As revistas da semana

VEJA: – “Cala boca Galvão”. O fenômeno planetário que engolfou o locutor da Globo na Copa mostra a fúria do Twitter. Trancada, isolada e muda, a seleção do Brasil parece uma tropa que foi à guerra e esquece que a nação toda quer saber o que ela faz e está pensando. A Jabulani desvendada. Pesquisador japonês submete a bola do Mundial a testes de aerodinâmica e explica por que ela surpreende os jogadores. Em duas décadas, o corpo da mulher brasileira aumentou em todas as direções: na média, ela tem mais busto, mais quadril, mais cintura, mais altura e, sim, mais peso.

ÉPOCA: Como vai a nossa saúde. Uma pesquisa exclusiva mostra que o brasileiro está comendo pior, bebendo mais e fazendo menos exercícios. Como você pode fugir desse padrão e evitar doenças no futuro. Galvão Bueno: Campeão do Twitter. Como a brincadeira com o locutor se tornou recordista de acessos no mundo. O game eleitoral de José Serra. Num momento de turbulência por causa do crescimento de Dilma, o tucano sofre com o assédio dos palpiteiros que querem influenciar na campanha. Geisy agora é grife. A moça que ficou famosa por causa do vestido lança sua linha de roupas e ganha biografia.

ISTO É: Serra por Serra. O candidato José Serra diz, em entrevista exclusiva à ISTOÉ, que o presidente do Banco Central será subordinado ao ministro da Fazenda. Ele também afirma: “No meu governo não terá um ministro que pensa de uma maneira e outro que pensa o contrário”. Craque fora do campo. Com jogadas ensaiadas para roubar a cena até de seus comandados na seleção argentina, Maradona se transforma na maior estrela do Mundial. Os tempos de Dilma no Sion. Como foi a adolescência da candidata do PT antes de se envolver em movimentos de resistência à ditadura. Naquela época, teve uma vida de garota pacata em um dos colégios mineiros mais tradicionais – o sion de bh, exclusivo para meninas.

CARTA CAPITAL: – O Irã por dentro. Uma visita à terra dos aiatolás revela a vida sob o véu da repressão. Leia também: os interesses por trás da estranha exclusão do Morumbi da Copa de 2014. E se crescêssemos a taxas chinesas? O Brasil pode, mas o problema não está nas carências da infraestrutura, e sim na superestrutura.

Melhor que a estreia

Ainda não encantou, mas foi melhor. O Brasil venceu a Costa do Marfim. Até consegui assistir. E olha que me fazer ficar duas horas em frente ao televisor vendo uma partida de futebol não é algo comum. Os 3 a 1 – com dois de Luís Fabiano – ajudam a seleção a ganhar confiança e nós, torcedores, a nos empolgarmos com a Copa do Mundo.

Pena que mestre Dunga não conseguiu ver o que estava escrito: o nervosismo de Kaká renderia uma expulsão. Foi o que aconteceu. Lamentável, já que o meia teve participação importante em dois gols. Se não fizer falta contra Portugal, ainda assim perde-se a chance de ganhar mais ritmo de jogo.

O blog ganha um novo visual

Melhor? Talvez. Diria, mais moderno. Perdemos espaço para a leitura. Vai ser preciso usar o mouse para ler um texto mais longo. Com o fundo cinza, será preciso se acostumar com o novo jeito de ver os tweets. Links dos blogs favoritos, tags, arquivos etc ficaram logo embaixo dos posts (no rodapé do blog). Por sinal, também reduzi o número de textos na página principal – agora são apenas 12.

Há dias venho estudando alterar o layout desta minha página. Reflexo de meu momento de insatisfação, precisava mudar o blog. Na verdade, o que mais necessito é recuperar o ritmo de produção. Mas, se não conseguir, ao menos já dei um primeiro passo em direção ao meu desejo de dar uma cara nova para minha “casa” na internet. Afinal, já estou no WordPress há três anos e esta é “apenas” a quarta alteração que faço.