As revistas da semana

VEJA: – O partido do polvo. A reportagem principal desta semana fala do PT e de como o partido tem estendido seus tentáculos na máquina pública. Desde 2003, quando Lula chegou ao poder, seus seguidores aceleraram uma operação de conquista de postos-chave do estado. Dos quarenta cargos mais cobiçados do governo, os partidários de Lula e filiados ao PT ocupam 22. Nesses postos eles controlam orçamentos anuais que, somados, chegam a 870 bilhões de reais. Isso representa um quarto do produto interno bruto brasileiro. Ou seja, que 25% da riqueza nacional está sob administração direta de quadros partidários e ligados a sindicatos e centrais sindicais, todos comprometidos com um programa duradouro de poder. Ainda na edição, o fim da versão impressa do Jornal do Brasil; e os efeitos das múltiplas atividades simultâneas no cérebro.

ÉPOCA: – A cartada de Serra. Em queda nas pesquisas, o tucano vai ao ataque e explora o crime cometido contra sua filha para tentar chegar ao segundo turno. Mulheres de 20, Quem são e o que querem as mulheres de 20. Uma pesquisa exclusiva revela a rotina, as aspirações e os dilemas de uma geração de brasileiras que está adiando a entrada na vida adulta. Elas têm tudo o que suas mães e avós não tiveram – liberdade, dinheiro e carreira –, mas ainda sonham com filhos. A vitória dos medíocres, como “Glee” abriu caminho para as séries que exaltam tipos fracassados.

ISTO É: – Sonhos, como usá-los na vida real. A ciência revela que sonhar deixa a memória afiada, ajuda a lidar com as emoções e nos treina para os obstáculos da vida real. FHC: um pote até aqui de mágoas. Alijado da campanha tucana, que prefere usar a imagem de Lula à dele, o ex-presidente deixa claro ao partido que está insatisfeito e ataca os marqueteiros de José Serra. Dois meninos, muitos sonhos e uma tragédia. Como era a vida dos mineiros que tentaram emigrar para os EUA, mas acabaram nas mãos de narcotraficantes mexicanos.

CARTA CAPITAL: O império vacila. The Economist: Como os EUA vão exercer o poder bélico após a retirada do Iraque? Perguntas sem respostas: a respeito das violações de dados secretos, pairam diversas dúvidas. Uma delas: como ligar as criminosas quebras de sigilo à sucessão presidencial?

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As revistas da semana

VEJA: Casar faz bem. A reportagem mostra que em tempos modernos, em que a preocupação com a carreira ocupa tanto tempo, casar ainda está na moda. Ainda na edição, a Veja procura discutir a viabilidade de algumas promessas dos candidatos à presidência da República; a tatuagem: de moda a obsessão; e ascensão social do negro no Brasil.

ÉPOCA: – As 100 melhores empresas para trabalhar e as lições da campeã Google. Na empresa símbolo do trabalho no século XXI, um ambiente criativo e inspirador com tempo livre, mesa de bilhar, massagem – e até almoço grátis. Eles querem ser perfeitos: uma nova geração de narcisistas exige de si e dos outros nada menos que a beleza absoluta. Até onde isso pode levar? Segundo as pesquisas, a aposta do presidente Lula em derrotar senadores adversários e eleger no lugar uma bancada de amigos pode dar certo. E ainda tratando de política, Tiririca: Pior que está não fica? O início do horário eleitoral traz uma nova legião de candidatos cômicos.

ISTO É: – Nunca fomos tão felizes. Com a economia a todo vapor e os avanços sociais no país, brasileiros descobrem que nunca foram tão felizes. Eles compram carro próprio, viajam mais, adquirem casa própria e realizam seus sonhos. Celebridades e quase celebridades invadem o horário eleitoral apostando que o eleitor já não suporta os políticos tradicionais. Ossos de São João Batista, agora na Bulgária. A descoberta da suposta ossada do santo expõe a pressa de quem quer explorar a fé para ganhar dinheiro com o turismo religioso.

CARTA CAPITAL: – A Petrobras na mira. A estatal, entre os jogos do mercado, financeiro e a sucessão presidencial. Ministério da Defesa vai retomar buscas por desaparecidos na Guerrilha do Araguaia. Os materiais encontrados serão enviados para o Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília. PT decide processar Serra por usar Lula em propaganda na TV. A exploração da popularidade do presidente por um nome da oposição reforça a tese de que é personagem central de sua própria sucessão.

As revistas da semana

VEJA: – Falar e escrever bem: rumo à vitória. A edição desta semana ressalta a importância do pleno domínio da língua portuguesa – no ato da escrita e da fala. Em Brasília, Joaquim Roriz tem candidatura impugnada com base na lei do ficha suja. Filantropia, Bill Gates e Warren Buffett querem que ricos doem metade de sua fortuna. O último astronauta a ir à Lua quer mais voos tripulados ao satélite.

ÉPOCA: Os novos evangélicos. Um movimento de fiéis critica o consumismo, a corrupção e os dogmas das igrejas – e propõe uma nova reforma protestante. Casamento secreto. Chega de megafesta e estardalhaço na imprensa. Celebridade descolada agora casa escondido. O rei do salto alto: Rodrigo Faro diz que sofre para encarnar as divas com que faz o público rir em seu programa na Rede Record. Sem Lula, qual o limite de Dilma? Líder nas pesquisas e na arrecadação, a candidata do PT revela – em seu primeiro debate ao vivo – suas fraquezas quando exposta ao confronto direto.

