Meus pequenos grandes “acidentes”

Por natureza, sou meio desastrado. Trombo em portas, paredes, bato a cabeça com regularidade absurda na abertura superior da porta do carro… É uma coisa meio louca. E já paguei alguns micos por causa disso. Lembro como se fosse hoje da primeira vez que fui almoçar na casa de um ex-patrão. Ainda era adolescente. Mal fui servido, derrubei o copo de Coca-Cola na mesa. Que vergonha! Lembrei disso na semana passada, quando fui à casa de um dos diretores de nossa empresa. O "fantasma" do passado ainda me assusta. Tenho receio de repetir a dose. Felizmente, dessa última vez foi tranquilo. 

Também recordo de um cerimonial que fazia. Chutei "sem dó" o pedestal do microfone. Pavoroso. Sorte que já tinha um pouco mais de "malandragem" no palco e consegui transformar a situação em algo engraçado que acabou deixando a noite divertida. Acabei sob aplausos, mas até hoje fico vermelho só de pensar na situação. 

Nas últimas semanas, ando um pouco pior. Em público, até que as coisas estão sob controle. Mas tenho "aprontado" muito. Nesse domingo, consegui derrubar uma caixa inteira de leite. Um estrago. De doze, salvaram-se apenas quatro litros inteiros. Na mesa, estou pior que meus filhos. Já derrubei suco, água, café… Hoje, inclusive, "trombei" no copo de água que estava sobre a bancada da CBN. Com o carro, no intervalo de uma semana, bati na motocicleta do meu vizinho, ralei o porta-molas por abrir de forma descuidada o tampão, derrubei minha motoneta sobre carro… Por sorte, no trânsito, ainda não fiz nenhuma bobagem. Entretanto, talvez os desastres que são sintoma de minha timidez também estejam evidenciando que o ano está chegando ao fim e o cansaço começa a aparecer. 
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Na segunda, uma música

Djavan é um dos artistas brasileiros que caem de moda. Embora nunca esteja no topo das paradas, suas músicas parecem sempre atuais, embalam romances, tocam o coração. Claro, tem que não gosta. Mas é impossível não reconhecer a qualidade vocal e o som agradável desse alagoano. Hoje, compartilho uma de suas canções. "Um amor puro" foi composta exclusivamente para o primeiro disco ao vivo do cantor. Escrita em 1999, "Um amor puro" é bem mais simples que várias de suas composições anteriores. Sem jogo de palavras, a poesia fala direto sobre esse sentimento único, o amor.