Como viver quando só chegam notícias ruins?

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Não há fórmula. Como sempre brinco, não tem receita de bolo. Não dá para dizer faz isso ou faz aquilo. Entretanto, é possível encontrar motivos para seguir em frente.

Chega a ser curioso… Quando a fase é ruim é ruim mesmo. Parece que, ao olhar para os lados, vemos tudo desmoronando. Vida pessoal, trabalho… tudo. Nada está bom.

O relacionamento acabou. Os resultados na empresa são os piores nos últimos anos. A saúde está em xeque…

Já passou por isso?

Dia desses, conversava com alguém que está justamente nessa “fase negra”. Havia saído de um relacionamento em que tinha apostado tudo. Fez o que estava ao seu alcance para dar certo. Entretanto, por essas coisas que a gente não entende, o namoro acabou. Pior, semanas depois, descobriu que a pessoa já estava procurando uma casa para alugar a fim de morar com outro.

Talvez por ter se dedicado mais ao relacionamento que ao trabalho, os resultados de desempenho do último ano foram os piores já conquistados. Queda de produtividade acima de 30%. O emprego, ao que parece, está garantido. Contudo, é um dos poucos do grupo que apresentaram indicadores negativos.

As dores no corpo injustificadas e a constante insônia indicam a necessidade de procurar um médico. A pressão arterial está elevada e o funcionamento do aparelho digestivo anda irregular.

Volto a perguntar: já passou por isso?

O quadro talvez não tenha sido o mesmo. Contudo, sabe o que sentir-se assim. Tudo está dando errado.

Quem viveu momentos ruins sabe que vai passar. Entretanto, quem está no “olho do furacão” tem a impressão que a próxima notícia será ainda pior. E talvez seja. O que está ruim pode ficar pior. Desculpem-me, mas não dá para enganar. Pode sim.

No entanto, há duas formas de encarar quadro tão desesperador: deixar-se afundar ou reagir. O mais comum é sucumbir aos problemas. Lamentar, chorar e achar que cercas coisas só acontecem com você. Sofrer e sentir-se a pior pessoa do mundo.

Reagir é mais difícil. É o caminho da superação. A gente pode sofrer, lamentar, chorar e até sentir-se um “patinho feio”, mas tem que acreditar. Acreditar que passa. Acreditar que não acontece só com você. E que a cada instante por vir é uma nova oportunidade. Tem que se mexer. Movimentar-se, fazer, tentar realizar.

Pode vir outra derrota? Sim. Porém, há chance de ser diferente. Sofrimento ensina. Para quem experimenta a vida em sua plenitude, é um degrau para ser melhor, para crescer. E quem tem esperança, luta. Ao lutar, cria resistência, mostra disposição, ganha a simpatia das pessoas próximas (porque ninguém tolera por muito tempo que vive se lamentando) e constrói alternativas de voltar a sorrir.

Facebook: por que o outro precisa saber?

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O Facebook tem algumas coisas que me intrigam. Tudo bem, não é necessariamente culpa da plataforma. Talvez seja dos usuários. Entretanto, não consigo achar interessante – nem inteligente – as mudanças públicas de status na rede. O sujeito está “em um relacionamento sério”. Daqui a pouco, está solteiro. Depois, “enrolado”. Caramba! Isso é assunto de interesse dos “amigos”?

Ok, dos amigos, sim. Mas… dos amigos. Não daquele povo todo que está na rede.

Quantos daquela lista de amigos de fato convivem com a gente? Quantos conhecemos?

Por que o outro (alguém que nunca vi na vida) precisa saber?

Não sei qual é a graça de ficar alterando publicamente as mudanças no status de relacionamento. Parece-me exibicionismo barato. Pro bem e pro mal.

Vão dizer que sou chato, ranzinza… É, sou um pouco de tudo isso. Porém, o rabugento aqui continua pensando que certas coisas fazem parte da esfera privada. Da vida privada. Se é privado, não é público. Ponto.

Claro, tem gente que sente necessidade de botar no peito uma plaquinha: “estou feliz”. Ou, “estou triste”. Ainda, namoro “fulana”.

