Por uma nova calçada

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Depois de um post não previsto, vamos ao que desejava falar…

Quase que diariamente atravesso a praça Renato Celidônio – aquela também conhecida como de “convivência comunitária”, onde se realizam algumas festas tradicionais (a das Nações, por exemplo).

Pois bem. A praça está ali, ao lado da prefeitura. Fica em frente à catedral. Próxima do Fórum, Receita Federal. Também é a praça dos Correios.

Não tenho números, mas imagino que milhares de pessoas passem por aquele local todos os dias.

Ontem à tarde, quando passava por ali, vi uma mulher que tinha acabado de cair. Ela escorregou no piso molhado. Tentava se recompor, limpava as roupas e procurava recuperar o guarda-chuvas para seguir adiante.

Não foi a primeira vez que presenciei uma queda naquele lugar. Recordo que há sete ou oito anos, um colega de redação fez uma matéria sobre a calçada da praça após ter visto uma idoso cair e precisar de socorro do Siate, pois havia sofrido uma fratura.

O piso daquela praça é mais liso que sabão. Um perigo, quando chove. Mas nada é feito.

Em 2005, a calçada da frente da prefeitura chegou a ser trocada. Porém, a mudança de piso ficou limitada aquele trecho. Nada mais foi feito.

Não quero dizer que essa administração deveria ter reformado a praça. Nem que uma outra anterior ou a próxima.

O que me incomoda é notar que a maioria de nós não se dá conta de que se trata de um serviço que precisa ser feito. Quando chove, passamos por ali nos equilibrando para não cair. Até resmungamos… Mas aí o sol volta e esquecemos da praça. Como esquecemos de tudo que não está todos os dias diante de nossos olhos.

Parado em fila dupla II

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Eu não ia escrever, mas “tomei as dores” da motorista agredida por outro condutor… Na semana passada, escrevi aqui sobre uma cena típica do trânsito maringaense: gente parada em fila dupla. Minutos atrás, vi o fato repetir-se (é verdade que não precisa procurar pra gente ver essas coisas).

Na XV de Novembro, praticamente em frente à prefeitura de Maringá. Naquele lugar, um motorista para e, em função do alto fluxo de veículos, trava o trânsito. O carro que vem atrás freia bruscamente e outros tantos congestionam a via. E não apenas a avenida, porque estão a poucos metros de um cruzamento. Então, tudo fica confuso. Uma única pessoa prejudicou um tanto de gente.

Mas o que me deixou irritado foi o comportamento do motorista. É claro que, pela circunstância, alguém iria buzinar. Está no script. Faz parte do roteiro. O cidadão para em fila dupla, trava o trânsito… alguém vai buzinar. É só uma questão de tempo… alguns segundos, geralmente.

Acontece que o cidadão não gostou. Ele botou parte do corpo pra fora do carro, estendeu o braço e em especial o dedo médio. Além disso, desfilou uma série de palavrões.

Caramba! O cara está errado e ainda se sente na razão. Não admite que o outro buzine, reclame. Aonde estamos? O que esse sujeito pensa que é?

Gente, tudo bem que o trânsito em Maringá está longe de funcionar bem – e nem flui bonitinho, como sustenta a propaganda oficial. Entretanto, qual a razão de tanta ignorância? Desculpe-me, se o motorista faz bobagem tem que ficar quietinho. Não tem razão pra reclamar.

Dia desses, avancei um pouco num cruzamento de preferencial. Parei para o outro veículo, mas já tinha entrado quase uns dois metros além do que seria recomendável. O outro condutor exagerou. O cidadão parou o carro diante do meu só pra gritar: “otário!!!”. Achei grosseiro da parte dele. Desnecessário. Mas “botei minha viola no saco” e fiquei quieto. Eu estava errado. Pronto. Falar qualquer reação minha seria ignorância da minha parte.

De verdade, não sou ninguém na ordem do dia. Muito menos exemplo de homem ou cidadão. Ainda assim, penso que certos comportamentos estão longe do que seria tolerável. E, convenhamos, essa coisa de parar em fila dupla aqui em Maringá já virou piada. Pior, acontece pela arrogância do condutor e por falta de fiscalização mesmo.

