Na segunda, uma música

Toda vez que ouço Rita Lee fico pensando: como pode ainda ter a voz tão clara? A voz de Rita é simplesmente impecável. Parece que os anos só fizeram bem à rainha do rock. E canta sem “fazer força”.

Talvez eu seja mesmo saudosista. No caso de Rita, ela já cantava antes mesmo de eu nascer. Entretanto, dá prazer ouvir canções que, sem nenhum tipo de pretensão, faz a gente pensar. A música de hoje, por exemplo, faz pensar na vida. Ou… no final da existência.

Depois que eu envelhecer,
ninguém precisa mais me dizer
como é estranho ser humano nessas horas de partida.

A gente passa os dias fugindo do tema. Poucos se dispõem a falar da morte. A refletir sobre a velhice, o final de nossos dias. E, de fato, nada que a gente diga é suficiente para significar a partida.

Qual é a moral? Qual vai ser o final dessa história?
Eu não tenho nada pra dizer por isso digo
Eu não tenho muito o que perder, por isso jogo
Eu não tenho hora pra morrer, por isso sonho.

Sim… Enquanto respiramos, há vida. E nesse “jogo” em que perder e ganhar faz parte do simples ato de estar no mundo, resta-nos aproveitar cada momento… Claro, a despedida não é nada simples. Mas ainda assim só nos cabe viver. Sem nunca deixar de sonhar.

Vamos ouvir? “Coisas da vida” é a música de hoje.

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