As manchetes dos jornais de Maringá

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O DIÁRIO: – Escolas param por melhores salários
Paralisação de um dia deixará sem aulas 22 mil alunos da rede estadual na região. Servidores da educação querem equiparação com o restante do funcionalismo e implantação do piso nacional. O piso nacional foi aprovado em 2008, mas até o momento não entrou em vigor.

HOJE NOTÍCIAS: – Professores fazem greve de um dia hoje
O Hoje Notícias também trata da paralisação de hoje que será realizada pelos professores da rede estadual. Em Maringá e região, a adesão atinge pelo menos 80 dos colégios. No final da semana, dezenas de professores viajaram para Curitiba para participar da concentração que acontece em Curitiba.

JORNAL DO POVO: – Entidades realizam Rodada de Negócios
Hoje, no Pavilhão Azul do Parque de Exposições, será realizada uma grande Rodada de Negócios. Cerca de 200 expositores vão participar da feira. Vários segmentos estarão expondo seus produtos: decoração, segurança, buffets, comunicação visual, copiadoras, organização de eventos, brindes, áudio e vídeo, gráficas, hotéis, locadoras de veículos entre outros serviços. A rodada começa às 10h e termina às 20h.

Primeira leitura

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Porque na muita sabedoria há muito enfado; e o que aumenta em conhecimento, aumenta em dor (Eclesiastes 1:18).

Bom dia. Ótima terça-feira!

Uma noite para não esquecer jamais – o discurso

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No post anterior expressei um pouco do que senti na noite da última quinta-feira. Atendendo os pedidos de alguns de meus alunos, vou reproduzir aqui o texto base do discurso. A parte inicial não está presente. Foi improvisada. Também acrescentei coisas ao longo da colação de grau. Mas as anotações ficaram nas folhas que levei para o teatro. E estas ficaram com o coordenador do curso. Ainda assim, a essência aqui. Com direito aos nomes de todos.

Confesso que estou ansioso com o impacto que minhas palavras vão causar em vocês. Vocês possuem um significado tão grande em minha vida que não me sinto capaz de traduzi-lo em palavras.

Imaginei que poderia começar recordando muito do que vivemos. Afinal, estivemos juntos desde o primeiro ano. Experimentamos muita coisa juntos. Pensei também em falar sobre o processo de formação da consciência. Seria legal nos despedirmos usando o Bakhtin. Mas optei por projetar o futuro, falar da nossa responsabilidade. Não como jornalistas, mas como cidadãos.

Em dezembro, no dia 16, senti no coração um vazio. Naquela noite, depois das nove horas, encerrei minha última atividade oficial com a turma de vocês. Era a banca da Maika e, quando disse a ela que estava aprovada e a abracei, senti que um ciclo havia terminado.

Horas antes, estava com a Polyanna. Quando me despedi dela, já me sentia despedindo de toda a turma.

Sabe Valdir, vocês formam a primeira turma que acompanhei desde o primeiro ano. Por isso, estou emocionado. Quando vejo vocês aqui, Lucas, reconheço que me auxiliaram a me descobrir educador.

Vi vocês, Rogério, se desenvolverem. Mais que isso, né Sidnéia, vi descobrirem que a academia pode ser mais que um espaço para a busca por conhecimentos. Mas eu também descobri, Fernando, que o prazer de ensinar é ainda maior quando a gente se envolve, quando se apaixona.

Vocês tiveram a chance de ver o mundo de uma outra forma. Não acredito que você Ana Paula, você Andréia, Carol, Fabiana… não acredito que vêem o mundo com os mesmos olhos. Certamente possuem uma visão mais crítica da sociedade e do quanto somos responsáveis pela construção um país melhor, mais justo e que promova a inclusão de todos.

Talvez não tenham aprendido todas as técnicas da profissão, mas provavelmente compreenderam que o jornalismo não se resume em pautas e execução de reportagens.

Mas, Giuliano, quando a gente olha para as contradições às vezes tem impressão que romper com a desigualdade, com a falta de ética… temos a impressão que isto não é possível. Acontece que nós, Mariana, temos o dever de nunca perder o sentido da vida e de nossa missão – não como jornalistas, mas como cidadãos. Por que, como repete nossa ilustre mestre, a professora Luzia, o exercício da cidadania é o que deve nortear nosso trabalho.

