Que horas você vai para cama com sua esposa?

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Esse assunto é bastante sério. Tem relação direta com o sexo no casamento, mas tem muito mais a ver com a intimidade do casal. 

Uma das coisas ruins que acontecem com o passar dos anos é que, aos poucos, os casais vão deixando para ir para a cama apenas quando já estão com sono, quando estão cansados.

Às vezes, um fica no computador, navega na internet… O outro assiste televisão, trabalha, estuda… E vão para cama quando o corpo reclama.

A situação se torna ainda pior para o relacionando se os horários são diferentes. Casal que não deita junto cria, dia após dia, um barreira entre eles.

Por isso, o ideal é que os dois deitem no mesmo horário e pelo menos uma hora antes do horário que dormiriam. E por quê? Porque ao fecharem a porta do quarto, poderão ter um tempo só pra eles. Um tempo pra conversar, um tempo pra trocar carinhos…

Esse tipo de atitude aperfeiçoa o relacionamento, aumenta a intimidade… E leva o casal a ter uma rotina sexual muito melhor. 

Tem gente que reclama da falta de sexo no casamento. Mas o sexo, num relacionamento que já tem alguns anos, é consequência do nível de intimidade, da capacidade do casal trocar carinhos, ter sintonia, diálogo… Por isso, se o casal não investe tempo na relação, a vida na cama certamente vai esfriar.

Como saber se o relacionamento faz bem?

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Ter uma pessoa do lado, ter um relacionamento não significa, em algumas ocasiões, que se tem um romance. A rotina, o costume, o não saber estar sozinho… fazem com que muitas pessoas permaneçam com alguém sem mesmo sentirem-se plenamente envolvidas pelo outro.

A psicóloga especialista em relacionamento, Mila Cahue, assegura que estar enamorado é algo que “ou se sente ou não se sente”. Ou seja, alguma coisa tem que acontecer dentro da gente… E ela lista alguns questionamentos que ajudam a identificar se você tem ou não um romance de verdade.

Quando acontece alguma importante em sua vida, com quem você deseja falar? Quem é a primeira pessoa da lista? Para quem você precisa ligar? Com quem você deseja desabafar? Se ocorre algo muito intenso e necessita contar para alguém, se deseja dividir sua alegria com uma pessoa, é em seu parceiro que você pensa? E se o problema é bastante grande, uma aflição enorme, é nele que você busca apoio?

Você diz com frequência “te quero”? E não estou falando apenas de querer no sentido sexual. Mas de um desejo de ter a pessoa contigo… Quando estamos plenamente envolvidos pelo outro, desejamos transmitir ao parceiro o que sentimos por ele.

Está disposto a compartilhar tudo com ele? Embora cada pessoa  tenha necessidade de  espaço, é preciso refletir se você deseja dividir tempo, dificuldades, costumes, casa…

Ele te dá segurança? Quando encontra no parceiro a sua “metade da laranja”, deve sentir-se seguro ao lado do outro. Se desconfia ou o outro não te dá estabilidade e o equilíbrio que necessita em sua vida, seguramente, não é a pessoa adequada pra você.

Tem vontade de lutar pelo seu relacionamento? Há relações que, por estresse e outras circunstâncias, desgastam-se e caem na rotina. Se não encontram forças para recuperar o “primeiro amor”, possivelmente o relacionamento não vale a pena.

Faz algo pelo outro? Você tem disposição para doar-se, para surpreender o parceiro, tentar fazer bem? Te dá prazer ver o outro feliz?

Sente-se pleno quando está ao lado do outro? Pessoas apaixonadas sentem desejo de se ver, de se encontrar, de conversar, de estar com o outro.

O outro é a pessoa mais linda do mundo? Sim, pra você, o parceiro precisa ser o homem mais lindo do mundo. Não significa ser cego, significa ver beleza no parceiro, gostar do nariz grande, dos seios pequenos…

Sente desejo pelo parceiro? Aqui está um detalhe muito importante. Se você sente mais desejo pelo vizinho, pela colega de trabalho, se sente mais atração por outra pessoa que por seu parceiro, os problemas não vão demorar a aparecer.

