Minha filha… um texto, uma emoção

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Estou longe de ser um bom pai. Mas tenho um enorme orgulho dos meus filhos. Por opção, raramente falo deles. Ou de minha família. Eu sou um sujeito público. Eles, não. Se um dia quiserem mudar isso, será uma escolha deles. Não minha.

Hoje, porém, sinto-me no dever de quebrar minha “regra”.

Enquanto me preparava para sair de casa e ir para a CBN, encontrei um bilhetinho da minha pequena. Minha garotinha deixou um recado no balcão. Tinha data, nome e uma pergunta:

- Pai, você gostou?

E, depois dessa pergunta, outra:

- Dá para colocar no blog?

Minha menininha, minha Maria Eduarda, com seus dez aninhos, atrevendo-se a escrever. Sei que ela gosta. Tem o hábito de mandar cartinhas, bilhetes… Porém, não imaginava que quisesse compartilhar alguma coisa em meu blog.
Fiquei emocionado, confesso.

O texto dela é curto, mas muito singelo. Compartilho.

Escolhas

Tem vários momentos da vida que precisamos escolher.

Com as escolhas, formamos o nosso caráter. Se a pessoa faz escolhas boas, ela é sabia; se faz escolhas ruins, não é sabia.

Você que joga lixo no chão, não respeita a natureza, não respeita os negros, índios, japoneses… que caráter você tem?

Blog, números e um “muito obrigado!”

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O bacana de manter um blog durante tanto tempo é perceber que, quando a gente quer, é possível resistir num projeto por amor, por ideal… Não por dinheiro.

Pensava nisto depois de ver dois números do blog, nesta semana. O primeiro deles, o número de acessos. Passamos de 600 mil. Poxa, é muita coisa!

Tudo bem… tem um monte de blogs muito mais badalados, acessados. Porém, isso não me impede de considerar um sucesso esta página aqui. E não por causa da estatística em si. Mas pelo que ela representa. Como disse no post anterior, blog é igual padaria: tem que ter pão quente. Ou seja, chegamos a 600 mil acessos únicos porque, ao longo desses mais de quatro anos, consegui manter a regularidade com a publicação de mais de 5,5 mil posts. Isso mesmo: mais de 5,5 mil textos sobre diferentes assuntos.

O segundo número foi o do “na segunda, uma música”. Começou como uma brincadeira e, na última segunda-feira, publiquei o centésimo post da “série”. Confesso que nem sempre penso numa canção para compartilhar. Entretanto, fico satisfeito quando recebo sugestões para esse espaço do blog, ou ouço comentários sobre a música que postei. Fico extremamente satisfeito. É muito bom.

No entanto, além de confirmar que é possível ser perseverante quando a gente gosta de verdade de um projeto, de alguma coisa, diria que fica mais fácil quando contamos com o apoio das pessoas. Embora seja algo muito pessoal, o blog ganha vida por causa dos leitores. É o reconhecimento e incentivo dos amigos que dão “fôlego” ao blogueiro. Por isso mesmo, só posso dizer a todos que sempre estão comigo, obrigado! Muito obrigado!

Está faltando pão quente

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Um blog é igual uma padaria. Precisa ter pão quente. Padaria sem pão… quebra. Blog sem post novo não é blog. Não desperta interesse. Perde leitores.

Na verdade, o sucesso de qualquer mídia é a regularidade. A oferta de novidades. É uma regra.

Por isso, sempre me sinto incomodado quando fico em falta com os leitores. É verdade que não tem o compromisso de publicar. A página é pessoal. Não é patrocinada. E nem tem o perfil de ser factual. Entretanto, parece que está faltando alguma coisa. É o tal do “pão quente”. Não dá pro “cliente” aparecer no “balcão” e voltar de mãos vazias.

Nesses dias, tenho minhas razões para estar em falta com os caríssimos leitores. Em especial, por estar apresentando as duas edições do jornal local da CBN Maringá. É janeiro. O empenho é redobrado para garantir cinco ou seis horas de notícias, entrevistas etc, ao vivo.

