O prazer de educar

Ano quase acabando e as atividades da faculdade do ano estão praticamente concluídas. A paixão pela sala de aula me faz sentir saudades de vir para o computador e preparar ou revisar a programação da semana. Afinal, domingo, pelo menos na vida deste professor aqui, é dia de trabalho. Faço isso há muitos anos. E com muita satisfação. Acho que não sei mais ficar à toa nesse dia da semana.

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Durante uma das bancas de monografia

Quando olho pro ano que passou, sempre me cobro bastante. Penso em tudo que ofereci aos meus alunos e é impossível ignorar os erros. E sempre encontro vários deles. Mas com os erros a gente tenta aprender. Não adianta ficar lamentando. Já foi. É reparar os problemas e focar no que vem por aí.

Entretanto, teve muita coisa legal acontecendo. Como trabalho com futuros jornalistas, em algumas disciplinas, a missão é prepará-los para o mercado profissional. E este ano fizemos muito. Produzimos várias revistas, vídeos criativos para a web, jornais para a internet, fizemos a cobertura dos protestos de junho em Maringá, mantivemos blogs de conteúdos alternativos, recuperamos a produção musical e cinematográfica das últimas décadas, viajamos pelas obras de pintores consagrados, descobrimos ações sociais que transformam a vida de pessoas fazem uso de manifestações artísticas… Foi show! Fico orgulhoso de cada ação que meus alunos desenvolveram.

E, para encerrar o ano, tive o privilégio de levar os acadêmicos Cínthia Carla, Elizabeth Pinheiro e Fábio Carlucci para às bancas dos Trabalhos de Conclusão de Curso com monografias elogiadas pelos avaliadores e reconhecidas com a nota máxima. Impossível não ficar orgulhoso deles, pois apenas os orientei. A produção foi deles, a nota foi mérito deles. Apenas procurei encaminhá-los da forma que acredito ser a correta: metodologia correta, distribuição adequada dos fundamentos teóricos e diálogo com a análise e/ou peça produzida. Deu certo mais uma vez.

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Elizabeth Pinheiro e Fábio Carlucci
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Cínthia Carla

Após todas experiências vividas ao longo de 2013, é impossível não ficar cheio de expectativas para o próximo ano. Quem serão os novos alunos? Que resultados vamos obter? E os erros cometidos, vamos conseguir evitá-los? Embora existam várias perguntas ainda sem respostas, o desejo sempre será o mesmo: fazer o melhor. Nem sempre é possível, mas não faltará disposição para tentar.

Dedico este texto a todos meus alunos, aqueles que já passaram por minhas aulas e a todos que amam a vida acadêmica. Obrigado por me ajudarem a crescer e me ensinarem tanto.

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