Minhas escolhas podem afetar a vida dos outros

Sabia que, mesmo em coisas simples, aquilo que você faz ou deixa de fazer pode ter um impacto na vida de outra pessoa? Pense nisso! Afinal, agir de maneira ética implica em pensar sobre o efeito de nossas ações no mundo em que vivemos.

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Quem ama não faz mal ao próximo!

Geralmente, temos a impressão que fazer mal ao outro é matar, agredir, violentar, roubar… Entretanto, fazemos mal ao próximo todas as vezes que temos um comentário negativo a respeito de uma pessoa, quando deixamos de cumprir nossos compromissos com alguém e até quando traímos a confiança de gente que convive conosco.

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Não se compare!

Não tenha o outro como referência para medir sua felicidade. Frequentemente, observamos os movimentos aparentes das outras pessoas e, por nem sempre estarmos bem, afundamos de vez. Sentimos até uma dorzinha de cotovelo em função do sucesso e/ou da alegria alheia.

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O engano da paixão

Quem consegue explicar a paixão? Estar apaixonado é uma das coisas mais incríveis que uma pessoa pode experimentar. A paixão arrebata o coração, faz-nos perder a razão. O apaixonado idolatra a outra pessoa. É capaz de fazer coisas sem nenhum sentido. Durante a paixão, a generosidade, a bondade, o altruísmo, o cuidado, a proteção… todas as coisas boas que uma pessoa pode fazer pela outra, negando a si mesma, estão presentes. Não há presente caro, não existe distância, não falta tempo para o outro.

Quando estamos apaixonados, somos capazes de mudar nosso ritmo de vida, nosso jeito de agir… E fazemos isso para agradar a outra pessoa. Nada é difícil, nada é impossível. Deixamos de olhar para nós; olhamos apenas para a pessoa por quem estamos apaixonados.

Existe uma alegria indescritível em estar com a outra pessoa. Acorda-se pensando nela, passa-se o dia pensando nela… A pessoa fica distraída, os olhos brilham, as conversas podem ser bobas, mas parecem as mais engraçadas e agradáveis do mundo.

A paixão é um sentimento tão arrebatador, tão anestesiante, que todos os problemas da vida parecem muito mais simples, fáceis de resolver. Mas a paixão acaba. Apaixonados geralmente não aceitam essa verdade. E, curiosamente, mesmo quem já passou pela paixão, às vezes ainda alimenta a ilusão de que, com outra pessoa, aquela experiência arrebatadora poderia ser perpetuada.  A pessoa se ilude achando que a culpa do fim da paixão seria das circunstância, do outro ter mudado… Foi não! A paixão acaba mesmo. O que faz a diferença entre ter um relacionamento duradouro ou não é o amor, não é a paixão. O amor é uma escolha diária. Escolhe-se amar. Diferente da paixão que, geralmente, é incontrolável, instintiva, irracional. Ninguém pode ligar um botão e apaixonar-se.

Ainda hoje, li o relato de uma jovem mulher. Ela dizia: “estou casada há oito meses, mas acho que a paixão por meu marido acabou”. Essa mulher ainda falava sobre vários comportamentos diferentes que o marido passou a ter… Enquanto lia, eu pensava: de fato, a paixão acabou e os comportamentos do marido são apenas as características da personalidade dele que começam a se revelar.

O que essa mulher pode fazer? Duas coisas, continuar iludida que a paixão pode ser pra sempre, desistir do casamento, se abrir para uma nova paixão e viver uma nova desilusão. Ou ela pode decidir amar. Porque é isso que ocorre quando a paixão acaba: toda a doação ao outro,  a devoção ao outro deixa de existir como efeito da paixão. É quando entra o amor. Você escolhe amar… e passa a agradar o outro porque decidiu amar e continuar caminhando juntos. Sobre isso já falei noutros vídeos no meu canal, inclusive na série sobre as linguagens do amor.

Portanto, quero deixar um recadinho fundamental pra você: está apaixonado, está apaixonada? Aproveite esse período! É lindo! Mas procure, naqueles momentos (que são poucos) em que a razão faz uma visitinha, dizer pra você mesmo/a: vai passar! “Vou aproveitar, mas vai passar”. E se essa pessoa pela qual está apaixonado/a tem uma história bonita, tem caráter, tem uma personalidade agradável, prepare-se para investir no amor. O relacionamento será mais calmo, os defeitos vão emergir, se tornarão aparentes, mas ainda assim você poderá ter um parceiro, uma parceira pra vida.

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Não espere as circunstâncias serem favoráveis para ser feliz!

