Você não se acha bom o bastante?

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Gente, hoje quero falar sobre um assunto muito sério… Muitas pessoas têm sonhos, boas ideias e desejam construir algo próprio, possuem projetos pessoais. Porém, sofrem por não se acharem boas o bastante, não terem confiança para expor suas ideias ou iniciar aquilo que alimentam em seus corações. São pessoas que pensam: eu não sou capaz! Ou acham que ninguém vai gostar.

Se você pensa assim, essa mensagem é pra você!

A primeira coisa que precisamos entender é que ninguém é bom o bastante. Somos seres imperfeitos e sempre temos algo a aprender. Além disso, sempre haverá gente que sabe mais do que nós, possui mais prática ou mais habilidades do que nós.

Por outro lado, sempre existirão pessoas que carecem do nosso conhecimento, daquilo que temos a oferecer. Todos temos valor e podemos contribuir de alguma maneira com nossas ideias e como nossos projetos. Sempre existirão pessoas precisando de algo que sabemos ou que podemos fazer por elas. E sempre haverá um lugar que abrirá espaço para receber o que temos para oferecer.

A segunda coisa que precisamos entender é que a insegurança que nos incomoda e, por vezes, nos paralisa nasce pela preocupação que temos com a avaliação dos outros. E embora seja importante respeitar as pessoas e ouvi-las, geralmente, as pessoas estão ocupadas demais para ficarem avaliando nossos passos.

É curioso, mas a gente perde tempo demais se preocupando com o que as pessoas dizer e, em geral, a maioria das pessoas nem se lembra de nossa existência.

E, detalhe, se as pessoas falarem das nossas ideias e atitudes, significa que de alguma maneira chamamos atenção.

Por fim, se sua autoimagem é tão ruim que não consegue avançar, talvez você careça de ajuda. Os nossos pensamentos, por vezes, nos traem. Somos o maior inimigo de nós mesmos. Por isso, se você não está conseguindo dar o primeiro passo em direção aos seus sonhos, talvez você necessite de ajuda para ressignificar sua autoimagem.

Pense nisso!

Quatro razões para você ler todos os dias

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Nem todo mundo tem o hábito da leitura. Mas hoje quero te apresentar quatro motivos para você inserir a leitura na sua rotina diária.

Primeiro, ler turbina o cérebro. Ou seja, a leitura melhora a função cerebral. A leitura diária melhora as habilidades de memória e pensamento crítico. As atividades de leitura também estão associadas a um risco menor de Alzheimer.

Segundo, a leitura reduz o estresse. A vida moderna é estressante. Os problemas diários nos esgotam e colocam o cérebro em ritmo acelerado e, por vezes, causam ansiedade e até quadros depressivos. A leitura de um livro cativante pode te levar para outros lugares, ajudando a desligar-se da vida angustiante. Por atuar numa área importante do cérebro que trabalha com a imaginação, a leitura produz boas emoções, auxiliando na redução do estresse e da ansiedade.

Terceiro, a leitura pode ajudar a entender melhor as outras pessoas. A boa literatura apresenta diferentes personagens e uma complexidade de perfis psicológicos. Quando entramos na vida dessas pessoas, ainda que por meio de personagens fictícios, temos um vislumbre de como as outras pessoas pensam e as razões de agirem como agem. Ou seja, por meio da leitura, temos a chance de entender melhor o comportamento de outras pessoas e, com isso, desenvolvemos a empatia.

Quarto, a leitura melhora o sono. Gente, a leitura é um santo remédio. Quer dormir melhor? Escolha uma boa história e leia um pouco antes de dormir. Sua noite será muito mais calma e você rapidamente pegará no sono. Eu mesmo uso essa estratégia com certa frequência. Minha mente é muito inquieta e, quando não leio, demoro demais para pegar no sono. A leitura, no entanto, acalma minha mente. Pela necessidade de concentração e pelo efeito que produz levando minha mente para outros mundos, quando paro de ler, deito e durmo profundamente.

