Hossokawa rebate críticas do Observatório Social

Presidente da Câmara responde críticas do Observatório Social. Segundo Mário Hossokawa, a ONG tem perdido sua função principal: fiscalizar o uso dos recursos públicos. “Como não há mais nada pra fiscalizar na Câmara, agora o Observatório fica tentando questionar o trabalho legislativo, interferindo no trabalho dos vereadores”. Hossokawa reconhece que há um certo exagero na apresentação de projetos indicativos, mas sustenta que eles são necessários.

Ainda na entrevista à CBN, o presidente questionou o fato de o foco das críticas do Observatório Social serem apenas a Câmara de Vereadores. “Também há irregularidades em licitações da prefeitura. O diretor de controle interno foi indicado pelo Observatório. Por que eles não procuram saber por que essas irregularidades não foram vistas antes? Deixo essa pergunta para o pessoal do Observatório”.

E na sessão de ontem, vários vereadores reclamaram das ações da ONG. Tudo em função das declarações do presidente Carlos Anselmo no nosso jornal de ontem. As críticas foram duras. Os parlamentares voltaram a apontar que o Observatório busca prejudicar a imagem da casa. O ex-presidente John Alves Correa sugeriu que os diretores disputem eleições, se desejam melhorar o Parlamento Municipal. Mas comentou que eles não fazem isso porque não terão votos.

Curso de medicina da Uningá: pra pensar

É apenas uma opinião… Mas entendo que é despropositada essa decisão da Justiça de não autorizar o curso de Medicina da Uningá. É verdade que a direção da instituição cometeu erros na implantação do curso. Entretanto, é inconsequente simplesmente dizer que a faculdade precisa parar tudo e os alunos devem ser transferidos para outras instituições.

Pelo pouco que sei, a Uningá investiu e tem investido muito para garantir uma formação de qualidade aos alunos de Medicina. Já proibida de abrir novas turmas, a única em funcionamento tem recebido a atenção necessária da faculdade. A estrutura parece ser adequada e o corpo docente, qualificado.

Tudo isso faz a gente ter a impressão que se trata de um capricho impedir o funcionamento do curso. Não estou defendendo aqui a abertura indiscriminada e irresponsável de cursos de Medicina no país. Mas acho que este não é o caso da Uningá. Houve erros, precipitação, mas, no que diz respeito à formação, a qualidade na formação parece estar sendo assegurada.

As manchetes dos jornais de Maringá

O DIÁRIO: – Uningá perde o curso de medicina
A decisão da 5a Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal negou autorização para funcionamento do curso e determinou que o MEC providencie a transferência dos alunos para outras instituições. Cabe recurso da decisão. A disputa entre a faculdade e a União começou em 2006.

HOJE NOTÍCIAS: – Proibido uso das pulseiras do sexo
Para a maioria dos vereadores, esse é o início de uma discussão que envolve o problema de educação sexual para crianças. O autor da proposta, vereador Luiz do Postinho, reconhece que o projeto em si não resolve o problema. Entretanto, aponta que colabora para fomentar o debate de conscientização das crianças, feita pelos pais e escola.

JORNAL DO POVO: – CNA quer ação policial contra MST
A presdiente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, senadora Kátia Abreu, protocolou ontem um documento pedindo ações duras para reprimir as ações organizadas pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, como atividades do Abril Vermelho. Ela quer o empenho da Polícia Federal para identificar e reprimir as ocupações antes que elas aconteçam.