Eu quero um chapéu

chapeu

Os cabelos estão caindo… Não me incomodo tanto, mas o sol incomoda. E muito. Também não dá para usar protetor solar. Ainda tem muitos fios. Então… não dá.

Mas e o chapéu? É… Ficaria estranho. Acho que, para adotá-lo, teria que mudar radicalmente o estilo… Lidar com os olhares curiosos. E não gosto da ideia de parecer artista de cinema (apesar do Jonny Depp ser um camarada admirável), muito menos um sujeito de quase 40 se passando por garotão moderno.

Quando eu era criança, meu pai usava chapéu. Meu avô também. Do meu pai era de palha. Do meu avô, uma espécie de tecido duro, firme . Os conhecidos do meu pai e do meu avô usavam chapéu. Os vizinhos… Era quase parte do traje masculino.

Recordo de como as mulheres circulavam pela cidade. Elas não saíam de casa sem uma sombrinha. Coloridas, estavam sempre à mão. Protegiam do sol. E também da chuva. Além de dar um charme ao figurino.

Não sei quando chapéus e sombrinhas deixaram de fazer parte do cotidiano de homens e mulheres. Também não sei por que tornaram-se objetos tão raros em nossas mãos. Sei, porém, que fazem falta.

No calor intenso, sob sol forte, sinto a pele mais sensível. E o couro da cabeça arder. Um chapéu ajudaria bastante. Mas, de fato, não ficaria confortável circulando por aí com um deles. Me sentiria desfilando num picadeiro.

Já as mulheres parecem não sentir falta da sombrinha. Na verdade, estão cada vez mais descobertas. Protegidas apenas por cremes, hidratantes e protetor solar, encontram no sol a chance de bronzear a pele enquanto deixam o corpo à mostra.

Mas eu ainda queria o chapéu de volta. Acho que a sombrinha também. Eu cobriria minha cabeça e protegeria a pele do rosto. As mulheres, quem sabe, reservariam um pouco mais seus corpos para expô-los apenas àqueles que gozam de sua intimidade.

A beleza não mora ao lado

felicidade

Quem determina o padrão de beleza? Afinal, há um padrão? Existe uma medida que defina as formas belas do corpo humano?

Confesso que sou um pouco exigente. Penso que é preciso se cuidar. Entendo inclusive que cuidar do corpo é cuidar do relacionamento. Quem procura estar bem, de alguma forma, diz pro outro que se importa, que se interessa, que o ama. Afinal, o que justifica cuidar-se pra conquistar e, após conquistado o “bem amado”, abandonar-se?

Esta semana, por exemplo, vi de longe um uma pessoa que conheço há uns oito anos. Ele está com uma barriga tão grande que chega a dobrar por sobre a calça. É um homem ainda jovem. Não deve ter 30 anos. Quando casou, a circunferência abdominal certamento não chegava a 100 centímetros. Hoje, não tenho ideia das medidas.

Entretanto, penso que há dois extremos. Existem pessoas que simplesmente abandonam-se. E outras que tornam-se reféns de um padrão irracional de beleza. Por conta disso, sofrem. E sofrem muito.

Bulimia, anorexia e outros transtornos são doenças comuns nos dias atuais. Gente que se olha no espelho e vê uma distorcida de si mesma. Sem referências do próprio corpo e com noções completamente equivocadas do que é belo, abrem mão de viver.

As mulheres são as principais vítimas. Mas muitos homens também experimentam essa lógica irracional. Como sugere Augusto Cury, escalas irracionais de sensualidade levam homens e mulheres a se sentirem deficientes, deformados, não atraentes, não admirados.

Essas pessoas fazem tudo, de exercício a intervenções cirúrgicas, para terem um corpo supostamente perfeito. Mas nunca estão satisfeitas.