Cada um faz o quer da vida? Sim. E eu não tenho nada a ver com isso. Entretanto, esta aqui é apenas minha opinião. Notem, OPINIÃO. Não é um ataque, nem um surto contra quem acha normal ficar dialogando em rede se está livre ou não. E é um diálogo mesmo, né? Afinal, quando a pessoa muda o status, aparecem os comentários. Vai de um simples “parabéns” até aquelas falas sentidas, lamentando o ocorrido, sustentando que a dor vai passar… Que o futuro será melhor.

Os estudiosos da internet dizem que tudo isso faz parte de um novo modo de vida. A internet mudou as pessoas. O jeito das pessoas. Eu concordo. Mudou mesmo. E muito.

Cá com meus botões, penso que ainda temos que aprender a conviver com isso. Quem sabe, eu necessito reavaliar meus valores e achar isso normal. Ou, talvez, quem escancarou sua vida privada tenha que redescobrir que há beleza em preservar-se.

PS- Posso acrescentar que o que considero um exagero nessa exibição pública ocorre não apenas no que diz respeito ao status de relacionamento. Vale para sentimentos, fotos etc etc.

Um “relatório” de nossos dias

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No último dia do ano recebi, por email, um relatório sobre a movimentação do blog em 2011. Tudo muito organizado, detalhado… Faz parte dos serviços prestados pelo WordPress. É o segundo ano em que tenho acesso aos dados. Desta vez, de forma mais didática. Fácil de entender.

Gostei do que li. Publiquei menos. Entretanto, ganhei leitores mais fieis. Então, estou satisfeito. Afinal, manter o blog é um desafio e tanto. Haja fôlego. E disposição para escrever.

Após ler o relatório fiquei pensando: e se o relatório fosse a respeito do que fiz nesse ano? É… o que fiz da minha vida.

Bom, quase impossível obter um detalhamento tão preciso quanto o do blog. Ainda assim, se os dados fossem apresentados, ficaria satisfeito?

Muita gente tem o hábito de olhar para trás e avaliar o que passou. É uma atitude inteligente. Principalmente se há uma auto-análise. Lembrar das conquistas, derrotas, reconhecer as falhas e decidir fazer diferente é o que nos torna pessoas melhores.

Não há crescimento sem autoconhecimento. A maioria acha que se conhece, mas não dá conta de listar suas falhas e virtudes. E se questionado sobre onde pretende chegar e como fazê-lo, provavelmente dará uma resposta obvia e que revelará apenas a superficialidade do sujeito.

Sabe, caríssimos, a respeito da nossa vida não temos o WordPress para mostrar onde acertamos ou erramos. Quem pode fazer isso somos nós. O ano que passou já foi, acabou. Talvez você tenha ignorado um monte de coisas e chegou ao 31 de dezembro completamente vazio. Olhou para trás e percebeu o quanto seus dias não fizeram sentido.

Porém, ainda dá para ser mais você. Descobrir-se. Cada dia reserva uma nova oportunidade. E se optar por fazer um balanço de sua vida todos os dias, se não adiar, desenvolverá a habilidade de conhecer-se. Descobrirá que realizar é um ato consciente. Errar pode não ser tão dolorido quando se busca acertar. E amar só faz sentido quando se é amado.

O ano novo começa quando você decidir

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Este deve ser o último post do ano. Deve… Não é certeza, pois não há certezas na vida. Tudo muda. Meu plano neste momento é fechar a página, encerrar o expediente e me preparar para reencontrar a família em Umuarama, onde vou passar o fim de semana. Entretanto, quem pode dizer que vou seguir o “programa”? Ninguém.

Cada instante posterior ao presente traz algo novo. Nem sei, por exemplo, como este texto vai terminar. Por isso, experimento na virada do ano as mesmas sensações que tenho em qualquer outro dia da semana.

Reconheço que faz bem viver a expectativa do novo. A maioria das pessoas renova as esperanças quando um ano começa. Isto é fantástico! Afinal, é a esperança de dias melhores, de um futuro bom, que nos move.

