Como destruir o relacionamento pouco a pouco

casal

Todas as pessoas mudam ao longo da vida. E desenvolvem diferentes formas de ser. Algumas se tornam melhores, humanizam-se ainda mais; outras passam a apresentar uma natureza perversa. Pois é… Isso não é coisa de novela. A pessoa com a qual a gente se relaciona hoje, não é a mesma de cinco anos atrás; nem será a mesma daqui outros cinco.

Acontece que como as coisas vão acontecendo de maneira gradual, nem sempre observa-se que o futuro do relacionamento pode estar em xeque. Por isso, por mais amor que exista, é fundamental reparar como tem agido os parceiros. Comportamentos negativos, quando ainda não se tornaram hábitos, podem ser corrigidos. E isso ajuda a salvar o romance.

Gritosnada justifica que uma pessoa grite com a outra. Se uma das partes está irritada demais, passando por um momento difícil, o melhor é se afastar, acalmar-se e depois tentar conversar. Gritos sempre serão uma forma de agressão. E gente que ama não agride. 

Invisível – não há nada pior que deixar de ser notado pela pessoa amada. Esse tipo de comportamento vai minando o romance, fazendo com o que o outro se sinta desprezado.

Não ter opinião – embora o casal divida uma cama, uma casa, uma vida, é fundamental conservar a capacidade de decidir e opinar. Opiniões devem ser respeitadas. Quando uma das partes deixa de ser ouvida, sua personalidade é silenciada. Isso acaba com a autoestima.

Assumir todas responsabilidades – sei de casais em que o marido apenas leva o dinheiro pra casa. Recebe, entrega o cartão para a mulher e pronto. O sujeito é incapaz de, na ausência da esposa, decidir se compra pão ou pizza para o jantar dos filhos. Tem que esperar a mulher. Relacionamento é vida a dois. Um lar é feito por duas pessoas e, dessa forma, ambos devem assumir suas responsabilidades. Quando uma das partes está sobrecarregada, o romance se desgasta.

Culpa pela desobediência dos filhos – homens têm essa mania: culpar as esposas pelos problemas com as crianças. O menino vai mal na escola? Culpa da mãe. A menina ficou grávida na adolescência? A mãe é quem não educou. Repito, um lar é feito por duas pessoas. Portanto, pai e mãe são responsáveis pela orientação das crianças.

Mentiras – frequentemente, começam aos poucos. Mas, com o tempo, podem ser tornar um hábito. E quando isso acontece, uma distância se instala entre os parceiros. A desconfiança mina qualquer possibilidade de um casal viver em paz.

Tempo – o casal precisa investir tempo no relacionamento. Infelizmente, muitos casais, após algum tempo, deixam-se consumir pelas rotinas e esquecem de viver o romance. Sair para jantar, ir ao cinema juntos, tirar férias… servem como respiro das tensões diárias e alimentam o afeto.

Sabe, todo mundo enfrenta problemas. E todo relacionamento vez ou outra entra em crise. Porém, quase sempre os descompassos podem ser solucionados com diálogo, quando o relacionamento é a prioridade de ambos.

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