As revistas da semana

VEJA: – Enfim, alguém me entende. O primeiro manual da Sociedade Brasileira de Pediatria liberta os pais da rigidez das regras do passado e mostra como pode ser mais tranquilo cuidar de bebês e crianças pequenas. Nunca foi tão simples cuidar das crianças pequenas. O chefe do mensalão já opera 2010. Cassado, José Dirceu deixa em segundo plano seus negócios meio privados, meio estatais para mergulhar de cabeça na campanha presidencial de Dilma Rousseff. O Brasil na rota do Kindle. Leitor eletrônico da Amazon começa a ser vendido no Brasil a partir da próxima semana. O lançamento global do produto é o maior salto do livro digital.

ÉPOCA: – O último livro que você vai comprar. Chega ao Brasil o Kindle, o leitor eletrônico que guarda 1.500 volumes e promete revolucionar o jeito como lemos. Exclusivo na Época: acusado conta como o Enem foi roubado. Cinema: um executivo brinca de espião. Em “O desinformante”, Matt Damon é um bioquímico que passa informações pouco confiáveis sobre crimes ao FBI. O Nobel de Obama. Um prêmio às boas intenções. Com apenas 263 dias de mandato, Barack Obama é agraciado mais por seu esforço pela paz do que por resultados concretos.

ISTO É: Lula na telona. Cinema eleitoral (nada) gratuito. Com recursos de R$ 16 milhões e carregado de apelo emocional, o filme da história do presidente Luiz Inácio Lula da Silva se transforma em poderosa arma para a eleição de 2010. A crise do Enem desperta um novo movimento estudantil. Além do prejuízo financeiro, põe em xeque o sonho de acabar com o vestibular. Na Isto É, uma entrevista com Muricy Ramalho “O futebol é um grande negócio”. O técnico mais bem-sucedido do futebol brasileiro na atualidade fala de homossexualismo, drogas, política e aposentadoria.

CARTA CAPITAL: Um Deus cabo eleitoral. A ofensiva de evangélicos e católicos sobre os meios de comunicação à vista de 2010. Ainda na edição, a estreia do suplemento trimestral CartaVerde e a derrota de Silvio Berlusconi na Justiça italiana. Rio 2016. Depois do oba-oba. O risco de corrupção nem é o mais preocupante. O desafio é vencer a crônica incapacidade do Brasil de planejar e cumprir metas de longo prazo.

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