O Corinthians está com jeito de campeão

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Desculpa aí, mas vou falar de futebol…

Tem alguma coisa diferente neste time do Corinthians. Não sou do torcedor do time. Bom, sou sim. Torcedor do contra. Se é o Corinthians, torço contra.

Porém, é preciso reconhecer: a equipe do técnico Tite está com cara de campeã.

Não está invicta na Libertadores por pura sorte. Nem terminou a fase de classificação do Paulista em primeiro apenas porque o São Paulo perdeu na última rodada.

O time tem méritos. E joga sério. Mesmo quando o adversário é ruim. Como aconteceu ontem, diante do Deportivo Táchira.

O grupo parece focado, objetivo. Faz o simples, com seriedade. Isso é coisa de time campeão. Ganha de meio a zero, mas ganha. E quando marca seis, ganha sem fazer graça.

Posso estar errado, mas só um desastre tira esse time da disputa pelo título. O Corinthians ainda vai dar muito trabalho neste ano aos adversários.

Atualizado (Domingo, 22/4) – A torcida contra está dando certo… O Corinthians já está fora do Paulista. Foi eliminado pela Ponte Preta, em pleno Pacaembu. Três a dois pra Macaca.

Torcendo pelo fracasso alheio

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Depois da queda de Ricardo Teixeira, muita gente tem os olhos voltados para o futebol e especula sobre o futuro da seleção brasileira. Apesar de ter o trabalho contestado, o ex-presidente da CBF havia prometido que Mano Menezes ficaria no cargo até 2014. E agora? Dizem que o novo presidente, José Maria Marin, não é fã do treinador. Muito menos de seu padrinho, Andrés Sanches, ex-presidente do Corinthians.

Fala-se que o emprego de Mano Menezes depende de seu desempenho nas Olimpíadas. Ele vai comandar o time que buscará o inédito ouro olímpico.

Diante do cenário, já é possível perceber: muitas pessoas começam a torcer contra o time brasileiro. E o motivo é muito simples: uma campanha pífia na competição pode derrubar o técnico e ainda provocar outras mudanças no futebol brasileiro.

O fato me fez pensar nas tantas vezes que torcemos contra. O futebol não é o único caso. É verdade que muitas vezes queremos que nosso time perca só para ver o técnico, que odiamos, ser demitido. Porém, isso acontece na empresa, na escola, no círculo de amigos. Por não aceitarmos determinada situação, desejamos resultados ruins. Por vezes, nem nos importamos se vamos afundar juntos. Cegos, acreditamos que o fracasso pode trazer as mudanças que sonhamos.

Toda vez que não temos o poder de alterar a ordem das coisas, e discordamos de algo, torcemos contra. Queremos que tudo dê errado. Esta é nossa chance. Vislumbramos no fracasso a possibilidade do novo. Outras vezes, silenciosamente, elegemos algumas pessoas como inimigas e queremos vê-las envergonhadas, rejeitadas. Podem não ter feito nada contra nós, mas ansiamos pela derrota. Ela é nosso prêmio. É uma espécie de vingança que alimentamos em nosso interior e que, quando se concretiza, saboreamos com muito prazer.

Não tem nada de altruísta. Pelo contrário, é mesquinho. Faz parte da maldade que nos é intrínseca. É característica nossa. Mostra quanto somos contraditórios. Revela nossa fachada de bons sujeitos, mas que esconde nosso coração perverso.

Vai tarde, Ricardo Teixeira

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Tem coisas difíceis de entender… A sujeirada de Ricardo Teixeira é antiga. Faz parte da história dele à frente da CBF. Entretanto, os casos suspeitos – ou concretos – nunca foram pauta da imprensa nacional. Talvez em função da força da entidade, dos interesses econômicos, da importância do futebol para os índices de audiência. Entretanto, o silêncio está sendo rompido. Por quê?

