Educação, um prazer

Por ser o coordenador dos Trabalhos de Conclusão de Curso, geralmente não oriento mais que dois alunos. Neste ano, estou tendo o prazer que trabalhar com dois jornalistas em potencial. A Bianca é a organização em pessoa. Impressionante. O Douglas é a inquietação e a disposição para a novidade. Atrevimento é a marca dele. Uma delícia trabalhar com os dois. Duas formas distintas de produzir, mas ambas muito competentes. 

Na Faculdade Maringá, temos a banca de correção, que qualifica – ou não – o trabalho para a banca final. E nesta semana, estamos encerrando esse processo. Terça-feira e ontem, meus pupilos passaram por essa avaliação. Com muito orgulho, acompanhei as pesquisas serem avaliadas por colegas. Não faltaram elogios. As observações foram poucas e todas muito relevantes. A experiência foi rica, muito produtiva. 

Não sei se tenho tido sorte ou se é minha paixão pelo ensino, mas os anos vão passando e sinto cada vez mais prazer de perceber que a educação é possível. E em seu sentido pleno. Quando vejo professores reclamando de alunos, dizendo que "são todos malandros, preguiçosos", entre outros adjetivos, fico na dúvida se eu é que sou otimista demais e me envolvo mais do que deveria ou se alguns educadores é que não merecem tal título. 
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