O papel e a importância do diretor de escola

Pode parecer exagerado, mas dá para dizer que uma escola é boa quando o diretor é bom.  O diretor não cuida – ou, pelo menos, não deveria – apenas da parte física e burocrática da instituição. O trabalho é muito maior. Ele é um dos responsáveis diretos por garantir a qualidade do ensino da escola.

Porém, na maioria das vezes, não é isto que acontece. Em certas ocasiões, o diretor sequer tem conhecimento da proposta pedagógica e do que como ela tem sido efetivada em sala de aula. O que é ainda mais lamentável é que, quando a instituição é mal avaliada no Idep (ou em outra avaliação qualquer do governo), geralmente se responsabiliza o secretário de Educação, o governo etc. Raramente o diretor assume que deixou de fazer sua parte.

É verdade que ser diretor em instituição pública não é fácil. O cargo é fundamental, mas o diretor tem pouco poder nas mãos. Ele não pode demitir um professor, por exemplo. Como os docentes são concursados, a autoridade é limitada. Ainda assim, dá para estimular, organizar, mobilizar tanto os professores quanto os servidores, alunos e suas famílias. O problema é que nem sempre isso acontece. O gestor meio que se conforma… Sucumbe diante das dificuldades.

Outro aspecto importante é a forma de escolher os diretores. Nas escolas públicas, a indicação política é quase sempre trágica para o ensino. O diretor não tem identificação com o grupo de professores, com o aluno e com a comunidade. O compromisso dele é com o gestor político (município, estado etc). Por isso, muitas vezes faz papel cabo eleitoral permanente. Exemplo: cede a quadra do colégio, mas não cuida do ensino. É simpático com pais, alunos etc, mas não promove um projeto de educação de longo prazo.

Em virtude da responsabilidade tamanha de um diretor de escola, deveria olhar com mais atenção para essa função. Os diretores podem sim fazer a diferença em suas instituições.

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Qual o verdadeiro sucesso profissional?

Quero refletir com você sobre sucesso profissional. Bem, neste post, não pretendo orientá-lo a respeito do que deve fazer para ser uma pessoa de sucesso. Na verdade, quero tratar dessa questão sob uma outra perspectiva.

Há mais de um de ano, uma das revistas que estão sobre minha mesa tem a seguinte manchete: “Decisões de sucesso”. Trata-se da edição de abril do ano passado da revista Você S.A. O tema principal da publicação são decisões que fazem a diferença na consolidação de uma carreira profissional e no desempenho dos negócios.

Caro leitor, atualmente há milhares de revistas e livros que abordam diferentes aspectos da vida profissional. São dicas úteis, importantes e que, quando bem aplicadas, podem realmente impactar a nossa carreira.

Entretanto, ultimamente tenho pensado muito sobre o que representa esse sucesso. Que tipo de prazer proporciona ser o melhor na sua profissão? Existe felicidade no coração daquele que conquista todos os bens que sempre sonhou?
Dia desses uma mulher simples, zeladora, me perguntou quanto tempo trabalho diariamente. Respondi que começo meu dia por volta das seis e meia e quase sempre entrego minhas últimas atividades profissionais perto das 23h30. Afinal, são dois empregos e mais algumas obrigações extras.

Essa mulher, na simplicidade dela, perguntou: mas é preciso trabalhar tanto? Prontamente, respondi que sim. Preciso trabalhar muito. Tenho um compromisso com a família… Quando me casei há mais de 16 anos fiz um compromisso com minha esposa de tentar ser o melhor marido e isso incluía dar segurança financeira a ela e aos filhos que iriam nascer.

Hoje, trabalho muito para cumprir meu compromisso pessoal e para dar a minhas crianças uma educação de qualidade, manter o alimento na mesa e ainda proporcionar algum tipo de lazer a minha família.

Mas, sabe caro leitor, aquela pergunta continua repercutindo em meu coração. Não tenho uma folga financeira que me permita abrir mão das minhas atividades, mas, pense comigo, quantas vezes temos sido movidos apenas pela busca de uma carreira de sucesso, abandonando outros tantos valores e coisas que deveriam ser prioridade em nossa vida?

Pense um pouco mais: do que vale todo o sucesso profissional e não ter uma família estruturada, filhos ao redor da mesa, uma esposa ou um esposo que são de fato companheiros na jornada dessa vida?

