A tentação do divórcio

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Eu não defendo que pessoas infelizes vivam juntas. Ter um relacionamento amoroso não é e nem deve ser o motivo da felicidade de alguém. Porém, também não pode ser a razão da infelicidade. Tem relacionamento que é uma verdadeira desgraça na vida de algumas pessoas. Ninguém merece desrespeito, agressão, manipulação… Uma vida a dois deve ser digna.

Entretanto, muita gente tem banalizado o casamento. A pessoa se casa já considerando o divórcio. Na verdade, é como se levasse o divórcio junto pra cama do casal. “Estou aqui com ela, mas o divórcio também está. Se ela não me fizer feliz, eu fico com o divórcio”.

Talvez isso pareça um pouco exagerado, mas em certa medida tem acontecido com frequência. E o que é pior: alguns pais têm dado um empurrãozinho. A moça (ou o rapaz) vai casar e a mãe (ou o pai) diz:

– Filho, seu quarto estará sempre aqui. Se alguma coisa der errado, não esqueça que essa é sua casa.

Pai e mãe devem amar, ajudar, apoiar os filhos. Devem orientá-los a não entrar num casamento problemático. Porém, devem ser os primeiros a incentivá-los na construção de um relacionamento sólido.

Sabe, casamento é um negócio complicado, difícil, porque viver bem a dois é quase um milagre. Isso significa que a vontade de desistir vez ou outra vai aparecer. Então, se a pessoa entra na relação considerando a possibilidade do divórcio, a motivação para fazer dar certo será menor. É como se houvesse uma pré-disposição em parar.

Tudo na vida é assim… Se a gente começa alguma atividade admitindo que, se não gostar, vai parar, o que acontece? A gente para. E quando começa sabendo que precisa concluir a tarefa? A gente luta até esgotar todas as possibilidades. 

Com o relacionamento não é diferente. Os problemas vão surgir e a paixão um dia vai embora. Restarão duas pessoas. Se tiverem disposição para ignorar a tentação do divórcio, terão alguma chance de construir um relacionamento feliz.

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Casamento é pacto de amor

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Muita gente se casa com ideias pré-concebidas. Alguns idealizam como será o relacionamento. Outros vislumbram os benefícios de ter alguém com quem dividir a vida – ou as contas.

Pessoas casam por diferentes motivos. O amor pode ser a principal razão. Porém, tem gente que “diz sim” por medo da solidão e até por conveniência.

Começar um casamento com a motivação errada aumenta e muito a chance de dar tudo errado. Se todo relacionamento é fadado ao fracasso, quando alguém se une a outra pessoa sem, de fato, estar de fato comprometido com o casamento, o divórcio se torna mais que uma possibilidade. 

Por sinal, casar-se considerando a alternativa do divórcio é um dos maiores erros que uma pessoa pode cometer. Quem “diz sim” pensando que, se não der certo, é só se separar… Quem pensa assim, não deveria se casar. 

Sabe, o casamento é um pacto de amor. Quem se casa deve assumir a responsabilidade por fazer dar certo. Coisas ruins podem acontecer na caminhada juntos? Sim. Pode surgir a vontade de abandonar a relação? Sim. Ninguém está imune aos problemas que aparecem na convivência a dois; muito menos está imune a outras paixões. Ainda assim, quando alguém se dispõe a casar, precisa estar comprometido, necessita ter uma aliança com o outro a fim de lutar de todas as maneiras para preservar o relacionamento. E é nisso que prova o verdadeiro amor.

Quatro mudanças antes de decidir se divorciar

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Não são raras as pessoas casadas que cogitam se divorciar. Muitas delas estão insatisfeitas, porém pouco têm feito para mudar a dinâmica do relacionamento. Por isso, se você tem pensado em se separar, sugiro quatro mudanças de comportamento e atitudes que devem fazer parte de sua vida, antes de romper seu casamento.

