Só mais um Natal?

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Chegamos a este dia 24 de dezembro, véspera de Natal, com aquela sensação de: “espera aí, o que aconteceu? Onde eu estava em março, junho, setembro… Como assim? Já é Natal?”. Se você me acompanhou por aqui nesses últimos anos, talvez nessa mesma data, deve lembrar que, repetidas vezes, falei da urgência do tempo, da maneira apressada como vivemos e da impressão que dá de que tudo passa rápido demais. É verdade. Neste ano, não foi diferente. Passou rápido demais – apesar da crise econômica, do cenário de incertezas…

Mais um ano está indo embora. É Natal. Já é possível ouvir o som dos sinos, as boas conversas e risadas ao redor da mesa. Mas tudo isso também vai passar pra daqui a pouco comemorarmos a passagem de mais um ano e “estreia” em 2016.

Falar pra você “vamos aproveitar melhor o tempo, curtir intensamente cada momento” até parece um discurso repetitivo. Entretanto, não nos resta algo muito diferente. Afinal, o que importa na vida são os bons momentos que vivemos. As experiências mais profundas. Tudo mais é descartável e a gente esquece.

Neste Natal, o melhor é abrir o coração para as pessoas que amamos. A comida, a bebida, a música fazem parte apenas de um cenário em que os protagonistas devem ser cada de nós – a mulher, o marido, o namorado, a namorada, os filhos, os pais, os sogros… enfim, gente. São as pessoas que realmente importam. Gente é que faz a vida valer a pena. Foi pelas pessoas que o Cristo, do Natal, veio a este mundo – nascer, morrer e ressuscitar.

Então, que este seja o nosso sentimento neste Natal. Aproveite. Curta. Viva as pessoas que ama, viva o melhor Natal.

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2 comentários em “Só mais um Natal?

  1. O amor; a empatia; o perdão; a benevolência; estes exemplares sentimentos nos torna verdadeiramente parte de uma raça que, contraditoriamente, já não os utiliza no cotidiano. Os atropelos ao longo do ano que damos nas verdades cristãs é que provocam um distanciamento dos sentimentos mais nobres da alma. E quando nos damos conta, o Natal chegou.
    Experimentemos, então, o envolvimento mais direto com a humanidade de forma a nos tornarmos uma consciência homogênea e não tanto individualistas. Desta forma modificaremos nossa percepção temporal e teremos até saudades de um Natal bom que demora demais a chegar de novo.

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