Pena alternativa para dependentes químicos

Presidente do Conseg defende mais investimentos no tratamento de dependentes químicos. De acordo com o coronel Antonio Tadeu Rodrigues, as entidades precisam de apoio, inclusive financeiro, para receberem envolvidos com drogas. Ele falou à CBN Maringá sobre as oficinas realizadas com dependes químicos. O projeto começou em 2007 e atende usuários de drogas que já cometeram delitos. Frequentar as oficinais é uma espécie de pena alternativa aplicada pela Justiça.

Mulheres presas dormem no banheiro

A CBN Maringá trouxe nesta manhã a denúncia: mulheres presas na cadeia de Sarandi dormem no banheiro por falta de espaço nas celas. Na cadeia, a informação foi confirmada.

Embora essas mulheres tenham cometido crimes, nada justifica a condição desumana a que são submetidas.

Segundo a nossa reportagem, a Comissão de Direitos Humanos da OAB deve pedir a interdição da cadeia. O presidente da Comissão, Fúlvio Stadler Kaipers, contou que tem laudo da Vigilância Sanitária que indica a necessidade de interdição. Mas ele reconhece: essa não é a solução. Afinal, com interdição ou não, o local vai continuar funcionando. Não há para onde transferir essas mulheres. Lamentável.

As manchetes dos jornais de Maringá

O DIÁRIO: – Preços de carnes variam até 175% em Maringá
Pesquisa divulgada ontem mostra que o bife de ponta de alcatra pode sair pelo dobro do preço, dependendo de onde for comprado. O contrafilé foi encontrado a R$ 11,90 e a R$ 19,98. Maior variação ocorreu com os embutidos. A recomendação é pesquisar antes de comprar.

HOJE NOTÍCIAS: – Câmara vai “desengavetar” a polêmica “lei seca”
A autora do projeto, vereadora Marly Martin, diz que há um clima favorável à aprovação do projeto, que tem apoio de entidades e do prefeito. Na Câmara de Maringá, o assunto divide opinião entre os vereadores. Os estudantes são contrários à aprovação da Lei Seca em Maringá.

JORNAL DO POVO: – Preço da carne varia mais de 97% na Cidade
O Procon divulgou ontem uma lista com os preços de carnes – bovina, suína, aves – e produtos utilizados em feijoada. A pesquisa foi realizada entre os dias 28 e 30 de junho em três casas de carnes e em sete supermercados de Maringá. A carne bovina está quase 8% mais cara com relação à pesquisa feita em 2009.