É hora de proteger a Casa do Povo

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Uma mulher tentou se suicidar na Câmara de Maringá. Foi ontem de manhã. Um assessor do vereador Luiz do Postinho conseguiu evitar uma fatalidade.

Entretanto, mais que a “loucura” da mulher, o fato chama a atenção para a falha no sistema de segurança do Legislativo local. Hoje, qualquer pessoa entra e saí sem sequer ser abordada. É possível ir até os gabinetes sem esbarrar em nada, em ninguém.

A mulher de ontem era uma pedinte. Mas poderia ser um maluco com outro tipo de intenção.

Gente, deixa eu explicar direito, é possível entrar na Câmara armado.

Tudo bem… É verdade que uma pessoa armada pode entrar numa loja, numa farmácia, num posto de combustível. Entretanto, o Legislativo é um espaço diferenciado. Por sua própria natureza, pode despertar “paixões”. Não seria impossível alguém entrar ali para ameaçar um vereador ou mesmo para tentar fazer “justiça”.

Ontem, quando conversei com o presidente Mário Hossokawa sobre o assunto, ele disse que existe um projeto para melhorar o sistema de segurança. Reconheceu, inclusive, que atualmente o sistema é bastante falho. No entanto, afirmou que tem retardado a licitação de equipamentos.

Na verdade, na busca por economizar, o presidente tem postergado a compra. Fica naquela: “qualquer hora, a gente compra”. Como nunca aparece uma situação que o “estimule” a abrir a licitação, o edital nunca sai.

Hossokawa não está errado ao pensar na economia, evitar gastos. Mas esse é um investimento necessário. Frequento o Legislativo e sei que a segurança é falha.

Reconheço que muita gente adoraria dar umas “palmadas” em certos vereadores. No entanto, uma casa de leis tem que ter um sistema que possa garantir a segurança dos legisladores e dos demais funcionários.

Atualmente, todas as vezes que há um assunto polêmico para ser votado, que especula-se uma “sessão quente”, é preciso chamar a polícia, fazer revista etc etc. Tudo muito constrangedor. Isso não seria necessário se a Câmara contasse com uma porta giratória, fosse solicitada identificação dos visitantes… coisas do tipo.

Penso que está na hora do presidente tomar uma providência. É preciso sair do projeto para a ação. O sistema de segurança é uma necessidade. Não se trata de proteger vereadores. Trata-se de proteger a dignidade do Legislativo, a casa do povo.

Ele nunca pagou uma janta pra nós

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Em ano eleitoral, tudo muda. Os ânimos são outros. Máscaras caem. E os interesses pessoais tornam-se evidentes. Situações silenciadas ficam visíveis. Insatisfações deixam de ser contidas.

Quase sempre é hora de cobrar a “conta”.

Um exemplo disso é o que está ocorrendo na esfera federal. A base está insatisfeita. O próprio governo admite que o momento é tenso.

Em Maringá, na Câmara de Vereadores, embora os parlamentares aliados sigam a “cartilha” do Executivo, também é possível notar focos de descontentamento.

Terça-feira, por exemplo, a vereadora Márcia Socreppa, que chegou a ser secretária de Educação da atual administração, foi dura ao falar sobre a falta do plano de carreira dos servidores e de um índice de reajuste salarial – com ganho real. Ela não “perdoou” a demora por parte do Executivo.

- Está faltando vontade política, disse.

Nessa quinta-feira, diante do manifesto de comerciantes e moradores da região da avenida Morangueira, parlamentares da base aliada sustentaram que o Executivo é incapaz de ouvi-los. Belino Bravin, aliado antigo do grupo político do prefeito, reclamou da ausência de planejamento da prefeitura.

- Cidade grande não pode errar. Não se pode mudar as coisas de um dia para o outro. Tem que ter planejamento.

Após a sessão, Bravin reclamou que os técnicos da prefeitura resolvem as coisas dentro dos gabinetes sem conhecer a realidade da cidade. Ou seja, quem está nas ruas são os vereadores. Mas estes não são ouvidos.

- A gente pede uma coisa; eles fazem outra – sempre ao contrário.

E as críticas às mudanças feitas na avenida Morangueira – que ganhou corredor exclusivo para os ônibus do transporte coletivo – não ficaram restritas ao parlamentar. Pelo contrário, quase toda base aliada foi taxativa: a administração errou.

Claro, a oposição se delicia com a reação dos colegas ligados ao Executivo. E não é para menos. Afinal, ganha reforço importante no confronto com a administração.

O que o ano eleitoral não faz, né?