Manter-se focado em não perder um lance que possa se transformar em material para os jornais acaba roubando a disposição de escrever para o blog. Falta fôlego para novos textos. Ainda assim, cá estou… Tentando ao menos dizer que… estou vivo. E o blog também.

Ah… tenho estado mais presente no Twitter. Siga-me por lá.

Seis anos de blog

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Faz seis anos que estreei na blogosfera. Coincidentemente, também era uma segunda-feira. Uma tarde de segunda-feira. Não tinha grandes pretensões. Apenas queria expor minhas opiniões. E falar sobre assuntos que não cabiam no jornal. Que não rendiam matéria.

Na época, contava com dois “professores”, o Fábio Linjardi e o Andye Iore. Eles eram os mentores de um dos blogs mais interessantes que Maringá já teve, o Factorama. Trabalhávamos juntos na redação do Hoje Maringá.

Quando falei da ideia de fazer o blog, o Fábio me deu força e até ajudou a criá-lo. Na época, mesmo utilizando o Blogger, não era tão simples colocar um blog no ar. Ainda assim, deu certo e rapidamente peguei gosto pela coisa.

Nesse fim de semana, revendo algumas postagens, senti saudade. O blog nasceu político e tratava principalmente de assuntos relacionados à Câmara de Vereadores e administração municipal. Os textos eram bastante corajosos; ousados, eu diria. Talvez reflexo do jornalismo que fazíamos no Hoje, com toda liberdade dada pelo Chico (dono do jornal) e pelo clima proporcionado por aquele ambiente em que eu trabalhava.

O tempo passou rápido e, poucos meses depois, deixei as ruas. Tornei-me âncora da CBN. E embora os fatos continuassem sendo contados no blog, eu já não tinha mais o contato direto com as fontes, com os bastidores. Eu falava não do que via, mas do que ouvia. Aos poucos, percebi que não dava mais para manter a página com o mesmo formato. Durante muito tempo, insisti. E até fiquei frustrado porque não dava conta de escrever da mesma maneira.

Entretanto, aos poucos, descobri que podia falar de outras coisas. Assuntos que eu gostava, mas que relutava publicar porque sentia um pouco de vergonha de tratar desses temas. Tinha aquela impressão: o que as pessoas vão pensar de um jornalista, âncora de uma emissora séria como a CBN e professor universitário, ao vê-lo falando de relacionamentos, por exemplo?

Fui vencendo a vergonha, os leitores foram chegando – os de política, já tinham ido embora – e o blog ganhou uma nova cara. Ou, uma nova linha editorial. Voltei a ter prazer em escrever. Claro, nesse tempo, a constante insatisfação me fez abrir vários blogs. Porém, o que ficou mesmo foi este daqui, que comecei em 2007.

Ainda tenho vontade de fazer um blog como o primeiro, o Opinião do Ronaldo. Na verdade, gostaria de fazer as duas coisas: este daqui e um outro como o primeiro. Mas não dou conta. Na última sexta-feira, até “encerrei” um recente que representava uma dessas tentativas de retomar o factual. Não deu certo. Talvez um dia… Hoje, não é possível. Não consigo conciliar.

Enquanto isso, espero seguir por aqui. Compartilhando ideias, reflexões e, com um pouco de sorte, tocando as pessoas e fazendo novos leitores e amigos.

Tirando o twitter do facebook

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Tempos atrás publiquei aqui sobre o uso das redes sociais. Apontei que cada uma delas tem uma característica e que merece um conteúdo específico. Na época, também disse que estamos em todos os lugares. Por isso, não damos conta de fazer algo “personalizado” para cada um desses espaços. Entretanto, concluí que, se quero continuar usando as redes, devo fazer isso de maneira minimamente coerente. Afinal, se dou aula no Ensino Superior sobre esse universo digital, como posso produzir de maneira inadequada?

O primeiro passo foi dado hoje. Prestes a completar seis anos usando a rede, comecei minha “comemoração pessoal” tirando o meu twitter do facebook. A partir de agora, pretendo separar o uso das redes. Claro, vou continuar repercutindo os textos do blog em todos esses espaços. Entretanto, a proposta é respeitar as características de cada uma dessas redes e usá-las da melhor maneira possível.