Mulheres com barriginha ou dobrinha nas costas se submetem a lipoaspirações; aquelas que têm seios menores, colocam silicone; as que têm seios grandes, reduzem; mulheres magras passam semanas, meses em academias para ganhar massa muscular… Homens de várias idades tomam suplementos diversos para “crescer”. Precisam ficar saradões.

brunetO problema é que os padrões estéticos mudam com a mesma rapidez que surge um novo celular. Luiza Brunet, sucesso como modelo nos anos 1980, não seria referência de beleza nas passarelas nos dias de hoje. E por falar em passarelas, quem inventou essa história de garotas de 15, 16 anos serem as referências de corpo para exibirem as novas coleções?

Às vezes chego a ter a impressão que existe uma intenção oculta em plantar a insatisfação constante, porque gente insatisfeita consigo mesmo consome mais, gasta mais.

Tem alguma errada. Mulheres reais não são feitas em máquinas. Não são produzidas em escala industrial. Possuem biotipos diferentes. Algumas são baixas, outras altas. Há aquelas medianas. Vale o mesmo para os homens. Tem gente magrinha. Tem gente mais forte. Alguns desenvolvem barriguinha com facilidade. Às vezes, culote. Entretanto, do ponto de vista da indústria da beleza, não existem seres humanos; existem objetos humanos.

banhistaE detalhe, o que se mostra como o padrão estético atual é apresentado como uma referência absoluta de beleza. A verdade estética, o modelo supremo, perfeito. Silencia, porém, que não faz tanto tempo assim que eram exaltadas em verso e prosa mulheres roliças, gordas – como a retratada por Jean Auguste Dominique no início do Século XIX.

Por meio da televisão, do cinema, das revistas uma imagem é construída. Afinal, aquilo que pensamos sobre nós é resultado daquilo que vemos, escutamos, sentimos. Quando os veículos de comunicação desfilam esse padrão irracional de beleza, homens e mulheres passam a se espelhar nele. A imagem torna-se realidade. A imagem passa a ser o objetivo a ser alcançado pelas pessoas normais. E isso desenvolve frustração, vergonha e até depressão, porque as referências são inatingíveis para a maioria. Tem gente que ganha meio quilo e já fico ansioso.

Sabe, como disse lá no comecinho do texto, defendo a importância de cuidar-se. Estar bem. Mas o que é estar bem? Será que estar bem é agredir-se? Deixar de comer um pedacinho de chocolate após a refeição? Dividir uma pizza com a pessoa amada de vez em quando? Tomar um sorvete numa noite de calor? Ou estar bem é contar as calorias a cada porção que se coloca na boca? É ficar atrás da última receita da moda? Visitar o cirurgião plástico antes de todas as férias? Sofrer toda vez que vê a atriz na novela das 21h desfilar à beira do mar (e lamentar-se não ter o corpo dela)?

Gente, todo mundo tem alguma parte do corpo que não gosta e parece imperfeita. Não dá pra viver se lamentando por isso. Estar bem é estar saudável. É aceitar-se, amar-se. É ter disposição pra viver e pra fazer viver.

Narcisismo e solidariedade zero

narcisismoNavegando por sites de notícias, encontrei uma informação curiosa: quanto mais músculos, menos disposição a pessoa tem para ajudar o próximo. A matéria está na Época Online e traz, inclusive, uma foto de Mahatma Gandhi. O líder indiano tinha 1m64 e apenas 46 quilos.

Bom, não vou discutir a reportagem. Na verdade, fiquei pensando: quem, hoje, tem disposição para ajudar? Sim, porque me parece que a questão é muito mais complexa. Falta empatia, afeto, amor. Não há um olhar pelo outro. Vale a máxima “cada um por si, Deus pra todos”.

É verdade que pessoas voltadas para o corpo, que cultuam a beleza física, têm um olhar mais egoísta. São menos desprendidas. Olham primeiro para si mesmas.

Entretanto, quem não faz isso?

Vivemos uma época em que não há comprometimento. O outro nos é interessante quando nos serve. A partir do momento que pede nossa ajuda, começa a incomodar. Falta interesse pelo outro.