E mais duas perguntas para terminar:

Acredita que é viável dividir a vida com a outra pessoa “até que a morte os separe”? É preciso pensar, de forma realista, tendo em conta todos os aspectos negativos da outra pessoa, como seria uma convivência “pra sempre”.

E… Querem ter filhos juntos? Não estou dizendo que todo relacionamento, para ser feliz, tem que ter filhos. Falo da necessidade de sintonia de expectativas. Quando uma parte não deseja ter filhos, é muito frustrante para a outra pessoa. E isso certamente vai resultar em muitas brigas, conflitos e até mesmo a ruptura do relacionamento.

O abandono do relacionamento

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Existem relacionamentos que morrem antes mesmo de as pessoas se darem conta disso. Estão juntas, mas, na alma, separadas. Um dos sintomas mais comuns é o abandono afetivo. Por diferentes razões, o romance se desgasta e chega um ponto em que já não se importam mais com o que acontece no relacionamento, com o que o outro faz ou deixa de fazer.

Não defendo que os casais briguem. Porém, enquanto há confrontos, os dois dão sinais de que estão incomodados, querem mudanças. Isso significa que, se souberem ouvir as queixas e até mesmo o que escondem as agressões verbais, é possível identificar os problemas, tentar corrigi-los e recuperar o relacionamento. Podem até se odiarem naquele momento, mas amor e ódio são faces de uma mesma moeda. Isto quer dizer que há esperança do romance se renovar.

No entanto, muitas vezes, o esgotamento é tanto que o outro passa a ser ignorado. Nem sempre o abandono acontece por ambas as partes. É mais comum que apenas uma delas desista de lutar. Perde-se a vontade de fazer diferente, de tentar fazer dar certo. Nessas ocasiões, pode-se ter basicamente duas atitudes: simplesmente vai levando, porque acha que não tem o que fazer. Ou seja, a pessoa de certa maneira se conforma que o relacionamento nunca vai ser bom e não tem mais nada o que esperar dele, mas não pensa em separação. E uma segunda atitude pode ser esse desânimo, essa ausência de expectativas, a crença de que não há chance de ser feliz, porém apenas esperando a primeira oportunidade para se separar.

A situação não é boa em nenhum dos quadros, principalmente porque o outro passa a ser ignorado por completo. A pessoa se torna um presente-ausente no relacionamento. Ainda que ouça uma ofensa, responde-se sem nenhuma preocupação com as consequências. O incômodo que havia por ele frequentar o bar com os amigos, na ida dela à casa da mãe ou por conversar com aquela colega que você detesta, tudo isso deixa de existir. Simplesmente, perde-se o interesse. É mais ou menos como se estivesse dizendo: “estou nem aí pra você!”.

Quando o relacionamento chega a esse ponto, existe pouca chance de o casal voltar a viver bem. A “luz no fim do túnel” passa pela percepção de pelo menos uma das partes de que é preciso tentar reconstruir. Se essa pessoa não nota que o parceiro está na relação, mas já a abandonou, vai acabar afundando junto. Porém, se observar que o outro já ignora tudo que diz respeito ao romance, talvez ainda possa se reaproximar, tendo atitudes gentis, palavras de motivação, iniciativas que procurem agradar… Terá que amar muito. E colocar em prática esse amor. Ser capaz de, muitas vezes, renunciar suas vontades. Do contrário, o romance será apenas mais uma história fracassada de amor.

Sua relação te faz feliz?

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Talvez a pergunta deveria ser outra. Não gosto da ideia de que é preciso ter alguém para ser feliz. Entretanto, uma coisa é certa: um relacionamento ruim pode fazer infeliz.