Pelo menos ele não riscou seu carro, professor

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A frase aí de cima foi dita por um ex-aluno e amigo. Quando li, bateu aquela sensação estranha de estar recebendo um favor. Sim, porque a impressão que dá, quando a gente deixa de pagar o flanelinha e o carro permanece intacto, é a de que ele nos fez um favor: não danificou o veículo.

É muito louco isso. Pensa comigo… Somos intimidados a tal ponto que quase agradecemos o cara.

- Ei, colega. Obrigado por não riscar meu carro. Valeu parceiro!

Está tudo invertido. Os valores estão invertidos. Eles agem às margens da legalidade. Nós pagamos impostos (pra cidade e pro estado) para poder trafegar livremente com o veículo; nós pagamos para estacionar (em Maringá, tem o sistema público chamado de Estar); nós, bem ou mal, respeitamos a lei. Mas nós somos os vilões. Não há ninguém para nos proteger.

O flanelinha é uma vítima do sistema? Talvez. Mas se sobram vagas de emprego na Agência do Trabalhador, qual a razão para se estabelecerem nas ruas, dominarem territórios e intimidarem os chamados cidadãos de bem?

Não, eu não vou me sentir agradecido pelo flanelinha não riscar meu carro. Não tenho a obrigação de pagar pelos serviços dele. Posso ou não fazer isto, se assim desejar. Mas o fato de não pagá-lo não dá a ele o direito de agir como bandido. Somos nós, proprietários de carro, que colaboramos para manutenção deles nas ruas. É o nosso medo que sustenta a atividade deles. Por isso, se alguém tem que dizer obrigado, não sou eu.

O bom dia do flanelinha

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O texto deveria ser postado pela manhã. Escrito no início do dia. Com o fôlego das primeiras horas, no calor desse verão escaldante de uma manhã de sol forte. Afinal, ao começar meu dia, quando abri a porta do carro, o primeiro “bom dia” que ouvi não foi expresso em palavras. Mal passou de um resmungo de alguém que se apressou em oferecer seus serviços de “guardador de carros”.

Ok, o post está meio romantizado, quase literário. Mas ele não relata nada mais que um fato corriqueiro. Histórico, diria. Não foi Maringá quem inventou os flanelinhas. Nem inventamos tal categoria “profissional”, embora ela até tenha previsão legal. O que é assustador.

Voltando… Geralmente, estaciono meu carro num lugar livre de Estar (o estacionamento regulamentado de Maringá) e num horário em que chego antes do flanelinha. Hoje, porém, já não havia vagas. Ao trocar de “endereço”, ganhei meu primeiro “bom dia” de um “guardador de carros”.

Confesso que o “bom dia” dele me deixou intimidado. Uma aproximação rápida, inesperada e um resmungo não é o tipo de boas-vindas que a gente busca. Ainda mais quando o dia mal está começando.

Mesmo desconfortável, agradeci. Ele não gostou. Balbuciou mais algumas palavras. Não entendi nada e segui em frente.

Tudo bem, talvez tenha sido pouco educado. Até porque ele foi o dono de meu primeiro “bom dia”. Mas… acho que se justifica. É segunda-feira. Tem aquele mau-humor típico… Da próxima vez quem sabe eu diga: “pra você também!”.

As manchetes dos jornais de Maringá

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O DIÁRIO: – Espinha de peixe da Brasil. Início do fim será em 2011
Empréstimo de US$ 13 milhões junto ao BID será firmado hoje em Brasília, com contrapartida da Prefeitura de Maringá no mesmo valor. Obras nas avenidas Brasil e Mauá serão em etapas. Recursos também servirão para fazer o contorno da UEM.

JORNAL DO POVO: – Greve pode paralisar rede bancária
O presidente do Sindicato dos Bancários de Maringá e região, Claudecir de Souza, disse que a categoria poderá entrar em greve no final deste mês. A categoria reivindica 11% de reajuste. Em caso de rejeição da proposta, a categoria poderá deflagrar greve a partir do dia 29.

HOJE NOTÍCIAS: - Não recebemos a edição desta quarta-feira

A ousadia dos flanelinhas

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Confesso que ainda me surpreendo com os flanelinhas. Eles são ousados. Mas alguns conseguem se superar. Ontem, um deles me viu com as chaves do carro e me parou na rua. Queria saber onde estava meu carro. Insistiu. Dizia que precisava saber qual era o veículo para ele cuidar.

