Não se compare!

Não tenha o outro como referência para medir sua felicidade. Frequentemente, observamos os movimentos aparentes das outras pessoas e, por nem sempre estarmos bem, afundamos de vez. Sentimos até uma dorzinha de cotovelo em função do sucesso e/ou da alegria alheia.

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O engano da paixão

Quem consegue explicar a paixão? Estar apaixonado é uma das coisas mais incríveis que uma pessoa pode experimentar. A paixão arrebata o coração, faz-nos perder a razão. O apaixonado idolatra a outra pessoa. É capaz de fazer coisas sem nenhum sentido. Durante a paixão, a generosidade, a bondade, o altruísmo, o cuidado, a proteção… todas as coisas boas que uma pessoa pode fazer pela outra, negando a si mesma, estão presentes. Não há presente caro, não existe distância, não falta tempo para o outro.

Quando estamos apaixonados, somos capazes de mudar nosso ritmo de vida, nosso jeito de agir… E fazemos isso para agradar a outra pessoa. Nada é difícil, nada é impossível. Deixamos de olhar para nós; olhamos apenas para a pessoa por quem estamos apaixonados.

Existe uma alegria indescritível em estar com a outra pessoa. Acorda-se pensando nela, passa-se o dia pensando nela… A pessoa fica distraída, os olhos brilham, as conversas podem ser bobas, mas parecem as mais engraçadas e agradáveis do mundo.

A paixão é um sentimento tão arrebatador, tão anestesiante, que todos os problemas da vida parecem muito mais simples, fáceis de resolver. Mas a paixão acaba. Apaixonados geralmente não aceitam essa verdade. E, curiosamente, mesmo quem já passou pela paixão, às vezes ainda alimenta a ilusão de que, com outra pessoa, aquela experiência arrebatadora poderia ser perpetuada.  A pessoa se ilude achando que a culpa do fim da paixão seria das circunstância, do outro ter mudado… Foi não! A paixão acaba mesmo. O que faz a diferença entre ter um relacionamento duradouro ou não é o amor, não é a paixão. O amor é uma escolha diária. Escolhe-se amar. Diferente da paixão que, geralmente, é incontrolável, instintiva, irracional. Ninguém pode ligar um botão e apaixonar-se.

Ainda hoje, li o relato de uma jovem mulher. Ela dizia: “estou casada há oito meses, mas acho que a paixão por meu marido acabou”. Essa mulher ainda falava sobre vários comportamentos diferentes que o marido passou a ter… Enquanto lia, eu pensava: de fato, a paixão acabou e os comportamentos do marido são apenas as características da personalidade dele que começam a se revelar.

O que essa mulher pode fazer? Duas coisas, continuar iludida que a paixão pode ser pra sempre, desistir do casamento, se abrir para uma nova paixão e viver uma nova desilusão. Ou ela pode decidir amar. Porque é isso que ocorre quando a paixão acaba: toda a doação ao outro,  a devoção ao outro deixa de existir como efeito da paixão. É quando entra o amor. Você escolhe amar… e passa a agradar o outro porque decidiu amar e continuar caminhando juntos. Sobre isso já falei noutros vídeos no meu canal, inclusive na série sobre as linguagens do amor.

Portanto, quero deixar um recadinho fundamental pra você: está apaixonado, está apaixonada? Aproveite esse período! É lindo! Mas procure, naqueles momentos (que são poucos) em que a razão faz uma visitinha, dizer pra você mesmo/a: vai passar! “Vou aproveitar, mas vai passar”. E se essa pessoa pela qual está apaixonado/a tem uma história bonita, tem caráter, tem uma personalidade agradável, prepare-se para investir no amor. O relacionamento será mais calmo, os defeitos vão emergir, se tornarão aparentes, mas ainda assim você poderá ter um parceiro, uma parceira pra vida.

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Não espere as circunstâncias serem favoráveis para ser feliz!

Nessa semana que passou, estive conversando com uma aluna sobre as condições emocionais dela. É uma garota inteligente, bonita, tem um trabalho bacana, uma família linda, um namorado super legal… Mas ela não está bem emocionalmente. E por quê? Porque o momento que estamos vivendo não é nada favorável. Vivemos tempos de incerteza, de dúvida, de muita dor… Ainda que os problemas não tenham de fato batido a nossa porta, sentimos o clima ruim pelas notícias negativas na imprensa e na internet, a quantidade absurda de pessoas mortas, outras tantas sem emprego, passando necessidade… E tem ainda todos os impedimentos que nos machucam. Não temos a liberdade de ir e vir, as escolas estão fechadas, não temos com abraçar as pessoas e até um aperto de mão representa um risco. Tem como ignorar esse cenário? Não!