ISTO É: Lula fala de sua vida após o governo. A poucos meses de deixar o governo e com uma popularidade que, mostram as pesquisas, beira a unanimidade, Lula concede à ISTOÉ uma entrevista histórica, em que fala de seu legado e de seu papel na política, hoje e amanhã. Abaixo a ditadura do orgasmo. As mulheres estão obcecadas em atingir a performance sexual perfeita. Mas isso pode até diminuir o prazer. Em busca dos últimos nazistas. Com os carrascos da Segunda Guerra prestes a morrer de velhice, o mundo corre para punir os poucos que restam.

CARTA CAPITAL: A hora da tevê. Entregues às câmeras, os candidatos à Presidência da República apostam suas últimas fichas de campanha. Pesquisadores concordes. Sensus, Ibope e Vox Populi pela voz do seus diretores avisam: sim, Dilma Rousseff pode vencer no 1º turno. O IBGE sai a campo para fazer uma análise mais acurada do perfil do Brasil. Nos próximos três meses, 193 mil pesquisadores irão a campo coletar as informações que servirão de base para o primeiro Censo Demográfico brasileiro do século XXI.

As revistas da semana

VEJA: – 10 regras da lipo segura. Como as mortes associadas a essa cirurgia poderiam ter sido evitadas. Depois de sucessivas mortes durante esse tipo de procedimento, as regras para realização de cirurgias plásticas, entre elas a lipoaspiração, ficaram mais rigidas. A revista aborda também o calote em empresas do Rio de Janeiro que trabalharam, direta ou indiretamente, nas gravações do filme “Os Mercenários”, dirigido por Sylvester Stallone. ONG criada por Delúbio é condenada a devolver 3 milhões de reais.

ÉPOCA: – Aprenda a ser criativo. A criatividade se tornou a qualidade mais desejada no mercado de trabalho. O que fazer para aumentar a sua. O exibicionismo sexual no Twitter. Um site de vídeos se tornou a nova moda para quem quer tirar a roupa na internet. Por que isso representa um risco para os adolescentes. Dê um google no candidato. O buscador lança ferramentas especiais para o internauta se informar sobre as eleições. A torcida vai ficar a pé? Anunciadas como um dos benefícios duradouros da Copa, as obras para melhorar o transporte nas cidades sedes estão quase na estaca zero.

ISTO É – Tudo por dinheiro. Ao deixar de ser competitivo, o piloto de Fórmula 1 Felipe Massa abala a autoestima nacional e decepciona milhões de fãs, chocados com a ideia de que a gana pela disputa pode ser derrotada por um contrato milionário. Todos queriam ser Lula. Não importa o partido, pouco importa o credo, hoje no Brasil quase todos candidatos prometem ser uma extensão de Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo as pesquisas, o presidente é capaz de influenciar quase dois terços do eleitorado brasileiro. ANJ divulga comunicado contra as ameaças de Fernando Collor a jornalista da ISTOÉ. O repórter Hugo Marques, da sucursal de Brasília, foi intimidado e xingado pelo ex-presidente da República em conversa telefônica gravada nesta quinta.

CARTA CAPITAL: – Censura: uma fantasma apenas. Por que a liberdade de imprensa não está sob risco no Brasil. Leia também: Velocidade é prioridade? Os gastos com o trem-bala poderiam suprir outras carências. A paternidade do Bolsa Família. Para a opinião pública, o programa tem só um pai: Lula. Sem ele, seria local, menor, destinado a grupos muito especiais.

As revistas da semana

VEJA: Mas nem uma palmadinha? A proibição das palmadas. Pais, professores, cuidadores de menores em geral estão proibidos de beliscar, empurrar ou mesmo dar “palmadas pedagógicas” em menores de idade. Um projeto de lei que proíbe a prática do castigo físico foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para marcar os 20 anos de vigência do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Ainda nesta edição, a aprovação do casamento gay na Argentina, o Vaticano decide punir com rigor os padres pedófilos e um especial sobre “vendas porta a porta”: ocupação de 2,5 milhões de brasileiros.

ÉPOCA: – A riqueza dos políticos. Quem mais enriqueceu durante o último mandato; os candidatos com as maiores fortunas; e por que tantos dizem guardar dinheiro embaixo do colchão. Profissão: herdeiro. O poder das famílias sobre as obras de autores clássicos. Educação, quatro ideias para o próximo governo. E ainda, ele nem quer saber o que diz a lei eleitoral. Lula não para de fazer propaganda de Dilma – e os órgãos do governo continuam usando a máquina em favor da candidata. E ainda, o prazer delas ficou importante. Para eles. Uma pesquisa sobre comportamento sexual masculino sugere que eles mudaram. Mas ainda mentem sobre seu desempenho.

ISTO É: – O reinado do filho único. Especialistas garantem que crianças que crescem sem irmãos podem se tornar adultos tão ou mais saudáveis do que aqueles que crescem em grandes famílias. A força da mente. A ciência comprova que mudar a maneira de pensar é um remédio eficaz contra males como depressão, dor crônica e alcoolismo. E ainda, receita para quebrar sigilo. Corregedor confirma à ISTOÉ que apenas um funcionário, de São Paulo, é suspeito de violar dados de dirigente tucano. Mas o caso levanta outra dúvida: o cidadão comum está protegido?

CARTA CAPITAL: – Um leão sem critérios. Ao contrário do que diz o senso comum, o Brasil não paga impostos demais. O problema é um sistema kafkiano que alimenta a desigualdade, pune quem produz e inibe o emprego. No xaxado com Lampião. A octogenária Alzira Marques recorda os bailes animados organizados pelo rei do cangaço. Em busca da perfeição. A ciência quer entender as preferências estéticas de homens e mulheres.