Teixeira está fragilizado. Esbarra nas portas fechadas da presidente da República. O diálogo com a Fifa já não é o mesmo. Blatter não parece disposto a manter a associação com Teixeira. E agora a imprensa, que sempre o protegeu, divulga denúncias contra o presidente da CBF.

Ao que parece, o reinado de Ricardo Teixeira está acabando. Não sei se isso é bom ou ruim. Difícil acreditar que o futebol brasileiro será profissionalizado. Os cartolas todos têm velhos hábitos. E os clubes brasileiros são ferramentas usadas por alguns para enriquecer e garantir prestígio. Também não dá para saber se haverá conquistas a ponto de afetar a Copa de 2014.

Apesar das dúvidas, torço pela queda de Teixeira. Será hoje? Ninguém sabe. Por enquanto, só especulação. Acho que só um milagre salva o presidente da CBF.

Entretanto, como diria o filósofo Tiririca, “pior que está não fique”. Então, já vai tarde, Teixeira.

Sobre a mídia… Bem, a mídia é a mídia. Uma teoria que a gente chama de “preservação da face” explica bem seu comportamento. Em resumo, os veículos agem de acordo com o que é conveniente.

Ronaldo diz: “a Copa é do Povo”. Será?

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Se a Copa é do povo, não faço parte do povo. A Copa de 2014 não é minha. Não faço parte disso. Vou pagar as contas – como todo cidadão. Porém, não me sinto parte desse evento. Ninguém perguntou pra mim se eu queria a competição em meu país; ninguém questionou se concordava com a construção do estádio bilionário do Corinthians; ninguém sondou se entendia ser justo gastar bilhões em obras superfaturadas… Não, a Copa não é do povo; é sim da CBF e de alguns poucos privilegiados que vão ganhar muito dinheiro com ela.

A organização da Copa me envergonha. Deveria envergonhar toda a nação. E não é pelo Ronaldo. Faz pouca diferença ter o ex-jogador no comitê organizador. Ele empresta prestígio, é verdade. Provavelmente tire o foco de Ricardo Teixeira, o cartola todo-poderoso da CBF. Teixeira é o único beneficiado. E o próprio Fenômeno, é claro.

Envolvido em casos suspeitos de corrupção, Teixeira quer se ver longe dos holofotes. Quer faturar o dele longe das câmeras. Ronaldo é um bom nome para desviar as atenções. E vai ganhar muito bem para cumprir esse papel.

Reconheço que a Copa é o maior evento que um país pode organizar e receber. Sempre entendi que seria bom tê-lo no Brasil. Entretanto, não com Ricardo Teixeira na CBF. Muito menos, com a infraestrutura que teremos a oferecer. A Copa não deixará como herança obras para o povo; deixará dívidas.

Alguém acredita que teremos bons aeroportos? Estradas? Fluidez no trânsito das grandes cidades? Sistemas de transporte alternativos (metrô, por exemplo)? Fim da bandidagem?

O país vai passar por uma “maquiagem” para receber a Copa. Nada mais que isso.

Quando o juiz apitar o fim do último jogo, começaremos a descobrir o tamanho do estrago (e, pelo futebol apresentado, até o título não deve ficar por aqui).

Espero estar errado. Porém, até o momento nada me convence que será diferente.

Corinthians, quase lá…

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Eu prefiro o Vasco, mas parece que vai dar Corinthians. Tudo conspira para que o time do Parque São Jorge seja o campeão de 2011. Porém, restou uma pontinha de esperança. Está mais fácil para os paulistas, mas a equipe de São Januário é guerreira. Marcar um gol aos 45 minutos do segundo tempo, o gol da vitória, é um recado muito claro para o Corinthians: “o título pode ser de vocês, mas vão ter que lutar muito”.

Hoje, o timão venceu o Figueirense por 1 a 0; o Vasco derrotou o Fluminense, 2 a 1.