Ah… por sinal, o vice-prefeito e pré-candidato à prefeitura, Carlos Roberto Pupin, não desperta muita simpatia entre os vereadores aliados. Chega a ser engraçado… O provável candidato da situação é tido como “pão-duro”. Dia desses ouvi:

- Ele nunca pagou uma janta pra nós.

Pode?

O BBB do transporte coletivo

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A Câmara de Maringá aprovou a instalação de câmeras de vídeo nos ônibus do transporte coletivo. O projeto nasceu no próprio Legislativo. E por demanda dos motoristas, preocupados com o aumento dos assaltos.

Em Maringá, meses atrás, a prefeitura licitou o serviço de transporte coletivo. Porém, não previu a instalação das câmeras. Poderia, mas não fez. Sabe-se lá por quê.

Os equipamentos são fundamentais. Podem não impedir completamente a ação dos bandidos, mas vão representar uma ferramenta a mais para combater os crimes ocorridos no interior nos ônibus. Trata-se de uma estratégia já adotada em várias cidades.

Claro, as câmeras devem representar um ônus para o próprio usuário. A empresa certamente vai repassar os custos para a planilha. Uma atitude lamentável. Afinal, tudo leva a crer que há “gordura” na planilha de custos da TCCC – Transporte Coletivo Cidade Canção. Contudo, em Maringá, a lógica da empresa nunca foi muito favorável ao passageiro. Ainda assim, as câmeras são necessárias. Por isso, vamos aguardar as reações do Executivo, que precisa sancionar o projeto, e da própria empresa, que ficará responsável pela instalação e monitoramento das imagens.

Reforma da praça da Catedral vai deixar de ser só uma placa?

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Ao que parece, sim. A ordem de serviço foi dada na manhã dessa segunda-feira, 5. A expectativa é que a primeira etapa da obra esteja concluída em cinco meses.

Já nesta semana tapumes e máquinas vão tomar conta do lugar.

Reportagem de Luciana Peña (CBN Maringá) trouxe a informação de que a reforma começa com a retirada dos espelhos d`água. Árvores e plantas também serão removidas.

É uma boa notícia. Afinal, um impasse entre a igreja e a prefeitura estava impedindo o início da obra.

Vamos ver o que acontece na sequência. Isto porque a revitalização do local será feita em três etapas. Como a primeira atrasou, em razão do ano eleitoral, as duas próximas podem se tornar um problema.

Em Maringá, está proibido morrer

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Ninguém quer morrer. Mas não tem jeito. Todo mundo tem sua hora. Mais cedo ou mais tarde.

Entretanto, em Maringá, a coisa está complicada. Morrer pode sair caro. Muito caro.

Faltam jazigos. O cemitério municipal praticamente não tem sepulturas. E o cemitério parque, que é privado, agora está cobrando mais caro.

Isso está gerando uma espécie de especulação imobiliária. O terreno no cemitério nunca esteve tão valorizado. Tem gente que está removendo os restos mortais dos parentes para vender o jazigo.

É a exploração da desgraça alheia.

Então… o negócio é não morrer.

Parece piada, né?

Acontece que não tem graça. A administração não se antecipou ao problema. Faltou planejamento. O município tem uma boa proposta, mas até o momento não se mostrou eficaz para resolver a situação.

No fim de janeiro, o secretário de Obras, Laércio Barbão, já falava em mudanças no cemitério. A ideia é reduzir os espaços entre as sepulturas e aproveitar melhor a área, já que, quando foi criado, o sistema viário foi superdimensionado. Ou seja, se a prefeitura estreitar as ruas que ficam dentro do cemitério, é possível abrir novos jazigos.

As alterações, conforme o secretário, devem garantir dois anos de sobrevida ao local. E o município ainda trabalha com a proposta de um cemitério vertical, dentro do espaço do atual cemitério, mais o projeto de implantação de um novo cemitério noutro local. O problema, nesse caso, é convencer os futuros “vizinhos”. Afinal, ninguém quer um cemitério perto de casa.

Ou seja, a prefeitura tem projetos.

Entretanto, ter projeto é uma coisa, implementá-los é outra. E é aqui que o bicho pega. Se as ideias já tivessem se transformado em ações, não estariam ocorrendo casos de especulação na venda de sepulturas.

Vejam bem, as declarações feitas pelo secretário Barbão a respeito do cemitério foram dadas à CBN Maringá no final de janeiro. Estamos em março. E numa reportagem publicada quarta-feira no jornal O Diário, o discurso da administração foi de que o estudo para otimizar os espaços no cemitério está sendo preparado.

Convenhamos… esse negócio está devagar demais. Daqui a pouco vamos ter que convocar sessão extraordinária na Câmara de Vereadores para oficializar que o sujeito está mesmo proibido de morrer por aqui.

