Não sabemos amar como criança

Acho que ando carente de boas notícias. Hoje, fui “pego” por esta notícia:

Menina americana corta próprio cabelo para doar a amiga com câncer

Fiquei emocionado, confesso. Sei, não é nada tão extraordinário. Há centenas de outros gestos de bondade. Mas fiquei emocionado. Pronto.

A menina só tem nove anos. A amiguinha, oito. Ela foi lá, cortou os cabelos e doou pra fazer uma peruca, porque a amiga estava indo para a escola de chapéu.

A atitude dela é de amor. Sem interesse. Não está preocupada com projeção, com o que os outros vão pensar, se vai virar notícia, sair na coluna social. Nada. É só amor.

Nós, adultos – a maioria, pelo menos -, agimos por conveniência. Temos nossas motivações. Perdemos a inocência e o desapego da infância. Uma pena.

Talvez por isso seja tão singelo ver a atitude dessa garotinha. Apenas me entristeço por saber que não voltaremos aos tempos da infância. O mundo nos endureceu, já não sabemos amar como criança.

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