De volta ao trabalho

Trabalhando, trabalhando… já estou desde quinta-feira. Mas, oficialmente, volto nessa segunda-feira. Tirar uns dias de folga faz um bem enorme. Neste ano, as coisas ficaram um pouco confusas. As férias das crianças começaram mais tarde e tivemos que fazer uma “ginástica” para conseguir parar por uma semana. Com isso, não conseguimos descansar da maneira como gostaríamos. Ainda assim, foi possível relaxar um pouco, sair da rotina por quatro dias. Amanhã, volto ao microfone da CBN. E em dose dupla, já que meu amigo e parceiro Gilson Aguiar também precisa de uns dias de “férias”.

Calor escaldante…

Por causa do feriado, tive três dias de folga. Folga é jeito de dizer. Estava em casa, mas com um bocado de trabalho a minha espera. Ser professor tem dessas coisas. Aulas para preparar, trabalhos para ler e, nesse fim de semana, algumas monografias para corrigir. Ainda assim é bom estar em casa. O que desagradou foi o calor. Absurdo. Não tenho ideia de quantos graus o termômetro registrou. Sei apenas que estava – e está – quente demais. E a promessa para amanhã não é nada animadora. Deve chegar a 37 graus.

Então… direto da sauna, boa noite!
A gente se fala amanhã.

Domingos: Acim promete entrar na Justiça

Sexta-feira é sempre um dia diferente… A correria aumenta. Tudo parece acontecer na sexta. Por isso, falta tempo para o blog.

Uma coisa que eu gostaria de ter postado mais cedo foi sobre a entrevista que fiz com o presidente da ACIM, Carlos Tavares. O tema foi a abertura do comércio aos domingos. Levantei esta semana por aqui a discussão sobre a possibilidade de as empresas funcionarem nesse dia da semana. Isto, porque os deputados rejeitaram a proposta dos senadores que previa somente uma convenção coletiva poderia tratar do funcionamento das lojas aos domingos. A Câmara Federal derrubou a emenda dos senadores e o texto será sancionado pelo presidente Lula.

Por conta disso, Maringá, que não tem comércio aos domingos em virtude da convenção coletiva que impede o funcionamento das empresas nesse dia da semana, poderá fazer valer a legislação federal. É parece ser essa a intenção de Carlos Tavares. Ele disse que, tão logo o presidente sancione a lei, a ACIM vai recorrer à Justiça para confirmar se a lei federal é maior que uma convenção coletiva. O presidente da associação acredita que a cidade tem perdido espaço por não ter o comércio aberto aos domingos.

Lei permite comércio aos domingos

Uma decisão dos deputados pode permitir a abertura do comércio aos domingos em Maringá e em outras cidades que ainda mantêm as lojas fechadas por acerto em convenção coletiva. Explico melhor: ontem, a Câmara Federal derrubou uma proposta do Senado que exigia que a abertura do comércio aos domingos fosse acertada através de convenção coletiva. Com isso, os acordos entre sindicatos patronais e dos empregados devem ser feitos apenas para tratar da abertura das empresas nos feriados. Ou seja, se as empresas entenderem que devem abrir aos domingos, elas estão amparadas pela legislação – afinal, o texto final será promulgado nos próximos dias. As convenções coletivas que proíbem o comércio aos domingos não terão mais valor.

Entretanto, a lei, que foi baseada no texto original de uma Medida Provisória assinada em setembro deste ano pelo presidente Lula, prevê que o empregado deverá folgar a cada três domingos trabalhados. A legislação atual assegura uma folga a cada quatro domingos.