Na segunda, uma música

Acho que estou numa fase à capela. Desde que voltei a destacar uma música a cada semana, apresentei várias delas feitas sem nenhum arranjo instrumental.

Na verdade, a técnica de canto à capela é conhecida desde a Idade Média, no canto gregoriano e músicas sacras renascentistas, mas também está presente nas celebrações religiosas de judeus e muçulmanos. Entretanto, nas últimas décadas, a técnica foi incorporada por diferentes gêneros – até mesmo a música pop -, ganhou novos contornos e os cantores hoje produzem sons de instrumentos de percussão, baixo etc.

Um exemplo disso é o grupo Pentatonix, original de Arlington, Texas. Composto por cinco integrantes – entre eles, uma mulher (Kirstin Maldonado) -, o grupo começou em 2011, possui mais de 17 milhões de inscritos no canal do Youtube e já fez turnês mundiais, encantando plateias de todas as idades, com músicas próprias e versões de sucessos consagrados.

Para hoje, escolhi a canção “Can you feel the love tonight?”, recentemente lançada no canal do Pentatonix. Semelhante a música que compartilhei na semana passada, também é de Elton John e faz parte da trilha original do filme Rei Leão. Vamos ver e ouvir?

Interpretação simplesmente impecável do grupo Pentatonix.

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Na segunda, uma música

Semanas atrás, compartilhei aqui um vídeo simplesmente incrível do BYU Vocal Point. Hoje, repito a dose! Afinal, esses rapazes novamente me surpreenderam. O que eles fizeram com a música “Circle of life”, tema do filme Rei Leão, é digno de todos os aplausos.

A música é bastante conhecida dos fãs do filme. Composição do maravilhoso Elton John, não necessita de apresentações. Quanto ao grupo, basta dar uma espiadinha no meu post sobre essa moçada incrível da Brigham Young University.

Na segunda, uma música

Chico Buarque é uma lenda da música brasileira. Algumas de suas canções são mais do que músicas; são poesias, gritos de protesto ou reflexões sobre a condição humana.

Num país que se polarizou nos últimos anos, as posições políticas de Chico motivaram questionamentos a esse grande artista. Muita gente ignorou a sua grandiosidade artística e passou a agredir e até a desvalorizar o trabalho dele. Chico, que era uma espécie de unanimidade, tornou-se alvo de todo tipo de violência verbal, principalmente nas redes.

Bem, para as pessoas que se deixam levar pelas paixões políticas, peço desculpas. Porém, hoje é dia de Chico Buarque por aqui. Considero Chico um dos artistas mais completos do país. É compositor, poeta, escritor… E embora não seja um cantor de voz potente, consegue imprimir personalidade às interpretações.

Uma das músicas recentes de Chico é “Tua cantiga”. E é ela que destaco nesta segunda-feira. Vamos ouvir e ver o mestre Chico?

Na segunda, uma música

The Gaither Vocal Band é um grupo norte-americano que surgiu no início dos anos 1980. Liderado por Bill Gaither, o que era um quarteto de vozes, ganhou novos contornos ao longo dos anos, mas nunca perdeu de vista a excelência na qualidade musical.

O Gaither já teve várias formações e revelou cantores geniais como Steve Green, Larnelle Harris, Michael English e David Phelps. As músicas foram gravadas e regravadas em versões variadas, inclusive por artistas brasileiros.

O que mais me encanta no Gaither é a capacidade do grupo renovar-se. Afinal, são cerca de 40 anos de carreira e o grupo está sempre emplacando canções novas e encantando não apenas os fãs do passado, mas também conquistando novos públicos.

E quem fez isso? Um senhor que já passou dos 83 anos. Bill Gaither é incrível. Um homem à frente de seu tempo. Tem espírito jovem. O The Gaither já está na 17a formação e os cantores são bem mais jovens que o líder do grupo. E tudo funciona maravilhosamente bem.

A música nova, lançada na última semana, mostra um pouco dessa combinação: modernidade sem esquecer as raízes.

Convido você a ouvir Good Things Take Time. Vale a pena!!

Quem você segue?

Me apropriei deste título; estava numa meditação que li dias atrás. Embora o autor tenha apresentado uma reflexão distinta da que pretendo trazer pra você, o título me fez pensar nas pessoas tidas como importantes, pensadores ou mesmo nos canais de comunicação que seguimos.

Quem seguimos diz muito sobre o que pensamos. Embora nossas escolhas informativas sejam referenciadas em diversos elementos que nos levaram a ser quem somos hoje, aqueles a quem seguimos nos asseguram os argumentos ou as bases para vermos e analisarmos o mundo.