Não se trata apenas, Murilo, de discutir sobre política. Vai muito além. Os fenômenos sociais, Thabata, devem ser interpretados e experimentados sem alienação. Isso não se faz apenas quando se é jornalista, Natalia. A gente faz também quando reconhece que assistir ou ler um jornal não é o que nos torna informados, ou que nos faz participantes dos problemas da sociedade.

Pelo contrário, Milton. Cidadania se faz, cidadania se tem numa atitude ativa, questionadora. Como disse o colega que me antecedeu, não podemos nunca perder nossa capacidade de se indignar com a injustiça.

Nossas palavras, Fábio, não precisam ser apenas expressadas no jornalismo diário para contribuírem com as mudanças que sonhamos. Hoje, Dani; hoje, Erica, há espaços alternativos. Basta desejarmos, sairmos de nossa zona de conforto e darmos o primeiro passo.

Encontraremos barreiras? Claro que sim, Carlos. Quem se envolve, nem sempre é compreendido, Beto. Sabe Ronaldo, os heróis não se tornaram heróis porque vislumbravam ser reconhecidos. Se tornaram heróis, Rosangela, porque acreditaram na causa pela qual lutaram.

Não caríssimos… Não quero desafiá-los a serem heróis. Quero desafiá-los, Justini, a terem alma de heróis. Quero desafiá-los a perceberem que cada um pode e deve ocupar seu espaço no mundo, mas fazendo isso de maneira relevante.

Quem se deixa envolver pelo desânimo, quem perde a utopia, a crença, abdica mão da vida.

Hoje, vocês são diplomados como jornalistas. Alguns seguirão na profissão; alguns vão encontrar novos caminhos. Todos, porém, são cidadãos do mundo.

E, por isso, como cidadãos, jornalistas ou não, apenas digo: vivam com dignidade, ajudem a escrever a história. Que Deus os abençoe.

Uma noite para não esquecer jamais

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Queria ter escrito na sexta-feira. Queria falar ainda sob efeito recente das emoções que vivi na noite de quinta-feira. Não foi possível. O dia foi corrido demais e precisava de um pouco mais de tempo para compartilhar os sentimentos tão fortes experimentados num dos melhores momentos que já vivi.

Minha paixão pela educação, por meus alunos, pela academia foi premiada por uma noite inesquecível. Estava com o coração apertado, feliz demais, por ter sido escolhido como paraninfo da turma de Jornalismo da Faculdade Maringá.

Dois anos atrás, fui escolhido como “nome de turma”. Tinha sido uma honra que sequer esperava. Afinal, os alunos que me escolheram tinham passado apenas um semestre comigo. Entretanto, aqueles meses foram tão significativos pra nós que me deram esse presente. Mas, apesar da honra, não pude estar na colação de grau deles.

Dessa vez, foi diferente. Desde o ano passado, programamos esse dia. Era a primeira turma com a qual tinha convivido desde o primeiro ano. Por sinal, um primeiro ano muito intenso. Tínhamos seis aulas. Era uma overdose de “Nezo”. Mas, o que era para ser cansativo, tornou-se uma oportunidade para estreitarmos relacionamentos e construirmos uma boa amizade.

No ano passado, quando concluíram o curso, senti que ali terminava um ciclo. Um ciclo para eles e para mim. Eles, formados; eu, sentindo-me consolidado como educador. A homenagem máxima da turma, ser paraninfo, era uma espécie de certificado, atestado ou algo semelhante. Era como se estivessem me dizendo: “você consegue tornar significativo o ato de ensinar”.

Eles me conheceram quando eu ainda estava dando os primeiros passos na academia. E, se acompanhei todo o processo de crescimento deles, o inverso também é verdadeiro. Meus erros e acertos, eles experimentaram no nosso convívio ao longo dos últimos quatro anos. E, mesmo tendo tido a chance de serem alunos de alguns mestres muito mais experientes que eu – alguns deles foram, inclusive, meus professores -, entenderam que fiz valer a pena os anos que cursaram Jornalismo.

Não, essas afirmações não têm a intenção de fazer apologia ao meu trabalho e nem me declarar como “o professor”, “o cara”. De jeito nenhum. É apenas o sentimento de orgulho de alguém apaixonado pela educação e por seus alunos.