No próximo domingo, o Corinthians só precisa de um empate. Mas terá pela frente o Palmeiras. Já o Vasco terá de vencer o Flamengo, que ainda busca uma vaga na Libertadores. Para ser campeão, o time do Rio tem que vencer e torcer por uma derrota do Corinthians.

Como nessas horas o Brasil se divide entre corintianos e não corintianos, e me incluo no segundo grupo, vou torcer por essa combinação de resultados. Claro, vou desagradar meu filho. Faz parte, né?

Como assim? Feriado em dias de jogos da Copa? Não entendi.

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Foi mais ou menos essa a minha reação quando ouvi a Roseann Kennedy no Crônica do Planalto desta terça-feira.

O projeto que foi para o Congresso prevê que tudo fecha, tudo para nos dias de jogos da Copa. E não só nas partidas do Brasil. Em todas elas. Claro, apenas nas cidades-sede. E por opção do governo local.

Dá para dimensionar isto? Na primeira fase, temos jogos todos os dias. Cerca de duas semanas. Nas outras duas, as partidas acontecem em dias alternados.

Nas capitais, enquanto a bola rolar, tudo estará fechado. Feriado.

Para o trabalhador, pode até haver motivos para comemorações. Mas… e a economia?

Alguns podem dizer: será compensada pelo movimento provocado por turistas durante o Mundial.

Concordo, parcialmente. Racionalmente, todo mundo sabe que as coisas não funcionam assim. Baixar as portas significa perda de receita. Já pensou, por exemplo, na Bolsa de Valores de São Paulo?

Cá com meus botões a coisa é simples. Decretar feriado é assumir a incompetência do poder público – o mesmo que justifica a medida como necessária para evitar problemas no trânsito, por exemplo.

Ou seja, como tudo leva a crer que o Brasil não estará pronto, não terá a infra-estrutura necessária para atender os turistas e fazer as coisas funcionarem durante o Mundial, decreta-se feriado para tirar gente das ruas.

É o típico “jeitinho brasileiro”.

Eu sempre defendi a tese de que o Brasil merecia sediar a Copa de 2014. Mas já há algum tempo revi minha posição.

A incompetência do poder público somada a gestão de Ricardo Teixeira na CBF revelam que o povo brasileiro vai pagar um preço muito alto para organizar o Mundial. Lamentável.

Tatuagem do Neymar na boca e no braço? Importa é a mediocridade humana

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Sempre digo, cada um faz o que quer… do corpo, da vida. Enfim. Mas tem atitudes que não são compreensíveis. Dias atrás, vi a notícia de uma garota que tatuou o nome do Neymar. Gravou nos lábios. Ela tinha namorado. Tinha. Perdeu.

Hoje, a garota está de volta ao noticiário. Ela fez nova tatuagem. E apareceu pedindo que o atacante jogue no Atlético Mineiro.

Estou pouco interessado no pedido dela. Menos ainda no Neymar jogando no Galo. Entretanto, fico pensando no que essa menina tem na cabeça? Desculpa, deve ser vazia. Só pode.

Já acho burrice tatuar o nome de namorado, marido, mulher etc etc no corpo. E não me venham dizer que é declaração ou prova de amor. Tem outras formas de dizer que ama. Ninguém precisa marcar o corpo para dizer “te amo”.

Mas, e essas apaixonites agudas por ídolos?

Tempos atrás li um texto sobre tatuagem do Ivan Martins. Fiquei impressionado com a argumentação do jornalista. Ele conseguiu resumir bem o tema. E de uma forma que concordo plenamente. Afinal, gosto é gosto. Mas mudamos demais nosso jeito de ser, nossos pensamentos para carregar uma marca que pode deixar de ser significativa ao longo dos anos.

Ainda assim, trata-se de uma escolha, uma opção. As pessoas são livres. E devem exercer tal liberdade. Mas o exercício da liberdade implica em ter sabedoria.