Enfrente a situação ao lado do seu parceiro – Algumas pessoas estão infelizes, mas não verbalizam para o outro o que as incomodam. Por vezes, agridem o outro, reclamam, mas são incapazes de ter uma conversa franca. Acham que o outro tem que saber o que deve fazer pelo relacionamento. Desculpa, mas o seu parceiro não tem como descobrir o que vai em sua mente. Por isso, converse. Sem acusações… Diga o que você sente e por que se sente assim. Não tenha vergonha de dizer o que você gostaria que mudasse… Muito menos de pedir que o outro se envolva. Mas deixe claro que quer o envolvimento do outro, porque o ama e deseja salvar o relacionamento.

Assuma a responsabilidade de seus sentimentos e suas atitudes – Tem gente que sonha ter uma vida melhor, um guarda-roupas repleto de peças da estação… E, por não ter o que deseja, culpa o parceiro. Acha que o outro é acomodado, não se esforça etc etc. Mas será que o outro é mesmo culpado de você não ter o que gostaria? Ou será que você não tem idealizado uma condição de vida incompatível com os rendimentos familiares? Separar-se resolveria seus problemas? Eu sei que tem muito marido acomodado por aí. Mas sei também que existem pessoas que conheciam qual seria a realidade financeira do casal e ainda assim apostou no casamento. Não adianta casar com professor e querer ter status de executivo de companhia multinacional.

Construa sua própria vida – Esse é um erro que muita gente comete. A pessoa casa e se acomoda profissionalmente e intelectualmente. Não se preocupa em crescer na carreira, fazer cursos, estudar… A pessoa deixa de ler, se atualizar… Enfim, para no tempo. Isso torna sua vida vazia, desinteressante e faz com que o parceiro, muitas vezes, deixe de admirá-la, respeitá-la. Por isso, embora tenha um casamento, nunca esqueça que você segue tendo uma vida, que é sua, só sua.

Aprender a amar sem dependência – Certas pessoas se casam iludidas. Pensam que tudo será perfeito, que o parceiro, os filhos serão semelhantes aqueles que aparecem em comercial de margarina ou em alguns filmes românticos de Hollywood. E aí, quando aparecem os problemas, desgostam do outro. Bem, esse tipo de relacionamento não existe. A vida a dois é difícil. E nem sempre o outro fará tudo conforme você sonhou ou sonha. Por isso, penso que é fundamentar amar sem criar expectativas, sem condicionar o amor às condições do dia a dia do casal. Tem gente que só ama quando tudo está bem. E, infelizmente, os dias ruins também são uma realidade. O amor não pode depender das circunstâncias.

Receita para perder a esposa

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Não existe receita para fazer dar certo o relacionamento. Porém, é fácil pontuar alguns ingredientes que podem acabar com qualquer romance. E como os homens, com frequência, são mais displicentes, menos investem no relacionamento, hoje vou listar comportamentos que formariam uma espécie de “receita para perder a namorada” (ou esposa).

Não ser agradecido – Mulheres geralmente são carinhos e, principalmente no início do romance, adoram paparicar seus homens. Pode ser no preparo de um café da manhã diferente, um almoço gostoso ou um presentinho fora de datas especiais. Entretanto, se ela faz um carinho uma vez, outra vez, mais outra… E se em nenhuma ocasião o sujeito reconhece as atitudes da parceira, com o tempo, esses pequenos gestos gentis vão se tornando cada vez mais raros. É o tipo de coisa que causa frustração… Decepciona.

Não reparar na parceira e nem no que a envolve – Ela está super atarefada, criança chorando… Ou lotada de trabalhos na faculdade, com problemas no emprego… Está em crise com a família dela… E o camarada não nota. Ou, se nota, não apoia, não acolhe, não ouve. O homem que deseja preservar seu relacionamento, observa o que acontece com a parceira, demonstra preocupação e ajuda. Pode ser em coisas simples – como tirar os pratos da mesa – quanto se dispor para ajudá-la a procurar um emprego. Ou apenas ouvi-la.

