Novos hábitos de consumo

Segunda-feira ouvia a palestra de Pollyana Ferrari e lembrava de algumas de minhas aulas. Sempre comento que comprar CD se tornou uma prática de poucos. Nossos adolescentes e jovens "baixam" música no computador. Não apenas eles (os mais "velhos" também já descobriram as "vantagens" da rede), mas esse público praticamente desconhece o que é ir numa loja e comprar discos. Tudo é mais simples, fácil e rápido. As músicas estão a alguns poucos cliques. De maneira simples e fácil, em alguns minutos, dá para ouvir o artista de sua preferência.

Há algum tempo também abandonei o hábito de comprar CD. Hoje, me vejo as voltas com outra prática: jogá-los fora. Só ocupam espaço no rack. As músicas que gosto – e até as que não gosto – baixo para o computador, escuto, deleto ou simplesmente ficam no desktop esperando o momento de irem para o pendrive ou mesmo para um disco único de mp3 reunindo dezenas de artistas, bandas, grupos etc.

Meu sonho de consumo é digitalizar tudo. Inclusive os livros. Tenho uma prateleira enorme de livros, outras de CDs, revistas… Ocupam espaço, juntam poeira e dificultam a organização, principalmente para quem tem pouco tempo. Quando estão no computador, uma busca rápida nos leva ao que queremos ouvir, ler…

Alguns resistem a essas novidades. Particularmente, acho tudo isso fantástico. Mas ainda precisamos repensar a legislação, por exemplo. Já que, do ponto de vista legal, baixar um CD – como estou fazendo neste momento – é um ato criminoso.

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Boas vindas à NET

Depois de me despedir da OI, é hora de dar "boas vindas" à NET. Como disse no post anterior, vou ser feliz com a nova operadora? Difícil saber. Mas gostei do atendimento inicial. Além da disponibilidade para explicar tudo na hora de vender os serviços, a empresa demonstrou um respeito mínimo que me deixou satisfeito. Por exemplo, informou com detalhes o valor das faturas dos três primeiros meses em que terei acesso ao pacote promocional. Outro exemplo, já na compra dos serviços, agendou a data de instalação. E, quando o técnico iria até minha casa, alguém ligou para confirmar e saber se tinha gente para recebê-lo. Concluída a instalação, entrou em contato pelo meu celular para dar algumas explicações importantes sobre o uso da banda larga, tevê e telefone.

É o começo de uma "relação". A expectativa é que pelo menos possa me livrar definitivamente do pesadelo que ainda me causa a OI/Brasil Telecom.

Um adeus à OI

Fiz algo que há muito tempo tinha vontade: cancelei meu contrato com a OI. A operadora é herdeira da Brasil Telecom que, por sua vez, adquiriu a antiga Telepar. Era cliente desde 1998. Não tenho motivos para reclamar da qualidade do serviço. E quando falo em qualidade aqui, estou falando do serviço telefônico e de internet. Nunca fiquei na mão. Porém, no que diz respeito ao atendimento, a lista de aborrecimentos é imensa.

Antes da instalação da banda larga, havia tido pequenos problemas. Cobranças de algumas ligações que não fizemos, por exemplo. Porém, após solicitar o novo serviço, tive paz por muito pouco tempo. Esperei por quase um mês pela instalação e, após sucessivas contas cumulativas, com cobranças exorbitantes (chegaram a quase R$ 900), fui obrigado a recorrer ao Procon.

O problema foi parcialmente resolvido após seis meses. Mas nunca consegui me livrar totalmente de cobranças injustas – por serviços que nunca solicitei (secretária eletrônica, chamada em espera etc etc). Paguei isso tudo por mais de um ano para evitar novos aborrecimentos. Afinal, ligar para o 10314 é o tipo de coisa que se recomenda aos inimigos.

A gota d'água veio com minha mudança. Semanas atrás, mudei de endereço. Foi um sufoco conseguir atendimento para mudar o telefone e a net. Esperei por quase uma hora. Quando consegui, ouvi a promessa que meu número não seria alterado. Dois dias depois, o telefone estava instalado no apartamento. Mas com um novo número. Primeira decepção. A segunda veio logo em seguida. O telefone funcionava, mas a internet ficou no endereço antigo. A promessa era de que em mais dois dias estaria tudo resolvido.

Resumindo, depois de três semanas de espera, quase uma dúzia de ligações e protocolos, promessas de novos prazos para instalação, optei por cancelar o contrato com a OI. Nunca fui tão bem atendido. Incrível. Quiseram rever os valores e até me prometeram um técnico para colocar a banda larga em funcionamento no prazo de 24 horas. Cá com meus botões, queria saber por que não fizeram isto antes. Deixo a OI com a impressão de que as pessoas que nos atendem lá estão apenas pra fazer figuração. A empresa não respeita os clientes, atropela o código do consumidor e fatura, inclusive de forma questionável, alguns milhões com a cobrança de serviços que nunca foram solicitados pelos usuários.

Estou mudando para a NET. Vou ser feliz? Não sei. Diria que não confio em empresas de telefonia. Mas é uma tentativa. Talvez a nova empresa seja ainda pior. Pode ser. Mas vou testar. Melhor que insistir com uma operadora que já conheço e sei que não vai garantir o atendimento que o usuário merece.

Qual o foco da minha vida?

Esta é uma pergunta que faço regularmente. Faz parte do meu ato de
filosofar. Afinal, refletir é uma forma de filosofar.