Vai dar certo? Difícil responder. Mas entre erros e acertos, penso, sempre aprendemos. Então, vamos em frente.

Um texto: às vezes, toca; outras, só palavras jogadas ao vento

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Minha vida é construída sobre uma rotina. É a única forma de fazê-la funcionar. Não há outra forma de trabalhar cerca de 13 horas por dia, dar conta de ser pai de família, cuidar do corpo e da mente e ainda dormir algumas horas – afinal, ainda não inventaram um jeito da gente viver sem dormir.

E é nessa rotina que encontro um tempo para o blog. Escrever faz parte do meu dia. Tenho um tempo para isso. Programei minha vida em torno de algumas prioridades. Entre elas, está a publicação de pelo menos um texto a cada dia.

Acontece que a mesma rotina que faz minha vida funcionar é a que me consome em torno da busca de um tema. Os minutos passam e, quando vai batendo no limite – naquele horário que ou “brota” um texto ou nada vai pra rede -, é impossível evitar a ansiedade e até um certo estresse.

Já disse aqui que superei o sentimento de escravidão. Por muito tempo sofri em função da obrigação que sentia de publicar. Hoje, estou mais relaxado. Entretanto, ainda sinto necessidade de escrever. Preciso produzir. É um compromisso com os leitores. Porém, é, primeiro, um compromisso comigo mesmo.

Mas quem disse que é tão simples assim?

Às vezes, tenho o tema. Faltam os argumentos. Outras, tenho o tema e os argumentos. Mas cadê a disposição para colocar “no papel”? Sem contar a dúvida: alguém está interessado em ler isto?

Não gosto de ler bobagens. Então, por que meus leitores perderiam tempo com algo descartável?

Sabe, o processo de criação é sempre desafiador. Ainda esta semana ouvia o trecho de uma entrevista concedida pelo cartunista Lukas ao jornalista Marcelo Bulgarelli, na época que ele ainda era repórter da CBN Maringá. Ele falava da dificuldade que muitas vezes sentia para criar um cartoon. Tinha a ideia, mas os traços nem sempre traduziam seus desejos.

Também é assim com os textos. Idealizo, mas eles têm vontade própria. Vão para onde querem ir. Algumas vezes, tocam; outras, são apenas palavras jogadas ao vento.

Por que escrevo?

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Escrevo por prazer. Mas também por exercício. Tempos atrás publiquei aqui que havia deixado de ser refém do blog. Verdade, não sofro mais pela necessidade de oferecer um texto novo visando atrair mais visitas a esta página. Entretanto, sofro pela ausência da escrita. Não escrever me deixa com uma sensação ruim. É como se estivesse faltando alguma coisa.

Sempre discuto com meus alunos que o texto é uma atividade criativa. Em alguns casos, artística. E a arte carece do tempo, de elaboração inspirada. E, de fato, ter uma rotina de escrita resulta em muitos textos pouco empolgantes. De uma dezena deles, geralmente um ou dois tocam profundamente, eternizam-se.

Isso acontece aqui e em todas as páginas em que o autor se obriga a escrever, dentro de prazos, respeitando um calendário, uma rotina. Quem produz no seu ritmo, e apenas quando se sente inspirado, quase sempre acerta o tom e é capaz de sensibilizar o leitor.

Dias atrás uma amiga blogueira me questionou sobre esse meu ritmo de produção. Ela revelou: “não consigo ter um texto para postar diariamente”. Mas ela escreve quando se sente pronta para isso. Às vezes, demora 30 dias para publicar algo novo. No entanto, cada texto se torna único.

Não consigo fazer isso. Se deixar de publicar, deixo de acertar. Meus textos ganham vida quando começo a compor a primeira frase. Aos poucos as ideias vão se alinhando, as frases surgindo na tela e algo que não esperava produzir se completa diante de meus olhos. Por vezes, nem parece meu. É mágico.

