Flamengo e Grêmio cumprem script. Rubro-negro é campeão

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Algum torcedor tinha dúvida? Depois da rodada do último fim de semana, era só esperar pelo título. Como previsto, o Flamengo conquistou o título. Não sem antes um bom jogo de cenas. O Grêmio fez 1 a 0. Ainda no primeiro tempo, o rubro-negro empatou. No segundo tempo, quando o Internacional parecia estar botando a mão na taça, o time do Rio fez o segundo e faturou o título.

Mas, apesar da reta final ter sido maculada pelos jogos entregues por Corinthians e Grêmio, o Flamengo conquistou o título com méritos. Na segunda fase, não perdeu nenhum jogo para os concorrentes diretos ao título. Derrotou São Paulo, Palmeiras, Atlético Mineiro e empatou com o Internacional. Todos esses clubes tiveram chances reais de conquistar o campeonato. Tropeçaram. Ficou nas mãos do Flamengo. Melhor para a maior torcida do país, que depois de 17 anos levou comemora a conquista.

Twitter perde força e estaciona

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Pesquisa divulgada nessa quinta-feira revela que, pela primeira vez, diminuiu o tempo médio gasto pelo brasileiro no Twiiter. Caiu de 57 para 53 minutos/mês. O número de usuários também estacionou. São cerca de 58 milhões em todo mundo. O levantamento revelou outro dado curioso: o Facebook alcançou a impressionante marca de 350 milhões de contas. Um resumo simplório apontaria que 5% da população global faz parte da rede.

E falando em redes sociais, o Orkut está estudando uma nova mudança. Embora tenha passado por uma reestruturação recente, a proposta do Google é assegurar uma nova função: a distribuição de conteúdos – como ocorre com o Facebook e Twitter. Hoje, o Orkut é mais focado no relacionamento e pouco valoriza a produção e distribuição de conteúdo.

Dunga diz que deixa seleção após Mundial

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Esperado… Se vencer a Copa da África do Sul, sairá como herói. Consagrado. Se perder, teremos o argumento de que foi pouco ousado, conservador, retranqueiro. E que faltou experiência para comandar a seleção num Mundial.

As manchetes do dia

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Leia aqui um resumo das manchetes dos jornais de Maringá. Em destaque o pedido de desapropriação do prédio da antiga rodoviária e a crise política em Sarandi. Os aliados de Milton Martini o estão abandonando.

Primeira leitura

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Cada um se fartará do fruto da sua boca, e da obra das suas mãos o homem receberá a recompensa (Provérbios 12:14).

Bom dia… Ótima sexta-feira!

O brasileiro lê, mas não compreende

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Não sei quantos viram o resultado da pesquisa, mas ela é assustadora:

- 32% dos brasileiros com ensino superior não são plenamente alfabetizados

Consegue dimensionar isto? De cada 100 pessoas que deixam a faculdade, 68 não podem ser consideradas plenamente alfabetizadas. Sabe o que significa? Elas não conseguem ter uma compreensão ampla de um enunciado.

Existem quatro níveis de alfabetização. O Indicador de Analfabetismo Funcional aponta que temos o: a) analfabetismo; b) alfabetismo rudimentar; c) alfabetismo básico; d) alfabetismo pleno. Somente nesse último nível é possível dizer que uma pessoa é capaz de compreender e interpretar textos longos, distinguir um fato de uma opinião, realizar inferências e sínteses.

Claro, a questão também diz respeito à Matemática. Alguém com tal domínio resolve problemas que exigem planejamento e controle, proporções e cálculos, interpreta tabelas, mapas, gráficos e entende percentuais.

Entretanto, apenas 32% daqueles que concluem a universidade têm todas essas competências. Os outros 68%, não.

Esses dados estão relacionados na pesquisa Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf). Mas não se restringe apenas ao público universitário. Divulgada pelo Ibope nessa última semana, vai além. Sustenta que apenas 1/4 da população brasileira pode ser considerada plenamente alfabetizada. Os demais têm algum grau de deficiência. Na maioria das vezes, encontram de dificuldade na leitura e escrita e em atividades matemáticas.

Sob uma perspectiva otimista, poderíamos dizer que o ensino superior faz a diferença. Já que o índice de alfabetismo pleno é maior nesse público. Contudo, temos um grande desafio pela frente. Nossa formação é medíocre.