Contudo, pense nos lábios dessa garota… Ela vai envelhecer e terá o nome do Neymar nos lábios. Talvez se case, tenha filhos, netos. E lá estará o Neymar. Que deixará de ser jogador, de brilhar… E, se tiver muita sorte e competência, talvez seja uma boa lembrança pelas conquistas no futebol. Nada mais. Mas a jovem de hoje carregará consigo as marcas de uma escolha baseada em sentimentos confusos e sem propósito.

Talvez até lá a Medicina faça o milagre de apagar tatuagens. É provável que aconteça. No entanto, hoje não garantia de que isso vá acontecer. Certamente, a menina não pensou nisso. Quem sabe pense que sua paixão pelo Neymar será eterna. Que o jogador vai brilhar para sempre. Ou ainda que seus momentos de “fama” tenham algum valor. Pena que não perceba que, na cultura midiática, ela só é notícia porque faz papel de macaco de circo.

A saga de Rogério Ceni

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O assunto da imprensa esportiva desde ontem é o centésimo gol de Rogério Ceni. Tanto destaque é merecido. Não só pelo fato inédito. E aqui não importa se disserem que só foi o 98o ou o 100o, nas contas do goleiro artilheiro. Ceni é único. Um goleiro como poucos, um batedor de faltas quase perfeito, além de atleta respeitado.

Vi o gol do jogador do São Paulo. E não foi nos telejornais. Foi com a bola rolando. Pra mim, fato pouco comum, já que nunca assisto futebol. Mas, ontem, era inevitável. Enquanto trabalhava, a TV estava ligada. Afinal, meu filho é corinthiano. Daqueles torcedores doentes. Mas até ele – que não gosta do tricolor e tira sarro da irmã, que prefere o time do Morumbi – respeita Rogério Ceni.

De fato, o goleiro faz mesmo parte daquele grupo de atletas que não há o que questionar. É impecável como profissional e exemplo fora das quatro linhas. Apaixonado pelo clube que defende, é uma referência num meio em que a gente já não sabe o que motiva o beijo da maioria dos jogadores no símbolo do clube que representam.

Rogério, hoje aos 38 anos, ainda faz a diferença no gol e batendo faltas ou pênaltis. Mas não deve mais se demorar na profissão. É provável que logo se aposente – provavelmente para ocupar um cargo no próprio São Paulo (quem sabe até mesmo como técnico). Entretanto, quando deixar a função que o consagrou, poderá também deixar de ser o último jogador que construiu uma carreira praticamente num único clube e pelo qual se aposentou.

Cadê o estádio do Corinthians?

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Gostei da maneira como Cosme Rímoli concluiu seu post a respeito do estádio do Corinthians, que deve sediar jogos da Copa de 2014.

São Paulo tem um estádio em 2014.
Ele ainda não existe.
Mas que tem, tem…

A gente tem rir. Rir pra não chorar. Falta quanto tempo mesmo? Ah… três anos. Isso mesmo. Três anos para conseguir investidores, dinheiro suficiente para construir um estádio com capacidade para 65 mil torcedores, e construí-lo, é claro. A arena estará pronta? Dizem que sim. Nessas horas lembro de outro texto que escrevi semanas atrás… Tenho medo da vergonha que o Brasil pode passar pela infra-estrutura (ou falta dela) que irá oferecer no Mundial.

O Fenômeno mentiu. E daí?

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Já que o assunto de hoje é futebol… Depois do choro pela despedida de Ronaldo Fenômeno dos gramados, o assunto agora é a mentira dele. Há vários posts, artigos, análises etc etc sustentando que o ex-atacante do Corinthians mentiu sobre não poder se tratar do hipotireoidismo.

De verdade, acho curioso as pessoas estranharem. Comentam num tom de surpresa… Do tipo: “poxa, você viu? Parece que o Ronaldo mentiu sobre a doença dele”.