Revitalização, por enquanto, só na placa

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Fiz a foto no início da noite de ontem. À tarde, publiquei aqui os questionamentos sobre a reforma da praça da Catedral. A obra ainda não começou. Embora a licitação já tenha sido finalizada, uma empresa esteja contratada, ninguém sabe quando os operários começam a trabalhar.

Lamentável!

A reforma da praça da Catedral: coisas que não entendo

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Tem coisas que eu não entendo. Por mais que me esforce. Uma delas é esse imbróglio envolvendo a reforma da praça da Catedral de Maringá.

Vou explicar. A Catedral é a principal referência turística da cidade. Talvez um dos pontos mais belos.

A praça anda caidinha, caidinha.

Depois de muito tempo, a prefeitura desenvolveu um projeto, apresentou à igreja, abriu licitação e divulgou a empreiteira vencedora.

Uma obra de mais de R$ 5 milhões.

Quando foi encerrada a licitação, o secretário de Obras Públicas falou à imprensa que, em cerca de 10 dias, a administração municipal assinaria a ordem de serviço e os trabalhos começariam.

Até aí, tudo bem.

Passado o prazo, alguns de nós lembramos que as máquinas já deveriam estar chegando ao local. Pelo menos, alguns operários. Nada.

Pergunta pra um, pergunta pra outro, descobrimos que a bendita obra estava empacada. A ordem de serviço não seria assinada.

Motivo: o projeto da prefeitura avança por sobre 345 metros quadrados que são de propriedade da igreja. E a administração da Catedral não quer encrenca com o Ministério Público. Afinal, tem viva a lembrança de uma outra picuinha: durante anos, o município pagou a conta de energia elétrica da Catedral. O Ministério Público entendeu como irregular e a igreja teve que se explicar.

Agora, a Cúria não quer ver as cenas se repetirem. Por isso, pede um parecer jurídico que sustente que estará livre de problemas. O fato de a prefeitura executar uma obra, e pagar por ela, numa área da igreja, não resultará em cobrança ou alguma ação judicial. É essa segurança que a igreja quer.

A posição é justa.

Porém, vamos ao que eu não entendo. Se:

- durante meses a prefeitura desenvolveu o projeto;
- o projeto foi apresentado à administração da igreja;
- o projeto foi analisado pela igreja e pela prefeitura;
- o projeto foi licitado e, enquanto o edital estava aberto, tudo parecia em perfeita ordem;

por que só agora lembram das obras nesses benditos 345 metros que pertencem a igreja, mas estão dentro do projeto e seriam pagas pela prefeitura?

Ninguém viu antes?
Se viu, por que não falou?
Se falou, por que ninguém ficou sabendo?

À primeira vista, dá a impressão que a igreja não viu direito o projeto. Ou viu e não disse nada. Afinal, poderia ter barrado lá atrás. A cidade não precisava ficar esperando por uma obra que agora nem dá para saber quando vai começar.

Por outro lado, será que a prefeitura sabia que teria problema e mesmo assim deu seqüência ao processo licitatório?

Não sei quem está certo ou quem está errado. Sei apenas que isso é barbeiragem. Alguém fez bobagem.

Incineração do lixo: menos críticas e mais diálogo

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Vou fazer uma confissão… Talvez seja criticado por isso. É bem provável que aconteça. Entretanto, mesmo que alguns não me compreendam, sinto necessidade de compartilhar minha posição sobre o impasse a respeito do projeto que prevê a incineração do lixo em Maringá.

Há meses, acompanho essa discussão. De um lado, a prefeitura defende uma proposta ousada: implantar uma usina que poderá incinerar todo o lixo produzido em Maringá. A cidade acabaria com o problema do lixo. E ainda poderia transformá-la em energia. De outro, a oposição e movimentos populares criticam a proposta e sustentam que tal tecnologia pode causar poluição e traz riscos para a saúde humana – citam, inclusive, casos de câncer.

Os dois lados se apóiam em estudos. E há gente séria defendendo essas posições. Que são completamente antagônicas, é preciso lembrar.

Por que digo isso? Porque o tema tem sido debatido de maneira raivosa, em vários momentos. Quem defende a tecnologia de incineração alega que as críticas recebidas ao projeto são meramente políticas, eleitoreiras. Quem se posiciona de maneira contrária à “queima do lixo” (termo que gostam de usar), diz que a administração atropela a vontade popular e até sugere que há interesses escusos na implantação desse modelo de tratamento e destinação dos resíduos.

Ah… e sobre Maringá receber lixo de outras cidades para ser incinerado aqui, qual o problema? Lixo, hoje, é um produto – como outro qualquer. Gera renda, riqueza.

