Não grite com as pessoas!

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Quando uma pessoa grita, faz isso para ser escutada. Mas isso acaba servindo de pretexto, inconsciente, para extravasar o estresse. Gritos são uma forma de violência contra o parceiro, contra os filhos, amigos, colegas… Mas é mais que isso. Quando você grita, agride as emoções do outro. Gera frustrações, ressentimentos, medo. Se for com os filhos, reduz a autoestima deles e os educa a reproduzir esse tipo de comportamento.

Quem grita, quem fala alto dá indicações do quanto é inseguro. Pessoas seguras não gritam.

Procure observar sua conduta. Veja quantas vezes faz isso, por que faz. Identifique o contexto que motivou esse comportamento (se dormiu bem, se está com problemas no trabalho etc).

Combine com as pessoas, vítimas de seus gritos, que avisem o que está acontecendo. Isso pode te manter em estado de alerta a fim de evitar tal atitude.

E uma última coisa: não esqueça de deixar os problemas no trabalho, na escola. Seu parceiro(a), seus filhos, sua família nem sempre têm culpa se as coisas não estão indo bem. E ainda que tenham motivado sua irritação, gritar só revela descontrole e incapacidade de administrar as próprias emoções. Sem contar que fere o amor do outro por você.

Seis qualidades das pessoas bem-sucedidas

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Talvez a primeira coisa que você deva pensar é: o que é ser bem-sucedido? Se está pensando em dinheiro e fama, certamente não é sobre isso que escrevo. Para mim, o sucesso se resume em estar em paz consigo mesmo, em viver a vida de maneira plena. Isso não significa necessariamente ter dinheiro no banco.

Uma vida sem sonhos, não é vida. Por isso, listei algumas qualidades das pessoas bem-sucedidas e quero compartilhar com você.

Elas têm objetivos claros – É fundamental ter metas e objetivos pontuais. Ninguém chega a lugar nenhum sem saber onde quer chegar e como quer chegar. Não adianta passar a vida pensando, sonhando e não se mexer. A vida não premia pessoas passivas. É importante atuar. O êxito vem depois do trabalho constante. É necessário plantar para conseguir colher.

Saem da zona de conforto – É fato que a gente gosta de segurança. E o que é conhecido nos traz sensação de segurança. Por isso, quase sempre não nos sentimos confortáveis em arriscar. Porém, gente bem-sucedida é gente que não tem medo de ousar. Sempre haverá riscos, é claro. Ainda assim, devemos reconhecer que, sem abrir mão da nossa zona de conforto, nunca alcançaremos nossos sonhos.

Não focam no dinheiro – Quem se preocupa logo de cara com os resultados financeiros, frustra-se. E perde a chance de viver uma experiência nova, arrebatadora. É fato que algumas pessoas são sortudas… Tão logo iniciam um novo projeto já alcançam resultados. Inclusive financeiros. Porém, na maioria dos casos, o dinheiro só vem depois de muito tempo de trabalho. Quem tem o dinheiro como seu principal objetivo, dificilmente será uma pessoa de grandes conquistas pessoais – em especial, de conquistas que tragam satisfação, alegria.

Não se rendem e têm paciência – As pessoas exitosas são resilientes. Desenvolvem a capacidade de suportar dificuldades e, mesmo assim, não abrem mão de seus sonhos. São pessoas que sabem esperar.

Cercam-se de vencedores – Quem quer ser vencedor, aprende com vencedores. Não os inveja. Pelo contrário, busca aprender sempre com gente que já faz a diferença no mundo. Infelizmente, muitos são mesquinhos de mais e se sentem incomodados em ter por perto pessoas competentes e felizes. Acabam se aproximando de pessoas mais fracas que elas e perdem a chance de crescer.

Revolucionam o seu entorno – Gente feliz, bem resolvida é gente que não quer o bem apenas para si. Além de buscar o seu sucesso, sente necessidade de compartilhar, de promover o bem entre os demais. São pessoas que não passam despercebidas. São pessoas que aprendem que dividir não é diminuir… É crescer junto, é construir uma comunidade melhor.

A escola é um lugar para ensinar a pensar

Hoje eu quero tratar de uma reação que vi no Facebook que me preocupou muito. Deixa eu explicar… Eu gravei um vídeo (só espiar nos meus perfis) comentando sobre a importância da escola ser um espaço democrático, plural. Um lugar para o debate de ideias contraditórias. A escola como um lugar para ensinar a pensar.

O vídeo, que assino convidando os amigos a acompanharem o jornalismo aqui da Metrô, toma como referência um projeto que tramita na Assembleia Legislativa do Paraná. Um deputado quer impedir que os professores se manifestem livremente em sala de aula. Ele entende que os professores não podem doutrinar ideologicamente os alunos.

Pois bem… Primeiro, penso que os professores estão muito distantes de serem doutrinadores ideológicos. Segundo, se a escola não pode debater diferentes vertentes ideológicas, ela deixa de ter razão de existir.