Por si mesma, a vida não é simples. E torna-se mais difícil porque nos fizeram acreditar que a felicidade existe como um bem que está disponível a todos. Confundimos sorrisos, prazer, beleza, sexo, consumo com felicidade. O desfile de gente famosa na televisão, nas revistas e até de amigos e conhecidos no Facebook faz a gente desejar algo que não existe. Todos parecem ter uma vida melhor que a nossa. Uma falsa felicidade é estampada em imagens que silenciam a verdade da existência humana. Por isso, crescemos sonhando ser felizes. Como a realidade é outra – tem falta de dinheiro, brigas, falsos amigos, parentes chatos, doença, dor… – a gente vive a frustração constante de uma vida diferente da almejada.

Por isso mesmo, quando se tem alguém para amar, esse alguém tem que somar, tem que acrescentar em nossa vida. Não pode estar ali para somar problemas, acrescentar tristezas. Essa pessoa tem que trazer as experiências e a disposição para se ter uma vida que valha a pena viver. O parceiro deve ajudar a nos tornar melhores e não representar um fardo.

Tem gente que, sozinho, sorri; quando tem alguém, está sempre emburrado. Como pode? O amor faz bem. O amor não faz triste.

Significa que o outro tem que estar ali apenas para agradar? Claro que não. Não é nada disso. Ninguém está numa relação apenas servir o outro.  A pessoa que a gente ama tem uma história, tem um passado, tem um jeito de agir, tem uma família, tem amigos… Tem seus próprios problemas. Entretanto, é diferente a pessoa ter problemas e ser um problema. Gente-problema torna a vida do parceiro pior. Rouba as energias. Chega um ponto que a pessoa não caminha, ela se arrasta. Num encontro, você chega feliz e sai triste. Entra em casa sorrindo e sai chorando.

Quem tem um relacionamento assim, não vive, vegeta. Perde o sorriso, a produtividade, afasta-se dos amigos e até a autoestima.

O elogio que faz falta

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Você o ama. Ele é a pessoa com quem quer passar o resto de sua vida. Gosta da companhia, sente-se à vontade para conversar… Você o admira.

Mas… ele sabe disso?

Você a ama. Ela é a mulher da sua vida. Te faz bem, te desperta desejo, vontade. Vocês funcionam bem na cama. Você acha essa mulher incrível.

Mas… ela sabe disso?

A gente gosta, a gente ama. E muitas vezes, admira a pessoa amada. Entretanto, quantas vezes dedicamos um elogio para essa mulher que está todos os dias ao nosso lado? E para ele, quando foi a última vez que o elogiou?

Parece que a gente gosta de economizar nos elogios para nosso(a) parceiro(a). Às vezes, até comentamos com os amigos, com a família. Porém, achamos que o outro já sabe o que pensamos dele. Não é preciso falar.

Ele trabalha 12 horas por dia. Leva os filhos para a escola, te deixa no trabalho… busca à tarde. E ainda encontra tempo para fazer compras no supermercado. Entretanto, você verbaliza que reconhece o esforço e a dedicação à família?

Ela levanta cedo, prepara o café, acorda as crianças… Saí correndo para o trabalho e ainda dá um jeito de preparar o almoço para a família. Sem contar que vez ou outra surpreende com um lanche gostoso ou um jantar especial em pleno dia da semana. Mas você lembra de elogiá-la por suas habilidades na cozinha? Ou quem sabe por ser uma mãe e profissional tão empenhada?

Temos um hábito ruim: reclamar das coisas que entendemos faltar no outro. Porém, silenciamos os aspectos positivos. Esse homem que trabalha mais que a rotina normal da maioria das pessoas provavelmente fica menos tempo em casa. Por isso, é mais fácil sua mulher criticá-lo pela ausência do que elogiá-lo por se esforçar tanto e ainda dar conta de levá-la, buscá-la na empresa e fazer as compras.

É mais comum esse marido cobrar a esposa por estar cansada na hora do sexo que dizer a ela o quanto a admira por ser boa mãe, parceira, ajudar no orçamento familiar e ainda cuidar da casa.