Cá com meus botões, penso que o debate tem sido muito simplista. Raso. De ambas as partes. Em especial nas redes sociais. E parte das pessoas que toma partido, principalmente contra a implantação da tecnologia, sabe muito pouco a respeito do tema. Por isso, a crítica é quase sempre feita muito mais por uma posição política que técnica.

Volto a dizer, tem gente séria em ambos os lados. E dotada de conhecimento para defender suas posições. Especialistas que respeito. Mas partidários da administração e da oposição se apropriam de alguns argumentos desses especialistas e acabam reproduzindo-os superficialmente. Fazem um recorte do todo e, sem que percebam, servem de massa de manobra num debate que deveria ser muito mais sério e profundo. E, sejamos realistas, grande parte da população segue completamente alheia a tudo isso.

Desculpem-me, mas o tema é complexo demais. Não dá para simplesmente sair por aí dizendo que é boa ou ruim a tecnologia de incineração do lixo e transformação em energia.

Sou muito sincero sobre o assunto: não tenho uma posição definida. Nem a favor nem contra.

Já li e ouvi muita coisa. Tem informações dando conta que a tecnologia é tudo de bom, fantástica, maravilhosa. Existem outras que nos levam a pensar que estamos correndo sérios riscos – ambientais e de saúde.

Confesso que não posso acreditar na tese que a administração estaria agindo de maneira irresponsável no tratamento do tema. Por outro lado, também não acredito que ambientalistas da oposição ou mesmo políticos, como Humberto Henrique, estariam criticando por criticar.

Diante do fato, diria apenas que a implantação da usina não pode ser feita de maneira precipitada. Nada me parece conclusivo. E por ser ano eleitoral, tudo fica ainda mais confuso.

Creio que, se os dois lados se dispusessem a fazer um diálogo menos político e mais racional, toda a sociedade sairia ganhando.

Qual a chance de sucesso da campanha “não dê esmola”?

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Estou longe de ser uma pessoa sensível… Já disse aqui que raramente dou esmolas. E os argumentos usados por pedintes dificilmente me tocam. Sempre acho que, atrás do discurso, há uma intenção não muito digna. Entretanto, vez ou outra, sinto-me intimidado a ajudar. Sim, intimidado. Outras vezes, faço por uma questão de consciência. Em especial, quando há crianças envolvidas.

Por conta disso, sempre apoiei iniciativas como a da Secretaria de Assistência Social de Maringá. A Sasc tenta mostrar à sociedade que, ao dar um dinheirinho para um pedinte, estamos contribuindo para manutenção dessas pessoas nas ruas e avenidas da cidade. Neste período de férias, a campanha tem sido intensificada – inclusive com abordagem de populares e entrega panfletos.

Não há dúvida. Quando botamos a mão no bolso, sustentamos essa condição de exclusão. É uma contradição. Porém, na tentativa de ajudar fazemos justamente o contrário. E, detalhe, em municípios como Maringá, a condição de mendicância é quase uma escolha do sujeito. Os programas sociais são amplos. Também há inúmeras entidades que atuam no atendimento dos mais pobres. Quase dá para dizer: quem está nas ruas, está por opção. Claro, há exceções.

Portanto, a solução parece matemática. Deixamos de dar esmolas e acabamos com o problema.

No entanto, não é assim tão simples. Além de situações reais em que as pessoas fazem do ato de esmolar uma forma de sobrevivência, há aqueles que usam como fonte de renda. Uma espécie de emprego. Dinheiro fácil, sem esforço. E, nesses casos, por vezes a renda é para sustentar a dependência química. São pessoas que, para conseguir o que querem, estão dispostas a não apenas esmolarem. Sem a grana conquistada nas esquinas da cidade, podem tornar-se criminosas. Ou já vivem em tal condição.

Isto também ocorre com os flanelinhas. Bastaria cortar o que alimenta a atividade: os trocadinhos que entregamos quando retornamos para o veículo. Contudo, sabemos que, deixar de dar umas moedinhas (alguns nem aceitam essa “mixaria”), é aceitar o risco de ter o carro danificado, riscado, depredado. E, não raras vezes, é o que acontece.

Portanto, não sei se temos garantia de que a ação da Sasc será bem sucedida. Parece-me que a mendicância é inerente, é da natureza contraditória da sociedade capitalista. Ainda assim, entendo que a administração pública deve apostar na ação. Apóio. Mas só o futuro dirá se, primeiro, a população deixará de sustentar os pedintes; segundo, se não teremos um novo problema social.