Sabe, encontrar o foco da nossa vida não é tão simples. Às vezes, a
gente se pega fazendo tantas coisas que não sabe mais qual o destino
que desejamos. E esta é a grande questão: nossa prioridade momentânea
conduz o nosso destino.
Aquilo para o qual olhamos, dedicamos nossa
atenção, vai guiar nosso viver, pois todos nossos esforços estarão
concentrados naquele objetivo.

Muitos vivem tão desorientados que sequer possuem um foco. Outros
estão focados em coisas que esvaziam seus sentidos.

Quando o foco de nossa vida está errado, nossos dias são perdidos. E
lamentavelmente por escolhas erradas deixamos passar nossa vida,
perdendo-a por simplesmente não conseguirmos ver aquilo que
deveríamos.

Todos nós sonhamos, mas com o que sonhamos? O que é que mais desejamos
na vida? Aonde pretendemos chegar? Daqui a cinco, dez, quinze anos…
onde queremos estar? Fazendo o quê? Vivendo o quê e com quem?

Quando conseguimos responder essas perguntas fica mais fácil olhar
para o presente, avaliar nossa vida, aquilo que estamos fazendo e
concluir se o foco foi distorcido por, em algum momento, deixarmos de
entender o que de fato é viver, o que é ser feliz.

Na segunda, uma música

Faz pelo menos uma semana que vez ou outra esta música me vem à mente. Para os mais jovens, talvez uma "ilustre desconhecida". Os mais velhos, certamente lembram. E o intérprete era dono de uma voz poderosa, belíssima. Mas já não está mais entre nós. Estou falando de Jessé, e da música "Porto Solidão". Para relembrar, ou conhecer, convido leitores e amigos a ouvirem.

http://www.youtube.com/v/FrIDZoEtM08?fs=1&hl=pt_BR

Ainda por aqui

Estou fechando a semana e me sinto na obrigação de postar alguma coisa por aqui. Criei este blog para ser a expressão do que de fato sinto vontade de falar. Confesso que esta semana por duas ou três vezes me vieram ideias e senti vontade de escrever. Entretanto, o tempo simplesmente escapou. Não sei se o tenho administrado mal ou se te faltado disposição. O que sei é que a luta para manter um blog nunca foi tão intensa. A vontade de desistir tem sido maior que a de continuar. Curto estar na rede, manter minha página, escrever o que penso, me comunicar com as pessoas, mas não tem sido simples fazer isto. Por vezes, a tentação é dizer simplesmente "tchau" ou um "até breve". 

Tenho lido que os blogs estão condenados. Talvez isto também tenha mexido com minha motivação. Tuitar parece ser a onda atual. Tudo em 140 caracteres. Quem sabe, o Twitter veio mesmo para silenciar os blogs. E ainda tem o Facebook. Hoje, por exemplo, recebo muito mais comentários dos meus posts pelo Twitter e Facebook do que no próprio blog. É comum ver um post sem nenhum comentário, mas ver a repercussão do que escrevi nas outras redes. Quem sabe seja os blogs estejam mesmo condenados. Afinal, nada mais é duradouro. O que se vive num momento, deixa de existir no outro. E nem deixa saudades. 

Bom, pelo menos por aqui, enquanto minha interior prossegue, meus blogs continuam vivos. Talvez agonizantes, mas por aqui pra quem quiser acompanhar meus textos, reflexões e… indefinições. 

Ainda por aqui

Estou fechando a semana e me sinto na obrigação de postar alguma coisa por aqui. Criei este blog para ser a expressão do que de fato sinto vontade de falar. Confesso que esta semana por duas ou três vezes me vieram ideias e senti vontade de escrever. Entretanto, o tempo simplesmente escapou. Não sei se o tenho administrado mal ou se te faltado disposição. O que sei é que a luta para manter um blog nunca foi tão intensa. A vontade de desistir tem sido maior que a de continuar. Curto estar na rede, manter minha página, escrever o que penso, me comunicar com as pessoas, mas não tem sido simples fazer isto. Por vezes, a tentação é dizer simplesmente "tchau" ou um "até breve". 

Tenho lido que os blogs estão condenados. Talvez isto também tenha mexido com minha motivação. Tuitar parece ser a onda atual. Tudo em 140 caracteres. Quem sabe, o Twitter veio mesmo para silenciar os blogs. E ainda tem o Facebook. Hoje, por exemplo, recebo muito mais comentários dos meus posts pelo Twitter e Facebook do que no próprio blog. É comum ver um post sem nenhum comentário, mas ver a repercussão do que escrevi nas outras redes. Quem sabe seja os blogs estejam mesmo condenados. Afinal, nada mais é duradouro. O que se vive num momento, deixa de existir no outro. E nem deixa saudades. 

Bom, pelo menos por aqui, enquanto minha interior prossegue, meus blogs continuam vivos. Talvez agonizantes, mas por aqui pra quem quiser acompanhar meus textos, reflexões e… indefinições. 

Em novo endereço

Caríssimos amigos e leitores,

A partir desta segunda-feira, toda produção de conteúdo relacionada com meu trabalho de jornalista estará num novo blog. Os resumos das revistas, as notas de esporte, os comentários etc etc, ficarão disponíveis no Tumblr.

Espero, com isto, organizar melhor as informações que disponibilizo há mais de cinco anos na blogosfera. Os textos pessoais e melhor elaborados seguem por aqui, mas agora como extensão do Caríssimos.