Vamos combinar, né?… O Ronaldo sempre foi um fenômeno em campo, mas nunca foi um modelo de comportamento. Já foi pego em baladas, noitadas, mentiras, traições e tem até aquela história mal contada com travestis…

Isso nunca tirou e nem vai tirar o brilho dele em campo. Ponto. Ele se despediu, falou o que falou, chorou… a gente vai sentir a falta do futebol dele. Mas acabou. Ficar analisando se mentiu ou não? Sei lá… Parece-me bobagem. Ele falou o que quis. A gente acredita se quiser. A aura mágica do craque do futebol continua. Fora de campo, não é um santo, um semi-deus. Ele é só mais alguém – como eu e você – tentando encontrar sua própria forma de viver.

Copa de 2014: vamos nos envergonhar?

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Poucas vezes paro diante da televisão para assistir um jogo de futebol. Gosto do esporte, mas falta paciência. É muito tempo diante da telinha. Entendo que há coisas mais importantes pra fazer.

Maracanã: palco da final está em reforma

Ainda assim, bate um sentimento diferente durante a disputa de uma Copa do Mundo. O delírio da torcida, a cidade enfeitada, o noticiário envolvente… tudo respira e inspira o prazer pelo futebol. Impossível não se deixar contagiar.

Ok, mas este post não é pra falar sobre os sentimentos que tenho durante uma Copa. O foco aqui é outro. É a realização do Mundial no Brasil.

Eu fiquei feliz quando nosso país foi escolhido como sede. Embora nunca tenha sido muito otimista quanto ao desempenho da seleção na Copa de 2014, sempre achei que o Brasil poderia sair ganhando muito com a realização do evento.

São tantas exigências, necessidades de investimentos etc etc que, imaginava, a Copa poderia deixar uma herança de infra-estrutura mais moderna – desde o trânsito (tráfego de veículos e transporte coletivo das cidades), estradas, aeroportos passando por hotéis, restaurantes e, com muita sorte, melhor sistema de segurança.

Hoje, porém, estou com medo. Ainda no início da manhã, ouvi uma reportagem rápida sobre os preparativos da Copa. Quando o Heródoto anunciou, pensei: “caramba, é verdade; a Copa está chegando”.

Por acaso, trombo de novo no assunto. No UOL, uma chamada de matéria traz o título: “Para Pelé, Brasil corre risco de se envergonhar em 2014“.

Pelé faz alerta

Ainda não sei o foco e qual o tipo de vergonha sugerido por Pelé – se nos gramados ou fora dele (vou ler depois que terminar este meu post). Contudo, para mim, corremos sim o risco de passarmos vergonha. A estrutura para a Copa está longe, muito longe de ficar pronta. Os investimentos ainda são acanhados e há um cheiro de corrupção no ar.

De verdade, sou otimista com o país. Entendo que o Brasil vive um bom momento econômico, temos uma presidente que não tem medo de trabalhar, os indicadores apontam que a qualidade de vida da população está melhorando… Enfim, a gente tem motivos pra sentir uma pontinha de orgulho do país.

Mas e a Copa? Ou… e depois da Copa?

Sinceramente, não sei. Mas às vezes penso que, fora dos gramados, também não vamos fazer bonito. Pior que isto: pra sediar o evento, os promotores, cartolas, governantes etc só vão conseguir dar uma maquiada na “casa” e nossa herança poderá ser uma tremenda antipropaganda do país – inclusive com efeitos nocivos no turismo e noutros setores.

Ronaldinho e nossa dificuldade para tomar decisões

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Ao náo nos definirmos, carregamos nossos dilemas por mais tempo

Passamos a semana vendo a “novela Ronaldinho”. Enquanto Passione tem data marcada pra terminar, a trama envolvendo o craque brasileiro não tem previsão de final. Pode ser hoje, amanhã ou… Vai saber?

Claro, o jogador tem direito de pensar bastante antes de tomar uma decisão. No entanto, a falta de uma definição me faz refletir nas tantas coisas que também vamos arrastando. Ronaldinho parece disposto a mudar de clube. Não sabe pra onde vai, mas não quer ficar onde está. E nós? Quantos de nós temos pendências? Quantos de nós colocamos a vida em “stand-by”?