Eles só atestam minha incompetência

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Eles me assustam. Aqueles semáforos da Praça Rocha Pombo me dão medo. Toda vez que passo por lá parece que riem de mim. Sim, olham para mim e dão gargalhadas. Tenho a impressão que os ouço gritar:

- Incompetente, incompetente! Hahahahaha!!!!

Quando posso, desvio. Fujo deles. Mas não tem jeito. Por vezes, sinto-me perseguido. E alguns de seus irmãos prometem se espalhar por outros pontos. Já sinto calafrios.

Para quem não conhece Maringá, estou falando de semáforos instalados numa das rotatórias da Brasil, principal avenida da cidade. O fluxo de veículos é intenso no local.

A nossa incompetência como motoristas levou a Secretaria de Transportes a instalar semáforos numa rotatória. Absurdo. Não, não a medida da Setran. Absurda é nossa incapacidade de trafegar sem a interferência de um equipamento.

Por isso, quando passo por lá, parece que vejo os semáforos rindo de mim. Sim, eles atestam a minha incompetência como condutor.

Hoje, independente da hora do dia e da noite, com movimento ou não de veículos, vejo-me preso ao sinal vermelho. Porém, a culpa é minha. Nossa.

Qualquer especialista em trânsito sabe que as rotatórias são o modelo mais eficaz e democrático de garantir a fluidez em cruzamentos movimentados. Mas nós, maringaenses, não conseguimos lidar com os princípios básicos de respeito às normas de trânsito. Não damos conta de combinar agilidade, bom senso, escolha do lado correto da via e uso das setas.

É uma pena. Novos semáforos vêm aí. Outras rotatórias movimentadas vão receber os equipamentos. Farão por nós o que não somos capazes de fazer. Avisarão quando podemos prosseguir, quando parar e dar passagem a outro motorista.

Que assim seja! Afinal, eles só atestam minha incompetência.

Silvio Barros admite deixar a prefeitura sem terminar o mandato

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Ele não quer. Disse isso com todas as letras na CBN Maringá. Preferia concluir o mandato. Entretanto, entre o “desejo do coração” e a determinação de seu grupo político, ficará com a segunda opção. Esta é a posição do prefeito Silvio Barros. Isso significa que ele pode deixar sim a administração municipal antes do dia 31 de dezembro de 2012.

- Não é o desejo do meu coração. Eu não gostaria de não terminar meu mandato. Ainda tem muitas coisas que eu quero fazer, ainda tem muitas coisas que eu quero deixar concluídas e não estão concluídas.

A afirmação é do prefeito. Mas ele entende que tem um papel dentro do seu grupo político. E sabe qual é seu compromisso.

- Eu não posso desconsiderar o fato de que não cheguei na prefeitura sozinho. (…) Precisou um projeto político para eu poder chegar lá. Eu não posso simplesmente virar as costas e dizer: agora o que vale é o meu interesse pessoal e o grupo político não tem interesse nenhum.

Ele continuou:

- No final do ano, eu não poderei continuar, mas nosso grupo político poderá continuar. (…) Agora fico eu no dilema aqui de saber como é que a gente vai lidar com isso, porque eu gostaria de terminar o meu mandato.

Depois de dizer isto, reafirmei – por meio de uma pergunta – o que parecia já estar claro na entrevista: Silvio Barros não quer deixar o cargo, mas pode sim abrir mão do mandato, provavelmente em março, em função do interesse maior de seu grupo político. A resposta foi direta: será um trabalho de convencimento, mas não depende apenas dele.

Como ouvi o secretário, líder do partido e irmão do prefeito, Ricardo Barros, na sexta-feira passada (23), fico com a impressão que Silvio só não deixará a prefeitura no início de 2012 caso o governador Beto Richa tenha outros planos para seu secretariado. O Ricardo quer. Tanto que defendeu a tese sem mesmo consultar o irmão.

E a ideia é simples: Ricardo deixa o governo; Silvio assume uma vaga no primeiro escalão do Estado. De tabela, o vice Carlos Roberto Pupin ganha a vaga de Silvio.

Ainda que possa parecer estranha a “construção” idealizada por Ricardo Barros, ela é bastante coerente. E só traz ganhos para o grupo que hoje comanda a cidade.

Raciocínio simples…

Ricardo não precisa da vaga de secretário. Pode até integrar o governo federal. Como vice-presidente nacional do PP, articulador político que é, fazer parte da equipe de Dilma não é uma impossibilidade. Pelo contrário. Por outro lado, não ter um cargo político também não lhe fará falta. Ele coordenará nacionalmente as campanhas do partido às prefeituras municipais. Portanto, livre, pode fazer muito mais.

