Conviver com você é uma experiência agradável para as outras pessoas?

Geralmente esperamos muito das pessoas com as quais convivemos. Queremos que sejam gentis, honestas, fieis, amáveis, respeitosas, éticas… Também desejamos ter por perto gente que é capaz de colocar um sorriso em nosso rosto.

Não há nada de mal nisso.

Tenho insistido, inclusive, que devemos preservar e valorizar os relacionamentos que nos alegram. Se a pessoa que está do seu lado é capaz de te fazer sorrir, valorize-a.

Faz um bem enorme ao coração passar alguns minutos com alguém que consegue tornar o ambiente mais leve, gente que faz a gente rir e esquecer dos problemas, não ver o tempo passar.

Dias atrás, recebi uma pessoa que tornou a única hora que ficou em nossa casa uma das experiências mais agradáveis que tive este ano. Eu nunca o tinha visto. Por causa da amizade que temos com a namorada dele, ele passou em casa e, desde então, sempre que posso, procuro manter contato. Infelizmente, esse jovem mora do outro lado do Brasil. Porém, a impressão que deixou foi a melhor possível e lembro com saudade do tempinho que passou junto com nossa família.

Pessoas assim fazem nosso coração sorrir.

Mas… E nós? Tornamos a convivência com o outro uma experiência alegradora? Será que as pessoas sentem prazer em estar conosco por alguns minutos? Nossa companhia é desejada?

Muitas vezes, lamentamos a ausência da família, a falta de amigos. Queixamo-nos da solidão, do abandono. Porém, uma pergunta que não podemos deixar de fazer a nós mesmos é justamente essa:

Conviver com você é uma experiência agradável para as outras pessoas?

Sabe, por mais doloroso que seja admitir, nem sempre somos boas companhias. Às vezes, nossas reclamações, queixas, pessimismo tornam nossa presença um tanto pesada, desagradável. Isso afasta as pessoas.

Portanto, minha dica é simples: que possamos nos conhecer bem, mudar o que carecemos mudar, tornando-nos pessoas com as quais vale a pena estar junto.

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