Mas minha alegria quinta-feira não ficou restrita aos aplausos, aos gritos de “Nezo, Nezo, Nezo…” e nem ao discurso emocionado que dirigi a eles, citando nominalmente todos que ali estavam. Fui surpreendido pela homenagem feita pela faculdade. Com direito à presença da minha família, recebi uma “placa” de agradecimento aos serviços prestados como prêmio por ter tido a melhor avaliação entre os professores do curso em 2009. Foi demais!

Saí do teatro feliz da vida. Mas me sentindo desafiado a fazer ainda melhor. É como se a responsabilidade se tornasse ainda maior. Afinal, a cada ano há novos desafios. As turmas são diferentes. Os interesses, outros. É distinta a maneira de reagirem ao estímulo pelo ensino.

Vou dar conta? Não sei. Sei apenas que cada vez sinto mais prazer por estar em sala de aula. Ou como diz meu coordenador, o professor Ricardo Torquato: “a pilha dele não acaba nunca”. Na verdade, não “acaba” por um motivo simples: meus alunos realimentam minha disposição, são minha energia.

Pra concluir, fica minha gratidão e homenagem aqueles que se formaram na última quinta-feira. Na ordem usada em meu discurso: Maika, Polyanna, Valdir, Lucas, Rogério, Sidnéia, Fernando, Ana Paula, Andréia, Carol, Fabiana, Giuliano, Mariana, Murilo, Thabata, Natalia, Milton, Fábio, Dani, Erica, Carlos, Beto, Ronaldo, Rosangela, Justini.

Na segunda, uma música

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Não era minha primeira opção para esta segunda-feira… Mas ao “trombar” com esta música, resolvi compartilhar.

Ela é dona de uma das belas vozes da nossa música. Tem uma interpretação única, poderosa, impressionante. Ana Carolina é simplesmente maravilhosa. Mas a música que escolhi tem a companhia de um outro cara simplesmente fantástico, Seu Jorge. Ator, cantor, compositor, Seu Jorge foi descoberto primeiro lá fora pra depois fazer sucesso por aqui. Mas quem o escuta dificilmente não se encanta por sua voz médio-grave, bastante afinada.

Bem, mas chega de papo. Até por que o blog não é especializado no assunto. A proposta aqui é só compartilhar uma música pra começar bem a semana.

Primeira leitura

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Quanto àquele que paga o bem com o mal, não se apartará o mal da sua casa (Provérbios 17:13).

Bom dia. Ótima semana!

As revistas da semana

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VEJA: – 12%. A conexão Bancoop/Mensalão. “Ele cobra 12% de comissão para o partido”. Uma testemunha-chave da Justiça revela como o tesoureiro João Vaccari Neto desviava dinheiro grosso para o mensalão. Ele seria o tesoureiro da campanha presidencial de Dilma Rousseff. Ainda na edição, o que contam os pacientes que voltaram do estado de inconsciência profunda; e a vitória exemplar do Brasil contra os Estados Unidos na Organização Mundial de Comércio.

ÉPOCA: – Os bilhões de Eike. A vida, os negócios e os conselhos do brasileiro que entrou na lista dos dez mais ricos do mundo. Ele sustenta: o brasileiro precisa acabar com o complexo de vira-lata. No Japão, os robôs cozinheiros já são uma solução para servir – e entreter – uma clientela numerosa. Ex-preso político, o presidente Lula choca ao condenar protestos de dissidentes cubanos. Por que a leniência com a ditadura dos irmãos Castro enfraquece o Brasil.

ISTO É: Tudo sobre o julgamento dos Nardoni. A reportagem faz um mergulho na cabeça e no cotidiano do casal Nardoni, acusados de matar a menina Isabella, através da 600 correspondências trocadas por Anna Carolina e Alexandre no cárcere. Em causa própria: de olho nas eleições, o ministro Geddel Vieira Lima repassou quase 50% das verbas da Integração Nacional a prefeituras baianas. O furacão Joana Machado. Quem é e como se comporta a loira intempestiva que desestabiliza o artilheiro Adriano e pode afastar o Imperador da Copa da África do Sul.

