da Paz, o presidente dos Estados Unidos Barack Obama. Também na edição, o caderno especial The Economist analisa o futuro da economia mundial. O papel da elite gaúcha. O enredo da sucessão gaúcha está dando de dez a zero nos novelistas da Globo. Os episódios vão do trágico ao cômico com facilidade. Quase todos existem para salvar a governadora Yeda Crusius.

As voltas que um texto dá

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Fico impressionado com as possibilidades da criação literária. Claro, não faço literatura. Mas me sinto meio escritor por aqui. Às vezes, começo um texto visando escrever algo definido previamente. Minutos depois, ganha um rumo totalmente diferente.

Exemplo disto é o post abaixo. Ao iniciá-lo, pretendia falar sobre as surpresas que tenho resultantes da produção deste blog. Não são raros os depoimentos que recebo de pessoas que chegaram a esta página depois de uma pesquisa sobre um assunto qualquer. Como vários temas estão arquivados, tem conteúdo para “todos os gostos” (um exagero, confesso).

Hoje, uma amiga me abordou só para contar que chegou ao blog pelo Google. Estava pesquisando a respeito de discriminação, racismo etc e encontrou um texto meu. Fiquei feliz e surpreso. Não lembrava ter escrito nada a respeito do assunto. Mas está no arquivo. Fantástico!

Na verdade, às vezes sonho em organizar todo esse material. Não necessariamente para publicá-lo. Apenas para ter ideia daquilo que já falei, comentei. Descobrir o que há de relevante, descartável. Também para aprender com os erros e acertos. Mas esbarro na falta de tempo – e até de disposição (é muito material; são cinco blogs diferentes e só aqui temos mais de 4 mil posts).

PS- Ah… e quanto as voltas que um texto dá, também tinha intenção de colocar no post outra questão… Queria dizer que, com essas mil e uma possibilidades proporcionadas pelas novas tecnologias, também estamos no Facebook. E tudo que publicamos aqui, ganha um link no Twitter; e o que sai no Twitter aparece, simultaneamente, no Facebook.

Está dito. Não da maneira que pretendia. Mas tudo bem…

Imagens construídas pela rede

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Ainda me assusto com as possibilidades criadas pelas novas tecnologias. Pela tela do computador, estamos em todos lugares ao mesmo tempo. Pelas suas teclas, escrevemos, publicamos fotos, sons, vídeos… E perdemos o controle daquilo que, originalmente, era só nosso.

Nossas opiniões tornam-se conhecidas, aplaudidas, comentadas, questionadas, criticadas. Tornamo-nos amigos, inimigos de gente que nunca vimos. O que publicamos na rede nos promove ou pode servir até para um linchamento virtual – mas que geralmente se transfere para a vida real. Quem nos segue projeta uma imagem a partir daquilo que vê ou lê sobre nós ou publicado por nós.

Isto é bom ou ruim? Não há resposta simples para tal pergunta. Mas numa tentativa de resumi-la, poderíamos dizer que, se nem mesmo a convivência por anos permite que conheçamos de verdade uma pessoa, como alguém poderia se tornar conhecido apenas pelo contato que mantemos pela rede? É impossível.

A internet possibilita apenas a construção de imagem. Quase sempre, estereotipada. É mais ou menos como acontecia – e ainda acontece – na relação do público com um locutor de rádio. Ao ouvir a voz, a pessoa cria uma imagem do comunicador. Quando vê pessoalmente – ou por uma foto -, sempre se surpreende.

Por isso, entendo que esse universo cheio de possibilidades também traz tantos riscos. Um deles é o do julgamento precipitado, maldoso, intolerante.

Em clima de campanha… Uma foto

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O presidente Lula montou uma bela comitiva para acompanhá-lo na visita às obras de transposição do Rio São Francisco. A imagem abaixo é uma daquelas que falam por si mesmas.
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Foto: Retirada do site Terra

Bolsa Família e o combate a fome no país

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Hoje é o Dia Mundial da Alimentação. E, no Brasil, temos muito a comemorar. Um ranking elaborado pela Ong antipobreza Action Aid revela que o Brasil é líder no combate à fome. Isto, numa lista de 50 países em desenvolvimento.