Enfim, por esses e outros motivos, que certamente ainda vou falar aqui, leia um pouco todos os dias. Vai te fazer bem!

É sexta-feira santa!

A pandemia tem roubado da gente até a percepção do tempo. Você tem conseguido contar os dias, como sugere o salmista? Tem dado conta de reparar no movimento da vida, nas coisas que estão acontecendo, inclusive com você?

Eu tenho insistido com meus alunos e alunas, e tenho falado nos meus textos e vídeos, que precisamos seguir vivendo. Não dá para esperar a pandemia passar. Quem está adiando tudo para depois da pandemia está deixando de viver. E deixar para depois é abrir mão da vida agora – sem contar que o “depois” é sempre incerto; sequer há garantia de haverá vida.

Nessa loucura angustiante que tem sido o tempo em que vivemos, chegamos à sexta-feira santa e esse dia chegou tão rápido que mal notamos que estamos as vésperas da Páscoa.

Não sei como as coisas estão aí na sua cidade, mas pelo menos em Maringá, onde moro, até os supermercados foram bastante tímidos na decoração da Páscoa. As prateleiras tinham poucas opções de ovos de chocolate.

Na semana passada, enquanto estava com a Rute, minha esposa, até brincamos que o coronavírus freou os ímpetos de consumo de chocolate.

Entretanto, essa sensação de que tudo está muito confuso abre uma oportunidade única para pensarmos no que realmente significam essas datas.

A decoração festiva nos supermercados, os anúncios de ofertas de produtos variados para a Páscoa, por vezes nos distraem. Distraem até mesmo o povo de Deus.

É fato que muitas igrejas fazem programações especiais na Semana Santa com o objetivo de direcionar o nosso olhar para o que realmente importa. A Igreja Adventista e a Novo Tempo fazem isso há muitos anos. E milhares de pessoas tem sido abençoadas, restauradas.

Ainda assim, até mesmo programações especiais como essas, em tempos normais, não alcançam todas as pessoas e não impactam todo mundo. As pessoas geralmente estão ocupadas demais.

Contudo, estes tempos difíceis deixam nosso coração mais sensível. Não é preciso se esforçar muito para entender que algo está grave está acontecendo com o planeta e que a humanidade está em perigo.

As mortes que se acumulam, a grave crise econômica e política que nos afetam apontam para o céu. Nos dias em que vivemos, dá para ouvir a voz do salmista Davi dizendo: elevo os olhos para os montes, de onde virá o meu socorro? O meu socorro vem do Senhor, que fez os céus e a terra.

Querido amigo, querida amiga, a sexta feira santa e o domingo de Páscoa renovam nossas esperanças. Essas datas não são apenas datas comemorativas. Elas são um lembrete de que existe esperança. E a esperança está em Cristo, aquele que nasceu, morreu, mas ressuscitou.

Por isso, te faço um convite: célebre essas datas lembrando da vida que há em Cristo. Não se incomode com as impossibilidades de estar junto com as pessoas amadas. Sei que elas fazem falta, sei que é bom abraçar… Mas o Cristo ressuscitado dá a garantia de logo chegará o tempo em que nunca mais precisaremos ficar separados.

A separação de hoje é apenas uma fração de tempo na história diante de uma eternidade que teremos para viver juntos. Para sempre! E melhor, vivendo junto com o próprio Cristo.

Uma Páscoa abençoada pra você.

O mundo exige que sejamos flexíveis

Flexibilidade não é apenas uma palavra da moda; trata-se de uma tática de sobrevivência no mundo contemporâneo. O sociólogo polonês Zygmunt Bauman, crítico do que ele mesmo denominou de mundo líquido, ressaltou em diferentes ocasiões que, embora a flexibilidade possa de alguma maneira agredir a natureza humana, quem permanece rígido e não aceita as mudanças é excluído.