Uma leitora recentemente brincou: “você é bruxo, psicológo… o que é?”. Ela sentiu-se tocada por algumas reflexões deste blog. Fiquei feliz. Respondi: “gosto do bruxo”. Gosto pela grata satisfação de compartilhar sentimentos e receber gente aqui que, em um ou outro casos, identifica-se com pensamentos que são construídos de maneira quase mágica, como se não dependessem de mim.

Por isso tudo, escrever é prazer. Ainda que um exercício cansativo e até traumático, quando as palavras me escapam.

Crise de criatividade e a dura realidade

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Acompanho semanalmente a coluna de alguns jornalistas, cronistas etc. Também tem alguns blogueiros que fazem parte da minha lista de leitura obrigatória. São pessoas que gosto, que admiro – seja pela capacidade de argumentação, pela criatividade ou pelos bons temas. Entretanto, noto que ninguém consegue ser sempre brilhante. Ainda que sejam admiráveis, não há uma regularidade. Há textos que são únicos; outros que são “apenas” bons.

Confesso que isto me tranquiliza. Afinal, não raras vezes me sinto em plena crise de criatividade. Nenhum tema me empolga. Nada que esteja disposto a fazer me faz vibrar. O resultado é mais que esperado: nenhuma produção se torna significativa.

Na faculdade, numa das minhas disciplinas sempre discuto a produção cultural e as consequências do ritmo quase industrial que se impõe ao mercado da arte. Com frequência, comento que não há criatividade que resista a agenda das gravadoras, editoras, emissoras de tevê etc.

Todo mundo tem bons e maus dias. Portanto, não é só talento.

Fico imaginando o drama que vive um autor de novelas. O cara tem que escrever todos os dias durante oito, nove meses. Como é possível criar personagens e histórias que surpreendam durante todo o tempo em que a obra estiver no ar? É impossível. Ainda que existam auxiliares, gente para incentivar, trocar ideias. Afinal, tem dias que a gente simplesmente não quer sair da cama. Muito menos sentar em frente a um computador e produzir. E produzir de maneira criativa, cativante.

Cá com meus botões, entendo que deveríamos respeitar o tempo de cada um. Permitir que cada “artista” tenha a chance de ser único. No entanto, isto é só um sonho utópico. Nenhum colunista mantém seu emprego se escrever durante quatro semanas seguidas e precisar de outras três para voltar a produzir um único texto; nenhum escritor vai conseguir sobreviver de sua produção se não entregar um novo livro dentro dos prazos desejados pela editora… E assim por diante. Vale até para nós, blogueiros de plantão. Sem novos textos, a página perde visitantes. E sem eles – ou seja, vocês – não há razão para seguir por aqui.

Blog: um exercício de escrita

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Tempos atrás escrevi por aqui que havia deixado de ser refém do blog. Embora sempre queira escrever, nem sempre é possível. E, durante muito tempo, sofri muito quando não conseguia postar quatro, cinco vezes por dia.

Na verdade, tentei me “liberar” desta página com o objetivo de escrever pelo prazer de escrever. Acontece que é frustrante quando passo um dia todo sem publicar nada. Ontem, cheguei a abrir o administrador, mas simplesmente não deu pra escrever uma única linha. Na segunda-feira, isso também tinha acontecido. Mas acabei dando um jeito de postar pelo menos o “na segunda, uma música”. Isto, quase à meia-noite.

O blog faz parte de minha rotina. Talvez por isso sinta tanta falta de estar aqui. É um exercício de escrita. Um exercício de reflexão… Melhor que isso, uma oportunidade de aproximação diária com dezenas de pessoas que passam por aqui. Então, se você prestigia, obrigado!

Bom dia.

Deixei de ser refém do blog

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Teve um tempo que passava o dia com o administrador do blog aberto. Postava notinhas o tempo todo. Dia desses notei que, num único mês, foram cerca de 200 textos. Claro, tem gente que escreve muito mais que isto. Mas, para os padrões atuais desta página, é muita coisa. Hoje, está difícil manter a média de um post/dia.

