Repórteres brigam, ao vivo, por entrevista sobre apagão

Está no Comunique-se. As repórteres da Globo e Record se “estranharam” ao vivo. Ambas queriam falar com o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmerman.

O telespectador da Globo não percebeu a disputa. Na Record ficou evidente. O âncora cobrou quatro vezes a entrada da repórter e em todas elas, a jornalista se justificou que a colega não a deixava se aproximar de Zimmerman. O âncora da Record chegou a reclamar da assessoria, pois disse que o secretário-executivo não estava no ar na concorrente. Logo, poderia falar com sua equipe.

Cá com meus botões só queria entender por que uma emissora não podia aguardar a outra. A disputa precisa chegar a este ponto?

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Apagão é o assunto do momento

O assunto de hoje na imprensa nacional é o apagão de ontem. Dez estados brasileiros e o distrito federal ficaram sem energia elétrica. Cá com meus botões, estou pensando: vamos esquecer da Geisy? Afinal, a “velha” teoria da agenda setting explica a lógica das notícias…

Por sinal, dos grandes jornais do país, apenas a Folha e O Globo conseguiram dar o assunto como manchete. É provável que os demais já tivessem fechado a edição para impressão.

Estudante com microvestido irrita garotas

A Folha fez o teste… Convidou uma atriz para visitar quatro faculdades a fim de verificar se seria “notada”. A garota foi com vestido curto, provocante, tecido fino, e sem sutiã.

Não deu outra. As garotas olharam de cara feia, os rapazes ficaram constrangidos. Também não faltaram comentários do tipo: “puta”, “só pode ser aluna da Uniban”, “veio prospectar freguesia” e até “Isso é roupa de vir à faculdade?”.

Ou seja, o caso Geisy não foi e nem será capaz de superar a visão machista e moralista que se esconde atrás de nossa máscara liberal.

Sem família, sem filhos

George Clooney não quer ter filhos nem formar uma família. A notícia está no Uol. É direito dele. É melhor uma atitude consciente dessa que colocar um filho no mundo que terá um pai – ou uma mãe – ausente.

Entretanto, ainda me assusto com esse tipo de escolha. Não ter um filho significa se concentrar apenas em si. Não se dispor a doar um pouco de si para o outro. Entendo que o filho representa um pouco isto: o jeito de Deus nos disciplinar para o amor desinteressado.

Quanto à família, talvez seja a maneira mais eficiente de aprendermos a conviver com pessoas, fazer concessões, ser tolerante, dividir.

Câmara de Maringá proíbe narguilé

Os vereadores de Maringá aprovaram projeto de lei que proíbe o uso de narguilé. O projeto prevê multa e até mesmo suspensão de alvará para o estabelecimento que descumprir a norma.

Não haveria necessidade de uma medida tão dura se as pessoas tivessem um pouco mais de bom senso. As pesquisas indicam os riscos reais do consumo de tabaco. O narguilé representa o consumo de 100 a 200 cigarros. É uma overdose.

Quando a Câmara proíbe, indica que o poder público está preocupado com a saúde da população. Indica ainda responsabilidade com o dinheiro público. Afinal, os fumantes de hoje são candidatos a doentes amanhã. Serão usuários do Sistema Único de Saúde, responsáveis por minar os já escassos recursos da saúde pública.

Duas notas

Veja aqui um resumo das manchetes dos jornais. Destaque para a condenação dos responsáveis pela chacina de Guaíra, em setembro do ano passado. Pegaram 348 de prisão.

Alguns destaques do esporte. O Vasco está a uma vitória do título da Série B. Depois de quatro jogos, o Guarani voltou a vencer.

Playboy e Sexy têm “planos” para Geisy

O que disse ontem por aqui? Ainda vamos assistir novos capítulos do caso Geisy. Um deles já começa a ser escrito. O diretor de redação da Playboy, Edson Aran, diz que tem interesse em ter a polêmica estudante na capa da publicação. A Sexy também está de olho em Geisy Arruda.