Ainda há esperança…

Os candidatos a prefeito ainda podem alimentar esperança de vitória.
Pesquisa CNI/Ibope revela que 30% dos eleitores decidem o voto na reta final da campanha.
Deste total, cerca de 13% no último dia. Ou seja, domingo.

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Fluminense demite Cuca…

Gosto do técnico Cuca…
Nem sei por quê.
Por isso, lamento a demissão dele.
Mas foi melhor assim.
O Fluminense está mal no Brasileirão.
Corre risco de cair pra segundona.
Fora do Flu, Cuca não poderá ser culpado do rebaixamento.

Lucia Hippolito abre o voto…

A comentarista e cientista política Lucia Hippolito revelou quem apóia politicamente.
Apontou quem são seus candidatos em três cidades: Rio, Fortaleza e Porto Alegre.

Fiquei surpreso com a iniciativa da Lucia.
Mas aprovei.

Na imprensa, somos “convidados” a manter uma posição isenta.
É proibido posicionar-se.
Jornalista parece não ter direito de ter uma ideologia.
As pessoas acreditam que dizer de que lado está tira a credibilidade do jornalista, comentarista, cronista e do próprio veículo de comunicação.

Por conta disso, assume-se uma falsa imparcialidade.
Afinal, ainda que se mantenha uma certa distância, é impossível não ter simpatia por um ou outro candidato.

Sou favorável a demonstração pública do posicionamento político.
É uma forma de cair a máscara e tornar o processo mais transparente.
Mas a sociedade ainda não está preparada para isto.
Trata-se de um caminho longo a ser percorrido.
A iniciativa de alguém com a credibilidade da Lucia Hippolito é um dos primeiros passos…
Junto com a de alguns outros jornalistas e comentaristas.

Por aqui, a gente sonha que o pensamento provinciano evolua a ponto de ser possível expressarmos também nosso posicionamento sem comprometimento da credibilidade e idoneidade de cada análise, comentário ou reportagem.
Afinal, creio que explicitar uma posição política em nada compromete quem atua com responsabilidade e ética.

Cadê os agentes? – III

O leitor – e meu aluno – Douglas, reforça a reclamação:

O Semáforo da avenida Herval com a João Paulino parou de funcionar por volta das 19h. Às 23h, quando passei novamente pelo local, ele continuava piscando. O cruzamento estava um verdadeiro caos, e não havia nenhum tipo de fiscalização no local.

Cadê os agentes? – II

O amigo e ex-diretor de trânsito de Maringá, Luís Miura, comenta:

Não se pode questionar a insuficiência no quadro de fiscalizadores de trânsito na cidade. Embora devam se contar os Policiais Militares mais os agentes municipais, a quantidade é visivelmente pequena. Por isso essa atividade é exercida quase que burocraticamente como outra repartição pública. E trânsito não se faz assim. 24 horas no ar, não garante excelência. Muito menos trabalhando no horário de expediente da administração burocrática. Segurança pública se faz principalmente quando todo o resto está descansando ou se divertindo. Maringá, pela minha proposta de reduzir, em quatro anos, para metade o número de óbitos no trânsito, tinha como uma condição aumentar o quadro para 90 Agentes. O que, assim mesmo, significaria cerca de 20 agentes trabalhando 24 horas no ar. Atuando em 4 turnos de 6 horas. Com menos de um quarto dessa necessidade, não se consegue administrar corretamente e eficientemente o trânsito de uma cidade como Maringá. Excepcionalmente, se os administradores forem inteligentes e capazes, consegue-se pontualmente uma excepcional idade como a que ocorreu em 2005 (redução em 26% no numero de mortes). O sistema de trânsito da cidade (Município, Estado e União) funcionando de forma sincronizada. E principalmente, a sociedade civil (mídia, clubes de serviço, entidades religiosas, etc.) compreendendo e colaborando.

Cadê os agentes?

Se alguém tiver notícias dos agentes de trânsito, avise-me.
Tenho questionado aqui há algum tempo a ausência de agentes em Maringá.
A cidade conta com pouco efetivo.

Por exemplo, ontem, por volta das 18h50, um semáforo deixou de funcionar no cruzamento das avenidas Paraná e Brasil.

Quem fazia o controle do trânsito?
Policiais militares.

Por quê?
Por falta de agentes.

Na segunda-feira, situação semelhante, no mesmo horário.
Mas em número maior de semáforos do centro.
Detalhe, nem PM’s ordenavam o trânsito.
Os motoristas decidiam a preferência de passagem.

O controle do tráfego em Maringá é municipal.
Responsabilidade do gestor público municipal.
Mas faltam agentes de trânsito.
O problema é que a administração diz que eles existem.

Atualizado: Recebo a informação que a prefeitura já contratou mais agentes.
Estariam sendo treinados.

As manchetes…

Destaques dos jornais em circulação nesta quinta-feira, 2 de outubro:

– Proposta de Requião deve elevar preços
O jornal O Diário de hoje destaca o projeto do governo Requião de mudar as alíquotas do ICMS. Para reduzir o imposto para alimentação, vestuário e higiene, o governo quer aumentar a alíquota para combustíveis, telefonia e energia. A reportagem traz um especialista avaliando que esses preços vão subir.

– Candidatos se despedem do eleitor confiantes na vitória no domingo, 5
A manchete do Hoje Notícias trata do último dia de propaganda eleitoral gratuita dos candidatos a prefeito de Maringá. A reportagem lembra que, no programa de tevê, os candidatos fizeram um resumo das propostas de governo e se despediram dos eleitores.

– Candidatos assumem compromisso de transparência
A manchete do Jornal do Povo ressalta o compromisso firmado pelos candidatos a prefeito de Maringá com o Observatório Social e a SER, Sociedade Eticamente Responsável. As entidades elaboraram um termo dirigido aos candidatos na qual eles se comprometem, em caso de eleição, a administrar o município de forma transparente, visando otimizar o uso do dinheiro público.

Diário do Noroeste de Paranavaí
Temporal destelhou casas e derrubou árvores em Paranavaí

Umuarama Ilustrado
Comerciante é segunda vítima em Xambrê

Folha de Londrina
Programa prepara empresas para exportação

Gazeta do Povo
Crise bate à porta: sobe a taxa de juro para compra de carro

Jornal do Brasil
Brasil prepara pacote

O Globo
EUA: Senado aprova socorro mas custo vai a US$ 850 bi

Valor Econômico
Brasil e Argentina se armam para conter “invasão chinesa”

O Estado de S.Paulo
Governo tenta garantir o crédito de final de ano

Folha de S.Paulo
Senado dos EUA aprova megapacote