O destino do Brasil está em nossas mãos

Estão definidas as candidaturas à presidência da República. São 14 nomes. Provavelmente, serão 13, porque Manuela D´Ávila, do PCdoB, deverá retirar a candidatura e apoiar o PT.

Desde 1989, não temos tantos nomes concorrendo ao Planalto. Desde 1989, não temos uma eleição com tantas pessoas preparadas para ocupar a presidência.

Sim, é isso mesmo. Por mais que a gente diga que não sabe em quem votar, que faltam opções… Teremos uma disputa que reunirá alguns dos políticos mais preparados para comandar o Brasil.

É fato que pode-se questionar alguns valores éticos, morais e, principalmente, o posicionamento ideológico deles. Porém, temos na disputa gente que tem trajetória no parlamento, governos, ministérios… Alguns, inclusive, com passado de bastante sucesso por onde passaram. Já demonstraram competência.

E isso significa uma única coisa: o futuro do país está nas nossas mãos. Podemos escolher mal de novo, optar por algum aventureiro, algum um salvador da pátria… Ou podemos observar o passado, realizações, eficiência nos cargos já ocupados e votar em um candidato que pode dar conta de administrar bem a máquina pública.

Há quase cinco anos, o país entrou na maior crise de sua história. Deixamos de crescer e todos os indicadores econômicos e sociais são negativos. Nenhum dos eleitos fará milagre. Entretanto, alguém com capacidade administrativa poderá dar conta de arrumar a casa e, ao final de quatro anos, deixar o governo em condições de fazer o Brasil voltar a sonhar em ser grande no cenário internacional.

A decisão está em nossas mãos.

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PT do Paraná quer empate entre Dilma e Serra

Enio Verri diz que objetivo do PT é empatar disputa entre Dilma e Serra no Paraná. Segundo o deputado estadual reeleito e presidente do partido no Estado, no primeiro turno, a candidata já obteve mais votos que Lula nas eleições anteriores. Verri acredita que, se o PT equilibrar a disputa nesse segundo turno dentro do Paraná, a chance de Dilma vencer as eleições se torna ainda maior.

Sobre o tom mais agressivo de Dilma neste segundo turno, Enio Verri pontuou que a candidata apenas está respondendo aos ataques e mostrando que, na disputa, não vai tolerar a onda de boataria.

As revistas da semana

VEJA: – A revista Veja traz como reportagem de capa a eleição à Presidência da República neste segundo turno. Conforme a matéria principal, Dilma Rousseff (PT), que enfrenta José Serra (PSDB) nas urnas em 31 de outubro, é agora conhecida como “Dilminha paz e amor”, numa referência às estratégias adotadas pela equipe de marketing da petista, que tenta aproximá-la da população no intuito de vencer a disputa. Ainda na edição desta semana, Angelina Jolie é modelo de beleza para cirurgias plásticas.

ÉPOCA: – Deus entrou na eleição. Como o debate sobre o aborto e a religião pode influir no segundo turno. Ainda a estratégia de José Serra para virar o jogo. Mineiros no Chile. O drama das famílias em dois meses de espera pelo resgate. Máfia na TV, uma série tenta repetir o sucesso da Família Soprano. Americanas mais liberadas. O maior estudo sobre comportamento sexual nos Estados Unidos mostra que as mulheres estão variando mais.

ISTO É: – A fonte da saúde. A medicina descobre que a gestação é decisiva para uma vida longa e livre de doenças. Nesse período, pode-se prevenir a depressão, o câncer, a obesidade e até a diabetes. A cruzada contra a guerra suja. Líderes religiosos se unem a Dilma para impedir que discussões fundamentalistas tomem o lugar do debate político no segundo turno das eleições presidenciais. A vida de Bruno na cadeia. Uma pequena tevê, um rádio e a “Bíblia” preenchem a rotina solitária do ex-jogador, que quase não fala e é vigiado constantemente para evitar que cometa suicídio.

CARTA CAPITAL: – Aborto e oportunismo eleitoral. Uma em cinco brasileiras já abortou. É esta a realidade, longe do proselitismo religioso e político. “A imprensa é livre, o que não quer dizer que é boa”, diz Franklin Martins. Em visita à Europa para conhecer experiências de regulação do setor, o ministro disse que o governo deve apresentar um ante-projeto de regras para mídia entre novembro e dezembro deste ano.

As revistas da semana

VEJA: – A edição desta semana traz um especial sobre as eleições 2010 e aponta o que é o Brasil e o mundo na cabeça de Dilma Rousseff e José Serra. Também traz: Hugo Chávez perde hegemonia no Parlamento; Encontrado um planeta semelhante à Terra; e o avanço na detecção do câncer de pele.

ÉPOCA: – Depois de Lula. O legado do presidente e sua sombra sobre o futuro governo. Os rumos do Brasil, a partir de 2 de janeiro de 2011, vão depender de como o próximo presidente vai lidar com a sombra do lulismo – e de como Lula vai se comportar quando estiver fora do poder. O mundo real do Coronel Nascimento. As histórias verdadeiras de como as milícias dominaram os morros do Rio de Janeiro e as estratégias para combatê-las são o tema central do aguardado “Tropa de elite 2”. Menos carne no prato. Preocupados com o planeta, com a saúde dos clientes – e a moda, claro –, chefs famosos adotam a dieta “semivegetariana”.

