Uma banca, uma convicção

Hoje, por volta das seis horas, participo, como orientador, da primeira banca deste ano. Ainda não é a banca final. É uma pré-banca, banca de correções, chamamos. Falei há pouco com minha orientanda. Ela está calma. Diferente de vários colegas que estão tensos, preocupados, minha orientanda está tranquila com a apresentação da monografia. Ela chegou a questionar: deveria estar nervosa? Respondi que não, já que tem um bom orientador. Claro, foi só pra descontrair. Rimos um pouco e falamos da importância da confiança nesse momento, principalmente quando se tem a certeza que tudo foi feito da melhor maneira possível.

Na verdade, é isto que garante a calma. Em qualquer circunstância. Quando temos convicção que nos envolvemos, que demos o melhor de nós, que houve verdade em cada ato, só nós resta esperar pelo melhor. Podemos ser injustiçados? Sim. Afinal, nem tudo é justo, correto e bom. Entretanto, é sempre mais fácil conquistar a vitória quando trabalhamos para isso; quando temos mérito na construção dos nossos projetos e sonhos.

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