Já o prefeito ficará sem mandato em 31 dezembro do ano que vem. Ter uma posição de destaque no governo estadual é um bom negócio. Dá visibilidade a Silvio Barros. Algo que fará diferença para a disputa de uma vaga em 2014 – seja para a Câmara Federal ou Assembleia Legislativa.

Quanto ao Pupin, paga-se uma espécie de dívida política com o vice, que sempre esteve ao lado de Ricardo e Silvio, mas teve pouquíssima visibilidade durante esses sete anos de administração. Além disso, por alguns meses, garante a projeção que ele não teve na gestão e que rende votos numa provável disputa pela prefeitura de Maringá.

Quer mais? Caso Pupin se torne prefeito já no início do ano, ele terá anulada a chance de disputar a reeleição em 2016, abrindo espaço para outro nome do próprio grupo. Quem sabe a própria Cida Borghetti, esposa do Ricardo.

É uma jogada de mestre. Basta saber se a população vai aceitar bem. Em especial, que desgaste poderá causar a imagem do bem avaliado prefeito Silvio Barros.

Vamos aguardar…

Paolicchi e o dinheiro

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Foram presos, nesta terça-feira, os suspeitos de assassinarem o ex-secretário Luís Antônio Paolicchi. Em Paranavaí. Três Quatro pessoas (três homens e uma mulher) estariam envolvidas. O responsável pelo crime seria o companheiro da vítima. E o motivo seria financeiro – ou seja, o sujeito estava de olho no patrimônio de Paolicchi. Eles tinham união estável e comunhão total de bens.

Paolicchi, como a maioria dos maringaenses sabe, foi um dos responsáveis pelo maior caso de corrupção já visto na cidade. Os desvios de recursos superaram os R$ 100 milhões. E isto há mais de 10 anos.

Vejam como são as coisas… O ex-secretário roubou a cidade. O companheiro de Paolicchi, para ficar com o dinheiro, teria encomendado sua morte.

Homens se corrompem, se sujam e até matam pelo mesmo motivo: dinheiro.

Neste caso, dinheiro sujo, maldito.

Trânsito: fluidez ou vagas de estacionamento?

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É imperativo. Precisamos decidir. O que queremos? Um trânsito com fluidez ou manutenção das vagas de estacionamento?

Não dá para ter as duas coisas.

Em Maringá – e em muitas outras cidades do país -, o trânsito está caótico. Simplesmente, travado. O motorista não consegue trafegar com tranquilidade. E quando precisa estacionar, é um “deus nos acuda”.

Parte da lentidão deve-se a procura por vagas. Na busca por um lugar para estacionar, o condutor mantém o veículo em velocidade baixa, prejudicando quem vem atrás. Sem contar a troca constante de faixas de rolamento, os estacionamentos em fila dupla etc.

Através da Secretaria de Transportes, o município tenta garantir o mínimo de fluidez. No final de 2009, vieram os binários – as avenidas em sentido único. Ao longo do ano passado e também deste, algumas vias foram remodeladas. Os canteiros foram reduzidos, abertas novas faixas de rolamento… e estacionamentos, eliminados.

Um novo “pacote” de mudanças vem aí. A prefeitura anuncia que, em horário de pico, será proibido estacionar na avenida Morangueira. E não vai parar por aí. O mesmo ocorrerá na Tuiuti, Guaiapó e Cerro Azul.

O objetivo é não travar o trânsito. Este é o foco das ações. Por conta disso, estacionar ficará cada vez mais difícil.

Embora ainda não trate disso, num futuro próximo, será preciso eliminar os estacionamentos de vias como as ruas Santos Dumont, Néo Alves Martins, Joubert de Carvalho etc.

Se a cidade quiser manter as vagas, o trânsito vai parar. Se optar por assegurar a fluidez, faltará estacionamento.

Não importa qual a escolha, muita gente ficará insatisfeita.

A lógica sugere que a opção será por fazer o trânsito funcionar. Afinal, é preciso garantir a mobilidade. O trabalhador, empresário, consumidor… quem precisa vir para o centro será “incentivado” a usar o transporte coletivo. Ou terá de deixar o veículo em estacionamentos privados, onde as tarifas serão cada vez mais altas, já que a cidade não se preparou para essa nova realidade e são poucas as empresas que operam esse serviço.

O cenário não é animador. Entretanto, nós criamos o caos. Somos responsáveis. Nossa paixão por carros tornou o trânsito insuportável. Teremos que deixá-los em casa. No dia a dia, ocuparão as garagens de nossas casas, vão acumular poeira… Serão artigo de luxo – acessíveis ao bolso; mas para contemplação, não para uso.

