Na segunda, uma música

Todas as vezes que ouço Elis Regina lamento a morte prematura dessa incrível intérprete da música brasileira. A energia de Elis, a maneira como cantava, as emoções sempre à flor da pele… Esse jeito “Elis Regina de ser”, no palco, é insubstituível.

É verdade que tem gente que não gosta. Outros lembram mais os caminhos errantes de Elis que suas interpretações inesquecíveis. Entretanto, é difícil ouvi-la e ser indiferente ao seu incrível talento.

Para esta segunda-feira, reservei uma música belíssima. “O bêbado e a equilibrista” é uma canção fascinante. Em especial porque é mais do uma simples poesia cantada; é uma daquelas músicas que serviram para provocar o regime militar, mostrar a covardia da ditadura.

Composta por Aldir Blanc e João Bosco, na voz de Elis, a música foi uma espécie de hino à anistia. “O bêbado e a equilibrista” foi o maior sucesso do disco “Essa mulher”, lançado em 1979. Na ocasião, o genial cartunista brasileiro Henfil chegou a fazer uma charge muito interessante inspirada na canção.

E então… Vamos ouvir a música?

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