Não é fácil tomar uma decisão. Afinal, decidir implica mudar. E quando mudamos não sabemos o que nós espera. O novo sempre traz aquele “friozinho na barriga”. Pode dar certo ou ser um desastre total.

É cômodo ficar onde estamos. Já conhecemos a rotina; dá até para imaginar como será o amanhã. Por isso, não raramente vamos tocando a vida e evitando decidir. Acontece que tal atitude já é uma espécie de decisão. A diferença é que, ao não definir de maneira prática e objetiva, carregamos nossos dilemas por mais tempo e nos sobrecarregamos de dúvidas, aumentando nosso sofrimento e angústia.

Notas do esporte

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SUL-AMERICANA
O Palmeiras venceu o Universitário Sucre pela Copa Sul-Americana. Jogando na Bolívia, a equipe comandada por Felipão fez 1 a 0 e saiu em vantagem na disputa por uma vaga na próxima fase da competição.

SERÁ?
O jogador Ronaldo Fenômeno afirma que vai ajudar a convencer Carlos Alberto Parreira a ser técnico do Corinthians. O atacante joga domingo contra o Guarani.

AMANHÃ…
E pelo Brasileirão dois jogos abrem a rodada nesse sábado. O Flamengo recebe o Internacional, no Engenhão. Em Curitiba, o Atlético Paranaense enfrenta o Goiás.

TRICOLOR DO MORUMBI
Domingo, dois grandes clássicos agitam o campeonato. O São Paulo encara o Santos. O tricolor do Morumbi quer vencer o clássico para convencer que o técnico Paulo César Carpegiani mudou a alma da equipe. Já o Peixe pensa em se aproximar da liderança e disputar o título nacional.

CLÁSSICO CARIOCA
No Rio, Fluminense e Botafogo fazem jogo decisivo. O time de Muricy Ramalho sabe que um empate ou uma derrota podem deixar o tricolor mais distante da ponta da tabela.

RAPOSA
O líder Cruzeiro vai até Porto Alegre pegar o Grêmio. Com fama de carrasco do Grêmio, o atacante Wellington Paulista espera voltar a marcar contra a equipe gaúcha.

OUTROS JOGOS
Ainda no domingo, Atlético Goianiense e Vasco jogam no Serra Dourada; Atlético Mineiro e Avaí fazem jogo dos desesperados na Arena do Jacaré; também tem Vitória e Grêmio Prudente; Palmeiras e Ceará; além de Corinthians e Guarani.

PARANAENSES NA SEGUNDONA
Pela Série B, o Paraná Clube recebe o Brasiliense no Durival de Britto; já o líder Coritiba enfrenta o Sport Recife, na Ilha do Retiro. O time pernambuco quer a vitória diante do líder para se aproximar da zona de classificação para a primeira divisão.

Duas notas do esporte

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CRISE?
O Corinthians segue em queda livre pelo Campeonato Brasileiro. Ontem, diante do Vasco, o timão perdeu por 2 a 0 para a equipe carioca. Já são seis jogos sem vitória. A equipe segue sem técnico e está a cinco pontos do líder, o Cruzeiro.

CAMPEÃO?
Também nessa quarta-feira, o Santos bateu o Internacional. Com gol de Neymar, o Peixe derrotou o atual campeão da Libertadores da América e entrou de vez na disputa pelo título nacional. A equipe da Vila Belmiro está seis pontos atrás da Raposa.

Duas notas do esporte

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CORITIBA
O Coritiba vence de novo e abre sete pontos na liderança da Série B. Ontem, contra o América de Natal, o Coxa fez 5 a 1, chegou aos 56 pontos e está cada vez mais próximo de garantir o retorno à primeira divisão do Campeonato Brasileiro.