Eu diria que aqueles a quem seguimos nos fornecem as lentes pelas quais vamos ler os fatos e acontecimentos da vida (não dá para pensar bem, ter um bom repertório, referenciando-se no whatsapp e nas redes sociais).

Eu tenho algumas referências. A principal delas é Jesus Cristo. E aqui não falo de fé; falo do olhar dele para o mundo. A filosofia de Cristo, a maneira como tratou as pessoas, como lidou com os poderes da época são a minha principal referência. A partir dela, tenho outras que também aparecem na Bíblia, um livro surpreendente.

Fora do texto sagrado, há nomes que não podem ser negligenciados. Além de alguns filósofos gregos da antiguidade, me apoio em ideias de Sócrates, Aristóteles, Kant, Michel Foucault, Zygmunt Bauman entre outros.

As pessoas ou pensadores que sigo formam a base do meu próprio pensamento. Isso me ajuda a compreender o mundo, as relações sociais, as pessoas, o trabalho, a educação… E até mesmo fenômenos como a violência, o consumo, os relacionamentos humanos…

Se temos boas referências, aumentam as possibilidades de avaliarmos com mais clareza os movimentos da própria sociedade.

Essa é uma das principais razões de eu ter escolhido ser educador. Quando insisto com meus alunos para que busquem conhecer e tenham boas referências de pesquisa, faço isso não para me tomem como guia deles; faço isso, porque entendo que a sociedade que temos é reflexo do que somos. E se somos medíocres em conhecimento, logo construiremos uma sociedade com a nossa cara.

Portanto, também para você, meu caro leitor, fica aqui minha pergunta: quem você segue? Escolha bem a quem vai seguir. Saiba que suas referências vão assegurar a qualidade do seu pensamento e de suas análises do próprio mundo, auxiliando inclusive na tomada de decisões.

Na segunda, uma música

Peter Hollens é um músico norte-americano genial. Além de cantar muito bem, é criativo como poucos. E faz uso da arte musical a capella pra encantar.

O canal de Peter no Youtube tem mais de 2,3 milhões de inscritos. A cada semana, ele surpreende o público como uma interpretação inovadora de alguma música já conhecida do público – principalmente, trilhas de filmes e animações.

Portanto, hoje, mais que apresentar uma canção, convido você a conhecer o trabalho de Peter Hollens. Escolhi como destaque a música que estreou no canal neste início de semana. Mas certamente você encontrará muito mais no Youtube desse super artista.

Na segunda, uma música

A banda Casting Crowns surgiu no final da década de 1990. Criada pelo pastor Mark Hall para atuar junto aos jovens universitários, o grupo não tinha propósito de se profissionalizar. O objetivo era tão somente divulgar a mensagem do evangelho de Cristo entre os estudantes.

Entretanto, anos depois, a banda foi descoberta pela lenda da música gospel contemporânea, Steven Curtis Chapman. Isso resultou num contrato com uma gravadora, divulgação em todo território norte-americano, apresentações em grandes palcos e vários prêmios.

Uma das canções mais recentes do Casting Crowns é “Nobody”. A música tem um ritmo gostoso e apresenta a essência da mensagem cristã: o amor de Deus é acolhedor, sem restrições; o próprio Cristo, na Terra, é gente comum, simples, pobre… Para muitos, um ninguém. E, na história bíblica, vários “ninguéns” fizeram a diferença, pessoas tidas como sem valor foram mensageiras de Deus.

Moisés tinha medo do palco
E Davi levou uma pedra para uma luta de espadas
Você escolheu doze pessoas de fora, que ninguém teria escolhido
E Você mudou o mundo
Bem, a moral da história é
Todo mundo tem um propósito

Na segunda, uma música

Terrian fez sua estreia oficialmente como cantora profissional há poucos meses. Natural de Memphis, TN, desenvolveu seus talentos num projeto desenvolvido para garotas de uma comunidade pobre que possuem grandes habilidades musicais.

A canção de estreia foi “God with us” (Deus conosco), uma declaração de esperança e confiança.

Não importa o quê, qual tempestade pode vir
Nosso Deus está aqui
Quando o medo cede, quando a escuridão corre
Nosso Deus está aqui

Dona de uma voz belíssima, suave, a jovem Terrian não esqueceu das origens. Em seu clipe de estreia fez referência à maior ícone da música negra americana, Aretha Franklin.

Vale a pena assistir e ouvir!