Temos defeitos. É fato. Porém, nada é mais eficaz num relacionamento que ouvir um elogio da pessoa amada. Quando você ouve um elogio, sente-se recompensado pela esforço. Sente-se reanimado e tenta demonstrar ao parceiro que pode fazer mais. Você faz isso porque sabe que o outro reconhece, vê seu esforço. E é bom demais ser notado.

Elogios não acomodam o outro. Na verdade, são viciantes. Você ouve um e quer outro. Muitos romances seriam salvos se existissem mais elogios. Eles alimentam o coração, colocam sorriso no rosto e servem de “combustível” para que haja vontade de ser e fazer cada vez melhor. Quem ganha com isso? Lulu Santos responde:

Ela me faz tão bem… Ela me faz tão bem.
Que eu também quero fazer isso por ela.

Parceiros dominadores

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As relações precisam de equilíbrio. Respeitar o outro também significa aceitar a diferença e garantir espaço para que o outro tenha vida própria. Mais que isso, permitir que a pessoa amada seja ela mesma, tenha direito de opinar, decidir – e até “quebrar a cara”.

Relação é troca. É feita sim de concessões, mas um não pode se sobrepor ao outro.

Isso não é fácil. Durante muitos anos, os homens – pelo simples fato de serem homens – não permitiam o equilíbrio. Eram dominadores. Com a ascensão da mulher, isso mudou muito. Entretanto, onde existe relacionamento há o risco de dominação.

A dominação nem sempre se dá no grito, na força. Por vezes, é exercida pela manipulação psicológica. Uma das partes assume o controle, guia o outro. Torna-se o cérebro da relação. É quem pensa pelo casal. É ele que sabe, que tem a experiência, que pode decidir.

Às vezes, essa condição é conquistada pela admiração que o outro tem pelo dominador. Outras vezes, pela idade (quando um dos parceiros é mais velho, mais vivido). Ainda pode ser pelo status econômico, social e até mesmo intelectual.

Na dinâmica do relacionamento, pode acontecer naturalmente. Sem ter sido imposto ou desejado. No convívio, as coisas vão acontecendo, acomodando-se. E se o casal não faz com frequência uma análise do que vivem a dois, aos poucos, uma das partes pode anular-se.

Há também ocasiões em que o dominador acredita ser superior. Estar acima da capacidade do outro. Esse perfil é ainda mais nocivo. Nesses casos, como diz um autor:

O dominador nem mesmo acredita que os outros sejam capazes de ter uma opinião interessante.

E isso é péssimo para o relacionamento, já que a vítima sofre bastante, e perde o respeito próprio, a autoestima.

Entretanto, independente de como se estabelece, a parte “fraca” não tem benefício algum.

O dominado se torna dependente, experimenta dia após dia o empobrecimento da personalidade, desenvolve a passividade, deixa de fazer escolhas, não toma decisões e não exerce a criatividade. Ou seja, deixa de viver.

Pior, tem grande dificuldade de romper com a dominação. Geralmente acha que merece as condições que vivencia. Acredita ser de fato incapaz. Parece carecer do outro até para respirar.

Para não experimentar essa realidade, a melhor estratégia ainda é evitá-la. Tão logo a pessoa perceber traços de manipulação, deve discutir a dinâmica do relacionamento e manter-se em alerta para não perder o controle da situação. Se está mergulhado no problema, precisa voltar a acreditar em si mesma e reconhecer seu valor. Se não der conta disso sozinha, tem que procurar ajuda (inclusive profissional), pois um romance assim nunca fará bem. Muito menos tem condições de ser feliz.

Criança na cama: pais e filhos perdem

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A escolha é dos pais. Entretanto, manter o filho na cama faz um estrago. Estraga o filho; estraga o relacionamento. Vou ainda mais longe: a criança deve ter o próprio quarto. Desde o primeiro dia que chega em casa, quando a mãe deixa o hospital.

É provável que algumas mulheres digam:

– Você fala isso porque é homem. Não sabe o quanto a gente sofre.

Admito: não sou especialista em acordar de madrugada para cuidar de bebê. Também nunca amamentei. Sei que desconheço as dificuldades experimentadas pelas mães.