O detalhe é que essas pessoas sequer dão conta de que possuem uma defasagem no conhecimento. Na maioria das vezes, transferem o problema de compreensão para o texto ou para o cálculo, gráfico etc. Ou seja, entendem que a dificuldade não está neles. Mas há um quadro pior… Formado por gente que acredita ter total entendimento sobre a questão.

Nesses casos, a situação pode se tornar mais grave. Basta observar o que ocorre na internet. Uma análise simples de alguns textos e dos respectivos comentários revela a dimensão da ignorância. Esta pode vir aliada a sentimentos negativos que resultam em ofensas, agressões e até campanhas difamatórias.

E tudo nasce na pouca qualidade do ensino. Como revelou a pesquisa, o índice de analfabetismo no país tem diminuído ano após ano. Porém, não crescemos na alfabetização plena. Temos mais escolas, mais professores, mais alunos em sala, mas falta competência na execução do projeto pedagógico. Lamentável.

Questão de Classe: a Geografia em destaque

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Daqui a pouco a CBN Maringá apresenta o Questão de Classe. Nosso programa de educação, cultura e comportamento vai falar sobre a Geografia. Não sei como será a receptividade do público, mas gostei do resultado.

Entrevistei uma professora que trabalhou 25 anos com a disciplina em escolas de São Paulo. Há 10, está na Universidade Estadual de Maringá. É a responsável pela disciplina de prática de ensino de Geografia. A mestre e doutora em Educação, Elza Yassuko Passini, ainda foi a autora do Atlas Geográfico de Maringá – usado pelas escolas das redes municipal e particular.

Mas, diferente do que muita gente pode imaginar, um papo sobre a disciplina pode se tornar algo muito interessante. Primeiro, porque a Geografia é muito mais do que aquilo que a gente aprende na escola. Na verdade, na sala de aula, ela ocupa um papel secundário. Os próprios professores, coordenadores e diretores colocam-na num patamar de inferioridade.

Entretanto, como entender os fenômenos climáticos sem conhecer Geografia? Como compreender a disputa entre árabes e judes? Dá para saber sobre política e economia sem um conhecimento mínimo do assunto? Difícil. Talvez a pouca percepção da dimensão da disciplina em sala de aula acabe por causar uma “cortina de fumaça” sobre a posição estratégica da Geografia na formação do aluno e do cidadão.

De certa forma, é isto que tentamos apresentar no programa de hoje. Logo mais às 16h. Para ouvir online, clique aqui. Após o programa, é só fazer o download.

São Paulo pode estender rodízio de veículos

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São Paulo pode estender o rodízio de veículos para dois dias por semana. A discussão está sendo feita em audiência pública. Teoricamente, a medida tiraria 40% da frota das ruas.

Mas, como disse, teoricamente. Afinal, tenho a impressão que proibir a circulação de veículo – pelo final da placa – motiva o proprietário a adquirir outro. É uma forma de driblar a lei.

Claro, nem todo mundo pode comprar um segundo carro. Mas essa tem sido a regra em São Paulo desde quando se implantou o rodízio.

Reflexo do fim da obrigatoriedade do diploma de Jornalismo

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Como era previsto, a decisão do Supremo está afetando as faculdades de Jornalismo. Uma reportagem do Comunique-se revela que, das 17 universidades federais, em 14 delas houve uma queda na procura pela graduação na área.

Mas há um entendimento comum: o reflexo será momentâneo. O público que deseja exercer a atividade jornalística não identificará noutros cursos a formação necessária para esse mercado profissional. E nem as empresas vão absorver gente desqualificada. Ou seja, as faculdades continuarão relevantes.

As manchetes do dia

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Leia aqui um resumo das manchetes dos jornais de Maringá. Em destaque, a abertura da campanha de Natal, a licitação do lixo pela prefeitura e um encontro técnico sobre cana-de-açúcar.

Primeira leitura

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Não temas o pavor repentino, nem a investida dos perversos quando vier. Porque o Senhor será a tua esperança; guardará os teus pés de serem capturados (Provérbios 3:25,26).

Bom dia… Ótima quinta-feira!

Qual a chance do Fluminense?

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O Fluminense está conseguindo um milagre no Brasileirão… Livrar-se do rebaixamento. Ninguém apostava que o tricolor das Laranjeiras pudesse reagir no campeonato. Porém, domingo, o clube só cai para a Série B se jogar fora tudo que construiu nas últimas rodadas.

