Na segunda, uma música

Hoje foi um daqueles dias que “deu branco”. Apagão mesmo. Não conseguia pensar numa única música. Resolvi pedir ajuda aos amigos do Facebook. Rapidinho vieram algumas ótimas sugestões. Mas a Rafaela Custódio “jogou baixo”. Ela sugeriu Lulu Santos. E aí não dá… Sou fã do cara. E com ele em evidência no The Voice Brasil, o único programa de tevê que gasto um tempinho pra ver, tinha mesmo que compartilhar.

Além do mais, a canção que a Rafaela sugeriu talvez faça parte da lista de temas que me ocupo, o romantismo. Tenho comigo que vivemos uma crise… A crise do romantismo. Onde estão os românticos? Tempos atrás cheguei a escrever aqui que ser romântico parece ser cafona, brega. Está fora de moda.

E aí vem o Lulu Santos e diz:

Talvez eu seja o último romântico

Bom, então… cá está. Vamos ouvir? E pra quem quer sentir-se amado de verdade, fica o convite:

Me dá um beijo, então
Aperta minha mão
Tolice é viver a vida assim sem aventura
Deixa ser
Pelo coração
Se é loucura então melhor não ter razão

É… É sempre melhor ser romântico.

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A vida passa e tudo que ela traz

tempoGosto de viver… A vida reserva coisas maravilhosas. Entretanto, o ser humano criou tantas situações para viabilizar seu modo de vida que o que era para ser simples e prazeroso, tornou-se complexo.

Vejamos: trabalhar é algo necessário – não é só uma questão de dinheiro. Contudo, a remuneração que boa parte dos trabalhadores recebe é tão pequena que exercer determinadas atividades é submeter-se a uma espécie de escravidão. Outros tantos, para conquistar uma renda com um pouco maior, encaram uma rotina que chega a 12 ou 14 horas por dia.

Quais as conseqüências? Cansaço e total ausência de tempo para a família e para os amigos. Nós somos seres relacionais – ou seja, fomos feitos para interagir com outras pessoas. Quando isso não é possível, fica faltando algo. Cria-se um vazio interior, porque somos carentes do prazer que as amizades, a esposa(o) e os filhos podem proporcionar.

Outras coisas importantes – ter um tempo para o lazer, diversão etc – também ficam comprometidas e deixam de ser feitas.

Para quem está nessa roda viva, isso tudo pode parecer bobagem. Mas você já notou como a semana passa depressa? Como o mês acaba rapidinho? Já observou que nem terminamos de comemorar o reveillon e já é dezembro de novo? Daqui a três semanas, Natal de novo.

É… a vida passa depressa. Lá na frente, não vai adiantar lamentar que a vida passou, os filhos cresceram, os amigos se foram, a saúde também e que não percebemos o que estava acontecendo a nossa volta.