A exclusão pode acontecer de várias maneiras, mas uma das mais dolorosas é a perda de um emprego ou de oportunidades de trabalho. Afinal, é por meio do trabalho que asseguramos a sobrevivência.

Neste período de pandemia, a flexibilidade se tornou sinônimo de adaptabilidade. É fundamental adaptar-se às circunstâncias para sobreviver.

Recordo que no início da pandemia, um jovem professor da faculdade em que leciono e sou coordenador, resistiu demais às mudanças que foram implementadas para manter as aulas. Ele queria a suspensão das aulas até o fim da pandemia. Isso foi em março do ano passado.

As aulas foram para a internet, ao vivo. O professor não se adaptou. No final de abril, pediu demissão. Hoje, um ano depois, as aulas continuam sendo no sistema remoto. A pandemia não acabou. E, sem adaptar-se, parece-me que o meu colega continua sem dar aulas, sem emprego.

Dias atrás, li a história de um casal. No início da pandemia, foram demitidos. Batalharam por oportunidades por algumas semanas, mas as contas foram chegando… Quando o dinheiro estava acabando, assimilaram o princípio básico da flexibilidade: adaptar-se às circunstâncias. Perderam a vergonha e resolveram fazer bolos em casa para vender. Pesquisarem muitas receitas, fizeram testes, experiências e, há quase um ano, o jovem casal, com curso universitário e carreira em ascensão, agora faz bolos para ganhar a vida. Será este o futuro profissional deles? Nem eles sabem.

A vida neste mundo contemporâneo exige de todos nós a disposição de ser flexível. Adaptar-se hoje para, amanhã, talvez, largar tudo e começar algo completamente novo. E assim a cada nova situação que se colocar diante de nós.

Costumo repetir que, por vezes, a realidade se impõe. E quem não compreende isso e se flexibiliza para responder às circunstâncias, sofre muito mais e pode enfrentar sérias dificuldades até mesmo para sobreviver.

Sem humildade e coragem não há amor

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Gente, comecei o dia lendo uma frase que quero compartilhar com você. Diz assim: sem humildade e coragem não há amor.

A frase é de Zygmunt Bauman e está no livro “Amor líquido, sobre a fragilidade dos laços humanos”.

Esta frase é curtinha, mas muito profunda. Trata-se de um paradoxo que resume muito daquilo que encontramos no texto clássico do apóstolo Paulo sobre o amor, e que, ao longo da história, tem inspirado poetas como Luís de Camões e Renato Russo.

Bauman, quando afirma “sem humildade e sem coragem não há amor”, ressalta a necessidade da doação, da tolerância, da paciência, da abnegação. Mas também destaca que, para amar, é preciso não ter medo.

Quem tem medo do desconhecido, quem tem medo das perdas, quem tem medo de se magoar, não ama.

Pense só no que significa ter um filho… Quantas vezes temos que ser humildes e nos colocar em condições que talvez não nos colocaríamos para garantir um prato de comida ou um atendimento médico para um filho? Quem já abriu mão do orgulho próprio para garantir o bem estar de um filho?

Por outro lado, quem tem a coragem de aceitar que poderá sofrer uma decepção, de ser abandonado ou até de chorar a morte de um filho, não se torna pai ou mãe. Porque quando a gente tem um filho, a gente corre o risco do abandono, da decepção, da perda.

Mas, você que é mãe, você que é pai, me diga: existe amor mais incrível do que o amor de um pai, de uma mãe por seu filho?

Gente, o maior de todos os exemplos de um amor humilde e cheio de coragem é o do próprio Deus. Ele se humilhou diante do Universo entregando o próprio filho para nascer e morrer, e vindo ao mundo para nascer numa manjedoura de animais. Mas foi corajoso de enfrentar as forças do mal para salvar seus filhos.

Por isso, Bauman afirma “sem humildade e coragem não há amor”.

Seja para amar um filho, um marido, esposa, ou mesmo para ter amigos de verdade, é preciso ter humildade e também muita coragem para amar.