CARTA CAPITAL: Um mundo de medos. Corrida armamentista, xenofobia galopante, terrorismo incólume, supressão de liberdades. É o planeta sem ideias e sem comando. Ainda na edição, a caça ao sexo feminino no Oriente. E a revista revela que o pré-candidato do PSDB, José Serra, é estranho no ninho tucano. Talvez desde sempre. Mas agora só lhe resta entrar na arena.

Nosso silêncio, nossos males

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Revirando minhas coisas encontrei uma antiga edição da revista Época. Uma das reportagens me chamou atenção. O título já era bastante sugestivo: “Por que o brasileiro não reclama?”.

Curioso, não? Afinal, temos a impressão que reclamar de tudo é o que o brasileiro melhor faz. Entretanto, a gente resmunga muito, mas estamos longe de reclamar numa perspectiva questionadora, transformadora. Segundo a Época, nós não reclamamos porque a gente acredita que, se ninguém reage, é melhor a gente também não reagir.

Observe um exemplo curioso. Mulheres grávidas têm o direito a um assento especial no transporte coletivo. Isso é lei. E a garantia de assentos especiais vale também para mulheres com bebê no colo, idosos e pessoas com deficiência.

Agora, me diga uma coisa: quantas vezes você já viu mulheres grávidas, com bebê no colo ou ainda idosos espremidos dentro do ônibus do transporte coletivo? Quantas vezes você viu essas pessoas reclamando o direito assegurado por lei? Na verdade, tenho a impressão que muitos sequer conhecem tal direito.

E não se trata de um problema exclusivo do transporte coletivo. O brasileiro não tem mesmo o hábito de protestar. A corrupção dos políticos, o aumento de impostos, o descaso nos hospitais, as filas imensas nos bancos e a violência diária só levam a população às ruas em circunstâncias excepcionais.

Mas, por que isso acontece? A resposta a tanta passividade pode estar em um estudo de Fábio Iglesias, doutor em Psicologia e pesquisador da Universidade de Brasília (UnB). Segundo ele, o brasileiro age de acordo com aquilo que os outros pensam, e não por aquilo que ele acha correto fazer. Essas pessoas pensam assim: se o outro não faz, por que eu vou fazer?

O problema é que, se ninguém diz nada e conseqüentemente nada é feito, o desejo coletivo é sufocado.

Curioso é que esse nosso hábito de silenciar-se diante da injustiça aparece até mesmo quando a gente sofre prejuízos. Tem gente que compra um produto, o produto vem com defeito, a pessoa tenta trocar, não consegue e fica por isso mesmo… Ela reclama com o vizinho, mas é incapaz de fazer valer seus direitos.

Essa lógica vale até mesmo para produtos de consumo. Um pão, por exemplo. Você vai na padaria, compra o pão, ele vem embolorado e você fica com vergonha de pedir a troca. Prefere jogar fora o produto a voltar na empresa.

Conforme esse estudo, a crença de que “não-vai-dar-em-nada” é o discurso comum entre os “não-reclamantes”. É uma mistura de vergonha, medo e falta de credibilidade nas autoridades.

O antropólogo Roberto DaMatta diz que não se pode dissociar esse comportamento omisso dos brasileiros da prática do “jeitinho”. Para ele, o fato de o povo não lutar por seus direitos, em maior ou menor grau, também pode ser explicado pelas pequenas infrações que a maioria comete no dia-a-dia. “Molhar a mão” do guarda para fugir da multa, estacionar nas vagas para deficientes ou driblar o engarrafamento ao usar o acostamento das estradas são práticas comuns e fazem o brasileiro achar que não tem moral para reclamar do político corrupto.

Portanto, se você é uma pessoa que reclama, protesta, faz valer o seu direito, saiba que é exceção no Brasil. Todos os estudos feitos sobre o comportamento do brasileiro apontam numa mesma direção: somos passivos. Só que essa passividade nos faz mal e ajuda a manter o país do jeito que está.

Um dos prazeres de ter um blog

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O blog hoje está meio abandonado. Mas nessa passadinha por aqui queria compartilhar uma coisa… Um dos motivos mais prazerosos de manter uma página online é perceber que alguns conteúdos produzidos se tornam referência para consulta, mesmo após meses de publicação.

