As revistas da semana

VEJA: – Condenados! Agora, Isabella pode descansar em paz. Três dias antes de a morte de Isabella completar dois anos, seu pai, Alexandre Nardoni, e sua madrasta, Anna Carolina Jatobá, são condenados pela Justiça como autores do homicídio. Pela celeridade, rigor técnico e sentenças rigorosas, o julgamento pode ser considerado um divisor de águas na Justiça brasileira. Sucessão presidencial: o rico sistema de apoio a Dilma Rouseff tem jatinho e mansão. E ainda, internet: um desafio para as grandes empresas. Uso de redes como Twitter e Facebook vai crescer.

ÉPOCA: – Culpados. Dois anos depois do assassinato da menina Isabella, o júri popular dá o veredicto aos acusados. As penas: 31 anos e 26 anos de prisão. Falta de dinheiro não é problema para eles. A campanha deste ano deverá ser a mais cara da história. E as restrições da lei eleitoral não vão impedir o caixa dois. De Yoani para Lula. A blogueira cubana impedida por Raúl e Fidel Castro de vir ao Brasil pede ao presidente que convença seus amigos a deixá-la viajar. Também na Época, o que Joseph Ratzinger sabia? O papa é acusado de acobertar casos de pedofilia quando cardeal. O Vaticano denuncia um complô.

ISTO É: Por que eles mataram. Anna Carolina Jatobá e Alexandre Nardoni ouviram a sentença de condenação à 00h29 do sábado 27. A reportagem da revista tenta explicar a mente dos assassinos. Especialistas sustentam: ninguém atira uma criança pela janela sem uma psicopatologia. Sexo X Religião. Os hormônios falam mais alto do que os preceitos religiosos entre os jovens, que se afastam das igrejas. Uma pesquisa revela: 65% deles discordam das determinações religiosas. Ainda na edição, pesquisadores conseguem criar a primeira capa da invisibilidade. Mas ainda falta muito para o surgimento de algo digno do cinema.

CARTA CAPITAL: – A máfia calabresa está aqui. A máfia mais poderosa da Itália, maior multinacional do crime no mundo, multiplica seus negócios no Brasil, comanda o tráfico e lava dinheiro sujo. Ainda na edição: os primeiros sinais de vida. Com a aprovação da reforma no sistema de saúde, após uma vitória suada no Congresso, o governo Barack Obama recupera-se da paralisia.