A Ong ainda pontuou que são os programas governamentais os responsáveis por determinar o progresso em relação à fome. Ou seja, são os esforços de um governo que reduzem os níveis de miséria de um povo. Não o crescimento econômico, a produção de riquezas. Estes são importantes, mas é o Estado quem estabelece as regras para distribuição das riquezas de um país.

Por isso, a publicação do ranking trouxe elogios ao Bolsa Família, principal programa de combate a fome no Brasil. O relatório ainda aponta que, além de pôr comida na mesa de milhares de pessoas, houve redução da subnutrição infantil em 73%.

São estatísticas que deveriam nos orgulhar. Ainda que o programa seja questionável sob alguns pontos de vista, o Bolsa Família tem contribuído para impedir que gente como nós passe fome. Isto é significativo demais, já que dados recentes revelam que 1 bilhão de pessoas passam fome no mundo.

Felizmente, por aqui, os números são decrescentes. E o Bolsa Família tem importante contribuição na redução da fome em nosso país.

O que se lamenta no programa é que estimula o conformismo. Tem muita gente que se satisfaz com alguns poucos trocados e abre mão de trabalhar. Prefere receber migalhas a ter uma vida mais confortável. Isto não é regra. Mas há depoimentos de empregadores, principalmente em estados do Norte e Nordeste, que encontram dificuldades em contratar trabalhadores, pois estes estão acomodados com o que recebem do Bolsa Família.

Duas notas – manchetes e esporte

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Leia aqui os resumos das manchetes dos jornais de Maringá. O Diário e Hoje Notícias tratam da licitação do lixo, vencida pela Pajoan de Sarandi.

Aqui estão as notas do esporte apresentadas na abertura do CBN Maringá desta sexta-feira.

Primeira leitura

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O amor seja não fingido. Aborrecei o mal e apegai-vos ao bem (Romanos 12:9).

Bom dia… Ótima sexta-feira!

Por que não ler “O Símbolo Perdido”

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Dan Brown é o escritor do momento. Já vendeu muito mais livros que poderia um dia ter sonhado vender. O Código da Vinci foi – e é – seu maior sucesso. Foi adaptado para o cinema e conquistou bom público. Sua obra anterior, Anjos e Demônios, estreou nas telonas neste ano. Chegou há poucos dias nas locadoras.

simbolo-perdido-dan-brownAgora é a vez de “O Símbolo Perdido”. Ainda não chegou ao Brasil. Quando chegar às livrarias, teremos por aqui 400 mil exemplares. Um número muito expressivo, já que são raros os escritores que chegam a vender, no total, tantos volumes.

Mas, nos Estados Unidos e noutros país, a nova obra de Dan Brown já está nas prateleiras. E foi recebido com expectativa pelos fãs do autor. Entretanto, ao que parece, é mais um daqueles livros que valem apenas pelo fascínio que exercem. Pelo menos esta é a opinião de Paulo Nogueira, um respeitado jornalista brasileiro que hoje vive em Londres.

Ele resume:
- Experimentei algumas páginas, por curiosidade jornalística, e logo fui derrotado pelos clichês e absurdos do enredo. [...] Ele é ruim. [...] Escritores como Dan Brown não são exatamente escritores [...] São vendedores, mercadores. Ou, na hipótese mais benigna, iniciadores, uma escada através da qual o leitor pode ganhar pela leitura interesse bastante para chegar a escritores de verdade.

Atualização – Na primeira versão deste texto, troquei o nome do livro de Dan Brown. De “O Símbolo Perdido” virou “O Símbolo Sagrado”. Escrevi uma coisa pensando noutra. Mas o nome correto estava no post, por causa da imagem da capa da obra.