PARANÁ
O Paraná Clube também venceu. Fora de casa, a equipe ganhou do Guaratinguetá por 2 a 0. O Paraná tem 36 pontos e ocupa a 14ª posição na tabela.

Notas do esporte

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PARANAENSES NA SEGUNDONA
Enquanto os clubes que disputam o Brasileirão tem uma semana de folga, a Série B tem rodada completa nesta terça-feira. O Coritiba, líder da segundona, enfrenta o América de Natal – vice lanterna da competição. Já o Paraná Clube vai até o estado de São Paulo encarar o Guaratinguetá.

CRISE?
No Corinthians, a prioridade é contratar Carlos Alberto Parreira. Mas o técnico tem como prioridade ficar mais tempo com a família, além de dar seminários sobre futebol.

FLURICY
O Fluminense, que perdeu a liderança do Brasileirão para o Cruzeiro, não vai poder contar tão cedo com o jogador Deco. Exame revelou estiramento na coxa direita e o atleta para por tempo indeterminado.

Notas do esporte

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RAPOSA É LÍDER
O Cruzeiro vence o Fluminense, assume a liderança do Brasileirão e já abre dois pontos sobre o vice-líder. A Raposa fez 1 a 0 no tricolor das Laranjeiras e chegou aos 54 pontos. O Fluminense segue com 52.

CRISE?
O Corinthians agora está cinco pontos atrás do líder. Ontem, o timão perdeu o jogo e o técnico Adilson Batista. O Corinthians perdeu para o Atlético Goianiense por 4 a 3. Foi o quinto jogo sem vitória.

RUBRO-NEGRO
Ainda ontem, o Flamengo empatou com o Avaí. Dois a dois. O rubro-negro saiu na frente, mas cedeu o empate.

OUTROS JOGOS
Nesse domingo, o Goiás venceu o Vitória por 1 a 0; Palmeiras e Botafogo empataram sem gols; o Ceará fez 2 a 0 no Guarani; e o Internacional ganhou do Atlético Mineiro por 1 a 0.

MAIS RESULTADOS
No sábado, o Santos bateu o Atlético Paranaense por 2 a 0 e segue próximo do G4. Vasco e Grêmio empataram em 3 a 3. O São Paulo venceu o segundo jogo, sob o comando de Paulo César Carpegiane. Três a dois sobre o Grêmio Prudente.

PARANAENSES NA SEGUNDONA
Pela Série B, o Coritiba venceu o Bragantino por 3 a 2 e chegou aos 53 pontos. Com o resultado, o Coxa abriu quatro pontos sobre o segundo colocado. Já o Paraná Clube não passou de um empate sem gols com o Icasa.

VÔLEI É TRI
No vôlei, o Brasil é tricampeão mundial. Em uma hora e quatorze minutos, a equipe de Bernardinho fez 3 sets a zero na equipe cubana e conquistou o terceiro título mundial.

Notas do esporte

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QUASE LÁ
O Cruzeiro venceu o Goiás e agora está a um ponto do Fluminense, líder do campeonato. A Raposa fez 1 a 0, jogando no Serra Dourada, conquistou três pontos e pode até assumir a ponta do Brasileirão no domingo, já que o próximo adversário é justamente o time de Muricy Ramalho.

BOA ESTREIA
Na estreia de Vanderley Luxemburgo, o Flamengo venceu o Atlético Goianiense por 2 a 0. O atacante Val Baiano desencantou e fez um dos gols da vitória.

O MAGO
O Palmeiras goleou o Avaí por 4 a 1. Valdivia marcou dois gols. A vitória representou ainda um alívio para a equipe de Felipão, que não vinha tendo bons resultados no estádio do Pacaembu.

NOVA RODADA
E o fim de semana chega com grandes jogos no Brasileirão. Nesse sábado, Santos e Atlético Paranaense jogam na Vila Belmiro; o Vasco enfrenta o Grêmio, de Porto Alegre; Grêmio Prudente e São Paulo jogam no Prudentão.