Hoje, por exemplo, vi nas estatísticas que o texto “Para que serve o conhecimento?” foi lido por uma dezena de pessoas. Trata-se de uma discussão, feita em maio do ano passado, sobre o valor do conhecimento produzido dentro das universidades, mas que permanece isolado do mundo. Afinal, esta é a prática habitual de muitos pesquisadores. Gasta-se tempo, dinheiro, horas de esforço no estudo de um determinado tema para, após concluído, ficar guardado dentro dos departamentos das instituições de ensino. Ou seja, que valor esse conhecimento possuí para a sociedade?

Bem, mas o foco aqui não é voltar a tratar do assunto. É só mesmo ressaltar o prazer de refletir, escrever, compartilhar e saber que certas informações não se perdem.

As manchetes dos jornais de Maringá

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O DIÁRIO: – PEM libera 24 presos por crimes graves
Por falta de vagas em semiberto, condenados por estupro, assalto, tráfico de drogas e estelionato são colocados em liberdade temporária pela Penitenciária Estadual de Maringá. Além desse grupo, outros 26 condenados aguardam a mesma liberação da Justiça.

HOJE NOTÍCIAS: Prefeitura limpa terreno com ordem judicial
A prefeitura de Maringá está usando mais uma arma no combate à dengue. Em prédios abandonados, onde os donos não são localizados, a limpeza do local e remoção do mosquito é feito com autorização judicial. Num terreno da Zona 2, cinco caminhões foram utilizados para remover lixo.

JORNAL DO POVO: Prefeitura limpa obra na Zona 2
O Jornal do Povo também trata da limpeza de um terreno na Zona 2 feita com ordem judicial. Mais de 50 funcionários da Secretaria de Serviços Públicos passaram o dia removendo lixo e entulho de uma residência inacabada na rua Estácio de Sá.

Primeira leitura

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Aquele que encobre a transgressão busca a amizade, mas o que revolve o assunto separa os maiores amigos (Provérbios 17:9).

Bom dia. Ótima sexta-feira!

Baixar música – II

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O Renato fez um comentário interessante no post “Baixar música”. Fez-me pensar sobre um papo que ainda ontem tive com meus alunos. Tenho dito que as mídias digitais estão mudando nossa relação com o mundo, mas tenho impressão que isso vai alterar toda a lógica da produção musical.

Por exemplo, muitos de nós somos saudosistas. Gostamos de comprar o CD. Mas não dá para negar que um disco tem apenas algumas músicas que são relevantes. Faz parte da lógica industrial que domina o mercado da música. Essas canções são feitas para tocar no rádio, fazer o público cantar e consumir os cds.

Entretanto, com as novas mídias, as pessoas têm a chance de consumir apenas o que de fato gostam. Isto certamente vai mexer com o jeito de se produzir discos. Quando? Não sei. Mas já não se justifica produzir dez, doze músicas novas se o público vai consumir duas ou três canções.

Baixar música

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Sempre falo aos meus alunos que as novas tecnologias estão nos levando a construir uma nova sociedade. É difícil dizer se será melhor ou pior. Nossa relação com o tempo, com os objetos, com as pessoas etc está mudando. Por exemplo, muita gente já prefere ver TV pela internet. Assistir filmes online na rede. E música, então? Quase tudo é baixado, ilegalmente, pela net.

Mas veja que interessante… Uma pesquisa divulgada hoje revela que 40% das pessoas que baixam música não conhecem alternativas legais para fazer downloads. Por isso mesmo, já existem especialistas que defendem a adoção de outra estratégia por parte da indústria fonográfica. Segundo eles, o foco do combate à pirataria deveria ser outro. Em vez de lutar contra a maré, as companhias deveriam criar e divulgar mecanismos de compartilhamento de arquivos.

Detalhe, hoje 95% das músicas baixadas são feitas de forma ilegal.

Fidelidade francesa

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Depois de especulações em torno da fidelidade do casal Nicolas Sarkozy e Carla Bruni, a cantora e primeira dama da França foi à TV para dizer que o marido é fiel. Ela chegou a dizer que vive um “conto de fadas real”. Foi corajosa. Por outro lado, manteve o assunto em evidência na imprensa mundial.

As manchetes dos jornais de Maringá

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O DIÁRIO: – Cancelamento de convênio atrasa ampliação do aeroporto
O Diário Oficial da União publicou ontem o cancelamento de um convênio de R$ 3 milhões para a ampliação do pátio de manobras do aeroporto de Maringá. A Secretaria de Transportes do Paraná garante que obras não correm risco, mas vão atrasar.

