Ministro quer criar “Bolsa Celular”

É festa… O ministro Hélio Costa quer distribuir celular de graça. A ideia é dar 11 milhões de aparelhos. O “Bolsa Celular” custaria aos cofres públicos R$ 2 bilhões. As empresas cederiam os aparelhos e, durante dois anos, deixariam de recolher o Fistel – Fundo de Fiscalização das Telecomunicações – sobre esses telefones.

PS- Hélio Costa é ministro das Comunicações, mas é pré-candidato ao governo de Minas Gerais.

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Caso Geisy: também faz parte do showrnalismo

Está no R7:

Caso Geisy está entre mais lidos da imprensa mundial

Não é novidade. O caso reúne algumas características de “assunto bomba”. Trata-se de uma injustiça social, envolve uma universidade, uma jovem “bonitona” e provoca o machismo e o moralismo escondido atrás da fachada de uma sociedade que se diz liberal. Além disso, mexe com o imaginário popular, já que muita gente quer ver mais do que revelam os vestidos curtos da Geisy.

Por parte da imprensa brasileira, é só “dar corda”. O assunto rende. Primeiro, foi a repercussão natural da agressão dos colegas; depois, as entrevistas da Geisy; na sequência, a bobagem da Uniban de expulsar, com nota na imprensa, a jovem em meio à polêmica; por fim, a revisão da expulsão e a oferta de bolsa de estudos por parte de outras faculdades.

Teremos novos capítulos? Claro que sim. Certamente tem a definição da Geisy: voltar ou não para a Uniban? Depois, como será a recepção dos (novos) colegas? A estudante voltará a desfilar em vestidos curtos? E, quem sabe, uma proposta da Playboy para Geisy posar nua?

Claro, há exageros neste post. Mas o caso deve render até que surjam novas “bombas” a serem exploradas. Faz parte do showrnalismo.

Comércio ambulante e omissão do poder público

Reportagem da CBN Maringá falou sobre as expectativas de venda do comércio ambulante. Os camelôs estão animados com a chegada do Natal. Dizem que vendem bem mais nesse período do ano. E estão tranquilos. Não há fiscalização. Eles “trabalham” livremente.

Esse tipo de atividade é ilegal. E a favor da ilegalidade não há argumentos.

Semelhante a outros municípios, o poder público maringaense tem sido omisso, tolerante com o comércio ilegal. Não são apenas produtos de descaminho, tem ainda a venda de artigos piratas. CDs e DVDs são oferecidos livremente.

O comércio ambulante é ilegal. Deveria ser combatido. Aqui não cabe sequer o argumento de essa ser a única maneira desse pessoal obter renda.

Além disso, atrapalha o comércio, não há recolhimento de impostos e os próprios vendedores são vítimas da ilegalidade, pois estão fora do sistema previdenciário.

Claro, também somos responsável. Afinal, compramos esses produtos estimulando esse tipo de atividade. Contudo, penso que, embora seja necessário uma consciência ética, moral, o poder público deve ser cobrado por sua passividade diante de algo que está diante dos nossos olhos.