Ainda pela manhã publiquei o post “Carpinejar, Jô Soares e o homem borralheiro“. Quando estava chegando em casa, foi impossível não lembrar do texto. Vi um servicinho porco nas escadarias do prédio. Pelas características, concluí: é coisa de homem (apesar que, de vez em quanto, a gente topa com algumas mulheres que não são muito diferentes do que certos homens). E desses ignorantes, que não sabem valorizar o trabalho alheio.

As escadarias estavam cheias de barro. Alguém deixou o carro no estacionamento e, provavelmente estava com os calçados muito sujos. Pois o sujeito não teve nenhum cuidado e subiu emporcalhando tudo. Isto, depois do prédio estar limpinho. A zeladora cuida de tudo logo pela manhã e, nessas ocasiões, deixa tapete ou um pano de chão para que os moradores mantenham o local arrumado.

A pessoa não teve capacidade de fazer isso. Sujou, ignorando que o serviço estava feito, ignorando que tem vizinhos, que o ambiente fica com aspecto desagradável e, principalmente, que alguém vai ter que trabalhar dobrado para limpar o chão que sujou.

Acho essas atitudes mesquinhas. Um comportamento de prepotência. De desrespeito pelo outro.

Tem origem na educação. Ou da falta dela.