Quando é preciso estabelecer limites para a sogra

sogra

Não são apenas as dinâmicas internas que afetam o relacionamento. Gente de fora também atrapalha. E, por mais que possa parecer “lugar-comum”, a sogra pode prejudicar e muito o romance.

E deixa eu explicar isso direito… Nem todas as sogras atrapalham. Muito pelo contrário. Existem aquelas que ajudam a preservar o romance. Mas tem muitas que se tornam problema querendo fazer o bem, inclusive.

O homem geralmente é menos afetado pela sogra. Mas a dinâmica nora e sogra tem chance de ser mais problemática. E tudo começa porque a mãe quer continuar cuidando do seu “menino”.

Frequentemente, as mães têm muita dificuldade em se desligarem dos filhos homens. E, quando eles assumem um relacionamento, querem continuar por perto. Mais que isso, começam a observar o que a namorada ou esposa deixa de fazer pelo filhinho.

Sabe a comidinha que ela sempre colocava no prato? Pois é… Às vezes, a parceira nem lembra de cozinhar. Isso, pra muita sogra, é o fim do mundo. Também é o fim do mundo a camisa que não é passada como ela passava…

Tem sogra que se mete com a limpeza da casa, com o tamanho da saia da nora… Olha, a lista pode ficar imensa aqui.

Acontece que o problema se amplifica na mesma medida que o “filhinho da mamãe” não estabelece limites. Sim, porque não é a nora quem coloca limite na sogra. Quem tem que proteger o relacionamento, neste caso, é o filho, é quem tem laço de sangue.

O homem deve, inclusive, entender que a parceira é sua companheira, mas não é sua mãe. É preciso ter maturidade pra isso. Saber reconhecer os papeis e, principalmente, que a vida mudou. Assumir um relacionamento significa abrir mão de algumas coisas, inclusive de certos mimos que só as mães fazem para os filhos.

Quanto maior for o grau de dependência do filho com a mãe (ou com a família), maior é o risco do relacionamento se tornar um campo minado. Quem assume uma relação séria tem que assumir também as rédeas de sua vida, construir a própria história.

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