Vereadores: eles traíram seus eleitores

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Decepcionado. Talvez esta seja a única palavra que consigo usar para expressar o que sinto diante da atitude dos vereadores maringaenses. Nessa quinta-feira, eles aumentaram a verba de gabinete e os próprios salários. O gabinete dos parlamentares terá um assessor a menos, mas R$ 4 mil a mais. Já o subsídio dos parlamentares saltou de R$ 6 mil para R$ 12 mil.

Sinceramente, não sei o que dizer. Poderia dizer que é um absurdo. Porém, isto todo mundo diz. E o sentimento de revolta não vai mudar nada.

O que os vereadores fizeram ontem foi vergonhoso. Traíram o desejo popular. Afinal, sabem que ninguém aprovaria tais medidas. Entretanto, viraram as costas para os eleitores e olharam apenas para os próprios interesses.

Nem isso é novidade. Políticos usam o poder para se beneficiaram e para prestigiarem seus verdadeiros representados – gente que financia campanha, faz lobby etc. O povo serve apenas para assistir ao espetáculo, o jogo de cenas em que supostamente seus “representantes” os representam. Nessas horas, eles batem na mesa, falam grosso, dão show. Ganham aplausos e, nas eleições, votos.

Não me vejo representado por esses políticos. Eles não defendem os meus interesses. Eu discordo do aumento da verba de gabinete e do subsídio dos vereadores. Não acredito que seja justo. E nem me venha com o argumento de que os assessores agora vão trabalhar em período integral. Mesmo em meio período, nunca tiveram tanto o que fazer – basta dar uma olhadela no embasamento dos projetos que são votados no plenário; textos rasos, superficiais, em alguns casos, inconstitucionais. Com carga horária completa, apenas teremos mais gente circulando a toa na Câmara. Sem contar que, com remunerações tão pomposas, sempre haverá o risco de parte desses salários engordar a conta bancaria dos próprios contratantes ou servir até para pagamento de cabos eleitores informais.

Quanto aos salários dos próprios vereadores, a maioria não merece R$ 12 mil. Não deveria receber nem os atuais R$ 6 mil. Basta dar uma olhadela na pauta do Legislativo. Nessa quinta-feira, por exemplo, além de votarem projetos do Executivo e desses em benefício próprio, aprovaram:

- nome de rua;
- autorização para comércio ambulante em todos os eventos públicos;
- promoção de curso de capacitação para coletores;
- implantação de cobertura nas academias da terceira idade;
- instalação de chuveiro flex em casas populares etc.

E pode-se dizer que a tarde de ontem ainda foi produtiva.

Na prática, pagamos muito caro para ter um Legislativo. O dinheiro gasto com gabinetes, assessores, estrutura e vereadores seria muito melhor aproveitado se estivesse nas mãos do próprio povo.

PS- Votaram contra os aumentos: Humberto Henrique, Manoel Sobrinho e Mário Verri.

As manchetes dos jornais de Maringá

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O DIÁRIO: – Câmara aprova criação de Secretaria de Saneamento
Executivo propõe e vereadores aprovam, por unanimidade e em regime de urgência, uma nova secretaria para cuidar do abastecimento de água, tratamento de esgoto e coleta de lixo. Uma agência reguladora e um fundo financeiro compõem o projeto.

HOJE NOTÍCIAS: – Câmara aprova criação de Agência de Água
O jornal também trata da criação de um órgão no município para gestão dos serviços de água e esgoto. O projeto voltará a ser analisado nesta sexta-feira em uma sessão extraordinária da Câmara. O vereador Humberto Henrique pontuou que acha desnecessária a urgência na aprovação e sustenta a necessidade de uma discussão mais ampla com a comunidade.

JORNAL DO POVO: – Motociclista é a 74ª vítima fatal de acidente
Ontem à tarde, no Loteamento Madrid, em Maringá, uma colisão envolvendo um ônibus da TCCC e uma motocicleta resultou na morte de um jovem de 24 anos e deixou uma pessoa ferida.

As manchetes dos jornais de Maringá

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O DIÁRIO: – PM ganha comando regional, mas efetivo continua o mesmo
O governador Orlando Pessuti assinou ontem na cidade decretos criando o 3º Comando Regional de Polícia Militar, e a 4ª Companhia do 4º Batalhão de PM, em Sarandi. Pessuti prometeu mais policiais à região, mas de cada 10 postos existentes na polícia do Paraná, 3 estão vagos.

HOJE NOTÍCIAS: – Comando de Maringá terá mais 100 policiais
O jornal também trata da implantação do comando regional da PM. Segundo a reportagem, o comando responderá pelas companhias de Cruzeiro do Oeste, Umuarama e Paranavaí. Durante a solenidade, o governador Orlando Pessuti anunciou a ampliação do efetivo policial.