No entanto, entendo que a vida recomeça todos os instantes. Não preciso esperar o ano terminar para fazer diferente.

Por que a dieta inicia sempre na segunda-feira? Por que não posso começar agora, no próximo prato de comida?

Por que fazer exercícios a partir de janeiro? Se acredito que vou conseguir em janeiro, por que não posso dar a primeira caminhada ainda hoje?

Se meu relacionamento está com problemas, por que adiar aquela conversa definitiva?

Se quero trocar de emprego, por que esperar para refazer e enviar meu currículo?

Podemos encerrar um ciclo e começar outro agora. A decisão é nossa.

Alguém pode dizer: – mas não é simples assim!

Concordo. Não é mesmo! Mas quem garante que no ano novo vai ser fácil? Se não fez até agora, o que te faz acreditar que fará depois?

Se terá determinação suficiente quando o calendário virar, significa que pode agora. A força, a disposição, a coragem estão dentro de você. Não é uma questão de dia, mês ou ano. A hora é você quem faz. Não há magia no ano novo. A magia está em você.

As inseguranças de hoje não acabam amanhã. Ninguém nunca conseguirá medir as consequências de seus atos. Como afirmei lá no primeiro parágrafo, não há certezas na vida. As dúvidas são silenciadas pelo reconhecimento de que não há vida para quem fica em cima do muro.

Compreender a complexidade do nosso coração é que o pode nos fazer ter um ano bom. Não é o primeiro de janeiro que nos salva. Só tem um primeiro de janeiro a cada 365 dias. Temos que entender isso. Não dá para passar os dias esperando o novo. O novo acontece após um estalar de dedos.

Só eu posso fazer por mim. Só eu posso construir o futuro. E ele começa agora.

Está faltando “jingle bell”

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Tive o atrevimento de ir às ruas ontem à noite. Coisa rápida. Necessária. Porém, circulei por algumas lojas, shopping… Como não poderia ser diferente, tinha gente demais. A impressão é que metade dos maringaenses tinha ido às compras.

Confesso que me estressei um pouco antes de sair de casa. Pretendia apenas ver o movimento, comer alguma coisa. Nada de procurar presentes. Mas não deu para escapar. Respirei fundo e encarei a “missão”. Acho que me saí bem. Apesar da loucura, da falta de vagas, assumi minha porção “zen”.

Penso que, nessas horas, todo mundo deveria fazer a mesma coisa. Contudo, não é o que acontece. O tal “espírito de Natal” deve aparecer só na noite do dia 24. Até lá o “bicho pega”.

Sem vagas de estacionamento, as pessoas só não se matam porque sobram agentes de trânsito e policiais. Nas lojas, o que mais se vê é gente de cara amarrada, brava, vendedores cansados e judiados pela impaciência dos consumidores. É verdade que, até pelo grande número de funcionários temporários, a eficiência no atendimento é quase zero. Ainda assim, falta um pouquinho de “jingle bell” para todo mundo.

Ano passado, repercuti aqui uma pesquisa. Dizia que dezembro é o mês mais estressante do ano. Não dá para discordar. Este é um período de festas e alegria, mas também é muito cansativo. Talvez por isso as férias sejam tão desejadas. Chegamos ao fim do ano esgotados.

Tamanha pressão ainda nos faz ignorar o que haveria de mais significativo nessa data: as pessoas que amamos. Presenteamos, mas não tocamos; rimos juntos, mas ignoramos suas dores; falamos muito, mas não ouvimos. E tudo passa depressa… Quando acordarmos, já será janeiro e um novo ano terá começado.

Só vive quem vai além do “aquecimento”

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Dias atrás, enquanto observava um colega de academia, refleti sobre nossas atitudes diante da vida. Até quando vamos ficar nos aquecendo? O tempo passa, é preciso entrar no jogo.

Vou contextualizar… Enquanto me exercitava, observava o jovem. Ele chegou, fez alguns alongamentos, tomou uma água, voltou a se aquecer. Circulou por entre alguns equipamentos, retomou os alongamentos. Como o espaço não é tão grande, vez ou outra “esbarrava” nele. Eu treinava, ele aquecia.