Deu vontade de responder: – Encontre! Se achar, pode cuidar.

Meu carro estava a cinco quadras do local. Mas demorou para convencê-lo que não tinha deixado nas proximidades de onde o sujeito tem, ao que parece, pleno domínio territorial.

As manchetes dos jornais de Maringá

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O DIÁRIO: – Cocamar e Corol decidem megafusão em junho
Cooperados definirão em uma série de assembleias, entre os dias 7 e 11 de junho, se concordam com a associação das cooperativas de Maringá e Rolândia. As duas cooperativas projetam que, juntas, terão um faturamento anual de R$ 3 bilhões.

HOJE NOTÍCIAS: – Permitido edifícios para estacionamento no centro
Edifícios exclusivos para estacionamento. Esta é a saída encontrada pela prefeitura para resolver a falta de vagas na área central de Maringá. O primeiro passo, a construção dos edifícios-garagem, foi dado ontem com a aprovação, pelos vereadores, do projeto de lei enviado pelo prefeito Silvio Barros, autorizando e regulamentando estas edificações.

JORNAL DO POVO: – Maringá disputa Dia do Desafio
Hoje, várias cidades do Brasil e do mundo, participam do Dia do Desafio. O evento é coordenado pelo Sesc e representa uma ação mundial de incentivo à pratica regular de atividades físicas em benefício da saúde e do bem-estar. A finalidade é que as pessoas interrompam as atividades rotineiras e pratiquem durante 15 minutos consecutivos qualquer atividade física. O evento é realizado anualmente em todo o mundo.

As manchetes dos jornais de Maringá

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O DIÁRIO: – Corrida para acertos com o Leão entra na reta final
44% dos contribuintes de Maringá e cidades da região ainda não prestaram contas. Contribuintes isentos têm chance de reaver eventuais descontos feitos pelo fisco. Escritórios cobram de R$ 50 a R$ 80 para fazer a declaração de pessoa física. O jornal ainda aponta como fazer a declaração e traz o calendário de restituição do Imposto de Renda.

HOJE NOTÍCIAS: – Comissão da ONU quer levar Observatório para América Latina
A experiência do Observatório Social de Maringá vai ser divulgada como modelo de atuação da sociedade civil no combate à corrupção e controle social da gestão pública para todos os países da América Latina. A coordenadora do projeto Experiências em Inovação Social, Maria Elisa Bernal, afirma que a experiência que conheceu em Maringá é única na América Latina.

JORNAL DO POVO: – Reunião define segurança na Expoingá
A Sociedade Rural de Maringá promoveu ontem uma reunião com representantes das polícias Civil, Militar e Rodoviária, também Juizado de Menores, Corpo de Bombeiros e empresas de segurança. O encontro teve a finalidade de acertar os últimos detalhes referentes à segurança e o trânsito durante a realização da 38a Expoingá.

O motorista maringaense é medíocre

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Tudo bem… Talvez não sejam todos. Verdade. Não são todos. Eu me sinto maringaense e não me vejo como um motorista medíocre. Tem muita gente que dirige bem. Mas é irritante conduzir pelas ruas e avenidas de nossa cidade. E não por culpa de nossas autoridades. Nós somos o problema. Criamos o caos; não apenas porque temos veículos demais. O caos é resultado da incapacidade de dirigir com habilidade, respeito, atenção, objetividade.

Dia desses encontrei uma conhecida no supermercado. Ela é psicóloga e já esteve comigo algumas vezes na CBN. Era horário de almoço, estávamos pegando algumas frutas, legumes etc e, depois de um breve cumprimento, ela falou:

- Acabei de ouvir, na CBN, uma reportagem sobre o trânsito. Ia mandar um email. Como te encontrei, vou falar direto pra você o que penso.

As considerações dela foram pertinentes. Tínhamos tratado do que chamamos de “violência no trânsito”. Ela discorda da ideia. Aponta que o conceito está equivocado.

- Trânsito violento é o de São Paulo. Lá os motoristas estão apressados, correm muito. Em Maringá, não. Aqui é lento demais. O motorista daqui é imprudente, dirige mal. A cidade cresceu, a frota de veículos aumentou e a gente continua dirigindo como se morasse numa cidadezinha do interior.