A impossibilidade de ignorar tantas coisas ruins ao nosso redor afeta as emoções. Recentemente, entrevistando uma psicóloga, ela comentou que quem não tem tido oscilações no humor – ou seja, não tem vez ou outra ficado triste – é uma pessoa que tem algum problema emocional. Afinal, gente saudável psicologicamente é gente que sente e é afetado pelo ambiente; portanto, as flutuações no humor são normais nesse período.

Talvez por isso tenho ouvido pessoas comentarem: “2020 deveria ser cancelado”; “é um ano que nunca deveria ter existido”. Também já ouvi pessoas dizerem: “este é um ano para esquecer”, ou ainda, “dá para pular direto para 2021?”.

Eu entendo todas essas reações. E, em alguns momentos, sinto-me muito mal com tudo que está acontecendo. Há dias em que pareço afundar. Na minha casa, graças a Deus, por enquanto, não chegou nenhum dos problemas concretos causados pela pandemia. Não tem faltado trabalho, estamos com saúde e nenhum familiar foi contaminado. Mas as incertezas também fazem parte dos meus dias. Alguns dos planos que tinha para 2020 foram interrompidos. Vou conseguir torná-los realidade em 2021? Não sei! Em 2022, talvez? Também não sei.

Isso significa que 2020 está perdido? Significa que 2020 deveria ser cancelado? É um ano para esquecer? Deveria pular direto para o próximo ano?

Desejar que o ano fosse diferente, eu posso. É um desejo natural – como também é querer esquecer 2020. Entretanto, tenho aprendido algo fundamental: a vida não pára para que eu possa resolver os meus problemas. Cada segundo que desejo cancelar (ou pular) de minha existência é um pedacinho da minha vida que estou tentando jogar fora. Ou seja, é vida que estou jogando fora. Isso quer dizer que 2020 só será um ano perdido se não aprender nada nele, se não crescer como pessoa, se não amar e não for amado pelas pessoas que estão comigo, se não souber aproveitar a oportunidade de vida que tenho.

Não podemos mudar a realidade. Por vezes, ela se impõe. 2020 é isso tudo que está aí. Contudo, é o ano que temos! Dá para escolher sair desse “bonde” e voltar só quando as coisas estiverem bem? Não! As circunstâncias não são favoráveis, mas são as únicas que temos. Portanto, não dá para esperar os problemas acabarem para ser feliz. O período de pandemia é terrível? Sim, mas, mesmo quando passar, outros problemas surgirão.

Sempre achamos inspirador quando uma pessoa que perdeu os dois braços consegue manter sua rotina e fazer coisas que são feitas por quem tem as mãos. Esquecemos, porém, de lembrar que se essa pessoa ficasse lamentando a perda e não buscasse se adaptar à nova realidade, ela perderia uma parte importante da vida – inclusive a autonomia. Já pensou naquela mãe que, após muitas tentativas para engravidar, conseguiu ter seu lindo bebezinho no colo, mas, cinco anos depois, uma doença levou sua criança? Dá para essa mãe esperar alguma coisa acontecer para recuperar a alegria de viver? Parece-me que só resta a ela uma opção: tentar ser feliz, apesar da dor.

Portanto, meu convite pra você hoje é um só: não espere as circunstâncias serem favoráveis para ser feliz! Encontre motivos para ser feliz, para motivar-se, para seguir em frente, apesar da ansiedade, do medo e até das perdas.

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Você repara na pessoa que você ama?

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Quando foi a última vez que você reparou em seu parceiro, em sua parceira?? Bom, se for namorado ou namorada, a chance é de ter reparado é bem maior. O radarzinho dos namorados costuma funcionar um pouco melhor, né? Ah… mas preste atenção aqui: se você está namorado e o que eu vou falar aqui hoje não está funcionando legal, ligue o alerta aí! Se seu namorado não repara em você agora, depois de casado, danou-se!! 