Entendo, porém, que não é nada divertido acordar às 3h da madrugada, deixar a cama para amamentar, trocar fraldas… Às vezes, o bebê com cólicas, chorando… E ainda não ter o conforto do próprio quarto.

Por isso, muitas mães preferem colocar o berço perto da cama do casal. E, para amamentar, trazem o bebê para o meio deles.

A criança vai crescendo e vai ficando ali. Chega ao ponto de só dormir se estiver perto da mãe. Quando os pais entendem que está na hora do filho dormir no próprio quarto, já é tarde demais. O baixinho não quer conversa. Chora, faz manha, birra… grita. E volta pra cama do casal.

A intimidade deixa de existir. E a criança passa a ocupar um lugar que não é dela, inclusive na dinâmica do relacionamento conjugal.

Há situações em que não existe outra forma: a criança precisa dormir no quarto dos pais (por falta de espaço físico mesmo). Entretanto, a molecadinha deve ter o próprio cantinho. E acostumar a dormir ali. Dá dó? Claro que sim, principalmente porque, quando a gente chega do hospital, estamos deslumbrados, encantados por aquele serzinho incrível que temos nos braços. Mas não dá para ficar morrendo de pena e fazer bobagem. O bebezinho tem que ir para sua própria caminha. Criança cresce. E se crescer no meio do casal, vai trazer problemas para o relacionamento. E terá seus próprios problemas.

É verdade que alguns casais se acomodam. Depois do nascimento de um filho, até perdem parte do interesse pelo parceiro. Sexo passa a ser cada vez mais raro. E nem sempre se preocupam com isso. Aceitam como consequência natural da própria dinâmica do casamento (embora não seja, é importante ressaltar). No entanto, a presença da criança ali na cama não atrapalha apenas o sexo. Interfere na intimidade, na chance daquela conversa mais tranquila no fim do dia, na oportunidade de um carinho… Ou no simples fato de ter o parceiro (a parceira) só pra você.

Quanto à criança, perde a chance de crescer. Filho que dorme com o casal, ao mesmo tempo que estabelece uma relação de poder e controle dos pais, torna-se frágil. Não conquista autonomia, não amadurece. Se for garoto, desenvolve uma proximidade viciosa e pouco saudável com a mãe; se for menina, a situação pode ser parecida, mas tendo como foco o pai. O filho torna-se adolescente, jovem, mas vai seguir um bebezão.

Desde muito cedo, filhos devem ser preparados para o mundo. Os pais têm de oferecer a eles oportunidade para serem autônomos. A molecadinha tem que ser exposta à realidade. Aprender a ter liberdade e a exercê-la. Saber lidar com a frustração, com a solidão, com a perda. E isso começa com a primeira separação, a de corpos.

Sexo no vagão do trem; e sem riscos

Tem coisas que a gente vê e fala: “não pode ser verdade!”. O post anterior foi uma introdução para uma situação que me surpreendeu ainda mais. Alguém pode me explicar isto?

Câmeras da CPTM flagram casal fazendo sexo em trem

Ok, talvez você diga:

– Ah, já vi situações como essa.

Tudo bem. Eu acredito. Mas, caramba, o casal transou tranquilamente dentro do vagão do trem. Por 10 minutos. A mulher chegou a despir-se completamente. O ato teve começo, meio e fim. Sem interrupções.

Sinceramente, não tem nem o que discutir. Tem fetiche para todos os gostos. E se o casal achou excitante fazer isso no vagão do trem, com câmera de vídeo… o que podemos fazer?

Mas a companhia podia fazer alguma coisa. E não fez. Nem tomou conhecimento da festinha dos amantes.

O fato evidencia a ousadia do casal? Sim. Mas o exibicionismo deles é algo que não nos fere, não prejudica a nossa vida; no máximo, nos constrange. Porém, se um casal transa livremente dentro do trem, um sujeito também pode estuprar uma garota e nada vai acontecer. Concorda? Afinal, para que servem as câmeras?