O jogo que aprendi

Pode parecer distante para aqueles que não conhecem, mas a verdade é que está tão próximo de nós que acabamos por não perceber. Falo do Jornalismo. Quando entrei na faculdade, um ano de experiências, momento em que eu estava ali para conhecer, descobrir. Hoje, não muito longe desse primeiro ano, me encontro no segundo ano do curso, e como já vejo diferença.

Era difícil entender uma profissão que muito vemos, mas tão pouco entendemos. Aí armei uma jogada e dela estou aprendendo a jogar. Comecei aplicar o que aprendo no jornalismo em minha vida. Descobri que, como os repórteres são pautados pela manhã, do que eles precisam fazer em sua jornada de trabalho, também, nos deparamos com a pauta da vida. Todos os dias em qualquer profissão que seja já temos pré-determinado o que temos que cumprir durante o dia.

É só uma questão de reflexão, para entendermos que a vida é fruto do que desejamos pra nós mesmos. Em qualquer área profissional, temos nossas obrigações a serem cumpridas. Creio eu, que mais que qualquer outra coisa a profissão é quem determina nossa felicidade. Se tivermos sucesso profissional, somos capazes de fazer com que nossa alegria se espalhe pelo resto de nossa vida pessoal.

No jornalismo encontrei uma satisfação que antes provocava o vazio. E a pergunta me indagava: “O que eu quero ser?”. Hoje, a palavra que me cabe a este momento é feliz, em que começo a construir uma profissional que quero ser.

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