Questão de Classe: educação sexual

Hoje tem Questão de Classe. Na verdade, quando terminar de escrever este post, a CBN Maringá já estará apresentando o programa gravado com o doutor em Psicologia, Daniel de Freitas Barbosa.

Posso assegurar que foi um dos melhores programas que já gravei. Na verdade, tenho tido sorte. As últimas semanas foram maravilhosas. Tive um papo fantástico dias atrás com a psicóloga Angela Guedes. Esta carioca é surpreendente. Falamos sobre hábitos culturais e foi… demais. Apontamos que na busca da originalidade, a sociedade tem sido cada vez mais repetitiva e pouco criativa.

Também tivemos um bom papo com o maestro Rael Gimenes. Ele é maravilhoso. Trouxe pra gente composições que serviram de exemplo para discutirmos a relevância da música erudita. Ah… e ainda teve o programa sobre os pais superprotetores com a ótima Adriana Furlan.

Pois bem… Mas hoje o tema educação sexual. Dias atrás, a Câmara de Maringá discutiu um projeto que proíbe a venda das chamadas pulserinhas do sexo. O assunto foi votado e aprovado pelo Legislativo. A Secretaria de Educação do município também proibiu que os alunos apareçam nas escolas com as pulseiras. Hoje, poucos dias depois, o tema parece ter esfriado.

A grande pergunta que norteou nosso programa foi esta: será que por força de lei, o problema foi resolvido? Ou será que estamos apenas silenciando um debate fundamental: a ausência de educação sexual para nossas crianças e adolescentes?

Claro, o assunto é polêmico. Porém, você já deve saber a resposta. Proibir não muda nada. Apenas jogamos o problema para debaixo do tapete. O impulso sexual, os desejos, as vontades se revelavam com a “brincadeira” das pulseiras; amanhã, serão outras. A garotada é criativa; vai descobrir outras formas de expressar a sexualidade. O detalhe é, provavelmente, por falta de informação, de orientação, fará isto de maneira equivocada – às vezes, criminosa.

Um comentário em “Questão de Classe: educação sexual

  1. Ronaldo, boa noite.

    Muito interesante o Questão de Classe de hoje. Com netas e netos de 13 a 19 anos estou sempre muito ligado nos assuntos do ambiente atual que elas e eles participam, seus modismos e influências.

    O assunto foi bastante bem abordado e os pontos discutidos com muita transparência e naturalidade.

    Um abraço,
    Claudio
    @_cmom_
    Claudio

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