Conheço pessoas que em nome da carreira profissional não tiveram filhos. Conheço outras que preferiram se casar duas, três vezes que abrir mão da carreira. Tem aquelas que tentam conciliar carreira e família, mas priorizam apenas o sucesso profissional. Com isso, os filhos crescem abandonados e, quando chegam à adolescência, tornam-se revoltados e encontram satisfação no mundo das drogas.

Concluo nossa coluna esta reflexão… Nossa busca por sucesso muitas vezes nos faz esquecer que aqui nesta terra estamos apenas de passagem. Quem se empenha em conquistar bens, riquezas, prazeres, pode estar esquecendo de cuidar da alma, do coração, da família, dos amigos.

Quanto ao nosso sustento, aquilo que precisamos para ter uma boa vida aqui na terra, o pensamento bíblico de Mateus 6, verso 26 pode responder melhor que eu as nossas preocupações:

“Olhai para as aves do céu, que nem semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas?”.

Especial de Roberto Carlos

A Globo fechou o dia de exibição do especial do “rei” Roberto Carlos. Será na noite de 25 de dezembro. Itaú e Nestlé patrocinam o cantor na telinha da emissora.

Até gosto do Roberto, mas os especiais dele se tornaram tão repetitivos que já não são mais toleráveis…

A mão de Thierry Henry

Vi em algum lugar a enquete:

Você acha que França deve perder vaga por gol irregular?

Sem dúvida. Mas esse tipo de erro no futebol não é reparado com anulação da partida ou coisa parecida. Então, veremos a França na Copa de 2010. E se for nossa adversária, que tenhamos melhor sorte que das últimas vezes.

Vítima de furto

Nunca dei muita sorte com som no veículo. Por isso mesmo, quase sempre não instalo som nos meus carros. No penúltimo que tive, o dono me presenteou com um aparelho. Gentileza dele que me motivou a comprar auto-falantes e pagar a instalação. Quando fui trocá-lo, o vendedor da concessionária disse que poderia retirá-lo. Aproveitei para colocar no carro atual. Ontem, porém, fiquei sem o som.

Ao sair da faculdade, fui surpreendido pelo “buraco” no painel do veículo. Alguém fez o favor de abrir a porta, usar uma chave de fenda e remover o toca-cds. Felizmente, não arrombou a porta. Ficaram alguns riscos nas proximidades de onde estava o aparelho. Fiquei chateado… Mas para quem já teve até um carro furtado, a sensação já não é mais estranha.

Não registrei e nem vou registrar boletim de ocorrência. É perda de tempo. Só aumentam as estatísticas da Polícia. Nada mais. Os bandidos continuarão livres. E se forem presos, meu prejuízo não será ressarcido. Como não foi no caso do meu “saudoso” carro.

Os próximos adversários de São Paulo e Flamengo

Vamos lembrar quem são os próximos adversários dos candidatos ao título?

São Paulo
22/11 – Botafogo (fora)
29/11 – Goiás (fora)
6/12 – Sport (casa)

Flamengo
22/11 – Goiás (casa)
29/11 – Corinthians (fora)
6/12 – Grêmio (casa)

Como já acertei lá atrás que o Palmeiras estava fora da disputa do Brasileirão, farei outra aposta: o Flamengo deve conquistar os nove pontos. O tricolor só fica com o título se também vencer todos os jogos. Por quê? Ninguém vai dificultar o caminho do rubro-negro. Nesta reta final, são todos contra o São Paulo e a favor do Flamengo.

Palmeiras dá adeus ao título. Cadê o favorito?

O Palmeiras está fora da disputa pelo título do Campeonato Brasileiro. Matematicamente, é possível. Mas o discurso agora é tentar se manter entre os quatro primeiros para garantir uma vaga na Libertadores.

O Verdão perdeu para o Grêmio, ontem à noite. Dois a zero. Perdeu o jogo e dois jogadores perderam a cabeça. O atacante Obina e o zagueiro Maurício brigaram, foram expulsos e, após a partida, demitidos do Palmeiras.

Ficou claro que Muricy Ramalho de psicologia não entende nada. Ontem, era destaque na imprensa a auto-promoção do técnico. Alegava que, em momentos de tensão, ele cresce, sabe controlar a ansiedade dos jogadores. A torcida percebeu isso no Olímpico…

Na disputa pelo título restam São Paulo e Flamengo. No domingo, o tricolor joga, no Rio, contra o Botafogo. Já o rubro-negro recebe o Goiás.

E o Fluminense está na final da Copa Sul-Americana. O tricolor das Laranjeiras venceu o Cerro Porteño por 2 a 1. O time perdia por 1 a 0, mas virou o jogo depois dos 47 minutos do segundo. Dois a um.