Cinco atitudes para ter um bom casamento

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A minha lista não é definitiva. Não é única. Eu poderia apresentar uma série de outros comportamentos que podem ajudar a ter um bom relacionamento. Porém, quando estamos falando de casamento, principalmente, creio que esses cinco aspectos fazem toda diferença.

Compromisso – Não dá para construir um casamento sem compromisso. E não estou falando de cobrar compromisso do outro. Estou falando da atitude individual. É preciso estar envolvido com o relacionamento, estar comprometido em fazer dar certo.

Motivação – A gente muito essa palavra no mundo dos negócios, porém, quando o assunto é casamento, ela é bastante apropriada. Estar motivado é estar disposto a agir. Sei que existem momento em que o desânimo bate à porta e dá vontade de “deixar a vida me levar”. Porém, no casamento, não dá para ser assim.

Perseverança e constância – A motivação é fundamental justamente para que a gente não desista. A gente investe hoje no casamento, investe amanhã, depois e depois. É assim que funciona. Tem que perseverar e ser constante. Não adianta agradar o parceiro um mês, pular o outro, voltar a cuidar no seguinte… Tem que ser perseverante e constante no compromisso de fazer dar certo.

Esforço – Nada que é bom se conquista sem esforço. Uma carreira de sucesso é resultado de muito trabalho. Um casamento feliz é resultado de muito esforço. Sem esforço, o relacionamento fracassa. Dá trabalho, mas vale a pena.

Amor – O amor é que garante disposição para tudo isso. Sem amor não tem compromisso, não tem motivação, não tem perseverança e nem esforço. O amor é que alimenta a disposição diária para apostar nossa vida num casamento. O amor possibilita o perdão, a tolerância, a paciência, a compreensão… E faz com que a cada dia a gente acredite que vale a pena investir no casamento.

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Quanto tempo você fica no trânsito?

Você já fez as contas de quanto tempo passa no trânsito? Eu fico mais de uma hora por dia no trânsito… Fiz a soma ontem à noite. E fiquei bem aborrecido. É tempo demais jogado fora. Dava para ler quase um livro inteiro. Assistir pelo menos metade de um filme. Ver pelo menos um episódio inteiro de uma série… Dava para ter uma hora a mais de sono.

Sabe, eu não sou o único que fica tanto tempo no trânsito. Uma pesquisa feita pelo Ibope revelou que 3 de cada 10 brasileiros passam pelo menos uma hora no trânsito por dia. E em cidades com mais de 100 mil habitantes, o percentual aumenta… São cerca de 4 para 10 moradores que ficam trânsito esse tempo todo.

A pesquisa também revelou que as pessoas que usam o transporte coletivo são aquelas que mais perdem tempo no trânsito. Muitas delas chegam a ficar cerca de duas horas dentro de um ônibus.

De acordo com o Ibope, quando questionado sobre a qualidade do transporte público, 36% dos entrevistados disseram ser ruim ou péssimo. Apenas 24% avaliaram como ótimo ou bom. E sabe o que é mais interessante? Quatro anos atrás, 39% das pessoas haviam avaliado positivamente o transporte público. Ou seja, se o índice positivo já não era tão expressivo há quatro anos, a situação se agravou ainda mais nos últimos anos.

Dois últimos dados… Nas cidades com mais de 100 mil habitantes, pelo menos metade da população precisa de transporte público. E nas cidades com menos 20 mil moradores, só 16% da pessoas passam mais de uma hora no trânsito. Provavelmente, por trabalharem ou estudarem fora de seus municípios.

É difícil analisar em tão pouco tempo tantos dados. Porém, uma coisa é clara: as coisas não estão funcionando. Gente que passa muito tempo no trânsito é gente que se estressa mais, que cansa mais, que produz menos, que vive menos.

Portanto, é fundamental repensar a organização das cidades. O transporte público precisa ser mais eficaz, as pessoas precisam morar mais próximas do trabalho… E as atividades que as pessoas desenvolvem ao longo do dia não podem ser em lugares muito diferentes. Quanto mais você precisa ir de um lugar para outro, mais você fica em trânsito, mais tempo você perde no seu dia.

Faça as contas… Veja se não é o caso de, como sociedade, discutirmos mais seriamente alternativas para gastarmos menos tempo em carros, ônibus, motos… E sobrar mais tempo para efetivamente vivermos.