Práticas convencem pessoas

Nem sempre os empresários, chefes e gestores se dão conta de que os colaboradores precisam de muito mais que um salário para se sentirem parte da empresa.

É claro que uma remuneração justa, a oferta de prêmios, bônus são importantes. Mas se o trabalhador não acreditar no negócio, não se sentir seguro de que o emprego é dele, não entender que as relações de trabalho são justas… Se isso não acontecer, o empregado poderá ser extremamente eficiente, mas não vai se doar completamente.

Os especialistas afirmam que as empresas devem entender que uma das estratégias mais eficientes para o crescimento dos negócios é contar com colaboradores que estejam felizes e acreditem no lugar onde trabalham.

Gente que se sente valorizado, que observa os colegas também serem valorizados, vende melhor. Vende produtos e vende o mais importante, a marca.

A melhor estratégia para o sucesso é compreender que “pessoas compram pessoas”. Ou seja, o cliente não é fiel a uma empresa; ele é fiel a uma ideia gerada na relação que o cliente possui com os colaboradores dessa empresa.

E, preste atenção… Esse princípio pode ser aplicado nos mais diferentes campos. Inclusive na política. Basta notar que o candidato que lidera as pesquisas eleitorais e é o favorito na corrida presidencial, praticamente não fez campanha.

Não está no horário eleitoral… Há semanas, não participa de debates, entrevistas… E ainda assim, uma multidão está mobilizada por ele, conquistando cada vez mais simpatizantes e, o principal, votos.

No mundo empresarial e até mesmo numa comunidade religiosa, o que atrai as pessoas não é necessariamente caras campanhas publicitárias. As pessoas são atraídas pelas ideias produzidas na relação que estabelecem com os colaboradores – ou militantes.

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