Ela tem razão. Basta observar os binários. Gente, é um absurdo. A Secretaria de Transportes de Maringá criou o sistema. É ótimo. Pela primeira vez temos o funcionamento efetivo da chamada “onda verde”. Tudo controlado para rodarmos a 50 km/h. Mas quem diz que conseguimos? Só longe dos horários de pico. Do contrário, tudo devagar, devagarinho.

De um lado da via, o condutor está sempre procurando uma vaga de estacionamento ou desacelerando para virar no próximo cruzamento. Do outro, há sempre um motorista devagar ignorando que a via da esquerda é para quem está mais rápido.

Este, por sinal, é um comportamento impressionante em Maringá. Não existe pista rápida. Os dois lados são lentos. Tem-se a impressão que o motorista quer dirigir sozinho, com o “vento batendo no rosto”. Detalhe, quando alguém está atrás apressado, dá sinal de luz, o cidadão ainda fica nervoso, tira o pé e, por capricho, continua ali amarrando o trânsito. É uma coisa de louco.

Mas não para por aí. E o hábito de parar em fila dupla? Sinto-me agredido. A pessoa para seu veículo, liga o alerta (nem sempre), pega ou desce passageiro, coloca compras no carro… Na semana passada, na avenida Cerro Azul, no horário do almoço – com aquele movimento -, vi um carro parado em fila dupla. Sem o motorista; sem ninguém. O proprietário tinha entrado na loja. E o trânsito? Aquela confusão!

Tem ainda a pouca eficiência no entrar e sair das rotatórias (tem aqueles que acham que a rotatória é só deles), a dificuldade para estacionar (lentidão mesmo; falta de habilidade), a incapacidade de dar setas… Por falar em setas, o motorista maringaense sabe o que é isto? Ah… e quando lembra de usar, está a cinco metros do ponto onde pretende virar, estacionar. Quando sinaliza, já está virando.

Dirigir em Maringá é um ato heróico. Escapar ileso, digno de condecoração. O que se lamenta é que boa parte do problema se resume numa questão de atitude. O motorista não consegue reconhecer que é o responsável pela droga de trânsito que temos. É arrogante, egoísta. Temos a impressão que a pista é só nossa e que o errado é sempre o outro. O outro e a Secretaria de Transportes. Pensamento pequeno demais para um povo que acredita estar na cidade dos sonhos.

Cidades da RMM podem ter tarifa telefônica com custo local

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O projeto é da Câmara Técnica da Região Metropolitana, ligada ao Codem. Quem falou sobre o assunto na CBN foi o assessor executivo do Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá, Gilberto Pavanelli. Ele contou que o projeto está pronto e defendeu que as ligações feitas entre as cidades da RMM tenham custo de tarifa local. Pavanelli ainda apontou que o maior desafio dos municípios é pensar as demandas das cidades do ponto de vista regional, principalmente superando diferenças políticas e a própria ausência de uma coordenação estadual que tenha ações efetivas em benefício da região.

Atualizado: Este assunto foi dado ontem em primeira mão pela CBN. Hoje, o prefeito Cileninho, presidente da Amusep, falou no Twitter sobre o assunto. Disse:

Amusep apoia pedido da Coord.da Região Metropolitana de Mga junto a ANATEL para a integração do sistema de telefonia entre os municípios..

Novos voos para Maringá…

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Maringá deve ganhar em 45 dias dois novos voos. A empresa Pantanal Linhas Aéreas anunciou ontem que pretende colocar em funcionamento dois voos ligando Maringá a São Paulo.

A direção da companhia esteve reunida ontem com o prefeito e com o diretor do aeroporto regional de Maringá. No encontro, os executivos anunciaram que um voo será direto para Congonhas, na área central de São Paulo. Outro fará escala em Marília, mas também terá como destino final o principal aeroporto da capital paulista.

A Pantanal Linhas Aéreas pretende iniciar as operações com preços de mercado e promoções. A ideia é atrair o público. As aeronaves a serem utilizadas terão capacidade para 45 passageiros.

