As revistas da semana

VEJA: – 10 regras da lipo segura. Como as mortes associadas a essa cirurgia poderiam ter sido evitadas. Depois de sucessivas mortes durante esse tipo de procedimento, as regras para realização de cirurgias plásticas, entre elas a lipoaspiração, ficaram mais rigidas. A revista aborda também o calote em empresas do Rio de Janeiro que trabalharam, direta ou indiretamente, nas gravações do filme “Os Mercenários”, dirigido por Sylvester Stallone. ONG criada por Delúbio é condenada a devolver 3 milhões de reais.

ÉPOCA: – Aprenda a ser criativo. A criatividade se tornou a qualidade mais desejada no mercado de trabalho. O que fazer para aumentar a sua. O exibicionismo sexual no Twitter. Um site de vídeos se tornou a nova moda para quem quer tirar a roupa na internet. Por que isso representa um risco para os adolescentes. Dê um google no candidato. O buscador lança ferramentas especiais para o internauta se informar sobre as eleições. A torcida vai ficar a pé? Anunciadas como um dos benefícios duradouros da Copa, as obras para melhorar o transporte nas cidades sedes estão quase na estaca zero.

ISTO É – Tudo por dinheiro. Ao deixar de ser competitivo, o piloto de Fórmula 1 Felipe Massa abala a autoestima nacional e decepciona milhões de fãs, chocados com a ideia de que a gana pela disputa pode ser derrotada por um contrato milionário. Todos queriam ser Lula. Não importa o partido, pouco importa o credo, hoje no Brasil quase todos candidatos prometem ser uma extensão de Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo as pesquisas, o presidente é capaz de influenciar quase dois terços do eleitorado brasileiro. ANJ divulga comunicado contra as ameaças de Fernando Collor a jornalista da ISTOÉ. O repórter Hugo Marques, da sucursal de Brasília, foi intimidado e xingado pelo ex-presidente da República em conversa telefônica gravada nesta quinta.

CARTA CAPITAL: – Censura: uma fantasma apenas. Por que a liberdade de imprensa não está sob risco no Brasil. Leia também: Velocidade é prioridade? Os gastos com o trem-bala poderiam suprir outras carências. A paternidade do Bolsa Família. Para a opinião pública, o programa tem só um pai: Lula. Sem ele, seria local, menor, destinado a grupos muito especiais.

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