E qual a recompensa do amor? Ah… esta é difícil de ser traduzida em palavras. Só os humildes e corajosos, que decidiram amar de verdade, conhecem o poder do amor.

O cérebro, a leitura e as tecnologias digitais

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Está mais do que provado que a leitura é uma estratégia poderosa para turbinar o cérebro. Além dos inúmeros benefícios que a leitura traz para nossa vida, ela também mantém as conexões neurais ativas e participa de um processo importante conhecido como plasticidade neural.

Entretanto, o uso das tecnologias digitais preocupa inúmeros pesquisadores. Embora as telas sejam fundamentais no nosso dia a dia, elas têm roubado nossa atenção e já existem pesquisas apontando que, no Brasil, em média, as pessoas chegam a ficar mais de dez horas por dia diante das telas.

Isso tem efeitos sobre nossa saúde física e emocional. Mas também há consequências para o cérebro, que se torna mais preguiçoso, ansioso e distraído. Os efeitos negativos sobre a capacidade de ler e compreender um textos são enormes. A pesquisadora Maryanne Wolf explica que “a organização dos circuitos do cérebro leitor pode ser alterada pelas características singulares da mídia digital, particularmente nos jovens”.

De certa forma, o uso excessivo das tecnologias digitais produz um desarranjo nos circuitos cerebrais, reconfigurando nosso cérebro. E ainda que existam certos benefícios, como o aumento da habilidade de ver várias coisas ao mesmo tempo, a perda do pensamento profundo, da concentração e de fazer conexões estão entre os principais prejuízos para o cérebro.

Justamente por isso pesquisadores como Maryanne Wolf ressaltam que, desde a infância, os pais precisam estimular os filhos a lerem livros. E, preferencialmente, livros impressos, de papel. O contato com a obra num formato material, paupável, produz benefícios para o cérebro que vão além dos benefícios da leitura. Entre eles, da percepção de continuidade e contexto.

Segundo ela, “haverá profundas diferenças em como lemos e em como pensamos, dependendo dos processos que dominam a formação do circuito jovem de leitura das crianças”.

Por isso, recomenda-se que, nos primeiros anos de vida, as crianças tenham acesso ao mínimo possível de telas… E, enquanto as crianças não leem sozinhas, que os pais leiam para os filhos. Isso desenvolve a imaginação e a criatividade das crianças, além de estabelecer vínculos afetivos profundos entre pais e filhos.

Somos carentes de vínculos, mas o individualismo nos separa

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Em nossa busca por encontrar nosso lugarzinho ao sol, colocamo-nos como competidores e desenvolvemos nossas táticas de sobrevivência. Cada um deseja seu pedacinho do bolo e luta para alcançá-lo. Uma luta que nem sempre se traduz em disputa justa. Por vezes, se atropela os outros e até mesmo os relacionamentos são construídos baseados em interesses.

Num de seus livros, a escritora Brené Brown afirma que: “estamos aqui para criar vínculos com as pessoas. Fomos concebidos para nos conectar uns com os outros. Esse contato é o que dá propósito e sentido à nossa vida, e, sem ele, sofremos”.

Parece muito maluco, mas, ainda que sejamos carentes de vínculos, a busca pela vida boa tem afastado muita gente. Tornamo-nos cada vez mais individualistas. Olhamos para nossos interesses e são eles que parecem os mais importantes. Com isso, entre os nossos interesses ou a preservação de um relacionamento, colocamo-nos em primeiro lugar. A lógica bíblica do servir é simplesmente esquecida.

Observamos isso em todas as práticas cotidianas. Vemos nas empresas, vemos nos relacionamentos familiares e até mesmo em situações simples do dia – quem aí nunca viu alguém furando fila para ser atendido mais rápido?

Nesse período de pandemia, pra muita gente, vale mais um churrasco com amigos ou passeio na praia, atropelado todas as orientações médicas, do que o cuidado para não se contaminar ou contaminar outras pessoas com o vírus da covid-19.

