As linguagens do amor: formas de servir

A primeira coisa a fazer aqui é superar os estereótipos sobre os supostos papeis que deveriam ser ocupados por homens e mulheres. As atitudes de serviço, de cuidado com o outro não podem ser pensados como coisas de homem ou de mulher. Tampouco essas imagens construídas historicamente devem impedir que um marido sirva à mulher em seus desejos e nem uma mulher deixe de servir ao seu homem.

As formas de servir são inúmeras, variadas. E, para muitas pessoas, o serviço é uma das maneiras de se sentirem amadas. Portanto, tire um tempinho e veja as dicas.

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Queremos ser amados

Talvez esta seja a nossa maior necessidade: nos sentirmos amados/as. Há uma carência que nos é intrínseca, está em nós: queremos saber que importamos para outra pessoa, que fazemos diferença na vida da outra pessoa. Embora cada pessoa manifeste esse desejo de um jeito, apenas gente “anormal” não se importa com o amor do outro.

Num momento tão delicado de nossa história, numa sociedade individualista, em que vivemos voltamos para os nossos próprios interesses, queremos nos sentir amados, mas nem sempre damos amor. E isso causa um descompasso: afinal, se cada um olha apenas para si, quem estará disponível para dar amor? Logo, quase todo mundo guarda em si certa carência; é como se estivesse com o tanque vazio de amor.

Diariamente, casamentos são desfeitos porque uma das partes – ou as duas – não estava se sentindo amada. E quando uma pessoa não se sente amada, imagina-se desprezada, ignorada, deixada de lado. Os conflitos vão se avolumando, as cobranças e, o pior, a pessoa fica vulnerável, aberta a qualquer abordagem externa. Logo, a traição se torna uma possibilidade.

Deixa eu repetir aqui algo que insisto sempre: amor é decisão. E fazer o outro sentir-se amado implica numa série de práticas cotidianas.

Tem muita gente por aí iludida com o amor. Acredita que aquela paixão dos primeiros meses do relacionamento era amor. Como a paixão vai embora – e sempre vai embora, sempre acaba -, a pessoa perde a disposição de agir para agradar o parceiro, a parceira.

A paixão motiva atitudes altruístas. Enquanto estamos apaixonados, nos doamos completamente. Fazemos tudo! Se pudéssemos, dávamos o céu e as estrelas para o outro. É óbvio que num cenário repleto de atitudes gentis, com pequenas surpresas, toques, palavras amorosas… Num cenário como este, não dá para se sentir carente.

Mas quando a paixão acaba, também acabam todas as atitudes maravilhosas que tocavam o coração da outra pessoa e a fazia sentir-se amada.

Então o que fazer para que nosso companheiro, nossa companheira siga sentindo-se amado/a? Só existe uma maneira: continuar agindo de forma propositiva, tentando agradar, agindo para fazê-lo/a feliz. Também por isso o amor é decisão. Noutras palavras, eu decido amar a outra pessoa todos os dias. E minha decisão se revela em práticas cotidianas de gentileza, de palavras amorosas, pequenos agrados, tempo de qualidade, surpresinhas… Respeito, acolhimento, tolerância, incentivo…

Diga-me: quando você recebe esse tipo de cuidado de outra pessoa não se sente amado/a? Não sente que sua vida, sua presença importa para ela/e?

Pois é… Sentimo-nos amados quando as pessoas demonstram, em práticas, que nos amam. Um “te amo” faz bem, mas parece vazio se nunca é demonstrado com atitudes. O “eu te amo” que não se traduz em ação, nada significa.

Portanto, se todos querem sentir-se amados, o que você tem feito para que o seu parceiro, sua parceira compreenda que você o/a ama?

As linguagens do amor: presentes

Você gosta de ganhar presente? Você sabia que em todas as culturas existe o hábito de presentear como forma de agradar, de agradecer, de expressar amor? E, no relacionamento, o presente é uma excelente maneira de demonstrar amor à pessoa amada.

Este é o tema de mais um vídeo da série sobre relacionamentos. Inspirado pelo livro “As cinco linguagens do amor”, de Gary Chapman, apresento pra você mais uma forma de investir em seu relacionamento.

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As linguagens do amor: qualidade de tempo

Na semana dos namorados, preparei uma série de vídeos sobre relacionamentos. E nesta sequência baseada no livro “As cinco linguagens do amor”, de Gary Chapman, falo sobre a segunda maneira de comunicarmos amor à pessoa amada: por meio do tempo, do tempo de qualidade. Portanto, se você quer ter um casamento feliz, invista uns minutinhos neste vídeo.

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As linguagens do amor: palavras de afirmação

Este é mais um vídeo da série sobre relacionamentos, mas aqui começo um capítulo especial tratando das cinco linguagens do amor, apresentadas pelo escritor Gary Chapman. E a primeira maneira de expressarmos o amor é por meio de palavras de afirmação.

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Conhece gente que se diz autêntica e machuca os outros?

Autenticidade. Eu gosto desta palavra. Ela me faz pensar em coisas boas… E em algo muito precioso: a verdade. Embora a compreensão sobre verdade seja bastante complexa, acredito que existe o falso e o verdadeiro. Particularmente, para ter um parâmetro sobre a verdade, adoto a Palavra de Deus como referência – inclusive como base para nossos comportamentos cotidianos, para nossos relacionamentos.