Fui embora e o colega ainda não tinha feito um único exercício.

No dia seguinte, o comportamento repetiu-se.

Hoje, me acostumei com a rotina dele. Ele se alonga 40, 45 minutos, faz 10 de esteira, levanta dois ou três pesos diferentes e vai para casa. E sempre comentando que já está bem cansado.

Claro, não é difícil notar que a musculação não tem feito muita diferença pra ele.

Mas… esqueçamos o colega. E a academia. Afinal, malhar faz bem para o corpo, mas nem sempre é algo divertido. Ele tem suas razões…

A relação que faço é outra… É com a nossa vida. Muitas vezes somos como esse jovem. Passamos o tempo nos aquecendo e não entramos no jogo da vida. Ficamos “ensaiando”.

Desculpa, mas não temos tempo pra isso.

A vida passa depressa demais. Não dá para deixar para amanhã. O momento é agora.

Tem gente que espera por um milagre, um sinal do céu para tomar uma decisão. Concordo que não podemos ser precipitados. Ansiedade leva-nos a errar. E, por vezes, erros irreparáveis. Porém, adiar uma escolha, o começo de um novo projeto significa jogar fora o nosso bem mais precioso: a vida. Não podemos ficar vendo-a passar; é necessário participar dela. Entregar-se, envolver-se, sentir… Enfim, viver.

Não existe depois… O depois é consequência do agora. O hoje mal vivido será motivo de lamentações amanhã. Não existe amanhã se não o construirmos hoje.

PS- Só tem corpo malhado e definido quem vai além do aquecimento.

A única coisa que as pessoas gostam que leva à reflexão é o espelho

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A frase não é minha. É da Rosana Hermann. Foi dita de forma despretensiosa num “papo cabeça” com a Clara Averbuck. Mas resume bem o que somos. Ou o que a maioria é ou deseja.

Ninguém quer pensar. Pensar dá trabalho. Cansa.

Livros bons são livros fáceis. De leitura fácil.

Filmes interessantes são filmes que a gente entende. E com finais que não nos surpreendam. Não incomodem. E nem fujam da expectativa gerada ao longo da trama.

Textos agradáveis são os mais curtos. E de preferência com argumentos rasos, trazidos do senso-comum. Se tiver uma piadinha ou um toque de humor pornô, melhor ainda. Afinal, não se pensa. Sente-se; e com as partes baixas do corpo.

As pessoas até querem mudar. Mas não pode dar trabalho – principalmente para o cérebro. Por isso, gostam tanto de receitas. Coisas do tipo:

- como juntar um milhão em 10 anos;
- como perder três quilos em cinco dias;
- como ganhar músculos em um mês;
- como levar a secretária para a cama;
- como segurar seu homem;
- orgasmo em 23 lições;
- saiba o que os homens querem;
- aprenda a lidar com o estresse;
- como se sair bem na entrevista de emprego;
- como ganhar a promoção dos seus sonhos…

A lista é grande. Você conhece. E talvez goste dela.

A vida parece ficar simples quando só precisamos seguir as dicas. Tudo se resume em “fazer”. Faço isso, ganho aquilo. É só seguir o script.

Encontrar por nós mesmos as respostas não é o caminho desejado. É melhor quando escolhem em nosso lugar. Quando dizem o que temos que fazer. De preferência, com promessas de recompensa, de sucesso.

Entretanto, eu ainda entendo que vale a pena contrariar. Não seguir a multidão. Talvez seja mais difícil. Mas quando exerço a reflexão, penso por mim mesmo. Sinto-me um pouco mais eu; mais dono de mim. Talvez erre mais, incomode mais. Ainda assim, garanto ao menos o direito de acreditar que sou livre.

PS- Quanto ao título, preciso explicar?

Qual o seu maior sonho?

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É sério… Já pensou nisso?

Não, não estou perguntando se você quer ir para o Céu. Se a pergunta fosse feita dentro de um templo religioso, é provável que a resposta seria: “ah… eu quero conhecer Jesus”; ou então, “eu quero morar no Céu”.