Déficit habitacional…

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Sarandi tem um déficit habitacional de 5,3 mil casas populares. A informação é da coordenadora do Observatório das Metrópoles, Ana Lúcia Rodrigues. Ela conta que esse dado foi obtido após um amplo diagnóstico da realidade de Sarandi. São mais de 5 mil famílias com renda abaixo de três salários mínimos que precisam de casa própria.

Ana Lúcia Rodrigues aponta que o déficit habitacional é resultado da ausência de políticas públicas para o setor. Ela lembra que, nos oito anos do governo Fernando Henrique Cardoso, o Brasil não construiu casas para população de baixa renda. Por conta disso, o país precisa de mais de 5 milhões de moradias.

Segundo a coordenadora do Observatório das Metrópoles, desde 2004, o governo Lula tem ampliado os programas de habitação popular. Entretanto, os prefeitos precisam apresentar os planos de habitação para obter recursos federais. Atualmente, apenas os municípios de Sarandi e Paiçandu já possuem os planos e, a partir do próximo mês, poderão solicitar verba para construir casas populares. Isto, de acordo com a professora, pode ajudar a amenizar o déficit habitacional que tem motivado invasões de casas populares em Sarandi.

Detalhe, Maringá, que é a principal causadora dos problemas habitacionais da região, ainda não fez seu plano de habitação. E, por aqui, conforme dados do Observatório das Metrópoles, mais de 24,8 mil famílias esperam pela casa própria.

Paisagismo…

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Não são raros os espaços públicos que carecem de investimentos. Entretanto, por fazer parte do trajeto que faço todos os dias, chama a minha atenção duas rotatórias construídas há quase cinco anos em Maringá. São rotatórias localizadas na avenida Cerro Azul, uma das mais movimentadas da cidade.

Quando foram entregues ainda pela administração João Ivo Caleffi, as rotatórias não contavam sequer com iluminação adequada. Há pouco mais de um ano, postes foram instalados. Mas o projeto paisagístico nunca passou do plantio de uma ou outra palmeira e algumas árvores.

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Rotatória quase no final da Cerro Azul, no cruzamento com a Nildo Ribeiro da Rocha

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Rotatória da Cerro Azul, cruzamento com avenida JK

Penso que valeria a pena a administração municipal olhar com atenção esses espaços públicos e gastar um pouquinho com paisagismo e revitalização.

Duplicação rodovia Maringá-Paiçandu

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Enio Verri acredita que duplicação da rodovia que liga Maringá a Paiçandu pode ser feita em 2009. Em entrevista à CBN Maringá, o secretário de Planejamento do Paraná diz que se trata de um compromisso do governador Roberto Requião e o secretário de Transportes, Rogério Tizzot, parece sensível ao problema da região.

Mas, de concreto, não temos nada ainda. Isto, porque a lei orçamentária votada na Assembléia Legislativa não prevê verba específica para a obra.

Lançamento do De Paula…

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Este post é mais pra aliviar o complexo de culpa deste blogueiro… A gente esquece dos amigos e depois fica se martirizando. E talvez este seja meu grande defeito: corro demais e por vezes esqueço – ou ignoro – o que está acontecendo do meu lado.

Mas, vamos ao que interessa…

O jornalista e amigo Antonio Roberto de Paula lança hoje um videodocumentário sobre a história de Kenji Ueta, um dos primeiros fotógrafos de Maringá. O lançamento será às 20h30, no plenário da Câmara de Vereadores. O vídeo tem 53 minutos.

Como disse, o post é mais para lembrar o amigo que para divulgar o evento. O De Paula não precisa. É um grande ser humano, amigo de todo mundo, admirado pelos colegas de profissão e por gente que nada tem a ver com o Jornalismo. Certamente, vai receber um bom público hoje à noite em reconhecimento ao talento dele e em respeito à história e importância de Kenji Ueta para Maringá.

Incertezas…

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Os caminhões da prefeitura estão nas ruas… Mas a coleta de lixo pode parar a qualquer momento. Pela decisão da Justiça, já deveria estar parada. Uma insensatez.

Conversei hoje com o procurador do município, Rogel Martins Barbosa. Ele admitiu que a coleta pode ser interrompida. O risco é real. Mas, por enquanto, a prefeitura de Maringá tenta evitar que o problema seja ainda maior. Isto significa, digamos, fingir que a decisão judicial não existe. Gostando ou não, é o melhor a fazer.