Vivemos desapegados. Nos relacionamos, mas de maneira superficial. E o corpo passou a ser a instância última. É por ele, inclusive, que chamamos atenção. Para sermos notados, investimos na beleza física. Ou em roupas, maquiagem, adereços de todo tipo. E a máxima já não vale apenas para mulheres. Homens também vivem sob essa lógica cruel.

Não há indicação de que isso vai mudar. As pessoas se distanciam cada vez mais. E as novas tecnologias aprofundam essa realidade, pois criam a ilusão de proximidade quando, na verdade, intensificam a individualidade. Cada um vive mergulhado no seu próprio universo particular. Um universo criado sob medida para manter seus usuários protegidos das frustrações e confrontos que os relacionamentos exigem.

Cenário ruim. Futuro incerto.

Crentes, modernos e na moda

Rabugento como sou, raramente acho graça dessas bobagens que o pessoal inventa e compartilha no Facebook. É muita besteira pro meu gosto. Mas gostei desta “campanha” aqui.

Embora bastante simples, uma leitura sensata das imagens permite refletir sobre o estereótipo que se tem dos evangélicos. A proposta é questionar a Globo. Mas esse estereótipo não é apenas da emissora carioca. Muita gente ainda vê o evangélico como alguém que não sabe se vestir, que tem mau gosto, só sabe falar de Bíblia… Como se fosse uma gente sem cultura.

É verdade que existem crentes assim. Mas o cristão é gente; É como qualquer outra pessoa. E pode vestir-se bem, frequentar bons lugares, ouvir boas músicas, ler bons livros, ter amigos… Enfim, viver. Ele não é refém da religião. É livre.

Uma vida de fé não é uma vida alheia ao mundo, ao que é bom. E, como em qualquer segmento da sociedade, tem gente que sabe viver e aproveitar o melhor da vida e tem gente que não sabe. Simples assim.

Pra ser preconceituoso, não é preciso ser cristão. Pra discriminar pessoas, idem. Vale o mesmo para o jeito de se vestir, para os cuidados com o corpo etc.

Tempos atrás, por exemplo, descobri a página de uma jornalista que passei a admirar. Ela é jovem, descolada e… cristã. Ela criou o blog Bonita Adventista. Na página, tem dicas de beleza, de estética facial, corporal… e moda. Nada mais contemporâneo.

Portanto, tem sim muitos evangélicos resistentes à moda, aos valores estéticos (como tem gente resistente a um monte de coisas nessa vida). Mas estas são pessoas que ainda acham que fé se traduz no tamanho da saia, num rosto sem maquiagem ou na camisa de manga longa e fechada até o pescoço. Entretanto, identificar todo um segmento – diversificado como são os evangélicos nos dias atuais – por uma única imagem é perpetuar um estereótipo – que, como o termo diz, o estereótipo distorce a realidade.

Luan Santana, decadente?

Lauro Jardim, colunista respeitado da Veja, revela que o cantor está em baixa.

Fato ou não, quero refletir sobre o assunto. Não pelo Luan Santana, necessariamente. Mas pela efemeridade do sucesso.

Usamos o adjetivo “artista” para falar de cantores como Luan, Michel Teló, Gustavo Lima etc etc. Entretanto, se é arte o que eles fazem, por que perdem o brilho em tão pouco tempo?

No mundo contemporâneo, poucos são os que conseguem consolidar uma carreira. Tudo é coisa de momento.

Hoje, o momento é do Teló e seu “Ai se eu te pego” (ou já tem outro no topo das paradas?). Ontem, foi o Luan Santana. Amanhã… quem será?

Os artistas de hoje escrevem seu nome na história por momentos de sucesso. E não por uma carreira.

Isso tem muito a ver com o comportamento da sociedade, que reclama por novidade, e da própria produção artística, que é vazia.