Tudo bem. O Céu, para quem é cristão, é sinônimo de vida eterna. Também significa não mais dor, não mais sofrimento, não mais morte… E tudo isso é muito bom.

Porém, esse é um sonho que está noutro universo. E que passa, inclusive, por um ato de fé.

Eu pergunto de sonhos, desejos, vontades.

Por sinal, é engraçado essa coisa de crenças, religião. Tempos atrás, numa entrevista para um grupo de jovens cristãos, me perguntaram sobre o Céu. Respondi que minha visão de Céu é de um mundo ultra, mega, power tecnológico. Uma coisa muito louca. Fiz uma descrição que levou muita gente a comentar: “o céu do Ronaldo é high-tech”.

As pessoas até riram na hora, mas acho que ficaram um tanto decepcionadas. Talvez queriam outro tipo de resposta.

Mas essa é uma outra história.

Neste papo aqui, penso em um grande sonho… Ou quem sabe em grandes sonhos, coisas que desejamos, que queremos viver, realizar.

Sabe, os sonhos são o nosso motor, o nosso combustível – o motivo de vivermos. A gente pode sonhar com o sucesso de uma carreira, pode sonhar com a conclusão de um curso universitário… pode sonhar em conquistar uma pessoa especial. Há muitos sonhos.

Alguns são realizáveis. Dependem de nosso esforço. Outros não dependem de nós. Por isso, podem ou não se concretizar.

Quando permanecem no universo de nossos desejos e vontades, nossos sonhos podem se tornar pesadelos. Às vezes, nos causam uma sensação horrível: sentimo-nos impotentes. Já me senti assim algumas vezes. Você quer, mas não pode; você tenta, mas não consegue.

Creio que todo mundo já experimentou essa sensação. Ela é natural. É a resposta de nosso coração ao sonho não realizado – ou realizável.

Entretanto, diante de tal quadro temos duas opções. Podemos escolher nos acanhar, nos fechar, nos silenciar e morrer aos poucos; ou, o que sugiro, olhar adiante, sacudir a poeira e sonhar novos sonhos.

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Porque na muita sabedoria há muito enfado; e o que aumenta em conhecimento, aumenta em dor (Eclesiastes 1:18).

Bom dia. Ótima sexta-feira!

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O temor do Senhor é o princípio do conhecimento; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução. (Provérbios 1:7)

Bom dia. Ótima quinta-feira!

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Porque Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para agora comparecer por nós perante a face de Deus (Hebreus 9:24).

Bom dia. Ótima quarta-feira!

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Considerai os corvos, que nem semeiam, nem segam, nem têm despensa nem celeiro, e Deus os alimenta; quanto mais valeis vós do que as aves? (Lucas 12:24)

Bom dia. Ótima terça-feira!

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O que guarda a sua boca conserva a sua alma, mas o que abre muito os seus lábios se destrói. (Provérbios 13:3)

Bom dia. Ótima semana!!!

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A ira do insensato se conhece no mesmo dia, mas o prudente encobre a afronta (Provérbios 12:16).

Atrasado, mas bom dia. Ótima sexta-feira!

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A ansiedade no coração deixa o homem abatido, mas uma boa palavra o alegra. (Provérbios 12:25)

Bom dia. Ótima quinta-feira!

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Sabendo que, se o nosso coração nos condena, maior é Deus do que o nosso coração, e conhece todas as coisas. 1 João 3:20

Bom dia. Ótima quarta-feira!

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E nós conhecemos, e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor; e quem está em amor está em Deus, e Deus nele. (1 João 4:16)

Bom dia. Ótima terça-feira!

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Mas eu sou pobre e necessitado; contudo o Senhor cuida de mim. Tu és o meu auxílio e o meu libertador; não te detenhas, ó meu Deus. (Salmos 40:17)

Bom dia. Ótima semana!

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Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece. (João 3:36)

Bom dia. Ótima sexta-feira. Um mês de outubro iluminado para todos.

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O que lavra a sua terra se fartará de pão; mas o que segue os ociosos é falto de juízo. (Provérbios 12:11)

Bom dia. Ótima quinta-feira!

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