JORNAL DO POVO: – Ex-arcebispo de Maringá critica Dilma
Na última terça-feira, feriado da padroeira do Brasil, o arcebispo de Brasília, dom João Braz de Aviz, durante missa em celebração à Nossa Senhora Aparecida, criticou o casal Joaquim e Weslian Roriz e a candidata Dilma Rousseff. Sobre Dilma, o arcebispo sugeriu que ela mudou de posição no que diz respeito ao aborto em função da campanha eleitoral.

As manchetes dos jornais de Maringá

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O DIÁRIO: – Maringá tem 213 obras pendentes junto ao TC
Das 998 obras públicas liberadas para o município nos últimos dez anos, 21% estão com contratos em aberto. As falhas são simples de resolver, mas comprometem endividamento e podem gerar processos. Entre as obras com problemas está a segunda etapa do Hospital Municipal no valor de mais de R$ 5 milhões.

JORNAL DO POVO: – Católicos celebram padroeira do Brasil
Hoje é celebrado o dia de Nossa Senhora Aparecida, a padroeira do Brasil. A imagem da santa foi encontrada por três pescadores por volta de 1717. A consagração de Nossa Senhora como padroeira do País ocorreu em 31 de maio de 1931, em uma celebração que reuniu, já naquela época, 1 milhão de pessoas.

As manchetes dos jornais de Maringá

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O DIÁRIO: – Alô… Alô! Alôôô!
Dos 120 orelhões existentes na Avenida Brasil, 65 não funcionam. A reportagem de O Diário percorreu os 7,6 quilômetros da Avenida Brasil e constatou que vários aparelhos não estão funcionando. O Procon promete ação para melhorar o serviço em Maringá.

HOJE NOTÍCIAS: – Câmara vai definir tempo de fila em supermercados
Medida busca reduzir tempo de espera nas filas de supermercados, principalmente nos horários de pico. A medida de autoria do vereador Carlos Eduardo Sabóia institui que todos os estabelecimentos dêem agilidade no atendimento dos clientes para pagamento das mercadorias.

JORNAL DO POVO: – Pesquisa aponta que vendas serão maiores neste ano
O Departamento de Pesquisa da Associação Comercial e Empresarial de Maringá divulgou uma pesquisa sobre a expectativa dos lojistas com relação às vendas para o Dia das Crianças, que será comemorado no dia 12 de outubro. A pesquisa apontou que 71% dos entrevistados esperam vender mais do que no ano passado.

As manchetes dos jornais de Maringá

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O DIÁRIO: – Aberta temporada de caça ao Aedes aegypti
Paraná e quatro Estados concentram 70% dos casos de dengue no País. Por determinação do Ministério da Saúde, o combate ao mosquito foi antecipado: órgãos públicos desenvolverão ações conjuntas.

HOJE NOTÍCIAS: – Orçamento 2011 começa a tramitar na Câmara
Vereadores de Maringá precisam votar a Lei Orçamentária antes do recesso parlamentar em dezembro. A previsão é de que a receita municipal chegue a R$ 687.335.498,00. Deste total, cerca de R$ 16,5 milhões serão aplicados na construção, ampliação e reforma de escolas e creches.

JORNAL DO POVO: – Feira Educacional começa hoje no Marista
A II Feira Educacional começa hoje e termina amanhã em Maringá, no teatro do Colégio Marista. O tema deste ano é “Novas Metodologias para a Aprendizagem”. A feira é uma realização do Sinepe. O evento contará com a participação de mais de 600 pessoas, entre professores, diretores e mantenedores de escolas de toda a região Noroeste do Paraná.

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O DIÁRIO: – Dnit pede R$ 135 mi para duplicar contorno
Departamento estadual solicitou ao nacional autorização para licitar segunda pista e novos viadutos. Informação foi dada pelo prefeito na inauguração do posto da Ciretran, com a presença do governador. Caso seja aprovada, no total, a obra do Contorno Norte custará R$ 285 milhões.

HOJE NOTÍCIAS: – Campanha eleitoral entra na última semana
Candidatos intensificam campanhas nas ruas da cidade com cabos eleitorais, placas, carros de som e panfletagem. As propagandas deverão chegar ao fim 22h antes do dia da eleição.

JORNAL DO POVO: – Maringá registra alto desenvolvimento humano
O Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal, criado pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, apontou que Maringá ocupa a 67a posição no ranking dos municípios com serviços de qualidade na edução, na saúde e no acesso ao mercado formal de trabalho.

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