Na segunda, uma música

Certa vez escrevi que ninguém é dono de ninguém. Não temos controle dos sentimentos dos outros. Por isso, histórias de amor acabam. Relacionamentos deixam de existir. E não há rupturas sem dor. Alguém se machuca, sofre, chora. A perda fere. E, às vezes, deixa marcas por toda uma vida.

Como faz, Jordin Sparks, é impossível não questionar:

Como você espera que eu viva sozinha?
Porque meu mundo se reduz ao seu
É tão difícil para eu respirar

Por sinal, a música de hoje, “No air”, é o retrato dessa dependência de um amor. Algumas pessoas afundam, perdem o chão quando o romance acaba. Olham de um lado para o outro e não sabem o que fazer.

Diga-me, como eu devo respirar sem ar?
Não se pode viver, não se pode respirar sem ar
É assim que eu me sinto quando você não está aqui
[…]
Se você não está aqui, eu simplesmente não consigo respirar

O que acho curioso é que não basta sofrer, há um desejo de saber se quem foi embora também chora a dor da perda.

Eu estava lá naquela água tão funda
Diga-me, como você ficará sem mim?

Não sei quantos leitores se identificam, mas não são raros os depoimentos que leio ou ouço de gente que vivencia essa realidade. Então, que tal ouvi-la cantada por Jordin Sparks e Chris Brown?

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