Temporal derruba dezenas de árvores

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O nosso ouvinte Henrique Rodrigues, que é consultor técnico, passou hoje pela manhã nas proximidades do chamado parque buracão. Viu as cenas e enviou fotos. São das ruas Venezuela e Equador, em Maringá. Reproduzo aqui uma imagem. Mostra uma rua obstruída por uma árvore que caiu durante o temporal.
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Raios durante a madrugada em Maringá

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Acordei assustado nesta madrugada. Por volta da 1h, o vento era forte e a quantidade de raios, impressionante. Uma acadêmica de Jornalismo, a Carol Oliveira, filmou um pouco do que era possível ver. Disponibilizo aqui.

Duas notas – manchetes e esporte

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Veja aqui o resumo das manchetes dos jornais de Maringá.

Aqui, as notas do esporte. O que aconteceu ontem à noite pelas eliminatórias sul-americanas da Copa do Mundo e a eliminação do Cyagim do Paranaense de Futsal.

Primeira leitura

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Filho meu, não se apartem estas coisas dos teus olhos: guarda a verdadeira sabedoria e o bom siso; porque serão vida para a tua alma, e adorno ao teu pescoço (Provérbios 3:21-22).

Bom dia… Ótima quinta-feira!

Dia do Professor: uma breve reflexão

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Nessa quinta-feira comemoramos o Dia do Professor. Não é feriado. Mas algumas escolas estarão fechadas. Outras, aproveitaram o feriado de segunda-feira e só voltaram às aulas nessa quarta-feira.

Lembro que, quando eu era criança, as turmas promoviam festinhas para os professores. Estudava em escola pública. Então, junto com os coleguinhas, comprávamos alguns refrigerantes, salgadinhos e cantávamos parabéns. Era nossa forma de homenagear o educador.

Recordo que tínhamos muito respeito pelos professores. Podíamos até não gostar de alguns deles, mas os víamos como autoridades. Cheguei a experimentar a necessidade de me colocar de pé todas as vezes que certos professores, coordenadores ou o diretor entravam na sala. Já era uma época em que nem todos cobravam tal atitude. Mas havia aqueles mais conservadores.

Confesso que sinto saudade daqueles anos. As lembranças me fazem sentir o gosto da infância. Ela parece voltar, ainda que apenas em imagens, guardadas na memória.

Mesmo sem saber muito bem o que representava ser um professor, já desejava me tornar um educador. Sempre tive prazer em estudar. Ter um bom desempenho era minha meta. Por isso, ainda que a vida tenha me levado por outros caminhos, nunca deixei de sonhar com a sala de aula.

Quando fui fazer jornalismo, já casado, com filhos, vislumbrei a chance de me manter na comunicação, mas aliar o prazer de dar aulas.

Hoje, me sinto um privilegiado. Mas o que vivo em sala de aula não é o mesmo experimentado por vários colegas, principalmente para aqueles que estão nas séries iniciais ou lidam com adolescentes em escolas da periferia.

O desrespeito ao professor se tornou uma rotina. A violência contra o educador deixou de ser apenas verbal. Não são raros os casos de agressão física. Muitos professores perderam a satisfação de dar aulas. É fácil ouvi-los reclamar. E hoje, não apenas dos salários defasados, insuficientes e pouco compensadores diante de tamanha responsabilidade.

Talvez por consequência de uma sociedade superficial, movida pelo espetáculo e em que o conhecimento é uma ausência, encontramos em sala vários alunos descompromissados, descomprometidos e desinteressados.

Diante de um quadro tão pouco motivador, o que dizer aos professores neste 15 de outubro? Não sei. Sei que muitos alimentam a crença de que a educação ainda é o único caminho para o desenvolvimento deste país. Eu diria mais. A educação é a chave que abre a porta da formação humana capaz de superar o individualismo e construir sujeitos preocupados com o bem-estar coletivo, empenhados em preservar a vida, o meio ambiente.

Entretanto, tem sobrado motivos para que professores percam a fé na educação. Por isso, quem sabe este dia seja uma oportunidade não para dizer: “parabéns professor”… Quem sabe seja uma nova chance de tirarmos a educação do discurso e a colocarmos como prioridade. Reconhecendo os problemas existentes, enfrentando-os e promovendo a transformação que tanto almejamos.