PS- Para quem desconhece essa história, resumo: a Justiça proibiu que o aterro controlado de Maringá continue recebendo as 300 toneladas/dia de lixo produzidas na cidade.

Fim das eleições nas escolas de Maringá…

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O que dizer do projeto do vereador Chico Caiana que acaba de vez com as eleições nas escolas municipais e centros de educação infantil? A lista tríplice instituída na atual administração já era um erro, pôr fim definitivamente a escolha dos diretores por meio do voto é atropelar a democracia em nome de interesses, no mínimo, obscuros.

Que interesse tem o nobre parlamentar em pôr fim às eleições? Afinal, quem ganha com o fim das eleições? Será que o vereador e seus colegas que apoiaram o projeto, estariam dispostos a abrir mão do direito de disputarem eleições? Não foi através do voto popular que foram escolhidos?

Mais surpreendente ainda é a atitude do presidente da Câmara de Maringá, John Alves Correa. Embora esteja se sentindo poderoso, já que garantiu um novo mandato, John foi pouco responsável ao colocar, no fim da sessão, o projeto em votação. Ninguém teve tempo de analisá-lo. Ainda assim, foi aprovado por dez vereadores.

Permitir que diretores sejam nomeados pelo Executivo é um retrocesso. E um ato de quem parece ter saudades da ditadura militar. É coisa de quem prefere o totalitarismo. Gente que não gosta do diálogo, de ter de se explicar e ainda entende a função pública como espaço para promover o clientelismo e o apadrinhamento político.

PS- O projeto que pôs fim às eleições foi votado na sessão dessa terça-feira da Câmara de Maringá. Dez vereadores apoiaram. Apenas três foram contrários.

Cadê os agentes?

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Se alguém tiver notícias dos agentes de trânsito, avise-me.
Tenho questionado aqui há algum tempo a ausência de agentes em Maringá.
A cidade conta com pouco efetivo.

Por exemplo, ontem, por volta das 18h50, um semáforo deixou de funcionar no cruzamento das avenidas Paraná e Brasil.

Quem fazia o controle do trânsito?
Policiais militares.

Por quê?
Por falta de agentes.

Na segunda-feira, situação semelhante, no mesmo horário.
Mas em número maior de semáforos do centro.
Detalhe, nem PM’s ordenavam o trânsito.
Os motoristas decidiam a preferência de passagem.

O controle do tráfego em Maringá é municipal.
Responsabilidade do gestor público municipal.
Mas faltam agentes de trânsito.
O problema é que a administração diz que eles existem.

Atualizado: Recebo a informação que a prefeitura já contratou mais agentes.
Estariam sendo treinados.

Academias…

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O colunista e blogueiro de O Globo, Ancelmo Gois, escreve:

Chamou atenção da delegação brasileira da China uma espécie de academias de ginástica a céu aberto que existem em Pequim.
O curioso é que não se trata de apenas meia dúzia de barras enferrujadas, como temos por aqui no Rio em praias e praças. Na China, há equipamentos caros, como um “Transport”, aparelho eletrônico que simula uma subida de escadas com diferentes graus de dificuldade.

A gente aqui em Maringá já conhece.
Tratam-se das Academias da Terceira Idade.
O nome não é muito próprio, já que todo mundo usa.
Mas são eficientes e talvez representem uma das mais importantes conquistas da atual administração.

PS- Mas os equipamentos de nossas ATI’s são bem mais simples.

Passe do estudante…

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O passe livre do estudante é um grande benefício para alunos de Maringá. Mas hoje, ao receber o comentário de uma leitora num post de outubro de 2007, recordei de algumas histórias que minha esposa contou dia desses. Ela presenciou a realidade dos ônibus do transporte coletivo em Maringá. No horário de retorno das aulas, por volta do meio-dia, o caos se instala nos ônibus da TCCC. É uma loucura. Entretanto, além da baderna, existem outros problemas que geralmente ignoramos. Dois deles: primeiro, crianças se aproveitam da situação e passam a roleta sem usar o cartão do passe; segundo, mas também relacionado ao primeiro, alguns estudantes não estariando usando o cartão pois o repassam para os pais. Ou seja, o benefício pode ter se transformado num potencial sistema gerador de irregularidades…

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