Na segunda, uma música

Louis Armstrong gravou “What a wonderful world” ainda na década de 1960. Talvez, se fosse hoje, a canção não faria sentido… Talvez nem seria composta. Afinal, a música fala da beleza do mundo. Embora o mundo continue belo, quantos de nós investimos tempo para contemplá-lo, para admirá-lo?

Vejo árvores verdes e rosas vermelhas também
Vejo-as florescer para mim e para você
E eu penso comigo mesmo
Que mundo maravilhoso!

Na verdade, até quando saímos pra caminhar, muitas vezes fazemos isso como parte de uma rotina. O foco está na atividade física e a beleza do mundo nos escapa.

Eu vejo o céu azul e nuvens brancas
O brilhante dia abençoado, a sagrada noite escura
E eu penso comigo mesmo
Que mundo maravilhoso!

Quantos de nós paramos para observar uma criança? E o choro de um bebê soa como algo lindo ou simplesmente nos incomoda?

Eu ouço bebês chorando, eu os vejo crescendo
Eles vão aprender muito mais, do que eu jamais vou saber
E eu penso comigo mesmo
Que mundo maravilhoso!

Penso que a época é bastante apropriada para refletirmos sobre a maneira como temos vivido. O mundo tem muita coisa feia, muita injustiça, muita desigualdade. Porém, se olharmos bem ao nosso redor, ainda poderemos repetir as palavras de Armstrong: Que mundo maravilhoso!!!

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