Na música, por exemplo, acordes fáceis, refrões repetitivos, frases de simples memorização… são parte da estratégia. E a música “gruda” na cabeça das pessoas. Até quem não gosta, sem querer, começa a cantarolar.

Acontece que coisas fáceis perdem a graça rapidamente. Enjoam.

E junto com as músicas, enjoamos dos artistas que as interpretam.

Poucos são capazes de se renovar e manter-se em evidência. Até porque a indústria cultural é um verdadeiro balcão de negócios. E, se o público quer novidade, não se furta em apresentá-las. Por isso, tantas carinhas e vozes novas todos os dias no rádio e na televisão.

É ruim isso? Depende do ponto de vista.

No que diz respeito a mim, não sou afetado por essa urgência de uma música nova, de artistas que vão e vem. Tenho impressão que eles (os artistas) acabam reféns dessa lógica e, por isso, sofrem mais que o público.

Sobre o público, o problema é outro…

Parece-me que o gosto musical apenas reflete a pobreza estética de uma cultura formada sem bases muito sólidas. A efemeridade do sucesso artístico apenas reproduz os demais valores (ou da falta deles) de nossa sociedade. A questão, portanto, vai além do simples gosto. Tem a ver com o tipo de formação que temos.

Photoshop, imagens construídas e nossa fuga da realidade

Desculpa aí... Preferi o rosto da Angelina Jolie a bundas e coxas para ilustrar este post
Lia há pouco sobre os benefícios do Photoshop. O programa de tratamento de imagens é o melhor amigo das celebridades. Não apenas das celebridades. É ferramenta fundamental para a publicidade. Gente comum, que se atreve a usá-lo, também consegue bons resultados.

Entretanto, o mesmo Photoshop que faz milagres é o que nos ilude. Toda vez que olho a capa de uma revista fico imaginando o que a imagem esconde. Quais as imperfeições? Onde a ferramenta do Adobe foi mais utilizada? Sinceramente, é difícil saber qual é o real. Tenho impressão que vemos apenas um vislumbre do que poderia vir a ser; nunca da pessoa real.

O que acho mais curioso é que a projeção vende. Gostamos da ilusão. A gostosona da Playboy atrai olhares. Seduz. Desperta o desejo. Poucos ainda acreditem que haja tamanha perfeição, mas ainda assim se entusiasmam.

Mulheres se “matam” nas academias e gastam pequenas fortunas nas clínicas de estética movidas pela vontade de se assemelharem às mulheres que ilustram as capas das revistas femininas. Querem a barriguinha perfeita da celebridade do momento – ainda que esta tenha sido “fabricada” num programa de computador.

Não entendo por quê. Tenho a impressão que existe algo em nós, maior que nossa razão, que prefere o virtual, o fictício. Seria uma fuga da realidade? Talvez.

O mundo real não é tão belo. Os produtos que compramos não são perfeitos. As celebridades não são tão glamourosas. Sabemos disso. Mas preferimos nos enganar. Nosso desengano com o real nos faz namorar com fragmentos de um universo mágico e encantador, embora inacessível pois inexiste.

Isso parece nos mover, nos dá fôlego para viver. A realidade é dura, cruel. As imperfeições mostram o quanto a vida é fugidia, passageira. Desejamos escapar dela. O feio nos acusa e diz que nada é semelhante aos nossos sonhos paradisíacos. E que a mesma vida que nos escapa é a que revela nossas rugas e a morte que não podemos evitar.

A beleza que mata

A imagem para o post podia ser de corpo inteiro, mas penso que só o rosto da Angelina Jolie já diz tudo, né?
A busca pela beleza é um direito. Não sou contra cirurgia plástica. Nem tenho qualquer preconceito contra quem colocou silicone. Pouca importa se o seio é natural ou é resultado de uma prótese. Vale o mesmo para nariz, bumbum, barriga… Prevalecendo o bom senso, as pessoas têm direito de corrigirem o que desejam. Importa sentir-se bem.