Nessa semana que passou, estive conversando com uma aluna sobre as condições emocionais dela. É uma garota inteligente, bonita, tem um trabalho bacana, uma família linda, um namorado super legal… Mas ela não está bem emocionalmente. E por quê? Porque o momento que estamos vivendo não é nada favorável. Vivemos tempos de incerteza, de dúvida, de muita dor… Ainda que os problemas não tenham de fato batido a nossa porta, sentimos o clima ruim pelas notícias negativas na imprensa e na internet, a quantidade absurda de pessoas mortas, outras tantas sem emprego, passando necessidade… E tem ainda todos os impedimentos que nos machucam. Não temos a liberdade de ir e vir, as escolas estão fechadas, não temos com abraçar as pessoas e até um aperto de mão representa um risco. Tem como ignorar esse cenário? Não!

A impossibilidade de ignorar tantas coisas ruins ao nosso redor afeta as emoções. Recentemente, entrevistando uma psicóloga, ela comentou que quem não tem tido oscilações no humor – ou seja, não tem vez ou outra ficado triste – é uma pessoa que tem algum problema emocional. Afinal, gente saudável psicologicamente é gente que sente e é afetado pelo ambiente; portanto, as flutuações no humor são normais nesse período.

Talvez por isso tenho ouvido pessoas comentarem: “2020 deveria ser cancelado”; “é um ano que nunca deveria ter existido”. Também já ouvi pessoas dizerem: “este é um ano para esquecer”, ou ainda, “dá para pular direto para 2021?”.

Eu entendo todas essas reações. E, em alguns momentos, sinto-me muito mal com tudo que está acontecendo. Há dias em que pareço afundar. Na minha casa, graças a Deus, por enquanto, não chegou nenhum dos problemas concretos causados pela pandemia. Não tem faltado trabalho, estamos com saúde e nenhum familiar foi contaminado. Mas as incertezas também fazem parte dos meus dias. Alguns dos planos que tinha para 2020 foram interrompidos. Vou conseguir torná-los realidade em 2021? Não sei! Em 2022, talvez? Também não sei.

Isso significa que 2020 está perdido? Significa que 2020 deveria ser cancelado? É um ano para esquecer? Deveria pular direto para o próximo ano?

Desejar que o ano fosse diferente, eu posso. É um desejo natural – como também é querer esquecer 2020. Entretanto, tenho aprendido algo fundamental: a vida não pára para que eu possa resolver os meus problemas. Cada segundo que desejo cancelar (ou pular) de minha existência é um pedacinho da minha vida que estou tentando jogar fora. Ou seja, é vida que estou jogando fora. Isso quer dizer que 2020 só será um ano perdido se não aprender nada nele, se não crescer como pessoa, se não amar e não for amado pelas pessoas que estão comigo, se não souber aproveitar a oportunidade de vida que tenho.

Não podemos mudar a realidade. Por vezes, ela se impõe. 2020 é isso tudo que está aí. Contudo, é o ano que temos! Dá para escolher sair desse “bonde” e voltar só quando as coisas estiverem bem? Não! As circunstâncias não são favoráveis, mas são as únicas que temos. Portanto, não dá para esperar os problemas acabarem para ser feliz. O período de pandemia é terrível? Sim, mas, mesmo quando passar, outros problemas surgirão.

Sempre achamos inspirador quando uma pessoa que perdeu os dois braços consegue manter sua rotina e fazer coisas que são feitas por quem tem as mãos. Esquecemos, porém, de lembrar que se essa pessoa ficasse lamentando a perda e não buscasse se adaptar à nova realidade, ela perderia uma parte importante da vida – inclusive a autonomia. Já pensou naquela mãe que, após muitas tentativas para engravidar, conseguiu ter seu lindo bebezinho no colo, mas, cinco anos depois, uma doença levou sua criança? Dá para essa mãe esperar alguma coisa acontecer para recuperar a alegria de viver? Parece-me que só resta a ela uma opção: tentar ser feliz, apesar da dor.

Portanto, meu convite pra você hoje é um só: não espere as circunstâncias serem favoráveis para ser feliz! Encontre motivos para ser feliz, para motivar-se, para seguir em frente, apesar da ansiedade, do medo e até das perdas.

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Você repara na pessoa que você ama?

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Quando foi a última vez que você reparou em seu parceiro, em sua parceira?? Bom, se for namorado ou namorada, a chance é de ter reparado é bem maior. O radarzinho dos namorados costuma funcionar um pouco melhor, né? Ah… mas preste atenção aqui: se você está namorado e o que eu vou falar aqui hoje não está funcionando legal, ligue o alerta aí! Se seu namorado não repara em você agora, depois de casado, danou-se!! 

Quem quer construir um relacionamento feliz precisa notar o que a pessoa amada faz… Ver e elogiar quando corta o cabelo, quando usa uma blusa diferente, quando muda algo na decoração da casa…

Assista o vídeo e compreenda a importância deste tema para fazer o relacionamento funcionar bem!