Acontece que, diante dessa discussão, li comentários absurdos. Felizmente, as pessoas não me agrediram verbalmente. Mas, por outro lado, agrediram de maneira raivosa professores, a escola, o PT, o marxismo… E as pessoas que verbalizaram tais agressões fizeram isso sem nenhum conhecimento.

Me desculpe quem pensa diferente, mas como posso pensar uma escola sem discutir Marx, Weber, Durkheim??? Discutir Marx não é doutrinar ideologicamente alunos para criarem uma sociedade comunista. Discutir Marx em sala é oferecer uma outra maneira de ver o funcionamento das relações de trabalho, é compreender de maneira crítica o modo de produção capitalista.

E isso é função da escola sim. Mesmo em países de direita.

Quando alguém reduz a discussão ao âmbito político partidário, é porque não entende nada de educação. Os grandes pensadores da humanidade procuram explicar o funcionamento da sociedade, nosso jeito de ser, de se organizar, de viver… de fazer política. E até propõem formas de intervenção. Mas assegurar esse tipo de discussão na escola é garantir o direito pleno do cidadão pensar.

E eu estou assustado porque essa incompreensão do que significa a escola e a respeito dos conteúdos sobre os quais devemos conhecer… Essa incompreensão aponta que estamos retrocedendo. Não crescemos como democracia, muito menos entendemos o básico sobre liberdade de expressão. Tem gente alimentando um jeito fascista de ser e ver o mundo, defendendo que existe uma única maneira de compreender a sociedade e que esta seja verdadeira. Sinceramente, isso nos apequena, nos faz questionar se não estamos de volta ao cenário constituído pelo mito da caverna de Platão.

PT: de “rainha do baile” a “leproso”?

Estamos a menos de um ano das próximas eleições. Em outubro de 2016, vamos escolher prefeitos e vereadores em todos os municípios do país.

E o ano que vem terá uma dinâmica diferente no que diz respeito as coligações partidárias. Não estou falando de nenhuma mudança nas regras das eleições. Estou falando especificamente de como poderá ser a presença do PT na disputa eleitoral.

Nos últimos anos, o partido reunia em seu entorno uma série de outros partidos em virtude da projeção nacional bastante positiva. Principalmente capitaneada pelo sucesso do então presidente Lula.

Mas os tempos áureos do PT parecem coisa do passado. Dias atrás, em entrevista, o pré-candidato do PT à prefeitura de Maringá, vereador Humberto Henrique, disse que até parece que o partido está com lepra. Não há partido interessado em coligar-se com o PT.

De fato, em Maringá, o partido pode ir para a disputa pela prefeitura em chapa pura. Candidato a prefeito e candidato a vice do mesmo partido.

Em Curitiba, o deputado Tadeu Veneri é apontado como possível candidato petista à prefeitura da capital. E ele também reconhece: o partido vive um momento difícil. Ao falar sobre o assunto, ele disse: “não somos mais a rainha do baile”.

Pois é… Se até dois anos atrás todo mundo queria estar com o PT, hoje, até quem gosta do PT, prefere não se mostrar aliado do partido.

Certamente isso vai trazer um tempero novo para a disputa eleitoral do próximo ano. Não dá para dizer que isso vai ser bom. Não mesmo. Até porque, apesar da crise – inclusive ética – pela qual passa o Partido dos Trabalhadores, ainda tem muita gente boa, bem intencionada e competente que milita na legenda. E que talvez seja prejudicado pela pouca credibilidade do partido nesse momento.

A economia brasileira trouxe boas notícias nessa terça-feira, 4

Meu texto desta quarta-feira, 04, é quase um relato. Um breve relato, diria. E com um objetivo: fazer justiça ao que aconteceu ontem na economia.

A gente tem dado tanta notícia ruim sobre a economia do país que, quando alguma coisa boa acontece, parece que a informação fica escondida nas páginas dos jornais e até mesmo nas emissoras de rádio, televisão e sites de notícias.

Ontem, a cotação do dólar teve uma expressiva queda. A queda foi de 2,39% e a moeda americana fechou em R$ 3,77. É o menor valor desde 9 de outubro, quando encerrou em R$ 3,75.

Já a bolsa de valores teve a maior valorização deste ano. O ibovespa fechou em alta de 4,76%. E chama a atenção que a Petrobras foi uma das companhias que puxou positivamente a cotação da bolsa. A companhia, alvo da operação lava-jato, teve uma valorização de 12%. Outra companhia que disparou na bolsa nessa terça-feira foi a Hypermarcas, com ações valorizadas em 21%.

Mas tem ainda uma última boa notícia… A balança comercial brasileira fechou outubro com melhor saldo em quatro anos. As exportações superaram as importações em 1 bilhão e 996 milhões de dólares. Num momento de dificuldades econômicas, esse saldo positivo ajuda e muito a reduzir o saldo negativo em transações comerciais do país.

Portanto, acho que a gente pode começar esta quarta-feira um pouco mais animado. Talvez o dólar e a bolsa de valores não mantenham as tendências de ontem. Ainda assim, as notícias econômicas dessa terça-feira nos ajudam a acreditar que há chance das coisas melhorarem para todos nós.