As promessas de um novo contorno

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Abrimos espaço na CBN Maringá para tratar do prometido projeto do Anel Sul. Fernando Camargo esteve com a gente e disse que a Prefeitura espera autorização para licitar a contratação de projeto. O diretor presidente da Urbamar contou que empresa terá oito meses para concluí-lo. Apenas depois desse prazo o município poderá buscar recursos para realização da obra. Como 2010 é ano eleitoral…

O projeto tem cara de ser daqueles que vão rodar uns 20 anos pra ser realizado. Semelhante ao do Contorno Norte. Aí, quando conseguir verbas, já estará defasado.

Ah… e, mesmo que haja viabilidade técnica e ambiental para execução do Anel Sul, não há garantias de que a nova rodovia represente o fim dos problemas do atual Contorno Sul. Este, poderá continuar existindo. Há grandes possibilidade de o Anel ter um traçado que descarte o uso – ainda que parcial – daquele problemático trecho de rodovia que divide parte da cidade.

Jovens admitem dependência da internet

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O estudo não aponta a nossa realidade, mas revela que é crescente a dependência que temos da internet. Na Inglaterra, uma pesquisa apontou que 75% dos jovens admitem que não vivem sem internet. O grupo pesquisado tinha entre 16 e 24 anos. Também é curioso notar que 45% deles disseram que são mais felizes quando estão online.

Cá com meus botões, entendo que tal realidade não tem volta. Somos dependentes da rede. Alguns de nós passamos seis, oito horas por dia diante de um computador – e conectados à rede. Mas entendo que precisamos cuidar para que essa dependência não se torne doentia. Afinal, já tem gente que não consegue mais se relacionar pessoalmente, apenas no universo virtual. E esta é apenas uma das consequências negativas das nossas intensas atividades em rede.

Os gastos dos deputados paranaenses

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Uma breve olhadela no Portal da Transparência da Assembléia Legislativa do Paraná traz números reveladores. Um levantamento feito pela Gazeta do Povo mostra que, em agosto, teve parlamentar que gastou quase R$ 15 mil das verbas de ressarcimento. Por outro lado, teve parlamentar que conseguiu exercer seu mandato sem gastar R$ 3 mil.

O deputado “gastão” foi o petista Professor Lemos. Em agosto, o parlamentar usou quase toda a verba a que tem direito. Ele usou R$ 14.998,60 dos R$ 15 mil previstos de verba de ressarcimento. Já o peemedebista Cleiton Kielse teve despesas de R$ 2.911,33. Entre Kielse e Lemos há uma diferença de R$ 12 mil.

É preciso admitir que os números não revelam a eficiência dos parlamentares. Ninguém pode dizer que um parlamentar é melhor que o outro apenas por ter gastado menos. Claro, há um indicativo de responsabilidade no uso do dinheiro público. Afinal, sabemos que tem muito político por aí que gasta demais e faz “de menos”. Ou seja, apenas gasta o dinheiro público sem trazer benefícios concretos para a população. Infelizmente, essa tem sido a regra. O legislador quase sempre representa um ônus para a população.

A exceção é o gasto com qualidade – daquele parlamentar que usa o dinheiro a que tem direito para fazer o melhor para a população. Entretanto, lamentavelmente, ainda estamos longe de tornar a exceção em regra.

Duas notas

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Minha ideia é tirar deste blog os posts com as manchetes dos jornais e as notas sobre esporte. Não posso assegurar que vou dar conta, mas pelo menos este é o objetivo. O conteúdo não opinativo, factual, deve ficar noutro blog. Confesso não é a primeira vez que tento fazer isto. Entretanto, sigo tentando.

Leia aqui as manchetes dos jornais de Maringá.

Aqui, um breve resumo do esporte.

Primeira leitura

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Não contendas com alguém sem causa, se não te fez nenhum mal (Provérbios 3:30).

Bom dia… Ótima quarta-feira!

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