Entretanto, ainda que a palavra “autenticidade” me traga bons sentimentos, me preocupo com a maneira como muita gente a utiliza para justificar atitudes grosseiras e até violentas.

Sim, meus caros amigos e amigas, tem gente que se diz autêntico para justificar respostas atravessadas, desrespeito e até a humilhação de outras pessoas. Costumo dizer que, mesmo uma pessoa polida e elegante em suas atitudes, pode vez ou outra ofender alguém próximo. E pode fazer isso sem ter a intenção de magoar. Eu já fiz isso. Várias vezes, inclusive. Em muitas dessas ocasiões, minha esposa, a Rute, que tem uma sensibilidade diferenciada, puxa minha orelha e assinala que fiz bobagem.

Entretanto, não falo aqui dessas situações excepcionais, que acontecem esporadicamente. Falo de pessoas que assumem uma pseudo-identidade de transparência, dizendo-se autênticas, e que atropelam os sentimentos das outras.

Para essas pessoas, costumo dizer que a autenticidade só tem uma função: revelar o ser humano horrível que, arrogantemente, se diz verdadeiro, sincero.

Gente que se diz autêntica, mas fere as outras, não passa de uma pessoa cheia de coisas ruins por dentro, que usa a autenticidade como máscara para se dizer boa pessoa. É como se falasse: “machuco você, mas falo o que penso; sou verdadeiro/a”. A pessoa se apoia na tese da verdade para justificar suas más ações e ainda tenta se colocar como superior… Em jogo é colocada a ideia: “sou melhor do que você, porque machuco, mas não minto, não finjo igual você faz”.

Não há mérito algum numa autenticidade que revela uma pessoa horrível por dentro. Esse tipo de comportamento sugere duas coisas: pra quem está por perto, um convite, caia fora! Para a própria pessoa, um desafio: busque ajuda, mude de comportamento.

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Por que os relacionamentos morrem? – vídeo

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Na semana do Dia dos Namorados, preparei uma série de vídeos para falar sobre os relacionamentos. Este é o primeiro. Espero que possa te fazer bem e te levar a refletir sobre atitudes que fazem a diferença na vida a dois.

Seis comportamentos que sabotam a felicidade

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Embora não faltem motivos externos para atrapalhar a vida da gente, com freqüência nossos comportamentos colocam tudo a perder. Ou, pelo menos, têm potencial de se transformarem num problema. É como se sabotássemos a nós mesmos.

Não temos controle de tudo. É impossível. Algumas coisas acontecem, alteram nossas rotinas e até nosso futuro. Pode ser uma demissão num momento delicado da vida, a morte de uma pessoa querida ou uma pandemia. São situações que não dependem de nossas escolhas.

Porém, mesmo não sendo possível fazer a vida seguir num cronograma perfeito, podemos evitar certos desacertos e, principalmente, garantir o prazer de viver ao abandonarmos certos hábitos.

Preparei para você uma lista de seis comportamentos que precisam ser evitados:

Primeiro, adiar as mudanças. Ter um pouco de medo, sentir-se inseguro diante do desconhecido é natural. Porém, não dá para deixar que o medo do desconhecido nos impeça de mudar. É fundamental investirmos no autoconhecimento, descobrirmos nossas habilidades e, com base nisso, acreditar em nosso potencial e ousar mudar aquilo que precisa ser mudado.

Segundo, conformar-se com um emprego que não gosta. É fato que às vezes é necessário tolerar… Porém, existe uma diferença entre permanecer um tempo num trabalho que não te dá prazer… E ficar anos e anos exercendo uma atividade que te consome, te entristece. Quem se obriga a trabalhar no que não gosta, produz menos do que poderia produzir e vive infeliz.

Terceiro, construir falsas expectativas. Sonhar faz bem, mas tem gente que perde a noção do real. Idealiza demais e deixa de viver a vida. A pessoa passa a vida achando que Harvard é a universidade da vida dela, mas tudo que pode fazer é um curso técnico do Senac. Precisamos aprender a lidar com nossas realidades e construir a vida a partir delas.

Quarto, tentar agradar a todos. Pois é… não dá. Quem vive a vida para agradar os outros, não vive. Não faz o outros felizes e nem é feliz. Não estou sugerindo que você atropele os sentimentos das pessoas, mas é necessário entender que nunca seremos capazes de agradar todo mundo.

Quinto, viver lamentando o que não fez. O princípio é básico, simples: o que passou, passou – coisas boas e coisas ruins. Oportunidades aproveitadas e oportunidades desperdiçadas. Quem fica lamentando o que deixou de fazer, vive apegado às perdas, abre mão do presente e deixa de construir o futuro.

Sexto, manter relacionamento com alguém que não te valoriza. Acho que não tem nada que machuque mais do que ser rejeitado. Tem gente que nos despreza, agride… Nesses casos, se não tiver como consertar essa relação, a solução é afastar-se, romper e seguir adiante. Não se trata de ser egoísta, mas de conectar-se apenas com quem você pode contar, com quem luta contigo, com quem sonha os seus sonhos.

E são apenas esses comportamentos que fazem mal? Claro que não! Talvez o que te prejudica não esteja nesta lista, mas se você é capaz de identificar, esta na hora de abandonar e seguir adiante. Certamente sua vida sera mais leve.