HOJE NOTÍCIAS: – Aeroporto regional renova contrato de R$ 3 milhões
O Hoje Notícias também trata do aeroporto de Maringá. O governo federal extinguiu o contrato firmado com o governo do Paraná para a ampliação do pátio de manobras. A extinção ocorreu porque o Estado perdeu os prazos. A ampliação do pátio é necessária tanto para o recebimento de cargas quanto das próprias aeronaves de passageiros.

JORNAL DO POVO: Dengue continua avançando em Maringá
A Secretaria de Saúde divulgou os dados referentes à dengue em Maringá. Até ontem 1.405 casos haviam sido notificados e 364 confirmados. Também foi divulgado um balanço estadual no número de casos e índice de infestação de dengue no Paraná. Os municípios que apresentam maior grau de infestação do mosquito são Doutor Camargo (24,6%), Quatro Pontes (18,42%), Porecatu (18,37%), Nova Aliança do Ivaí (16,95%) e Sarandi (16,72%).

Primeira leitura

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Que proveito tem o homem, de todo o seu trabalho, que faz debaixo do sol? (Eclesiastes 1:3).

Bom dia. Ótima quinta-feira!

Um milhão de livros serão digitalizados

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Vi há pouco e vibrei:

- Itália faz acordo com Google para digitalizar um milhão de livros

Claro, não diz respeito diretamente a nós. As obras não são nossas, não estarão disponíveis em nossa língua. Mas mostra o interesse, inclusive do governo – já que se trata de um acordo com o Ministério da Cultura daquele país – de disponibilizar obras clássicas na rede.

Há muito conteúdo se perdendo… Obras preciosas, livros raros, material que a gente não tem acesso por não estar disponível para venda e nem existirem exemplares suficientes espalhados pelas bibliotecas.

É momento de superar os preconceitos, hábitos culturais e digitalizar esse acervo que faz parte do patrimônio cultural da humanidade. Pelo menos, ainda que não haja interesse de grande parte do público de consumir essas obras, não se poderá justificar a restrição ao acesso das mesmas.

Mais dinheiro para a UEM

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Reitor da UEM recebe recursos do Estado para investir em infra-estrutura. Décio Sperandio assinou com o governo do Paraná a liberação de mais de R$ 5 milhões para a instituição. O dinheiro servirá para ampliar salas, departamentos e outras instalações. Ele reconhece que o dinheiro não é suficiente para pôr fim a problemas antigos da UEM – goteiras e infiltrações em alguns prédios, por exemplo, em ocasiões de muita chuva. Sperandio também falou à CBN Maringá sobre a intenção do governador Roberto Requião de transformar em política de Estado o projeto Universidade Sem Fronteira.

As manchetes dos jornais de Maringá

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O DIÁRIO: Após bispo e deputado, prefeito é vítima de furto
Nos últimos três meses, três autoridades foram vítimas de furto em suas residências: o deputado Wilson Quinteiro, o bisco Anuar Battisti e agora o prefeito Silvio Barros. Neste ano já são 227 furtos registrados na polícia, mas só 1% foi elucidado.

HOJE NOTÍCIAS: Procon orienta pesquisar
Pesquisar preço é o mandamento na hora de comprar peixe no período da Páscoa. A variação de preço, segundo pesquisa do Procon de Maringá, pode chegar até 200% conforme o estabelecimento. Este ano, o preço médio de peixes e frutos do mar está mais barato em relação a 2009. Houve queda de 5,6% ao considerar a pesquisa feita em supermercados e peixarias do município.

JORNAL DO POVO: Paraná consolida liderança na produção de grãos
O Paraná consolida sua posição como maior produtor de grãos do país, e vai colher em 2010 um volume de 30,3 milhões de toneladas. O IBGE revisou sua pesquisa mensal sobre levantamento de safra realizada no mês passado e constatou que a produção paranaense será ainda maior. O levantamento publicado ontem aponta um aumento de 20% sobre a produção obtida no ano passado, safra que foi prejudicada pelo clima.

Primeira leitura

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O que escarnece do pobre insulta ao seu Criador, o que se alegra da calamidade não ficará impune (Provérbios 17:5).

Bom dia. Ótima quarta-feira!

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