Prefeito cassado pode pagar eleição extra

Não acredito que em algum momento seja possível acabar com a corrupção. Estancá-la. Eliminá-la. Entretanto, vejo mudanças. Já disse aqui que as quedas constantes de ministros mostram que o Brasil está mudando. Vale o mesmo para denúncias de corrupção envolvendo legisladores e membros do executivo – governadores e prefeitos. Campinas, por exemplo, cassou o mandato de dois prefeitos num único ano. Desde 2004, por conta de campanhas irregulares e outras coisinhas mais, quase 180 novos pleitos foram realizados.

A última novidade – uma conquista, diria – é a obrigação que o político cassado (quando prefeito, por exemplo) pague pela realização de uma nova eleição. E já temos um primeiro condenado: o prefeito cassado de Caetés, Pernambuco. O sujeito terá de arcar com os custos da nova eleição. São cerca de R$ 340 mil.

Portanto, se ainda estamos longe do ideal, há avanços. É preciso reconhecer. Resta ao eleitor brasileiro conquistar maturidade, ser mais seletivo, fazer escolhas responsáveis e “vigiar” seus representantes durante o exercício do mandato.

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