Deixar de vê-la como uma mulher atrativa – Se o homem deixou de ver beleza em sua parceira, outro vai observar. Mais que isso, vai elogiá-la. Toda mulher quer se sentir admirada, desejada, amada.

Desconfiar de tudo – Ninguém gosta de responder interrogatório. E, infelizmente, alguns homens são controladores demais. Ter certo ciúme, um pouco de cuidado… faz parte. Diria até que é necessário. É até bom para o romance. Porém, ficar fuçando toda hora no celular, na caixa de e-mails, no facebook… Perguntar sobre tudo e sobre todos… Esse tipo de atitude desgasta o relacionamento. Quem ama confia.

Tratá-la mal – Quem gosta de ser maltratado? Quem se sente confortável sendo desrespeitado? Ninguém. Toda mulher deseja ser respeitada. A agressividade afasta, magoa o coração.

Não ter aspirações – Olha, até existem exceções, porém, como regra, diria que mulher não gosta de homem acomodado. O homem tem que desejar crescer, melhorar de vida… Isso passa segurança. Demonstra que ele não está parado no tempo, que tem interesse em oferecer conforto para a família.

Tornar o dinheiro um problema – De certa maneira, esse assunto está diretamente relacionado ao anterior. Da mesma maneira que mulher não gosta de homem acomodado, também não quer ter ao lado um sujeito mesquinho. E deixa eu explicar: não estou dizendo que o parceiro tem que abrir a carteira e fazer todos os gostos da mulher. Afinal, ter responsabilidade com os gastos é fundamental para o equilíbrio das finanças. O que estou dizendo é que não dá para ficar negando tudo, fazendo conta de cada real gasto em casa. Existe uma diferença entre ser econômico e ser avarento.

Enfim, se um homem permite-se agir de acordo com essa lista, recomendo que reveja suas atitudes. Ou, do contrário, pode ir dando adeus ao relacionamento.

Quer casar? Assuma o compromisso!

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Tempos atrás recebi uma ligação. Estranha, preciso reconhecer. Do outro lado, um homem falava sobre um texto que escrevi a respeito dos divórcios, separações. Ele parecia abatido. Era de São Paulo. Mas não consegui atendê-lo. A ligação no celular estava ruim. Não pude ouvi-lo, conversar sobre suas queixas.

Entretanto, entendi que ele queria que eu falasse mais sobre divórcio. Após desligar, fiquei imaginando… O que homem precisava? Estaria desesperado? Estaria pensando em se separar? Será que seu casamento já acabou? Não tenho as respostas. Mas sei que muitas famílias estão se desfazendo todos os dias. São homens e mulheres que sonharam ter uma vida feliz, mas encontraram desilusão.

Tenho uma visão conservadora a respeito dos casamentos. Defendo que a decisão de se casar seja um ato racional, responsável, consequente. Afinal, ninguém é obrigado a subir ao altar. Trata-se de uma escolha. E escolhas não se fazem de afogadilho.

Contudo, nem sempre é assim que acontece. Tem gente que namora dez anos. O casamento não dura seis meses. É um direito da pessoa, claro. A lei permite. Até mesmo Cristo reconheceu o direito ao divórcio. Mas o que me impressiona é a incapacidade de alguns de exercitar a paciência e pôr em prática o amor.

O casamento pode ser qualquer coisa, menos algo fácil. Homem e mulher são diferentes por natureza. Num relacionamento, outras diferenças aparecem. São aquelas originadas na formação de cada um. Coisas simples… Por exemplo, um tem o hábito de tomar café pela manhã; o outro não. Um costuma jantar – arroz, feijão, carne, salada etc. O outro prefere um lanchinho.