E…
No domingo, além de Cruzeiro e Fluminense, outros bons jogos agitam o campeonato.

TIMÃO
O Corinthians recebe o Atlético Goianiense. O timão quer se reencontrar com as vitórias para não se distanciar da liderança do Brasileirão.

VERDÃO
O Palmeiras vai até o Rio encarar o Botafogo.

CAINDO…
Em queda no campeonato, o Avaí recebe o Flamengo.

OUTROS JOGOS
Goiás e Vitória jogam no Serra Dourada; Ceará e Guarani tem confronto no Castelão; Internacional e Atlético Mineiro se enfrentam no Beira Rio.

PARANAENSES NA SEGUNDONA
Pela Série B, nesse sábado, Paraná Clube recebe o Icasa. O time paranaense está na 15ª posição, pouco acima da zona de rebaixamento. Já o Coritiba joga contra o Bragantino, na casa do adversário.

Notas do esporte

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FLURICY
Fluminense e Corinthians estacionam nas primeiras posições do Campeonato Brasileiro. Ontem, o time de Muricy Ramalho foi goleado pelo Santos. Três a zero. O atacante Fred deixou o campo de maca e a lesão pode ser grave.

TIMÃO
De virada, o Corinthians perdeu para o Atlético Mineiro. Dois a um. O resultado tirou do timão a oportunidade de se retomar a ponta da tabela. E hoje ainda pode perder o segundo lugar… dependendo do resultado do jogo do Cruzeiro.

TRICOLOR DO MORUMBI
Paulo César Carpegiane estreou bem no comando do São Paulo. O tricolor do Morumbi fez 2 a 0 no Vitória. Gols de Dagoberto e Fernandinho.

GRÊMIOS
No Olímpico, o Grêmio de Porto Alegre goleou o rival Grêmio Prudente. Quatro a zero.

FURACÃO
Na Arena da Baixada, o Atlético Paranaense não conseguiu sair do 0 a 0 com o Vasco. O Furacão perdeu a chance de entrar na zona de classificação para a Libertadores.

OUTROS RESULTADOS
Ainda ontem à noite, o Internacional perdeu para o Ceará por 1 a 0. Guarani e Botafogo empataram em 1 a 1.

E HOJE…
E nesta quinta-feira, o Cruzeiro pode conquistar a vice-liderança do Brasileirão. Basta vencer o Goiás, no Serra Dourada. Palmeiras e Avaí jogam no Pacaembu. E Vanderley Luxemburgo estreia no comando do Flamengo, diante do Atlético Goianiense.

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FLAMENGO
Vanderley Luxemburgo chegou ao Flamengo e já treinou o time nessa terça-feira. Amanhã ele estreia no banco do rubro-negro contra o Atlético Goianiense.

FLURICY
Nesta quarta-feira, o Fluminense recebe o Santos. O líder do campeonato ainda não sabe se vai de Washington ou Fred no ataque tricolor.

TIMÃO
O Corinthians enfrenta, em Minas, o Atlético. Enquanto o timão luta para retomar a liderança do campeonato, o Galo tenta escapar da zona de rebaixamento.

TRICOLOR DO MORUMBI
O São Paulo estreia o técnico Paulo César Carpegiane. O técnico quer vencer o Vitória, na Arena Barueri. Dagoberto ganhou uma nova chance no ataque tricolor.

FURACÃO
Já o Atlético Paranaense, que perdeu o treinador para o São Paulo, também joga nesta quarta-feira. O adversário é Vasco. O novo técnico, Sérgio Soares, quer manter a receita do ex-treinador e garantir o bom momento da equipe no campeonato.

OUTROS JOGOS
Ainda hoje à noite o Grêmio de Porto Alegre recebe o Grêmio Prudente; o Guarani enfrenta o Botafogo; e o Ceará encara o Internacional.

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