Entretanto, é preciso reconhecer que as plásticas estão na moda. Temos um modismo. Adolescentes alteram o corpo. Manipulam. Ou até mutilam – no caso daquelas que optam por retirar costela para afinar a cintura. Mulheres muito jovens, ainda com “tudo em cima”, submetem-se ao bisturi a fim de conquistar um corpo idealizado – que nem sabem muito bem qual é.

Por conta disso, há um comércio irresponsável de plásticas. No Brasil e fora dele. Por aqui, médicos não especializados se atrevem a atender clientes. E, por vezes, colocam em risco a vida dos pacientes – na maioria, mulheres. Elas, na busca pelo modelo ideal, “esquecem” de checar a qualificação profissional, resultados anteriores etc. Os resultados acabam sendo insatisfatórios. É um corte desproporcional aqui, uma cicatriz feia ali, um umbigo estranho, uma barriga nitidamente “feita” em sala cirúrgica… Sem contar os casos de morte.

Foi o que o Fantástico mostrou nesse domingo. Como é restritivo o custo de um procedimento com um médico respeitado, muita gente tem optado por “profissionais” que atendem nos países vizinhos – Paraguai, por exemplo. A promessa de um milagre estético tem o preço mais alto: colocar a própria vida em risco. Lamentável.

A sociedade que valoriza a imagem é a mesma que transforma gente em coisa. A estética ganhou contornos inalcançáveis. O real não é tão belo. E nenhuma cirurgia faz milagres. Por isso, predomina a insatisfação com o próprio corpo. Insatisfação que alimenta um mercado milionário e que se sustenta pela angústia da projeção do que é ser belo.

As revistas da semana

VEJA: Mas nem uma palmadinha? A proibição das palmadas. Pais, professores, cuidadores de menores em geral estão proibidos de beliscar, empurrar ou mesmo dar “palmadas pedagógicas” em menores de idade. Um projeto de lei que proíbe a prática do castigo físico foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para marcar os 20 anos de vigência do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Ainda nesta edição, a aprovação do casamento gay na Argentina, o Vaticano decide punir com rigor os padres pedófilos e um especial sobre “vendas porta a porta”: ocupação de 2,5 milhões de brasileiros.

ÉPOCA: – A riqueza dos políticos. Quem mais enriqueceu durante o último mandato; os candidatos com as maiores fortunas; e por que tantos dizem guardar dinheiro embaixo do colchão. Profissão: herdeiro. O poder das famílias sobre as obras de autores clássicos. Educação, quatro ideias para o próximo governo. E ainda, ele nem quer saber o que diz a lei eleitoral. Lula não para de fazer propaganda de Dilma – e os órgãos do governo continuam usando a máquina em favor da candidata. E ainda, o prazer delas ficou importante. Para eles. Uma pesquisa sobre comportamento sexual masculino sugere que eles mudaram. Mas ainda mentem sobre seu desempenho.

ISTO É: – O reinado do filho único. Especialistas garantem que crianças que crescem sem irmãos podem se tornar adultos tão ou mais saudáveis do que aqueles que crescem em grandes famílias. A força da mente. A ciência comprova que mudar a maneira de pensar é um remédio eficaz contra males como depressão, dor crônica e alcoolismo. E ainda, receita para quebrar sigilo. Corregedor confirma à ISTOÉ que apenas um funcionário, de São Paulo, é suspeito de violar dados de dirigente tucano. Mas o caso levanta outra dúvida: o cidadão comum está protegido?

CARTA CAPITAL: – Um leão sem critérios. Ao contrário do que diz o senso comum, o Brasil não paga impostos demais. O problema é um sistema kafkiano que alimenta a desigualdade, pune quem produz e inibe o emprego. No xaxado com Lampião. A octogenária Alzira Marques recorda os bailes animados organizados pelo rei do cangaço. Em busca da perfeição. A ciência quer entender as preferências estéticas de homens e mulheres.