Falta de assunto? Talvez. Inspiração? Também pode ser. Mas a principal razão é que optei por deixar de colocar aqui assuntos factuais, notas que podem ser encontradas em qualquer outra página. Uma vez um amigo comentou:

- Gosto de ler seus textos. Não as notícias.

Ele tinha e tem toda razão. O blog é pessoal, é pra ter minha cara e já há muito tempo não tenho o mínimo interesse de ficar publicando notícias aqui. Posso até usar uma ou outra pra discutir algo que considere relevante. Nada mais. Do contrário, se for pra ficar atualizando com os fatos do dia, viro refém do blog.

Era assim que me sentia: pressionado. Pressionado pela obrigação – que eu mesmo estava impondo sobre mim – de publicar as últimas novidades do dia. Simplesmente não dava conta.

Do jeito que está, sinto prazer em escrever. Aos poucos, o blog vai tendo minha cara, os textos ficam mais pessoais e as pessoas que por aqui passam vêm para ler os meus textos e não por imaginarem que dei o último “furo”.

O desafio da síntese

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Tinha prometido pra mim mesmo que não escreveria textos longos. Mas nos últimos três posts, quebrei a promessa. Tudo bem, nem são tão longos assim. Não contei. Mas devem dar menos de 3 mil caracteres. Não é um exagero. Mas para a internet, é quase um “livro”.

A proposta do blog continua sendo “pensar alto”, refletir. Não estou postando notícias. Até posso usá-las para dar voz ao meu auto-falante interior. Porém, nada além disso.

Desta forma, também não dá para dar conta de expor uma ideia em menos de três ou quatro parágrafos.

Acontece que a necessidade de detalhar o raciocínio, a dificuldade de leitura de alguns, a importância de uma contextualização mínima e de uma lista razoável argumentos tem resultado em textos mais longos. Por um lado, fico insatisfeito. Por outro, tento me conformar. Afinal, se o blog tenta ser minha “cara” vai sempre acabar refletindo minha constante necessidade de explicar tudo e, além disso, a rotineira insatisfação com tudo que produzo. É o mal de todo perfeccionista.

Não, este blog não é do Ronaldo

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Ok. O blog é do Ronaldo. Mas não do Fenômeno. E sim do Nezo. Acho que tem gente que não sabe ler. Afinal, já escrevi por aqui uma vez, mas vou repetir: na internet tem muito analfabeto. Só pode. Os caras passam por aqui, deixam comentários como se a página fosse do atacante do Corinthians. Será que não viram sequer a foto aí do lado?

Com todo respeito às pessoas que falam comigo como se eu fosse o Fenômeno, mas já é demais deixar até receitinha pra emagrecer. Desculpa aí. Não é pra ofender, mas será que é tão complicado identificar o autor/responsável pelo blog?

PS- Acho que a origem do problema está aqui(leia o texto no link).

Com a “casa em ordem”

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Deu trabalho, mas acho que consegui resolver parcialmente os problemas do blog. Com tema novo, minha “casa” está funcionando bem, deu pra retornar algumas funções da página anterior, mas ainda não estou seguro que vai dar certo usar o Posterous pra publicar meus textos. Por isso, a ideia é postar diretamente pelo próprio WordPress. Só não sei como vão ficar as fotos e vídeos que pretendo compartilhar.

Mas apesar do trabalhão pra botar a casa em ordem, foi legal rever por exemplo a lista de links. Dei uma geral. Descobri que deixava entre os favoritos vários blogs que já nem existem mais; outros que estão desatualizados há tempo; e ainda de gente que hoje prefere o twitter e outras redes sociais pra produzir conteúdo.

Na verdade, esta é mesmo uma tendência: blogs ainda são uma boa ferramenta pra compartilhar informações. Entretanto, ainda que existam milhões de páginas pessoais e outras estejam sendo criadas diariamente, já não há uma febre por blogs. E estes espaços estão se tornando cada vez mais especializados, com características bem definidas. Do contrário, não sobrevivem.