Acontece que, como diz Brené Brown, e a Bíblia mostra há muitos séculos, vivemos para a glória de Deus e para abençoar outras pessoas. A ideia de uma vida em que os meus interesses sejam os mais importantes não combina com a doutrina bíblica e tampouco faz sentido nos estudos das ciências humanas e sociais.

É por meio do respeito ao outro, do desejo de me conectar com as outras pessoas e de conviver harmonicamente com elas que a minha vida ganha sentido e sinto alegria de viver. Pense nisso! Crie vínculos! Faça conexões! Ame mais!

Professor que não estuda não é professor

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A escola é um espaço fundamental para o desenvolvimento humano. Tudo o que acontece na escola – seja nas séries iniciais ou mesmo na faculdade, pós graduação, mestrado e doutorado – afeta a vida das pessoas de maneira profunda. E, por isso, a educação precisa ser tratada com muita seriedade.

Uma das coisas determinantes na educação é a formação do professor. E embora isso comece pelas instituições frequentadas e a qualidade do ensino recebido pelos futuros professores, tem muito mais a ver com a atitude de quem se dispõe a ser professor ao longo de toda a sua carreira.

Costumo brincar: quer ser professor? Precisa estudar todos os dias!

Antes de ser professor, o professor é um eterno aluno. Quem escolhe a profissão, mas não estuda todos os dias, raramente lê um livro, não é professor. Engana o aluno e está enganando a si mesmo. Quem entra numa sala de sala sem esse investimento rotineiro na própria formação, é incapaz de oferecer algo vibrante para seus alunos.

Costumo ouvir, com mais frequência do que gostaria, que os alunos andam muito desinteressados. Isso é verdade. Mas também é verdade que muitos professores são incapazes de surpreender seus alunos com o conhecimento.

O conhecimento encanta. Mas… estou falando de conhecimento. Num período em que, num clique, o aluno tem acesso a inúmeras aulas no Youtube e noutras plataformas, o educador deve ter algo relevante a oferecer.

Quando o professor tem muito para ensinar, o aluno para para ouvir. Percebo isto na minha própria rotina. Depois de 16 anos dando aulas, noto que o investimento que fiz no mestrado e no doutorado – cursados após minha estreia na docência -, mas, principalmente, em função do meu encantamento pelos livros, resulta em aulas mais empolgantes e, o que é melhor, num engajamento muito maior dos alunos.

Observo a mesma coisa com colegas com outros colegas. Os alunos comentam sobre aqueles que “sabem muito”. Por outro lado, sei que, infelizmente, existem professores – das séries iniciais ao ensino superior – que se alimentam apenas do senso comum e amparam seus argumentos em conteúdos antigos na formação universitária e em livros didáticos com aulas pré-prontas. Raramente atualizam suas aulas. E ainda mais raramente investem em aprender coisas novas por si mesmos.

Conheço professores que investem tempo em tudo, mas raramente pegam um livro para aprender coisas novas.

Sei que a vida de todo mundo é corrida demais e tirar meia hora para a leitura, por exemplo, não é tão simples. Entretanto, também sei que, com disciplina e melhor organização das rotinas, é possível estudar um pouquinho todos os dias. E, para quem faz semanas que não estuda nada novo, 15 minutos diários já fazem uma diferença enorme.

Gente, para o professor e para qualquer profissional, não existe conhecimento perdido. Tudo o que você aprende, seja da sua área ou não, ajuda a ver melhor o mundo, amplia os argumentos e cria possibilidades inclusive de dialogar com diferentes gerações e classes sociais. E isso tem efeito na qualidade do trabalho e nas conexões que o profissional pode fazer.

Portanto, se você é professor ou não, estude sempre! Vai te tornar um profissional melhor e uma pessoa muito mais interessante – daquelas que a gente gosta de ouvir.