Quem quer construir um relacionamento feliz precisa notar o que a pessoa amada faz… Ver e elogiar quando corta o cabelo, quando usa uma blusa diferente, quando muda algo na decoração da casa…

Assista o vídeo e compreenda a importância deste tema para fazer o relacionamento funcionar bem!

As linguagens do amor: formas de servir

A primeira coisa a fazer aqui é superar os estereótipos sobre os supostos papeis que deveriam ser ocupados por homens e mulheres. As atitudes de serviço, de cuidado com o outro não podem ser pensados como coisas de homem ou de mulher. Tampouco essas imagens construídas historicamente devem impedir que um marido sirva à mulher em seus desejos e nem uma mulher deixe de servir ao seu homem.

As formas de servir são inúmeras, variadas. E, para muitas pessoas, o serviço é uma das maneiras de se sentirem amadas. Portanto, tire um tempinho e veja as dicas.

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Queremos ser amados

Talvez esta seja a nossa maior necessidade: nos sentirmos amados/as. Há uma carência que nos é intrínseca, está em nós: queremos saber que importamos para outra pessoa, que fazemos diferença na vida da outra pessoa. Embora cada pessoa manifeste esse desejo de um jeito, apenas gente “anormal” não se importa com o amor do outro.

Num momento tão delicado de nossa história, numa sociedade individualista, em que vivemos voltamos para os nossos próprios interesses, queremos nos sentir amados, mas nem sempre damos amor. E isso causa um descompasso: afinal, se cada um olha apenas para si, quem estará disponível para dar amor? Logo, quase todo mundo guarda em si certa carência; é como se estivesse com o tanque vazio de amor.

Diariamente, casamentos são desfeitos porque uma das partes – ou as duas – não estava se sentindo amada. E quando uma pessoa não se sente amada, imagina-se desprezada, ignorada, deixada de lado. Os conflitos vão se avolumando, as cobranças e, o pior, a pessoa fica vulnerável, aberta a qualquer abordagem externa. Logo, a traição se torna uma possibilidade.

Deixa eu repetir aqui algo que insisto sempre: amor é decisão. E fazer o outro sentir-se amado implica numa série de práticas cotidianas.

Tem muita gente por aí iludida com o amor. Acredita que aquela paixão dos primeiros meses do relacionamento era amor. Como a paixão vai embora – e sempre vai embora, sempre acaba -, a pessoa perde a disposição de agir para agradar o parceiro, a parceira.

A paixão motiva atitudes altruístas. Enquanto estamos apaixonados, nos doamos completamente. Fazemos tudo! Se pudéssemos, dávamos o céu e as estrelas para o outro. É óbvio que num cenário repleto de atitudes gentis, com pequenas surpresas, toques, palavras amorosas… Num cenário como este, não dá para se sentir carente.

Mas quando a paixão acaba, também acabam todas as atitudes maravilhosas que tocavam o coração da outra pessoa e a fazia sentir-se amada.

Então o que fazer para que nosso companheiro, nossa companheira siga sentindo-se amado/a? Só existe uma maneira: continuar agindo de forma propositiva, tentando agradar, agindo para fazê-lo/a feliz. Também por isso o amor é decisão. Noutras palavras, eu decido amar a outra pessoa todos os dias. E minha decisão se revela em práticas cotidianas de gentileza, de palavras amorosas, pequenos agrados, tempo de qualidade, surpresinhas… Respeito, acolhimento, tolerância, incentivo…

Diga-me: quando você recebe esse tipo de cuidado de outra pessoa não se sente amado/a? Não sente que sua vida, sua presença importa para ela/e?

Pois é… Sentimo-nos amados quando as pessoas demonstram, em práticas, que nos amam. Um “te amo” faz bem, mas parece vazio se nunca é demonstrado com atitudes. O “eu te amo” que não se traduz em ação, nada significa.

Portanto, se todos querem sentir-se amados, o que você tem feito para que o seu parceiro, sua parceira compreenda que você o/a ama?

As linguagens do amor: presentes

Você gosta de ganhar presente? Você sabia que em todas as culturas existe o hábito de presentear como forma de agradar, de agradecer, de expressar amor? E, no relacionamento, o presente é uma excelente maneira de demonstrar amor à pessoa amada.

Este é o tema de mais um vídeo da série sobre relacionamentos. Inspirado pelo livro “As cinco linguagens do amor”, de Gary Chapman, apresento pra você mais uma forma de investir em seu relacionamento.

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