Tem aqueles que são organizados. Separam meias, camisas, blusas, cuecas, calcinhas por cor. Os sapatos ficam divididos entre os de uso para o trabalho, para ocasiões informais, para festas… Já o cônjuge é daqueles que não vê problema em deixar tudo misturado. Esquece a toalha molhada por sobre a cama, bebe água na boca da garrafa…

Sabe, geralmente são as pequenas coisas que destroem um casamento. As pequenas diferenças, com o tempo, tornam-se irreconciliáveis. Chega um ponto que um não tolera o outro. As brigas ficam cada vez mais frequentes e as separações, inevitáveis.

É a solução? Depende. Lamentavelmente, na maioria das vezes, os problemas que motivaram a separação acompanham os sujeitos.
 E se casar de novo, talvez a história não seja muito diferente da anterior.

Nenhum sucesso compensa um amor perdido

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A correria do dia a dia tem levado muita gente a sofrer com o estresse. E o estresse pode desencadear uma série de outros problemas. Inclusive no relacionamento. Gente estressada briga mais com o parceiro… E gente que vive conflitos no relacionamento está a um passo da separação.

O estresse no dia a dia nos engole. Levar os filhos ao colégio, os atrasos provocados pelo trânsito… As coisas que os filhos deixam fora do lugar em casa. A mãe do namorado que está sempre interferindo… A quantidade de trabalhos da faculdade… O chefe que cobra o cumprimento das metas e, direta ou indiretamente, ameaça cortes da equipe… É, não faltam motivos para viver estressado.

E são tantos problemas que, ao final do dia, faltam forças, falta disposição até para falar de maneira afetuosa com a pessoa amada. Em algumas situações, o estresse é tanto que, mesmo tendo se controlar, a pessoa só consegue dialogar por meio de perguntas e respostas vazias. A paixão, as sensações boas, os sentimentos agradáveis, o desejo de estar junto se silencia e o outro parece ser um intruso, alguém que é incapaz de entender o esgotamento alheio.

Se o estresse se torna a realidade diária do casal, com o tempo, os parceiros se distanciam tanto que mal se reconhecem. No pior dos casos, o estresse os separa.

O diretor da Clínica Universitária da Universidad de Navarra, Espanha, Adrián Cano, afirma que a quantidade de elementos estressores na vida diária das pessoas tem causado mal estar entre os casais e prejudicado as famílias. “Os matrimônios acabam muitas vezes em divórcio”.

E para quem é casado, o estresse também pode motivar outras emoções negativas. A culpa é uma delas. Pois homens e mulheres que não conseguem dar atenção aos parceiros e aos filhos acabam se cobrando por isso.

Sabe, é fato que a necessidade de viver bem, de consumir, impõe um modo de vida bastante estressante. Também é verdade que a falta de dinheiro é outro motivo de estresse e de desgaste nos relacionamentos. Entretanto, os especialistas apontam que quanto menos tempo dedicamos às pessoas que amamos, mais somos afetados pelo estresse.

Portanto, vale a pena repensar o modo de vida. Nenhum sucesso compensa um amor perdido.

Por que fracassam as segundas chances no amor?

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Escrevi certa vez que não acredito em relacionamentos remendados. E apontei que um “começar de novo”, pra dar certo, precisa representar, de fato, o início de uma nova dinâmica para o casal.

Sabe, animado pelo amor que ainda sente pelo parceiro, tem gente que, mesmo após enfrentar uma separação – e até um divórcio -, tenta uma segunda vez. E por vezes essas pessoas fazem isso sem refletir no que significa um novo começo.

Geralmente há certo medo, porque uma segunda oportunidade implica a possibilidade de voltar a fracassar, de voltar a se ferir. E, de fato, por mais que exista amor, frequentemente o casal volta a se separar. Pior, a decepção parece ainda maior, o quadro é mais dramático e difícil de superar que a primeira vez.

Por isso, quem quer começar de novo precisa entender algumas coisas.

Se o casal recomeça o relacionamento tal como era antes do rompimento, a segunda oportunidade está destinada ao fracasso. Como dizia o gênio Albert Einstein: “se buscas resultados distintos, não faças sempre o mesmo”.