Mas hoje o desafio é maior. Vencer a LDU é possível. Mas golear é outra história. E não pode ser uma simples goleada. Tem que ser por diferença de quatro gols para levar a decisão para os pênaltis. Difícil? Sim. Mas não dá para falar em impossível para uma equipe que tem sido surpreendente nos últimos jogos.

Atualizado: O Fluminense jogou muito, mas não conseguiu ficar com o título. Faltou um gol. Placar final, 3 a 0.

As manchetes do dia

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Leia aqui um resumo das manchetes dos jornais de Maringá. Em destaque, o não aproveitamento das notas do Enem pela UEM, a aprovação de recursos para castração de animais e o prêmio de R$ 85 milhões da Mega Sena.

Primeira leitura

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O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se (2 Pedro 3:9).

Bom dia… Ótima quarta-feira!

Por que insistimos naquilo que não nos faz bem?

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No último domingo ouvi uma música que me fez pensar numa séria de coisas… E que motivou este texto. Por sinal, a arte deve ter esta função: emocionar, provocar, fazer-nos refletir. Do contrário, é apenas entretenimento. No caso das músicas, são significativas quando vão além do banal “estou a fim de você” ou “quero te beijar” e outras tantas frases feitas que se repetem em boa parte das músicas que tocam nas rádios.

A arte que emociona, provoca e nos faz refletir permite-me questionar até que ponto certas coisas valem a pena. Por que insistimos naquilo que não nos faz bem? O que motiva a persistir em projetos e até mesmo relacionamentos que só causam dor, sofrimento?

Dia desses recebi a ligação de uma ouvinte e leitora que me acompanha à distância, num dos estados do Nordeste do país. Ela estava arrasada. Queria um conselho. Estou longe de ter tal autoridade, mas, por causa do que tenho apresentado pela Rede Novo Tempo, ela me ligou. Precisava falar da angústia, da dor de um relacionamento que dura quase 15 anos.

O casal tem uma filha. A garota tem 12 anos. É apaixonada pelo pai. Entretanto, esse homem trai sua mulher há muitos anos. Já tem até outro filho, fruto de um relacionamento extraconjugal. Recentemente, ele começou a namorar outra garota. Essa esposa sabe de tudo, conhece a jovem, mas não consegue dizer para ele “acabou”.

Depois de ouvi-la se lamentar, perguntei:

- Você está feliz?

A resposta era obvia.

- Não, não estou feliz, disse do outro lado da linha.

Por isso questiono: por que insistimos naquilo que não nos faz bem? A resposta não é simples. Não é simples, porque a vida não é como somar “dois mais dois”. Não existe lógica nas emoções. E, no caso dos relacionamentos, nem sempre se consegue equação perfeita que resulta em felicidade, prazer, cumplicidade.

Vejo jovens, casais de namorados, que vivem se confrontando, mas não são capazes de se desgrudar. Parece haver uma química no conflito, no sofrimento, que os une. A dor serve de combustível para alimentar a relação. Chega-se ao ponto que a pessoa tem a impressão que não consegue viver sem aquilo. Isto é meio neurótico, mas plenamente explicável pela Psicanálise.

Este apego a coisas que não dão prazer também se aplica a outras situações. Tem gente que está sendo consumido pelo trabalho, por um chefe desumano, mas não consegue ver oportunidade além daquele emprego. O sujeito vai definhando, vive estressado, em alguns casos, chega a entrar em depressão, mas não rompe com o que lhe faz mal.

Há uma saída? Sim. Mas, por mais repetitivo que pareça, passa pelo se conhecer. Identificar que existe um problema, que há um sofrimento e que este pode ter um fim quando houver disposição para enfrentá-lo. E enfrentá-lo significa se abrir para um mundo novo, desconhecido e, por isso, tão assustador.

Sem tempo para o blog

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Correria total. E pouca disposição para o blog. Sinto vontade de escrever, mas cadê o tempo?

As manchetes do dia

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Leia aqui um resumo das manchetes dos jornais de Maringá. Em destaque as denúncias contra o prefeito Milton Martini, de Sarandi. A Câmara instalou uma comissão para tratar do assunto e processar o prefeito.

Primeira leitura

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O que lavra a sua terra se fartará de pão; mas o que segue os ociosos é falto de juízo (Provérbios 12:11).

Bom dia… Ótima terça-feira!
Ah… hoje é primeiro de dezembro. Pode? Pode. O que não pode é a gente deixar o tempo passar e simplesmente não perceber…

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