ISTO É: – As armas para o segundo turno. Campanhas de Dilma e Serra fazem autocrítica, planejam mudanças e já se mobilizam para buscar mais eleitores. Quem vai conquistar Marina. O apoio da candidata do PV, com um arsenal de quase 20 milhões de votos, é decisivo para definir a eleição. A vitória da continuidade. Ao reeleger dez governadores já no primeiro turno e levar outros seis para o segundo, eleitor prova que o sentimento de bem-estar é mais forte que a ideologia na hora de decidir em quem votar.

CARTA CAPITAL: – Novo presidente, só no fim de outubro. Dilma Rousseff ficou abaixo da votação apontada nas pesquisas e obteve cerca de 46% dos válidos; José Serra vai para o segundo turno. Alemanha celebra 20 anos da reunificação. Em uma mensagem de vídeo, Angela Merkel, que cresceu na então Alemanha Oriental, afirma que, assim como a maioria dos compatriotas, foi surpreendida pela rapidez da reunificação do país menos de um ano depois da queda do Muro de Berlim.

As revistas da semana

VEJA: – A liberdade sob ataque. A edição desta semana destaca que os reflexos da sucessão de escândalos que fizeram a lama subir até o gabinete mais próximo da Presidência da República e derrubaram até agora sete servidores fizeram-se sentir pela primeira vez nas pesquisas eleitorais divulgadas na semana passada (…). A queda provocou uma violenta reação do governo. Não contra os acusados de malfeitorias e corrupção na Casa Civil, de onde emanaram os episódios mais cabeludos, mas contra quem os denunciou. Em uma série de comícios e entrevistas, o presidente Lula dedicou a semana a desferir ataques contra a imprensa com uma virulência inédita. Ainda na edição da Veja, uma reportagem especial sobre a química que comanda os sentimentos e a estréia no cinema de Comer Rezar Amar, com Julia Roberts.

ÉPOCA: – Tiririca. A cara do novo Congresso. Uma pesquisa inédita explica o sucesso de candidatos despreparados – como o comediante que, apesar do rumor de ser analfabeto, pode se tornar o deputado mais votado do país. Petrobras, o impacto da maior oferta de ações da história no futuro do Brasil. Um filme sobre a história do Facebook mostra episódios que seu fundador, Mark Zuckerberg, preferia que ninguém soubesse.

ISTO É: – O avanço da onda vermelha. De cima a baixo no País, o eleitor apoia a continuidade e tende a garantir uma quase inédita maioria governista no Congresso. A vida debaixo da terra. Os mineiros presos no Chile estão lidando de forma serena e cooperativa com a longa espera pelo resgate. É a prova de que tragédias são capazes de fazer seres humanos ultrapassarem os próprios limites. Bons de bola, ruins de escola. Levantamento mostra que clubes são omissos em relação à educação de atletas mirins.

CARTA CAPITAL: – Eles ainda sonham com a marcha. Em desespero, a oposição tenta evocar fantasmas do passado, alimentada pela mídia. IBGE registra menor taxa de desemprego em oito anos. Renda média mensal também bate recorde. O STF e a Ficha Limpa: em caso de empate, vale o voto pró-sociedade. Terminou empatada a votação no STF. O que fazer? A sociedade desempata, simples assim.

As manchetes dos jornais de Maringá

O DIÁRIO: – Lula evita imprensa e busca o público
Presidente diz que Petrobras vai capitalizar US$ 70 bilhões. Rebaixamento da linha férrea deve demorar 6 anos. O prefeito Silvio Barros foi vaiado e o presidente lamentou a falta de ar condicionado no Chico Neto. Durante o almoço na Cocamar, Lula pediu voto a Dilma, Osmar, Gleisi e Requião.

HOJE NOTÍCIAS: – Em Maringá, Lula visita obras e faz campanha
O jornal também trata da visita do presidente e ressalta que, além de assinatura do convênio para conclusão de obras, presidente visitou a Vila Olímpica e evitou a imprensa.

JORNAL DO POVO: – Lula libera recursos para obras em Maringá
O Jornal do Povo lembra que a visita do presidente começou com um sobrevoo de helicóptero, ao lado do prefeito Silvio Barros, para conhecer as obras da linha férrea e do Contorno Norte, construído pelo DNIT.

Crescimento de Marina beneficia Serra

Datafolha dessa quarta-feira indicou que Marina Silva começa a se consolidar como uma terceira via na disputa pela presidência da República. A grande questão é: será que dá tempo? Cá com meus botões, até entendo que o segundo turno ainda é possível. Mas só uma virada surpreendente colocaria a candidata do PV na disputa direta com a petista Dilma Rousseff. Tenho a impressão que o crescimento de Marina vai acabar beneficiando o tucano José Serra.

O “promessômetro” de José Serra

Quem me acompanha, sabe que sempre admirei o político José Serra. Entretanto, cá com meus botões, penso que o tucano entrou na fase do desespero na campanha. Prometer R$ 600 de salário mínimo, aumento de 10% para os aposentados e agora, 13o salário para os beneficiários do Bolsa Família parece-me “vale-tudo eleitoral”. Como disse a adversária de Serra, Marina Silva, o tucano ligou o “promessômetro” e joga tudo nessa reta final de campanha. Pode dar certo do ponto de vista eleitoral? Talvez. Preocupa-me o custo dessas promessas.