Por isso, antes de retomar o romance, vale a pena refletir a respeito do que levou o casal a fracassar no passado. E não cabe só ficar pensando nos erros. É necessário iniciar um processo sincero de mudança. Mudar certos padrões de comportamento não é fácil. Às vezes, torna-se necessário inclusive contar com a ajuda de algum terapeuta, conselheiro… Ler bons livros também ajuda.

É fundamental saber por que deseja recomeçar. Não para se iludir. Será que o desejo de voltar ocorre por insegurança, dependência do outro? Seria apenas por sentir-se incapaz de cuidar da própria vida? Medo da solidão? Obrigação de manter a imagem e as aparências sociais? Conveniência econômica? Essas são razões equivocadas para aventurar-se numa segunda oportunidade. Essas razões levarão o relacionamento ao conformismo e a rotina, o que inevitavelmente condenará essa nova oportunidade ao fracasso.

O amor é o motivo correto para um recomeço. Porém, fazer dar certo, exige entrega, esforço e responsabilidade. E o casal tem que entender que não será fácil perseverar.

Entre as muitas razões que levam a uma separação estão a infidelidade e as agressões físicas. Ambas situações causas feridas profundas. Definitivamente não é nada fácil superar e perdoar. Por isso, quem tem dificuldade para administrar decepções passadas, mágoas… Gente que mantém viva na memória cada dor sofrida e não dá conta de sublimar, não deveria tentar de novo. Só existe uma chance de dar certo: perdoando e nunca trazendo à tona as mágoas do passado.

Enfim, se essa nova tentativa de viverem juntos for assumida com responsabilidade, muito diálogo e com a preparação necessária, as coisas até podem dar certo. Mas será necessário exercitar o que existe de melhor no humano: o amor, o perdão, o respeito, a sabedoria, o altruísmo, a tolerância, a paciência, a gentileza, o cuidado com as palavras… E as duas pessoas envolvidas devem valorizar essa segunda chance, porque também é um erro dar oportunidade a quem não a reconhece.

Amar é decisão

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A vida nos muda. O que somos hoje não seremos amanhã. Já não somos os mesmos de ontem… Por isso, ninguém é capaz de sustentar que será a mesma pessoa daqui cinco, dez ou vinte anos. E o mesmo vale para nossas emoções. O que sentimos também sofre a influência do tempo. Por isso, a maneira como olhamos para a pessoa amada muda com o passar dos meses, anos…

Entender isso ajudaria muita gente a preservar seus relacionamentos. Não são raros os casos de pessoas que chegam até se casam acreditando que a paixão delas é diferente… E durará para sempre. Lamento informar, mas tudo passa. Inclusive a paixão.

Nossas emoções mudam constantemente. Mas ainda tem quem acredite que sentirá um “fogo eterno” pelo parceiro. Isso acontece por várias razões. E a principal delas é porque confunde-se amor com paixão. A paixão é esse fogo, esse desejo maluco pelo outro, esse sentimento intenso que motiva, que parece mexer com a criatividade, o humor… A pessoa sente-se nas nuvens, sorri à toa.

Quando isso passa, o que fica?

Frequentemente, as pessoas pensam que o amor acabou. E por isso, acham que não existe motivo para continuar. Escolhem a separação e até o divórcio. Porém, e todas aquelas outras coisas que existiam no parceiro e que a pessoa admirava? O outro não era alguém pelo qual valia a pena lutar?

É por isso que eu defendo a tese de amar também é uma decisão. Amar está longe de ser “calafrios” pelo outro… Amar é ser leal, é respeitar, é estar comprometido efetivamente com o relacionamento.

Quem ama valoriza as virtudes e aceita os defeitos. E reconhece que haverá momentos em que as emoções se acalmam e até parecem esfriar completamente. Entretanto, quem ama decide lutar por novos começos. Quem ama aposta no relacionamento e decide viver o outro, mesmo parecendo não existir novidades.