Vamos tentando…

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Como disse no post anterior, o blog está completamente maluco. Desde que comecei a publicar pelo Posterous, perdi a configuração da página. Pra resolver, ao que parece, teria que deletar todos os últimos posts. Como não pretendo fazer isso, mudei o tema e aos poucos vou acertando a cara do blog. Por enquanto, vamos tentando assim. Espero que os amigos e leitores não estranhem demais a nova “cara” do blog.

Ele está descontrolado

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O blog. O blog está descontrolado. Perdi controle sobre sua configuração. Simplesmente não consigo arrumar. É por isso que tirei o twitter, o tumblr e tudo mais aqui da página. Estou tentando descobrir o que está acontecendo. Enquanto isso, vão sendo postados apenas os textos.

Em novo endereço

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Caríssimos amigos e leitores,

A partir desta segunda-feira, toda produção de conteúdo relacionada com meu trabalho de jornalista estará num novo blog. Os resumos das revistas, as notas de esporte, os comentários etc etc, ficarão disponíveis no Tumblr.

Espero, com isto, organizar melhor as informações que disponibilizo há mais de cinco anos na blogosfera. Os textos pessoais e melhor elaborados seguem por aqui, mas agora como extensão do Caríssimos.

Poucos dias

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Tirei uma semana de folga. Nem deu para avisar os amigos e seguidores do twitter e do blog. Consegui há pouco um sinal de wireless e aproveitei para dar um alô para este universo digital.

Mas enquanto não retorno, obrigado pelos comentários, emails… Enfim, valeu pela companhia.

Seja bem-vinda Aline

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Queria ter publicado este texto um pouco mais cedo. Na verdade, minutos depois do post anterior. Não sei quantos dos leitores notaram, mas “Páginas de meu caderno” não fui eu quem escreveu. Trata-se de um primeiro texto de uma aluna e amiga muita querida. Não sei quantas vezes por semana, mas a Aline Yuri deve estar por aqui compartilhando um pouco do que pensa sobre a vida, sobre os fatos, sobre a sociedade.

Dia desses, a Aline me procurou. Queria muito publicar na rede. Pensava em dividir um blog com amigos. Ela me disse: “Professor, quero escrever, mas ainda não consigo manter um blog sozinha”.

Bem, eu já tentei dividir espaço no blog com outras pessoas. Por não ser simples manter a rotina da escrita (é preciso uma certa disciplina), acabei ficando sozinho. Mas a Aline me pareceu empolgada em compartilhar suas ideias. Tomei a liberdade de convidá-la. E ela aqui está. Espero que por muito tempo. Se não for, ainda assim vou continuar torcendo por essa jovem simpática, inteligente e determinada.

Aline, o blog também é seu. Seja bem-vinda. Espero que curta este espaço e exercite a reflexão, criatividade e o texto, que é tão importante para nós, jornalistas.

Em todos os lugares

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A multiplicação das redes sociais tem mudado nossa relação com os amigos leitores. Recordo que, quando fiz minha estreia na blogosfera, todo o contato era pelos comentários deixados na própria página. Hoje é diferente. Boa parte da interação se dá pelo Twitter e Facebook. É legal isto. Estamos em todos os lugares. Não há mais limites para a informação e nem para o contato com as pessoas. O único vazio nesse processo é a ausência de dados que revelem a dimensão que passa a ter cada nova publicação.

O blog ganha um novo visual

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Melhor? Talvez. Diria, mais moderno. Perdemos espaço para a leitura. Vai ser preciso usar o mouse para ler um texto mais longo. Com o fundo cinza, será preciso se acostumar com o novo jeito de ver os tweets. Links dos blogs favoritos, tags, arquivos etc ficaram logo embaixo dos posts (no rodapé do blog). Por sinal, também reduzi o número de textos na página principal – agora são apenas 12.

Há dias venho estudando alterar o layout desta minha página. Reflexo de meu momento de insatisfação, precisava mudar o blog. Na verdade, o que mais necessito é recuperar o ritmo de produção. Mas, se não conseguir, ao menos já dei um primeiro passo em direção ao meu desejo de dar uma cara nova para minha “casa” na internet. Afinal, já estou no WordPress há três anos e esta é “apenas” a quarta alteração que faço.

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